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9.2.21

Já não há desculpas para não oferecer prendas personalizadas!

 (Post patrocinado por Wanapix, contudo todas as opiniões aqui escritas são verdadeiras)

Quem segue o "Life of Cherry" sabe o quanto eu adoro prendas personalizadas - se os presentes são uma oportunidade para  mostrar à pessoa o quanto ela é única para nós, porque não dar-lhe algo igualmente único? Todos nós adoramos qualquer tipo de  presentes, mas temos que admitir que algo que tenha sido feito especialmente para nós suscita uma conexão emocional ao objeto muito maior do que algo que é fabricado em massa numa loja comum. É por isso que fiquei em delírio encontrei o site Wanapix!

A Wanapix é, para quem não conhece, uma das empresas de personalização de presentes com mais influência na Europa. Recentemente, a Wanapix começou a dar os seus primeiros passinhos em Portugal, mas esta marca já existe desde 1984 e já se tornou uma referência no que se diz respeito à arte da personalização. 


Os produtos que eu escolhi

1. Marmita ecológica de bamboo: Desde que comecei a usar marmitas que tenho usado sempre as de plástico que, sejamos honestos, não são a coisa mais saudável nem ecológica que existe. Tentei mudar para as marmitas de vidro, mas não me adaptei, queimam-me ao tirar do microondas, para não falar que eu sou uma desastrada e o risco daquilo partir é enorme. Quando estava a escolher no site, cruzei-me com esta marmita ecológica de bamboo e pensei "porque não experimentar?". Pode ir à máquina, pode ir ao microondas e a dá para levar muita quantidade de comida, mesmo neste que escolhi, que parece pequeno à primeira vista. Para não falar destes talheres pequenos que são um amor! Outro pormenor que gostei bastante e me fez escolher este design em particular foi o M ao centro, que faz com que seja muito mais fácil de identificar a marmita se a quiser meter no frigorífico do meu serviço. 



2. Garrafa térmica: Este foi um presente personalizado que decidi oferecer à minha prima/irmã emprestada, uma vez que eu já possuo uma garrafa térmica  Tem uma capacidade de 500 ml e aguenta bebidas quentes/frias durante 12 horas ou mais. Mais uma vez, tem um lindo detalhe personalizado que permite à minha prima encontrar facilmente a sua garrafa no seu local de trabalho.

3. Tote Bag Harry Potter: Para os fãs de HP, sim, também há muitas coisinhas para vocês na Wanapix! Eu  encontrei tantos produtos com designs HP que foi muito difícil escolher! Acabei por me decidir por dois produtos, um dos quais uma Tote Bag ou, como se diz em português, um saco de algodão, que é sempre útil para levar às compras, à praia ou para um piquenique (quando sairmos deste confinamento). Este design com a cicatriz e os óculos Harry Potter são absolutamente encantadores! 

4.  Caneca cerâmica: Por último, decidi escolher uma caneca com o mesmo design e a mesma frase (adoro esta frase de HP!), para me fazer companhia agora nos dias mais frios em que um cházinho quente vem sempre a calhar. No caso deste produto, dá para lavar à máquina na mesma, contudo foi-me aconselhado pela marca a lavar à mão para aumentar a durabilidade da tinta. O interior da caneca está disponível não só a preto como o meu, como também em outras cores, vermelho, amarelo, azul, o que gostarem mais. 


Também quero! Como posso personalizar?


Decidi fazer uma pequena secção nesta publicação para avisar de alguns detalhes a que têm de ter atenção se quiserem encomendar algo deste site. Como em todos os sites de personalização, é preciso ter muito cuidado na hora de personalizar os produtos que escolhemos, para não ocorrem erros como ortográficos, erros na centralização dos textos, imagens cuja qualidade é fraquinha, etc. Assim, decidi mostrar-vos aqui passo a passo quais são os procedimentos das encomendas Wanapix, de forma a que os produtos que escolham sejam os mais satisfatórios possíveis para vocês.

1. Escolher o produto: O primeiro passo é o mais óbvio, não podem personalizar sem saber em que objeto o vão fazer. Neste primeiro passo, é preciso ter em atenção os tamanhos que desejam, os materiais e a funcionalidade (atenção, existem objetos semelhantes com funcionalidades diferentes, explorem bem porque encontram cada coisa mais gira que é difícil decidirem-se). Assim que se decidirem, podem clicar em personalizar. 

2. Atentem que cada produto pode ter várias fases de personalização: Enquanto alguns produtos podem ter apenas uma fase de personalização (como por exemplo, a minha marmita), outros podem ter até duas ou mais fases (como a minha caneca). 


3. Usem os editores: Não se limitem a escrever o que querem no produto, usem os editores, eles estão lá para alguma coisa. Tal como um editor de imagem comum, têm linhas auxiliares que vos ajudam no alinhamento e centralização dos textos/imagens. Têm ainda outra secção, "ver produto", em que podem ter uma previsão de como tal ficará na realidade. 


4. Não coloquem texto/fotos nas margens do produto: Para quem já é experimente neste tipo de compras sabe que se deve sempre deixar alguma margem no design para possíveis zonas de cortes, principalmente quando o produto em questão é roupa, por isso há que também ter atenção a este detalhe. 

5. Por último, confirmar: Antes de efetuarem a compra, ainda têm uma última etapa de personalização só mesmo para se certificarem que têm tudo ao vosso gosto (mais uma vez, bem à Grammar Nazi, olhem os erros ortográficos!) A seguir, é só efetuar a compra e, ao contrário de muitas lojas online, esta é bastante flexível no que toca a métodos de pagamento - além do clássico VISA e Mastercard, podem pagar por PayPal, American Express e até por referência Multibanco. O envio também é super rápido, em menos de uma semana eu já tinha os produtos em minha casa. 


Por isso, se quiserem algo para oferecer à vossa cara-metade agora no Dia dos Namorados, ainda vão muito a tempo heheheheheh. E não há desculpas para não serem originais, há descontos até 50%.

Quais foram os produtos que mais gostaram?

24.1.21

As minhas séries favoritas em 2020

As minhas séries favoritas em 2020

Último post de TOPS DE 2020 a 24 de janeiro DE 2021! E eu que tinha dito que ia acabar de os publicar em 5 de janeiro. Já devia saber que, como enfermeira em tempos de pandemia não posso prometer nada. Outra batotice: este é o único TOP com apenas 5 itens em vez de 10, ups! Eu sei que pode ser uma desilusão para alguns, porém aqui nós somos apologistas de vidas reais, e a realidade é que eu passei metade da minha quarentena a rever séries muito longas (só para terem uma noção, revi Gossip Girl, com as suas 6 temporadas carregadinhas de episódios). Porém, os 5 escolhidos de 2020 garanto que fazem  valer a pena ficarem aqui até ao fim!


1. Sex Education (2º temporada): Já todos conhecemos esta série de comédia até porque, vejam bem, atingiu os 98% de classificação no Rotten Tomatoes e, como sabemos, eles costumam ser bastante lixados nas suas pontuações.  Enquanto na 1º temporada exploramos temas gerais da vivência da sexualidade entre adolescentes, na 2º temporada é explorada mais a fundo a individualidade de cada personagem. Mais do que uma série sobre sexo, "Sex Education" passa, de forma sempre bem humorada,  a máxima de que tudo é normal e que, ao mesmo tempo, não é, pelo que ninguém se tem que envergonhar com nada. A única coisa que eu não gostei nesta temporada, aliás, odiei, foi uma certa personagem irritante que de bom grado empurraria de uma ribanceira abaixo (quem viu compreende o ódio). 

Sex Education 2 temporada

2. Cheer: Todos nós, incluindo eu, temos aquela típica ideia de claques americanas que os filmes de Hollywood nos transmitem - raparigas em trajes menores a dançar, a saltar, berrar e que pouco mais sabem. Contudo, esta mini-série documentário da Netflix abre-nos os olhos para todo um novo mundo de claque: um verdadeiro desporto competitivo. Aqui não vemos o glamour dos pompoms, vemos suor, horas e horas de treino, esforço, lesões e muita dedicação, acima de tudo o enumerado anteriormente. Aquilo que mais me comoveu, mais do que toda a disciplina que eles têm, é ver que encontraram ali, com a Mónica Aldama (a treinadora) e a sua equipa, uma segunda família, que os salvou de vários problemas, entre eles traumas familiares, pobreza, insucesso escolar, problemas de imagem escolar, violência... Todos eles encontraram ali um lugar seguro para serem eles próprios.

Cheer

3.  Lucifer (5 temporada): Ser cancelada pela Fox foi a melhor coisa que aconteceu a "Lucifer" porque a seguir a Netflix pegou na série! A Netflix pode ser muitas coisas (entre elas, por vezes, ignorante nas questões de representatividade como vou comentar aqui daqui a uns dias), mas que sabe fazer séries com bons plot twists sabe! A 5º temporada trouxe um enredo que parecia, à primeira vista, ser manhoso. Felizmente, não se arrastou pelos episódios todos, a nossa detetive Decker sabe o que faz! E por falar na detetive, aquilo que todos andávamos desde 2016 a querer finalmente aconteceu (aqui só sem dar spoilers, quem segue desde a 1º temporada vai pular de alegria).


4. Coronavirus, Explained: A série das séries (confuso, I know, não sei que outro nome lhe dar) Explained tem se revelado um arraso em quase todos os temas que aborda (tirando o do sexo, para alguém que é de Enfermagem ficou muito aquém das expectativas) e, em 2020, no primeiro ano de pandemia em que a desinformação se espalhou tão depressa como o próprio vírus, esta revelou-se ser uma ferramenta crucial para compreende melhor o que se passava à nossa volta.


5. Whose vote counts, Explained: Este foi outro segmento de "Explained" usado para combater a desinformação, desta vez sobre as eleições dos Estados Unidos, este ano mais importantes do que nunca - a oportunidade dos americanos se redimirem e tirar de vez o Trump do poder. Já tinha uma vaga ideia de como funcionava o sistema de votos americano, que passa muito pelo colégio eleitoral, mas este foi um ótimo complemento para a minha formação política. Continuo com a mesma opinião que este sistema é uma grande manhosice, mas agora é uma opinião mais bem formada. 


Quais foram as vossas séries favoritas?

5.1.21

Os meus livros favoritos em 2020

Os meus livros favoritos em 2020

2020, mais do que nunca, foi  muito propício a leituras. Desde pequena (com as "férias grandes") que já não disponha de tanto tempo para mergulhar nas histórias e, no meio de uma pandemia, foi mesmo a melhor forma de escape. Estas foram as melhores escapatórias.


 1. Verity: TOP de livros da Cherry que se preze tem sempre uma obra da Colleen Hoover nele. Eu juro que não faço de propósito, esta autora é que tem simplesmente uma capacidade de se reinventar fora do comum, como é o caso de " Verity". "Verity" é a sua primeira tentativa no supense, e uma muito bem sucedida, may I add. Já não lia um thriller psicológico assim desde 2016, com a "Rapariga no Comboio". Como sempre, não digo mais nada, os livros da Colleen Hoover são para se começar de mente vazia. Só digo que foi uma boa forma de começar o meu ano literário!

2.  The Seven Husbands of Evelyn Hugo: À primeira vista achei que este fosse uma autobiografia, mas não é - Evelyn Hugo não é uma celebridade, é uma personagem que apenas existe na cabeça da autora. Contudo, ninguém diria pela forma como a história está estruturada, esta personagem tem tanta profundidade que parece uma pessoa real. Tal como a Pam Gonçalves disse no vídeo dela, eu fiquei obcecada com Evelyn. Evelyn não é uma personagem que possa ser adorada por todos, como poderão ler em inúmeras reviews - uns amaram-na, outros odiaram-na. Na minha perspetiva pessoal, eu adorei-a, nenhum ser humano é 100% mau ou bom, temos todos personalidades cinzentas, e se vivéssemos num mundo como no de Hollywood, essas nuances seriam ainda maiores. Aliás, adorei ler esta questão de representatividade aplicada ao mundo dos famosos, se não é fácil nos dias de hoje, imaginem há 60 anos (review completa aqui).

The Seven Husbands of Evelyn Hugo

3. The Phantom of the Opera: O Fantasma da Ópera é, como sabem, para mim, o melhor musical de sempre (mesmo que o Rotten Tomatoes não concorde, como assim, só 50% de pontuação?!). No entanto, nunca tinha lido o clássico que fez nascer esta ópera até 2020. A minha hesitação devia-se ao facto de ser um inglês arcaico, muito difícil de ler ao início. Ao começar a ler, deparei-me com outra dificuldade - o estilo de escrita narrativa-jornalismo mas, ultrapassadas estas dificuldades, adorei conhecer a história de uma perspetiva diferente. Como já devem ter lido em outras reviews, o livro não é tão soft ou romântico como o filme de 2004, na versão o Fantasma da Ópera é ainda mais cruel (quem está familiarizado com as personagens já terá calculado o que ele fez à Christine). Contudo, também conhecemos mais pormenorizadamente a sua infância que o fez tornar-se neste tipo de pessoa, assim como de outras personagens. Como, por exemplo, do Raoul, que eu sempre achei tão sem sal. No livro, aí sim, percebo porque é que a Christine se apaixonou por ele. 

4. Becoming: Nunca me senti tão entusiasmada como política como na altura dos dois mandatos do Barack Obama. Na altura ainda era nova, na minha visão de adulta sei que a governação dele não foi perfeita (uma daquelas verdades da vida adulta difíceis de digerir) , ainda assim, admiro-o muito e à família dele. E a sua mulher, Michelle Obama, foi a primeira-dama mais ativa que já vi. Não se limitou a ser mais uma parte da mobília a ir para a Casa Branca (como a mulher do Trump, que mulher tão mortinha), envolveu-se em várias iniciativas ao longo dos anos sem nunca, ao mesmo tempo, ofuscar o seu marido. Aquilo é que era um casal poderoso! Na sua biografia, ficamos a conhecer mais sobre a sua história de vida, como se tivéssemos numa conversa de café com ela (review completa aqui).


5. O Tatuador de Auschwitz: Em 2020, verificou-se uma grande tendência entre escritores para abordar a Segunda Guerra Mundial. Se para alguns leitores isto virou uma moda que já irrita (o que é, no fundo, verdade), para mim é algo que me entusiasmou, porque sempre me interessou esta fase da História, desde os tempos de escola . Se bem que agora já me cansou um bocado, já li todos os que havia para ler - não me ponham mais livros destes nos TOPs da Fnac. No entanto, "o Tatuador de Auschwitz" irá permanecer um do meus favoritos do género. Inicialmente trabalhado como um guião, é obra de Heather Morris, que foi apresentada a Ludwig Eisenberg, mais conhecido por Lale, que alegava ter uma história para contar. Foi assim que nasceu então esta história, a partir de tantas outras com quem Lale contactou, prisioneiros, guardas, mais do que é possível contabilizar - tanto que algumas personagens são a junção de várias pessoas. É uma leitura bastante fluída, apesar do seu conteúdo pesado e prova de como o instinto de sobrevivência de certas pessoas pode superar tudo - no lugar deste protagonista, era muito fácil para qualquer um de nós desistir (review completa aqui).

https://www.lifeofcherry.pt/2020/05/livro-o-tatuador-de-auschwitz.html

6. A Curious History of Sex: Descobri "A Curious History of Sex" através de uma das minhas youtubers favoritas de sempre, Hannah Witton, que se fartou de falar dele ao longo de vários vídeos. Tem todos ingredientes que me fizeram gostar dele desde o início - leve (apesar de alguns conteúdos pesados como velho mito da virgindade, esses não são a regra), divertido, repleto de curiosidades linguísticas (como agradar a uma nerd de História e de gramática ao mesmo tempo), já disse que é sobre História?! Apesar de este ser um livro sobre o passado, dá-nos tantas respostas sobre o porquê de o sexo continuar a ser um tabu e porque o será sempre, bem como alguns termos se prolongaram ao longo do tempo até aos dias de hoje.


7. Normal People: Este é o novo "Call Me By Your Name", meu caros amigos! Não estou a dizer isto por ser a versão para os heterossexuais, é mesmo porque, mais uma vez, como no primeiro, qualquer pessoa se pode identificar com ele. Numa leitura lenta e sóbria, a autora explora a conexão emocional entre um casal, sem grandes floreados - como o próprio título indica, uma ligação entre duas pessoas normais. As relações amorosas são apresentadas no seu estado mais cru, exatamente como acontecem na vida real, quando nos permitimos mostrar, sem reservas, ao nosso parceiro (também falei do livro aqui).


8.  The Places Ive Cried in Public: Este é um YA, mas não um qualquer, é daqueles dos pesados. Isto porque aborda relações abusivas, e acho uma excelente ideia abordarem este tema dentro deste género, com o número de jovens (raparigas e rapazes) que sofrem abusos no namoro a aumentar. A trama gira em torno de, tal como o próprio título indica, todos os locais em que a protagonista já chorou por causa de uma pessoa que não a merecia, numa perspetiva de outsider, mas que, decerto, é tão difícil de perceber quando se vive esta situação. Apesar de este ser um livro sobre abuso, também é um livro que expõe maravilhosamente a diferença entre uma relação que é uma montanha-russa de emoções de uma que é uma constante de felicidade numa vida que, por si, já é complicada (escolham sempre a segunda, malta).


9. O Livro dos Ressignificados: Recebi de presente de aniversário da Inês, e foi mesmo uma luz num 2020 mehhh. Aquilo que mais de especial o livro tem, além dos ressignificados criados pelo autor, são os post-its que a Inês deixou em páginas aleatórias, com todo o tipo de palavra enternecedoras. Ela é mesmo a miúda das prendas. Continua na minha mesa de cabeceira, para pegar sempre que preciso de um miminho (mais sobre o livro aqui).


10. 451 Fahrenheit: Apesar de ser uma grande devoradora de livros, nunca tinha lido este clássico, shame on  me. E é pena que não o tenha lido mais cedo, porque "451 Fahrenheit" é mesmo tão bom e tão atual! Para um clássico, tem uma leitura muito acessível - uma das razões pelas quais, na altura, o autor teve dificuldade em entrar na elite literária, pois ainda há a ideia que tudo o que é clássico tem que ser extremamente difícil de ler e conter linguagem muito cara. O trama é no mínimo intrigante - como seria uma sociedade sem livros? Mesmo após 60 anos, as mensagens contidas nesta obra continuam muito relevantes, sobretudo o consumismo pela informação "rápida" em vez de usarmos a nossa própria cabecinha (muito 2020, não acham?). 


(Única foto tirada por mim para fazer aquela piada obrigatória. Tinha mesmo que ser, digam-me lá se a lombada não parece uma caixa de fósforos? Genial!)


Quais foram os vossos livros favoritos em 2020?

3.1.21

Os posts que mais gostei de escrever em 2020

Os posts que mais gostei de escrever em 2020

O facto de eu estar a publicar TOPS de 2020 já em 2021 é um pouco reflexivo daquilo que foi o meu ano na blogosfera (não se preocupem, só falta mais dois, não vou prolongar mais que dia 5). Não queria começar aquele que é um dos tipos de TOPS que mais gosto de escrever com negativismo, mas gosto que o meu blog reflita a minha vida e, por isso, não vou mentir: 2020 foi o ano que mais me deixou frustrada enquanto blogger. Principalmente por causa da regularidade (ou da falta dela). Foram várias as razões: o meu Estágio de Integração à Vida Profissional, a quarentena, o início da minha vida profissional, a saturação da Internet (como falo mais abaixo, no ponto 9)...Contudo, posso afirmar com todas as certezas que o pouco conteúdo que publiquei é algo do qual me orgulho imenso. Estes foram, portanto, os meus favoritos. 


 1.  2020 - o ano do futuro e o fim da nossa infância: Eu sei que neste post dei muita hype a 2020 (provavelmente sou eu a responsável pela desgraça que foi mas, ainda assim, não consigo deixar de ter um carinho especial por este texto. Expetativas para 2020 à parte, é uma reflexão preciosa sobre tudo o que atingi numa década e a despedida derradeira da minha infância/adolescência.


2. Tenho 22 anos e estou na minha primeira relação amorosa: Em 2017, eu escrevi um dos textos mais libertadores de sempre, "Tenho 20 anos e nunca estive numa relação amorosa". Em 2020, eu escrevi a tão aguardada spin-off que não sabia que estava destinada a existir mas que, secretamente, sempre desejei escrever. Porém, o melhor mesmo não está escrito, continuo a vivê-lo todos os dias. Vale sempre a pena esperar por quem vale a pena. 


3.  Ter acabado o curso mais tarde faz de mim burra: Toda a minha vida eu fui uma boa aluna, era uma das minhas melhores qualidades. Por isso, quando reprovei num estágio do 2º ano, foi uma grande facada no ego, no mínimo. Demorei os restantes anos de curso a encontrar harmonia com a ideia de que o caminho para o sucesso não é  linear, sempre a subir, é um caminho cheio de pedregulhos pelo caminho, que muitos vezes nos obriga a retroceder para depois darmos 2 passos em frente. Este texto, foi o passo final nisso.


4.  O meu 23º aniversário em quarentena: Como em tudo nesta vida, há uma primeira vez para tudo e, em 2020, aconteceu algo inédito que, por momentos, fez com quem me conhece pensar que estava doente (ideia que desmenti imediatamente, não fossem obrigarem-me a fazer um teste) - não estava lá muito entusiasmada. Eu, grande entusiasta por celebrações, não estava muito viradinha para a ideia de festejar um aniversário no meio de uma pandemia que já estava a deixar-me exausta (tão inocente, achar que dois meses eram muito). Contudo, o meu 23º aniversário foi melhor do que esperava, de uma forma comovente até, como partilho aqui.


5. Diagnósticos em saúde - só os médicos é que o fazem? : Confesso, só abordei aqui a ponta do icebergue naquela que considero uma enorme desigualdade entre profissões da área da saúde. Mas como grande parte desta desigualdade vem do desconhecimento de grande parte da população daquilo que cada profissão faz, considero que este post foi já um bom começo.


6. Como ser ativista sem ter que ir a protestos: Num ano em que muito se falou sobre o que é realmente ser um ativista, eu decidi trazer o meu ponto de vista, mais introvert e Covid-friendly sobre o tema. Têm aqui ótimas sugestões se, como eu, preferem defender os vossos valores de forma mais discreta. 


7. 5 razões pelas quais ser magro/a não te irá fazer automaticamente feliz: Como uma pessoa magra durante toda a minha vida, acreditem, eu posso falar com autoridade sobre tal. Durante anos, sofri com baixa autestima e, no entanto, eu era o sonho de qualquer rapariga/mulher (modéstia à parte). Por isso, enervo-me com influencers que alimentam a ideia que perder peso é a receita mágica pra ser automaticamente feliz. Um texto que eu achava que já não precisava de escrever em 2020.


8.  6 anos de Life of Cherry, em comentários: Já com tantos anos de blogosfera em cima, sou sincera, já não sabia o que fazer para o 6º aniversário do Life of Cherry. Até que eu fui salva pela brilhante ideia do meu namorado de escrever um texto com, literalmente, os comentários de todos os meus leitores ao longo deste tempo todo. Uma ideia bastante simples mas bem criativa. 


9.  A Internet é o meu escape, mas socorro, agora preciso de escapar dela: Já não me reconheço nesta Internet que, todos os dias, me bombardeia com informação a uma velocidade alucinante. Já não me lembro do meu eu de 17 anos, que encontrava na net (e na blogosfera), um refúgio seguro para depositar alguns dos seus pensamentos mais íntimos. Agora parece que toda a gente está a gritar, e qualquer pessoa que se desvie ligeiramente das opiniões da moda daquele momento é crucificada em praça pública e "cancelada".  Já não há tolerância nenhuma, a Internet deixou de ser o meu escape, agora preciso sim de escapar dela! Nesta publicação, foi isso mesmo que fiz, um pedido de ajuda


10.  Mais do que estar presente, ser presente: Nunca me deixo de surpreender com o facto da criatividade ser tão aleatória. Este singelo postal de Natal em tempo de pandemia nasceu de uma igualmente singela publicidade - a do Boticário. O slogan da marca para esta quadra capturou perfeitamente o meu mood, a minha tentativa de chegar às minhas pessoas mesmo com este maldito bicho que já nos persegue há 9 meses. E passado o Natal e algum tempo desde a publicação deste post, devo dizer que fui bem sucedida nisso - nunca me senti próxima da minha família como neste Natal. Quando o Natal voltar a ser à mesa com 12 pessoas tenho a certeza que vai parecer-me mais emocionante que nunca. 



Qual foi vosso post favorito no Life of Cherry, em 2020?

31.12.20

2020 - se não foi o ano do futuro, eu reiventei-o!

2020 - se não foi o ano do futuro, eu reiventei-o!

Tendo sendo este um ano atípico, despeço-me também dele de uma forma diferente: estão a ver bem, em vez dos habituais momentos favoritos em lista, este ano teremos uma retrospetiva em prosa. Sinto que, mais do que enumerar tudo o que vivi, faz mais sentido descrever tudo o que senti, dado que 2020 foi, pelo menos, a meu ver, uma jornada interior. Aviso já que é impossível fazer uma retrospetiva de 2020 sem falar do elefante na sala, por isso, nem sequer vou tentar. Se lerem Covid 500 vezes neste post, paciência. Fora 9 dos totais 12 meses, não dá para ignorar, nem que quisesse.  

2020 começou comigo numa festa entitulada "Os Novos Loucos 20" e estes anos 20 começaram de forma louca, só não como esperávamos. Tivemos 2 mesinhos de liberdade antes de ficarmos confinados em março e, juro, parece que de março a maio o tempo passou tortuosamente devagar. A partir de maio, foi num piscar de olhos, ainda nem deu para assimilar o "novo normal". É só este o único motivo - que fez a minha ansiedade andar aos picos no primeiro semestre - pelo qual não considero 2020 o meu ano preferido porque, fazendo um balanço das coisas, deu-me muitas mais razões para sorrir,  portanto nem tenho razões para me queixar.

Num ano cheio de incertezas, eu encontrei certezas - melhor dizendo, vi com outros olhos certezas que já existiam, na verdade. Certeza que, mesmo que o caminho não seja linear, cheio de passos à frente e outros tantos retrocessos, consigo chegar sempre onde quero chegar. Certeza que sou e serei sempre uma excelente enfermeira, que terá sempre uma posição em algum lugar, mesmo como introvertida. Certeza que a arte é o que nos consola sempre, na guerra e nos fins de semana fechados em casa - e que continua a existir bom conteúdo, mesmo que não pareça, com o mundo a tentar-nos bombardear tanta informação inútil todos os dias. Certeza que nada abala o meu entusiasmo por aniversários, e que consigo adaptar sempre todas as celebrações. Certeza que tenho uma pessoa mesmo especial como parceiro, que nem uma quarentena de 2 meses separa - como costuma dizer uma citação que gosto muito "a distância faz ao amor aquilo que o vento faz ao fogo: apaga os pequenos e inflama os grandes". Certeza que tenho uma família que, mesmo não podendo fazer as reuniões à la ciganos como fazíamos antes, continua a responder mais rápido que os bombeiros a todas as emergências de saudades, fazendo chegar os packs de doces, fotos e vídeos para apaziguar um pouco as saudades, se não der para a apagar. Certeza que continuo muito orgulhosa da mulher que me estou a tornar, seja qual for o caos que o mundo esteja a viver. 

Para 2021, tenho apenas alguns desejos abstratos (não confundir com resoluções das quais não sou adepta) Para começar, em 2021 vamos largar de vez essas resoluções pois podem sair-nos furadas com outra quarentena - não significa que deixemos de fazer planos, apenas os começaremos a fazer sem prazo limite, pelo ter o simples prazer de antecipar algo. Em 2021, ninguém nos vai dizer "esquece isso", porque ainda estamos a processar março de 2020 - talvez seja desta que aprendamos que ninguém ultrapassa nada à mesma velocidade. Em 2021 se aventura do dia  for  a volta ao nosso quarteirão, com a banda sonora do filme da nossa vida a tocar nos nossos headphones, que seja, sem julgamentos. Em 2021, descansaremos mais, porque merecemos. Em 2021, continuaremos a tentar seguir em frente, porque não temos outra opção, e é aí que reside a nossa maior força, mais do que as 27397220820 coisas que é suposto fazermos num dia para nos considerarem pessoas bem sucedidas. Em 2021, seguimos sempre em frente, com esperança, não porque acreditamos que uma vacina, por muito boa que seja, irá livrar-nos todos da pandemia em um mês, mas porque reaprendemos a apreciar a beleza de tudo em todas as suas formas.  Em 2021, vamos recomeçar sem as hypes de início de década, sem pressão malta! Feliz 2021 para todos!

(Foto: de um videoclip dos OH Wonder)

30.12.20

Os melhores filmes que vi em 2020

Os melhores filmes que vi em 2020

2020 não foi, definitivamente, um ano favorável para o cinema. Com os cinemas fechados e a meio gás metade do  tempo, as estreias foram muito poucas  que, por pouco, não dava para completar um post de favoritos inteiro.  Os meus favoritos são conhecidos por nunca seguirem fielmente os lançamentos de cada ano contudo, em 2020, mais do que nunca, tenho desculpa não tenho?


1. Jojo Rabbit: Começamos logo com um filme que foi muito controverso - aviso desde já, é mesmo humor negro, não é para meninos. Esta é uma sátira do nazismo, preparem-se para serem bombardeados (pun intented) com vários símbolos do mesmo. Mas calma, Jojo Rabbit não pretende vangloriar o período histórico em que Hitler dominou. Chama-se uma anti-hate sátira e, através da comédia, de momentos queridos e dramáticos em igual medida, relembrarmo-nos porque não devemos ceder aos regimes ditatoriais.


2. A Plataforma: Outra produção bastante polémica é " A Plataforma", que também não é para todos os gostos. Preparem-se, é mesmo o filme mais nojento que podem ver. O conceito deste thriller é bastante simples, trata-se de uma prisão vertical regida por um mecanismo também vertical, que arranca do piso 0 com um grande banquete e uma fonte de comida imprevisível conforme o nível em questão - os níveis superiores têm sempre refeições em abundância e os níveis inferiores podem nem ter ao que pôr as mãos. Uma alegoria bastante direta da nossa sociedade (review completa aqui).


3. Emma: E estas é uma das produções mais aesthetic que eu já. Faz-me lembrar muito Maria Antonieta, pelo figurino, pelos cenários, pela irreverência de cada detalhe. A adorada dramédia de Jane Austen ganha, aqui, uma adaptação mais jovial, mas tão engraçada como nunca, com Anya Taylor no papel principal. Por falar nesta atriz, ela esteve em alta em 2020, e não há dúvidas que será uma das grandes atrizes desta geração, ao lado de nomes como Saoirse Ronan, Chloe Grace Moretz, entre outras (também falei do filme aqui).


4. Parasite: Uma grande falha minha como amante de cinema, mas eu não conhecia o realizador Joon-ho Bong, responsável por esta grande produção - uma falha que pretendo corrigir com mais filmes do mesmo. Anyway, "Parasite" foi mais um dos grandes sucessos dele, tão bom que nem vou descrever a sinopse para, caso ainda não o tenham visto, fazerem-no de mente a aberta e deixarem-se ser surpreendidos. As únicas coisas que posso dizer é que é rico em personagens muito intrigantes e toda a trama é muito perturbadora.


5. Variações: Já algum tempo que eu não adorava tanto um filme português como "Variações". Em primeiro lugar, a aesthetic do trailer elevou as expetativas ao máximo, estava mesmo à altura de um trailer estrangeiro! Numa produção musical bem ao estilo de "Bohemian Rhapsody" (mas, ao mesmo tempo, bem à portuguesa), é aqui retratado um dos artistas portugueses mais irreverentes de sempre, António Variações. É a prova que, quando querem, os realizadores portugueses conseguem fazer produções cuidadas, sem cair em exageros nem clichés.


6. Escape Room: Eu e o meu namorado temos um fascínio partilhado por Escape Rooms, e ideias não nos faltavam para criar as nossas, que seriam empresas mesmo lucrativas se tivéssemos o dinheiro necessário para as pôr em prática. Portanto, óbvio que iríamos ver este filmes juntos (na altura, ele já o estava a ver pela segunda vez, com um ar malicioso por já saber tudo o que iria acontecer). Não se deixem enganar pela pontuação fraquinha que "Escape Room" tem nos Rotten Tomatoes (50% apenas, que ultraje!), este é um thriller psicológico daqueles inquietantes. O enredo consiste em 6 desconhecidos aventureiros que aceitam o desafio de uma experiência imersiva numa escape room em troca de 1 milhão de dólares - só não sabiam o quão imersiva seria mesmo. 


7. Mulan: "Mulan" foi o que mais dividiu opiniões em 2020. Se uns (como eu) adoraram, outros odiaram. Os argumentos dos que odiaram é que não fazia em nada lembrar a Mulan da nossa infância - não tinha qualquer cena musical, o Shang de tronco nu (aquilo era pornografia até para as crianças) nem o Mushu. Mas já pensaram que, se calhar, o objetivo era mesmo esse, conhecermos o lado mais maduro da história, que provém diretamente da cultura chinesa? Mulan é o meu filme favorito de infância, todavia até eu reconheço que tem demasiados elementos ocidentais. Aqui conhecemos a verdadeira lenda chinesa de Mulan, que se sacrificou para a guerra em honra da família, mesmo acima da do próprio país, e muito para além da fama ou do romance. Para os fãs da animação da Disney, não se preocupem, existem muitos diálogos e melodias escondidas (entre elas, uma versão ainda mais arrebatadora de "Reflection") Existe espaço para as duas produções coexistirem, uma mais infantil, outra mais adulta - eu falo por mim, agora tenho a minha princesa favorita em duas opções que posso apreciar.


8. Aeronautas: A harmoniosa dupla Felicity Jones e Eddie Redmayne nunca desilude, é impressionante como eles já contracenaram tantas vezes juntos, saindo-se sempre tão bem. Em "Aeronautas", tal não é exceção, onde somos transportados numa aventura até aos céus de Londres, com o objetivo de bater um recorde de altitude em balão de ar quente. Ambos os protagonistas (principalmente Amelia Wren) são uma mistura de figuras históricas (no caso dela, por exemplo, de Henry Coxwell e de Sophie Blanchard), com alterações mínimas para respeitar os padrões da época, acrescentando uma pitada de excentricidade. A acção passa-se maioritariamente dentro do próprio balão de ar quente, no entanto, o filme nunca deixa de trazer a dinâmica necessária para que não se torne aborrecido.


9. La Casa de Papel - El Fenomeno: Mesmo já não sendo tão apreciadora da série como antes (as primeiras duas temporadas foram geniais, a partir daí só descambou), não há como negar - "La Casa de Papel" tornou-se numa das séries mais famosas de sempre em pouquíssimo tempo. Conseguiram fazer aquilo que nenhuma série da Netflix conseguiu, muito menos uma estrangeira (que, normalmente, ficam escondidinhas nas "gavetas" do catálogo). Este documentário explica o porquê da série se ter tornado tão famosa, bem como brinda-nos com alguns bastidores das gravações nunca antes vistos. Descobri algumas curiosidades com este documentário que partilhei aqui.


10. The Red Pill: Este foi o documentário que mais me inquietou em 2020, por me ter feito repensar todo o meu percurso como feminista. Fiquei tal igual a Cassie na imagem abaixo, overwhelmed com tudo o que  descobri. Ainda não estou pronta para desistir do feminismo ao contrário daquilo que esta jornalista afirmou no final (ainda há tanto porque que lutar), mas este movimento tem-se afastado tanto do propósito original e ignorado, inclusive, problemas masculinos que arriscaria dizer até que igualmente graves, como os expostos em "The Red Pill". Se se consideram verdadeiras feministas têm que estar abertas a outros pontos de vista, mesmo que entrem em confronto direto com aquilo que acreditaram toda a vida. Recomendo muito que vejam! (também falei deste documentário aqui).




Viram algum dos referidos? Quais foram os vossos filmes favoritos em 2020?

28.12.20

As minhas músicas preferidas de 2020

As minhas músicas preferidas de 2020

(Aviso: este post foi escrito a cantar. Dêem graças a Deus por isto não ser o Youtube e não terem que me ouvir)

Pelo segundo ano (o primeiro foi em 2018), temos um TOP de Músicas. Como já é habitual, mais de 50% de todas estas músicas vêm de bandas sonoras de filmes/séries. É que eu nem estou a brincar, 6 das 10 selecionadas vêm mesmo do mundo do cinema/televisivo (nota-se mesmo que eu sou uma nerd, não se nota?). Tendo em conta que 2020 foi um ano de poucos lançamentos - e a cultura musical, anyway, também não anda grande coisa - foi o que salvou este TOP.


1. Kill This Love - BlackPink: O segundo filme da triologia "To All The Boys I Loved Before" trouxe consigo uma banda sonora espetacular. Entre as músicas, houve uma que fez com que eu me rendesse oficialmente ao género K-Pop, "Kill This Love. Acho esta canção poderosa, assim como este grupo feminino, as BlackBink.


2. No Time to Die - Billie Elish: As músicas da saga de filmes 007 parece ser sempre ter um estilo muito próprio, meio misterioso e, até agora, nunca houve nenhuma que não tivesse adorado.  "No Time to Die" vai agora juntar-se ao meus favoritos "Skyfall", "Die Another Day" e "Know My Name". Se são daqueles que dizem que a Billie não sabe cantar, oiçam o minuto 3.21, só uma boa cantora atinge uma nota assim.


3. Dance Monkey - Tones and I:  2020 foi o ano em que ouvi menos rádio comercial porque, primeiro quarentena, e segundo porque a rádio já não é algo me cativa. Contudo, numa das primeiras vezes que liguei a rádio após a quarentena (naquela que foi uma viagem de carro libertadora), deparei-me com esta canção, cuja melodia se entranhou na minha cabeça. 


4. SPACE- Amber Mark: Amber é daquele tipo de artistas que não se percebe porque não são famosas. I mean, esta música!


5. PrimaDonna - Maria and The Diamonds: Já não me lembro como se deu este achado musical (talvez numa série/filme, como todas as que encontro), mas poderia finalmente ter constado na banda sonora do filme "Maria Antonieta", tem tão vibes da famosa rainha que disse "Eles que comam bolo!". Até a letra parece estar a falar de Maria Antonieta!


6. Hold On - Brooke Annibale: Eu nem sou fã da Bárbara Corby, mas quando ela publicou um vídeo do 1º aniversário de casamento dela, eu fiquei fã foi da música de fundo que ela escolheu, esta. 


7. Play Dirty - Kevin McCallister: Eu adoro tanto bandas sonoras que até as vou buscar a séries que nunca vi, isto realmente é uma proeza! Esta veio de "Peaky Blinders" (uma série que já está na minha watchlist há séculos!) e soa tão à máfia, adoro!


8. Love Will Tear Us Apart - Nerina Pallot: "Love Will Tear Us Apart" tem a letra e melodia perfeitas para a série da qual faz parte da banda sonora, "Normal People". Tão arrebatador como a história de amor de Connell e Marianne.


9. Perdus - Angèle: Esta, para variar, veio de uma daquelas stories super aesthetic do Instagram (acho foi a Carolina Santiago que partilhou, o que faz sentido, visto que tudo o que ela partilha é muito aesthetic). É nesta alturas que eu gostava de dominar bem o francês para cantar "Perdus" (se soubesse falar francês pelo menos podia cantar direito, mesmo que a minha voz não seja boa para esta arte).


10. Pretty Boy - Cavale: E por falar em francês, "Pretty Boy" não é cantado nesta língua, mas bem que podia ser, é bem ao estilo francês. Ou, pelo menos, como todas ficamos a imaginar que é ser uma mulher francesa depois de ver "Emily in Paris": irreverente, sedutora e cheia de estilo. 



Que músicas ouviram em 2020?