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9.7.20

5 razões pelas quais seres magro/a não te irá fazer automaticamente feliz

5 razões pelas quais seres magro/a não te irá fazer automaticamente feliz

Esta semana foi lançada uma capa da revista "Womens Health" que gerou um pouco de controvérsia. À primeira vista parece mais uma no meio de muitas, contudo, se olharmos mais a fundo, contém certos aspetos que podem dar azo a más interpretações. Portanto decidi ser mais uma blogger a falar do assunto. Não sou nutricionista nem psicológa, sou enfermeira, no entanto neste post não vou escrever sob esse papel, vou fazê-lo apenas como de mulher, e como uma outrora adolescente que  lia estas revistas e, apesar de já ser magra (supostamente o topo do padrão de beleza ocidental), me questionava porque é que tinha estrias e barriga a mais e aquelas mulheres das capas não. Mas isso era em 2000 e tal. Ainda me faz um pouco de confusão ver revistas em 2020 com esta linha editorial, numa era em que reinam as redes sociais que (à partida, muitas vezes não é o caso como todos sabemos) nos aproxima mais de pessoas reais.

Antes de mais nada, quero dizer que não tenho nada contra quem quer a mudar o seu corpo, aliás eu apoio todos os meus amigos que desejam embarcar na aventura da perda de peso. Tento é apoiá-los de forma a que não o façam pelos motivos errados nem de formas pouco saudáveis e duvidosas, para que este processo seja o mais satisfatório possível para eles.

Vou fazer apenas um breve resumo da situação que gerou polémica, para quem ainda não tem conhecimento e contextualizar o tema que quero abordar. A influencer que foi convidada pela revista afirma ter-se esforçado para perder peso nos últimos 7 meses. Até aqui tudo bem. O problema foram algumas afirmações que fez a seguir. Uma nutricionista no Twitter, a Helena Trigueiro, fez uma série de tweets que explicam melhor do que eu o porquê destas afirmações serem um pouco problemáticas, que  convido-vos a ver antes de continuarem a ler. 

Acima de tudo, aquilo desejo a todas as pessoas que estão a mudar o seu estilo de vida para se sentirem melhor consigo mesmas é que  esta mudança vos traga alegria, mas que percebam que esta acarreta que se façam mudanças interiores, nomeadamente a nível de autoestima, similarmente drásticas. Porque, momento chocante, ser magro/a não vos irá fazer automaticamente felizes (acreditem, eu sei do que falo, fui assim a vida toda), e passo a explicar porquê. 


1. Não vos vai dar mais autoconfiança: Ao contrário da crença popular, perder peso não nos aumenta a confiança automaticamente. Às vezes sim, até acontece, por ser a única coisa na nossa vida com a qual estávamos insastisfeitos, apenas medianamente (da mesma forma que quem está insastifeito com a cor do cabelo e o pinta de outro cor) porém, grande parte das vezes, esta necessidade está ligada a inseguranças muito mais profundas do que isso, talvez de anos, que precisam de ser trabalhadas com a mesma intensidade. O velho cliché dos filmes (embora um pouco inadequado) de uma pessoa dita "normal" que continua a ver-se como "gorda" é verdade. Aprendermos a amar o nosso corpo demora muito mais tempo do que emagrecer, e aceitarmos que, mesmo depois de uma mudança incrível, continuaremos a odiar coisas nele ainda custa mais a aceitar. É preciso tempo, muito tempo, muito apoio das pessoas que nos amam, e muitas frases positivas ao espelho para realmente aumentarmos a nossa autoconfiança.

2. Tira o foco da saúde: Algo que vejo muito nas redes sociais é o facto de estarem sempre a focarem-se no peso e não na saúde. Ser magro/a não vos torna automaticamente mais saudáveis. Eu que o diga que, quando era mais nova, comia imensas porcarias (principalmente chocolate, a minha perdição). Eu era magra, mas tinha zero de estilo de vida saudável. Agora sinto-me muito melhor que não bebo refrigerantes, bebo água todos os dias e tento ter uma alimentação o mais variada possível. Este ponto depende muito da forma que escolhem para emagrecer, se por uma via mais saudável ou menos saudável. E também, claro, de fatores que não controlam, como a genética, que podem influenciar o vosso índice de massa corporal. O mais importante, no final da mudança, não é número da balança, é o que vocês comem. 

3. Não vos vai dar amigos nem uma melhor vida amorosa: Não sejamos hipócritas, obviamente que a aparência tem um grande peso na formação nestes dois tipos de relações. Contudo, não é o único factor que importa na equação das relações humanas. Eu adoro uma citação que é muito ilustrativa daquilo que quero transmitir aqui - "beauty comes from within" (traduzindo, a beleza vem do interior). Eu falo por mim, eu automaticamente considero as pessoas mais bonitas consoante a personalidade. E não é preciso eu falar muito com elas, noto logo na primeira impressão, as pessoas em si transmitem uma energia muito própria que faz com que outras se interessem em falar com elas. Eu acho que essa é a verdadeira magia da socialização, mais do que uma boa aparência.

4. Pode não vos abrir mais portas: Mais uma vez, não sejamos hipócritas, uma boa aparência é importante em muitos sítios, até nas entrevistas de emprego. Mas não é tudo. Simpatia, à vontade, ser social e ter competências para a experiência oferecida são ferramentas que abrem muitas mais portas do que o vosso corpo (a não ser que sejam modelos, nesse caso ainda é o que pesa muito). Podem achar que sim, que perder peso vos abriu mais portas, porque lá está, tem a ver com o ponto 1, a vossa autoestima foi igualmente trabalhada  ao mesmo tempo, e isso teve muito mais influência numa oportunidade que tenham conseguido.

5. Não vos torna, no imediato, pessoas mais felizes com a vida: Emagrecer pode ser um passo para serem mais felizes, no entanto, na complexidade que são as vidas humanas, há tanta coisa que pode afetar a nossa felicidade, que considerar que isso é a garantia para sermos logo mais felizes é um pensamento falacioso. E não vejam isto como algo dececionante. Há tantas coisas que podem fazer para sentir alegria, todas uma luta diária mas, ainda assim, todas gratificantes no final. Emagrecer é a só uma delas, pensem nisto como um passo no grande plano de objetivos que podem atingir, não é entusiasmante existir possibilidades infinitas de sermos melhores?


Independentemente daquilo que a sociedade estabeleça como "bonito", o que importa aqui é gostarem ou aprender a gostar de vocês mesmos, e a imagem que vêem ao espelho corresponder à forma como se sentem, verdadeiramente bem.  

43 comentários:

  1. No meu caso, querer ser magra, e sê-lo, fez-me perder anos de vida, deixar a minha familoa e os meus amigos preocupadoa, e essencialmente ficar doente... este assunto é particularmente sensivel para mim. Vivemos numa sociedade em que as pessoas que perdem peso são idolatradas e as que ganham peso levam rótulos quase sempre pouco agradável. O nosso valor não se mede pelo peso que temos. Esta mentalidade leva a doença e não a saúde como muitas vezes é defendido... enfim.
    Adorei a tua reflexão

    Um beijinho *

    http://by-pattyy.blogspot.com/

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    1. Espero que, depois de tanto sofrimento, tenhas encontrado o equilíbrio que mereces :).
      Não podia concordar mais!
      Beijinhos

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  2. Fantástica publicação. Adorei
    🌹
    .
    Chegas devagar ao meu mundo

    Beijo e um excelente dia!

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  3. Este tema tem tanto por dizer... pano para mangas!!
    Eu quero voltar a perder peso, mas por causa da minha saúde antes de mais!!
    Tenho um amiga que fez por exemplo a banda gástrica e só agora começa a ter uma vida decente. Passou por tanto, eu confesso que tive momentos que temia pela vida dela!!! Tudo depende, depende da pessoa, do organismo, dos problemas de saúde que tens...
    Eu aumento de peso num ápice! E não bebo refrigerantes, bebo água, chás e café. Leite sem lactose, não como doces, tento fazer uma alimentação o mais variada possível, agora existem coisas que não prescindo delas, o meu pão, que agora até o faço em casa! Recuso-me a prescindir dele!
    Voltei ás caminhadas e aos poucos a coisa vai...

    Beijos e abraços.
    Sandra C.
    bluestrass.blogspot.com

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    1. É mesmo, o meu post já é um testamento e podia ser ainda maior.
      Lá está, tudo tem a ver com o organismo da pessoa :). Às vezes, temosnuma alimentação muito boa como tens, e o metabolismo não ajuda. Mas é assim mesmo que se encara a coisa, aos poucos a coisa vai :).

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  4. Cherry,

    também tenho acompanhado a tal polémica que falas, porém, quero pensar que as pessoas têm cabecinha para pensar e terem presentes estes tópicos que colocaste e muito bem.

    Eu não quero ser capa de revista;), mas procuro saúde. Quando comecei a treinar foi para conseguir aliviar a carga de stress e ajudar a baixara pressão arterial. Não fiz nenhuma dieta maluca, porque já comia saudável. cortei no pão por opção. Uns vingam-se no chocolate, eu vingava-me no pão.

    Ao longo deste ano perdi alguns quilos e estou muito feliz por isso, tudo feito de forma lenta, e acabou por acontecer sem que eu o pensasse. Na altura que entrei exigi não ser pesada, porque não era esse o objectivo de estar ali e ter mais uma pressão. Deixei-me pesar há três dias, mas fui eu que o quis, somente para avaliar a minha condição física. O coração continua a ser acompanhado, o stress diminui significativamente e eu sou uma mulher a tentar fazer as pazes com o meu corpo. Promovo a actividade física junto dos outros porque realmente me faz feliz. Treino todos os dias, às vezes resmungo, mas realmente sinto-me desafiada e com isso ganho confiança por ser capaz de fazer.
    Porém, não auspicio um corpo de topmodel. Quero saúde e é isso que promovo.
    As pessoas querem saber quantos quilos já perdi, respondo sempre que foram alguns. o que interessa isso? é o meu peso que as vai fazer felizes?

    Nunca pensei que alguma vez iria perder peso. aconteceu. estou feliz. estou altamente motivada para continuar a trabalhar para encontrar o meu equilibrio, para gostar de mim.
    Agora reajustei o plano alimentar para reforçar os músculos por treinar todos os dias. Mas é só.

    Tudo se quer com conta, peso e medida. O que é bom para uns, não é para outros. e as pessoas têm que ver que não é entrando em extremos que chegam lá. acima de tudo recomendo que vão ao médico, vigiem a saúde, pratiquem um desporto que dê prazer e sejam sensatos com a comida. Se basta para ser feliz? cada um tem de se sentir feliz com o seu corpo, porém não é atentar contar ele.

    beijinhos

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    1. Gostei muito do teu testemunho porque mostra uma pessoa com garra, com motivação, e com as razões certas: a saúde e harmonia com o corpo. Nota-se que foste muito bem acompanhada e que ttudo o que fizeste e fazes é de forma consciente :).

      O exercício físico traz realmente imensos beneficios e, às vezes, só a longo prazo, olhando para o grande prisma das coisas, é o que nos apercebemos do quanto contribui para a redução do stress. E claro, como tu bem falas, tem beneficios muito bons para o coração.

      Quanto ao peso, também não compreendo muito bem a necessidade dessa pergunta. Elogio as pessoas que perdem peso, mas só fico a saber do número se elas quiserem dizer, caso contrário pouco importa :).

      Um comentário muito informativo para aqui quem passar, obrigada pela partilha :).
      Beijinhos

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    2. Cherry,

      Obrigada :) . ainda bem que fiz um comentário útil.

      E sem querer fazer qualquer publicidade, querendo acima de tudo motivar outras pessoas, os meus dois últimos posts, com os comentários incluídos,são mais ou menos sobre isto, longe estando eu de pensar que ia estalar esta polémica toda. Se alguém se sentir com vontade de ler e inspirar alguém, ficarei muito contente.

      Beijinho

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  5. Concordo plenamente cpm tudo o que dissseste. O peso nao influência em nada o sermos mais felizes, saudáveis ou confiantes. Toda a gente parte do pressuposto que ser magra e que e bom, eu sempre fui magra, e sofri 3 ainda sofro preconceito por isso. As pessoas criticam as outras sejam elas gordas, magras, altas ou baixas, simplesmente criticam so porque sim. O mais importante e sentirmo-nos bem connosco e se tivermos de mudar que seja por nos, e nao para que nos aceitem.

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    1. Somos duas, quando andava no Basico sofria preconceito por ser magra e ainda sofro às vezes,o que prova que quem quer criticar arranja sempre forma 🤷‍♀️.

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  6. Até ao final da adolescência era excessivamente magra, chamavam-me esparguete, Olivia Palito e ainda copo de leite por ser excessivamente pálida. As pessoas rotulam mesmo, hoje em dia tenho 10 kg a mais mas já ninguém tem coragem de dizer nada, ou então levam uma resposta que não gostam. A verdade é que temos que ser nós a batalhar para nos impor ou então entramos numa espiral de sofrimento para agradar aos outros. Quem quiser ir ao encontro do seu ideal que o faça, mas por si e não atrás de um estereótipo que é só desgastante.

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  7. Gostei do que li
    .
    Que a vida seja um sorriso
    Cumprimentos

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  8. Concordo. O interno vale muito mais do que o externo. Não devemos fazer algo para conquistar coisas externas.

    www.vivendosentimentos.com.br

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  9. É fundamental termos pensamento crítico e aprendermos a filtrar o conteúdo que consumimos. É certo que isso não é intuitivo para todos na mesma medida e nos mesmos tempos e que situações como esta polémica podem ser perigosas para quem está, emocionalmente, mais frágil ou a atravessar uma fase mais delicada, mas isso também continua a ser indicativo do quanto a nossa sociedade permanece focada num corpo padrão. E, curiosamente, estava a escutar o mais recente episódio de Sozinho em Casa e o Guilherme Geirinhas mencionou que não nos podemos esquecer qual é a linha editorial da revista em questão. Parecendo que não, acaba por influenciar, porque desperta ali o clique de que, se estamos a falar de saúde, temos que procurar outros caminhos [e não a women's health ou derivados].
    Embarcar nesta caminhada de perda de peso pode ser duro. Mas os resultados podem dar-nos outra motivação e segurança. O problema é que, enquanto não mudarmos a nossa mentalidade, enquanto não percebermos que a mudança começa mesmo por dentro, torna-se efémero.
    A nossa felicidade não depende [nem pode] do tamanho da nossa barriga, depende da nossa força interior

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    1. Sim, também já vi outras capas da revista em questão e, de facto, é a linha editorial, pelo que nem sequer quis ser muito dura com a influencer, porque talvez algumas das suas afirmações tenham sido influenciadas pelo estilo de artigos.

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  10. Concordo em que se perca peso por questões de saúde e não porque querem ser “magras/os”, um protótipo que as revistas promovem e que está a causar muitos problemas nos jovens. Há centenas de dietas cada qual a melhor... Um perigo. Acredito num regime alimentar equilibrado e não em dietas drásticas que por vezes causam grandes oscilações de peso que também não são saudáveis.
    Uma amiga minha perdeu 100 libras (por volta de 45 kg) num ano. Passado um ano, tinha-os de volta. Tinha seguida a dieta do Dr. Bernstein.
    Se há excesso de peso, sim, poderemos tentar um regime alimentar equilibrado, pois o excesso de peso tb não é saudável. Muito mais difícil para quem tem já a propensão para aumentar de peso rapidamente.
    O açúcar e a farinha branca são os grandes vilões. Não é assim tão difícil evitá-los.
    Fazer exercício físico também deverá fazer parte do nosso dia a dia.
    : )

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    1. Ui, essa é das dietas mais drásticas :(.
      Sim, se pensarmos bem há certos vilões que não são muito difíceis de eliminar e podem fazer logo a diferença! Claro que mesmo assim não se perde peso com a mesma intensidade que nessas dietas, mas é muito mais saudável e gratificante a longo prazo :).

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  11. eu ja estive mais magra do que hj e estava doente e infeliz, acredito que a saúde e equilíbrio são fundamentais acima da magreza

    www.tofucolorido.com.br
    https://www.instagram.com/liviaalli/

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  12. Sou leitora assídua do blog mas desta vez tive mesmo de comentar.
    Apercebi-me que apenas escreveste este post baseada numa capa de revista e numa série de tweets sobre a mesma. Nse tivesses feito uma simples pesquisa verias que apesar de bem constituída a Helena Coelho nao era magra. Perceberias,também,que apesar de ser uma mulher bonita e segura de si não tinha o corpo definido e que o convite para fazer esta capa foi a motivação que faltava para mudar hábitos e com isso ter o corpo que desejava.Melhorou a auto-estima dela e isso é o mais importante.
    O mais importante é que cada pessoa se aceite como é e se não estiver satisfeita tem de tentar mudar o que o que leva a essa insatisfação.
    Desejo-te tudo de bom e que o projeto com o teu namorado vença o concurso.

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    1. Como já disse no post, não sou contra a mudança que ela fez, sinto-me é um pouco preocupada com as afirmações que ela fez, que podem fazer com que outros jovens se sintam pressionados a fazer o mesmo, quando é uma escolha pessoal.
      Muito obrigada <3.

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  13. Concordo com o que disse, ser magro não quer dizer que seja saudável e que traga felicidade.

    Beijo!
    Cores do Vício

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  14. Gostei muito de ler o seu ponto de vista sobre o assunto!
    Eu nunca tive o corpo perfeito socialmente dizendo, mas para mim sim!
    Fico um pouco triste em saber que ainda existe muita gente em busca desse "ideal" que foge a realidade!

    bjO

    Dany
    Blog Breshopping da Dany

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  15. Tenho que comentar. O açúcar e a farinha não são "vilões" e não têm que ser evitados para ter uma alimentação saudável. Não é comer uma bolacha ou um bolo de vez em quando que me faz mais ou menos saudável. Esse tipo de pensamento está desatualizado e pode ser prejudicial.

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    1. Eu quando digo que são vilões são coisas a evitar que não precisam de estar necessariamente presentes na nossa alimentação para sermos saudáveis. Claro que não faz mal de vez em quando comer um bolinho, aliás, até faz bem à nossa saúde mental porque ninguém consegue ser 100% certinho, mas conseguimos certamente evitá-los grande parte do tempo, principalmente o açúcar adicionado, porque os alimentos em si já têm muito açúcar.

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  16. Concordo plenamente com o que dizes, mas quanto ao abrir mais portas e tendo eu estado bastante gorda em tempo, noto que apesar de tudo, é mais fácil para os magros do que para os gordos, mas claro que isto é uma generalização e tudo depende de caso para caso!

    Bjxxx
    Ontem é só Memória | Facebook | Instagram | Youtube

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  17. Concordo com tudo que li, o mais importante é se sentirmos bem com nós mesmo, se tiver mudanças que elas sejam sempre por nós.
    Beijos

    VOU ARRASAR BLOG

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  18. não sou expert, mas concordo com o que é escrito.
    o peso tem de ser visto em função da altura e sou defensor que primeiro está a saúde.
    Uma alimentação equilibrada é importante. vivemos numa ditadura do corpo.
    Em tempos só era modelo quem era magro. Ser modelo em Portugal em particular é condição para subir na vida, seja via televisão (hoje já não há morangos com açúcar mas há sucedâneos e reality shows), seja via "influencer".
    Hoje recebemos alertas alertas da OMS a alertar para o perigo da obesidade. A população é sedentária e come mal. O perigo da obesidade não significa que as pessoas se queiram magras. Significa que tenham um peso normal e tenham uma alimentação saudável e prática de exercício físico que proporcionem saúde e bem estar. Em resumo, tudo se quer na dose certa.

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    1. E ainda é assim, a maior parte das modelos são magras.
      Exatamente, é mesmo isso que a OMS quer transmitir :).

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  19. Eu conheço pessoas que são gordas e que são muito mais saudáveis do que eu. Então, só posso concordar com o que você escreveu aqui. :)

    Um beijo,
    Fernanda Rodrigues | contato@algumasobservacoes.com
    Algumas Observações
    Projeto Escrita Criativa

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  20. gostei do post e acho que fizeste muito bem em dar a tua opinião...
    Ao contrário do que tu acreditas acho que nas redes sociais o que mais há é uma realidade falsa. Se por um lado sim consegues ter mais proximidade com as pessoas, por outro tens muita gente a pintar a vida em tons quentes e floridos o que, na maioria das vezes, nào retrata a realidade.
    Posto isto, a minha melhor forma foi quando ia ao ginásio 6 dia spor semana, 2h por dia, comia sopas e saladas e grelhados e vá um geladinho de vez em quando mas muito comedida. Tive altos e baixos e neste momento gostava de perder 10kg mas ainda não estou no momento mental de o fazer. No pós-parto estive em muito melhor condição física ahaha.
    Irei voltar a uma dieta mais comedida! Eu sei que sim! Ando a tratar de outras questões primeiro e esta será a próxima. Uma vida saudável é uma questão de hábito que rapidamente se pode perder mas que quem já o teve pode voltar a ganhar. Não irei voltar a estar 2h/dia 6 dias por semana a fazer desporto até porque tenho uma família e nào dá mas talvez fora o pole dance e a bicicleta diária acrescentar uns treinos de 30inutos de HIIT (que funcinou no passado) nos dias sem pole e comer menos doces.

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    1. Muito obrigada :).
      Eu disse supostamente, na teoria, a realidade é bem diferente como tu bem referes.
      Exato, tens que ver também aquilo que se adapta melhor à tua rotina :).

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  21. Concordo totalmente com seu post.
    Sou magra mas não deixo de fazer atividades e me alimentar bem pois sei que saúde não está 100% relacionado ao peso.
    Um beijo,

    Marcela Miranda

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  22. Concordo.
    Mas cada vez mais se apela ao emagrecimento, quase como se as pessoas gordas fossem leprosas.
    É um absurdo
    Boa semana

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  23. Em 2019 fiz uma dieta em que perdi 15kg. Apesar de não ter sido acompanhada por nenhum especialista, fiz várias análises, principalmente para ter sob controle alguns indicativos. Decidi perder peso por questões de saúde e para me sentir melhor comigo mesma. Não alterei nada nada minha vida. Apenas deixei de comer alimentos que fazem mal e ia ao ginasio todos os dias (fazia-me sentir super bem).

    Hoje em dia tenho uma dieta equilibrada mas estou muito mais tranquila. Não tenho o corpo que queria mas sinto-me bem. Sinto é uma grande pressão da sociedade e quando digo sociedade em comer comida saudável ou em fazer desporto para ter um rabinho jeitoso.

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    1. Fico muito feliz por saber que te sentes bem com a mudança que fizeste :).

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  24. Este é certamente um dos temas que mais pano para mangas tem para oferece e concordo com tudo o que disseste. Se nós próprios não gostamos daquilo que vemos quem irá gostar? Ou seja o que importa é que estejamos bem connosco próprio :)

    beijinhos
    Gabi

    blog: https://blogandorinhaazul.blogspot.com/

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  25. Eu sempre tive problema com excesso de peso e na minha adolecência pensei que se perdesse peso seria automaticamente feliz. Quando perdi peso, e tornei-me bem mais magra notei que não era isso que me faltava verdadeiramente. Sim tinha mais autoconfiança e sentia-me melhor comigo, mas olhava sempre para os meus defeitos, nunca estava satisfeita. Nesta quarentena engordei de novo, e quero voltar ao meu peso normal, mas agora tento concentrar-me mais no estilo de vida e menos no numero na balança. Beijinhos ♥

    Maria Vieira

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    1. Boa sorte, espero que consigas obter o equilíbrio que realmente pretendes :).
      Beijinhos

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  26. Olá!
    A sociedade impõe muitos padrões e se tentarmos seguir todos vamos enlouquecer. Acho que ser magro ou gordo é um rótulo e não devemos nos rotular.
    Beijocas.


    https://www.parafraseandocomvanessa.com.br/

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  27. Gostamos muito desse post. Concordamos com o que escreveu

    beijos
    VOU ARRASAR BLOG

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  28. Gostei muito da sua postagem. Eu estou BEM acima do meu peso e tenho lutado bastante contra isso. De um lado, luto para aceitar que sou linda, mesmo acima do peso. Do outro, luto para entender que preciso emagrecer pela minha saúde, já que fiz uma cirurgia para tirar a vesícula em janeiro e acredito que preciso repensar a minha alimentação.
    Eu gostei muito das suas colocações, acho que a mídia vende essa ideia de que para ser feliz, precisamos emagrecer, mas não é bem assim. Acho que, se a sociedade aceitasse que todos podem ser bonitos, magros ou gordos, seria muito mais fácil para quem está acima do peso lidar com essa situação e escolher os seus próximos passos.
    Visite-nos: Make Beauty Close | Instagram
    Beijos

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