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24.2.18

5 lições sobre a sociedade que podemos aprender com a saga " Harry Potter"


Não me canso de repetir para quem insistir em teimar que a saga " Harry Potter" não é só para crianças. Qualquer pessoa que leu os últimos livros da saga pode confirmar isso, uma vez que nestes ( principalmente " Harry Potter e os Talismãs da Morte") a história ganhou uma dimensão muito mais pesada e até dolorosa.

Na verdade, mesmo que já tenham lido a saga quando eram mais novos, aconselho-vos a voltar a  ler agora que são adultos. Quando era criança, eu só vi os filmes, foi só no verão passado que li a saga, e refleti sobre assuntos sobre os quais nunca tinha refletido antes. Aos olhos de um adulto, a história mais mágica de sempre  pode conter muitas lições sobre o mundo em que vivemos e, se tirarmos a parte da magia, pode ser muito semelhante à nossa sociedade.

( Atenção: Este post tem spoilers. Se não lerem os livros nem viram os filmes, não leiam este post).


1. Não interessa onde nasceste, mas sim aquilo em que te tornas: Sirius Black nasceu numa família de Slyterins cruéis, contudo tornou-se num Gryffindor. A mãe de Hagrid era uma gigante violenta e, no entanto, o Hagrid é a personagem mais querida da saga. Um lema importante repetido muitas vezes nos livros e nas séries é que as pessoas não devem ser julgadas pelo sítio de onde vêm, mas pelas suas escolhas. É algo que nós, enquanto sociedade, devíamos transpor para a realidade.

2. Todos merecemos ter os mesmos direitos: Muitos dos acontecimentos da história criada pela J.K Rowling podem resumir-se a esta lição. Muito do enredo envolvia a desmantelação da opressão e da desigualdade. Os elfos domésticos têm o direito de ser pagos. Lobisomens, centauros e as outras criaturas mágicas merecem ser tratadas da mesma forma que feiticeiros. Os feiticeiros de sangue puro não devem ser superiores àqueles que nasceram em famílias Muggle. Na vida real, conseguimos estabelecer facilmente o equivalente destas lutas. Os escravos modernos, as crianças, que trabalham quase de graça para fabricar coisas banais como roupa e telemóveis. Os direitos dos animais. Os direitos das mulheres. A discriminação entre raças. Infelizmente, o nosso mundo também está longe de ser perfeito.

3. Não devemos confiar cegamente no governo: Lembram-se do primeiro livro, em que o Ministério da Magia parecia ser espetacular, mágico, o governo ideal? Mas depois, ao ler os restantes livros, fomos descobrindo a propaganda  falsa, a corrupção, a Dolores Umbridge, até o Ministro Fugde, que parecia ter boas intenções, estava um caco mentalmente. Nem sempre as leis definem aquilo que está certo e errado. Muitas vezes estão desajustadas à realidade de um país, pelo que não devemos acreditar em tudo aquilo que o governo nos transmite.

4. Olha de forma crítica para aquilo que aprendes na escola: Da mesma forma que não devemos confiar cegamente no governo, também não devemos acreditar em tudo aquilo que a escola nos transmite. Não nos podemos limitar a decorar toda a matéria que nos dão e olhar para aquilo como se fossem leis. Além de que nem sempre teremos os melhores professores. Os estudantes de Hogwarts não aprenderam defesa contra as Artes Negras como deve ser, porque estavam sempre a mudar de professores. Professores como Snape, Moody e Lockhart não eram os melhores exemplos. Certamente que muitos de vocês também conhecem professores assim.

5. O mundo não está dividido em pessoas boas e cruéis: À medida que o Harry foi crescendo, foi percebendo que as pessoas eram mais complexas do que aquilo que pensava. A Professora Umbridge era terrível mas, bem, não era uma Devoradora da Morte. O pai da Luna não era uma má pessoa, mas entregou os miúdos aos Malfoy para ter a sua filha de volta. O Snape foi terrível para Harry, mas no final ajudou-o a compreender tudo. Nada é só preto ou branco, existe muito cinzento pelo meio.


E vocês? Que lições da saga acham que podemos transpor para o mundo conturbado em que vivemos atualmente?

22.2.18

Vamos parar de negar: todos nós temos preconceitos

 Vamos parar de negar: todos nós temos preconceitos

Numa sociedade ainda pouco inclusiva, há quem queira nadar contra a corrente e fingir ter toda uma tolerância em relação a tudo quando, na verdade, não tem. Dizem-se muito tolerantes em relação a tudo e a todos, contudo são os primeiros a torcer o nariz à mínima diferença que encontram. E ai de quem os chame de preconceituosos, que insulto!

A palavra "preconceito" tem, frequentemente, uma conotação demasiado negativa. Tanto que, atualmente, vivemos quase que aterrorizados, a medir bem cada comportamento nosso e cada palavra que usamos, para nos safarmos de receber o temível rótulo "preconceituoso".  As pessoas que são intituladas de preconceituosas são pintadas de uma forma muito feia, monstruosa até: são pessoas de mente fechada, de pensamento retrógrado, frias, pouco tolerantes e, pior de tudo, com atitudes discriminatórias.

Porém, o preconceito e a discriminação nem sempre andam de mãos dadas. E essa crença advém do facto de a maior parte de nós nem saber sequer o que esta palavra significa. Já pararam para pensar no verdadeiro significado da palavra? Basta dividi-la: é um pré-conceito. De acordo com o dicionário, é uma ideia preconcebida sobre algo ou alguém. Não significa necessariamente que estejamos a ser ignorantes,  precipitados ou que estejamos a discriminar. Apenas estamos a estabelecer um juízo de valor sobre algo ou alguém, sem conhecimento de causa. E acreditem, é algo que estamos a fazer a toda a hora. As primeiras impressões que temos quando conhecemos alguém, por exemplo, não são isso mesmo?  Um preconceito não é nada mais nem menos do que uma ideia preconcebida manifestada racionalmente pelo direito de nos exprimirmos livremente.

Durante o meu percurso académico, já me deparei com várias temáticas e realidades diferentes da minha, e fui desconstruíndo alguns mitos em que acreditava. Muitas vezes, fui confrontada pelo meu próprio consciente " Como pude achar isto daquilo? Será que estou a ser preconceituosa?". Demorei algum tempo a reconhecer humildemente que sim que, de facto, estava a ser preconceituosa, mas não da forma que pensava. Preconceituosa no sentido em que tinha uma ideia pré-estabelecida sobre algo, mas estava motivada a desmantelar essas ideias e formar novos conhecimentos. Mas nunca agi de forma discriminatória.

Vamos reconhecer isto de uma vez por todas: todos nós temos preconceitos. Uns mais que outros, mas todos temos. E isso não é necessariamente mau. A diferença entre sermos preconceituosos e discriminantes está naquilo que fazemos com os preconceitos que temos. Procuramos, de mente aberta, aprender mais sobre determinado assunto ou determinada pessoa/comunidade para, aos poucos, reformular as ideias que tínhamos? Ou partimos logo para a ação, sem nos preocuparmos com a nossa falta de informação e com as consequências que daí poderão advir, como ferir os sentimentos das outras pessoas? 

Quer queiramos ou não, ter preconceitos faz parte da natureza humana. Não podemos impedir isso. Aquilo que podemos impedir é que estes partam para atos discriminatórios porque esses sim, são desumanos e impedem-nos de viver de uma forma livre e feliz. 

20.2.18

Pequenas mudanças aqui no blog


Tenho-vos habituado a receber-vos neste meu cantinho com publicações diárias. Já há dois anos que tenho escrito posts em avanço para os publicar diariamente, ao mesmo tempo  que concilio a faculdade com a minha vida pessoal. E considero que sempre fui bem sucedida nisso. Por mais ocupada que a minha vida estivesse, consegui arranjar sempre tempo para manter o "Life of Cherry" vivo e dinâmico. Como costumo dizer, arranja-se sempre tempo para tudo, é preciso é estabelecer prioridades. E é por essas mesmas prioridades que eu decidi fazer uma pequena mudança aqui no blog.

Por muito que goste de escrever no meu blog, quando me confronto com outras tarefas da minha vida, este acaba por ser cortado da minha lista de prioridades. E, devido aos estágios da faculdade e a outras coisas que me comprometi a nível pessoal, vou ter que abrandar um pouco o ritmo de publicações aqui no blog. Calma, não se preocupem, não vou começar a publicar de séculos a séculos como odeio ver noutros blogs. Vou começar a publicar dia sim dia não, ou de dois em dois dias.  Não faz grande diferença, muitos não leem posts diariamente, mas achei por bem avisar, porque aqui neste cantinho quando falho um dia a malta acha que já caí a um poço ahahahaha. Poderia continuar a agendar posts diários como fiz até aqui mas, neste momento, não é o mais certo para o blog. Não disponho do tempo necessário para escrever  para os 30/31 dias de um mês. Não quero forçar a inspiração, prefiro escrever menos conteúdo com mais calma,  certificar-me que é relevante, para não sacrificar a qualidade do blog, e ter mais tempo para interagir com vocês. 

Aproveitando este post mais em tom informativo, os posts que faço em cada semestre  vão também mudar um bocadinho. Nesta fase mais prática do meu curso, em que tenho apenas um semestre de aulas e outro sistema de estágios, acho que não faz muito sentido falar apenas de estágios numa publicação, até porque os estágios acabam por ser experiências subjetivas, que dependem de pessoa para pessoa. Portanto, vou fazer fazer publicações anuais a partir de agora (sendo que a deste ano sairá em junho).

Tenho muitos objetivos para o blog ( e este ainda tem muito que crescer), mas o principal continua a ser o mesmo de sempre: escrever por gosto. Como tal, nada me impede de publicar com mais flexibilidade, sem pressões de " tenho de publicar algo hoje". Apenas vos aviso por estarem aí desse lado para me acompanhar e pelo enorme carinho que me têm demonstrado. Durante os próximos tempos, passarei mais tempo offline, mas acredito que será tempo muito bem gasto e que me irá trazer coisas novas para partilhar com vocês. 

18.2.18

As melhores frases do pior filme de sempre

As melhores frases do pior filme de sempre

Confesso, da primeira vez que vi " The Room", pouco antes de ver o filme " Um Desastre de Artista", achei-o muito estranho e horroroso, não compreendia o porquê de o intitularem " The Best Worst Film". Para mim, era só mau. Mas após ver o filme protagonizado e realizado por James Franco ( que papelão que ele fez!), fez-me apreciar esta produção de Tommy Wiseau, e agora até considero isto uma obra prima. A sério, o Tommy não é deste planeta de certeza, e nós se calhar só consideramos este filme mau porque não estamos dotados da sua inteligência.

Devaneios à parte, " The Room" continua a ser mau, mas os seus defeitos são tão bons que se tornaram qualidades. E o filme tem tantas frases lendárias que foi difícil escolher 7 ( na verdade, foi difícil porque eu estive entretida no youtube a rever as cenas e demorei o dobro do tempo a escrever este post ahahah). Mas estas são, na minha opinião, as falas mais marcantes de " The Room".


1. "I did not hit her. It´s not true. It´s bullshit. i did naghhht. Oh, hi Mark": Esta é, para mim, A frase do filme. É mesmo engraçado que, independentemente do que aconteça na vida de Jonny, quer este esteja a ser acusado de violência doméstica ou não, o vislumbre de Mark acalma-o sempre.


2. " Anything for my princess": Em outros casos, esta frase seria romântica, mas vindo do Jonny faz com que ele pareça ainda mais um sociopata.


3. " Jonny is my best friend": Esta frase é repetida tantas vezes ao longo do filme que nós chegamos a questionarmo-nos se o Jonny é realmente o seu melhor amigo. Se realmente o fosse, não teria necessidade de o reforçar tantas vezes.

4. " Anyway, how is your sex life": Isto sou eu a tentar quebrar o gelo com alguém ahahahah. Agora a sério, quem é que muda o tema de conversa assim, sem nenhum outro tópico pelo meio?


5. " Leave your stupid comments in your pocket": Isto vai ser a minha nova forma de insultar pessoas.



6. " Oh, hi Jonny. I didn´t know it was you": Ninguém neste universo nem no próximo se parece com o Jonny, contudo a florista não o reconheceu. Até um cego o reconheceria.



7. " You are tearing me apart, Lisa!": Esta frase é lendária! É aquela cena que metemos em modo repeat.



E vocês? Já viram o filme? Quais são as vossas falas preferidas?

17.2.18

5 coisas que dizemos sobre nós próprios que irritam os outros

5 coisas que dizemos sobre nós próprios que irritam os outros

Já alguma vez repararam que existem comentários negativos que nós dizemos que fazem com que as pessoas revirem automaticamente os olhos? E nem sequer são comentários que as envolvem, muitas vezes são coisas que nós dizemos acerca de nós próprios que não significam nada à primeira vista, mas que podem ser muito irritantes para quem as ouve.

Cada vez tenho constatado mais que simples frases podem gerar interpretações negativas que não esperávamos. É incrível como certas afirmações, que parecem inofensivas à primeira vista, podem incomodar tanto  as pessoas. Estas são apenas alguns exemplos daquela que poderia ser uma enorme lista.


1. Eu não presto para nada: Ok, eu sei que muitas vezes dizemos isto na brincadeira (principalmente se somos universitários e estamos em época de exames), mas quando dizemos isto a sério estamos a pôr as outras pessoas numa posição desconfortável, em que elas sentem a necessidade de contradizer aquilo que estamos a dizer. Além de que dizer isto continuamente não faz nada bem a nós próprios. Como se costuma dizer, uma mentira dita muitas vezes torna-se verdade.

2. Eu fico horrível nisto: Isto é algo que, nós, mulheres, fazemos muitas vezes para tentar " caçar" elogios aos outros. Porque todas nós precisamos de um boost no ego de tempos a tempos. Mas se estivermos constantemente a fazer isso, eu posso garantir-vos que as pessoas depressa se cansam. Eu, pelo menos, farto-me. Temos que dar também espaço para que as pessoas nos elogiem de livre vontade.

3. Oh, não me fica nada bem: Alguns de nós não sabem lidar bem com elogios (eu incluída!), pelo que, quando o fazem, a nossa tendência é ou corar ou então rejeitá-los como, por exemplo, quando elogiam a nossa roupa "oh, não me fica nada bem". Se não sabes que mais dizer, um simples " obrigado" chega.

4. Tenho tanto que fazer: É totalmente normal queixarmo-nos aos nossos familiares/amigos do nosso horário ocupado, mas se isso é o teu único tema de conversa ou se usas isso como desculpa para cancelar planos pode ser muito chato. Aquilo que me apetece responder quando me dizem isto é "Adivinha? Eu também!".

5. Isto custou-me x: Obviamente que não devemos fazer do dinheiro um assunto tabu e é sempre bom falar sobre este assunto com os nossos familiares e amigos porém, mais uma vez, é mau se for em demasia. A maior parte das vezes, ninguém quer saber quanto dinheiro gastaste com os teus sapatos ou relógio.


Quais são os comentários sobre nós próprios que acham que irritam as outras pessoas?

16.2.18

5 verdades tristes que todos os amantes de livros têm que enfrentar na vida

 5  verdades tristes que todos os amantes de livros têm que enfrentar na vida

Quem lê muitos livros já deve ter percebido que no mundo da literatura nem tudo é um mar de rosas. Dizem-nos muitas coisas estúpidas que nos ferem os sentimentos, temos que lidar com pessoas que não gostam de ler e, nos entretantos, também temos muitos medos. Mas aquilo que é pior é que temos que enfrentar certas verdades na vida que nos fazem ter crises existenciais e que nos deixam tristes e até revoltados por as coisas terem que ser assim.


1. O facto de não viveres anos suficientes para leres todos os livros que existem no mundo: Até me dói o coração só de pensar nisto.

2. A constatação de que não existem horas suficientes num dia para leres: Há tantos livros para ler mas tanto que fazer... Se estabelecessem que tínhamos 3 horas por dia só para ler, sem mais preocupações,  o mundo seria um lugar muito melhor.

3. Tu um dia vais emprestar um livro que adoras a alguém que pode nem sequer o ler: E vai ser muito triste, primeiro porque a pessoa nem se deu ao trabalho de ler o livro, e segundo porque perderam a oportunidade de criarem uma ligação contigo através dessa história.

4. Provavelmente vais ter um amigo cujo autor favorito tu não suportas: E vão ter discussões grandes à conta do assunto "Mas como é que podes gostar desse autor? O último livro foi uma porcaria!" Muitas pessoas vão achar as discussões engraçadas, mas isto pode ficar muito feio.

5. Tu provavelmente não vais conhecer o amor da tua vida numa livraria: É tão perfeito. Um dia tu vais entrar numa livraria, passear pelos corredores, e trocar olhares com a pessoa que vai ser o amor da tua vida. Vão casar, ter filhos e, anos mais tarde, vão visitar a livraria onde tudo começou. É muito bonito, mas isso provavelmente não vai acontecer. Voltem para os livros booklovers, lá tudo é melhor.


E vocês? Quais são as verdades tristes que acham que vão ter que enfrentar na vida à conta da vossa paixão por livros?

15.2.18

5 razões pelas quais as casas de Hogwarts são melhores que os signos

 5 razões pelas quais as casas de Hogwarts são melhores que os signos

Eu não gosto de horóscopos. Não acredito neles sequer e, sinceramente, nem sei como é que alguém ainda acredita neles. Se fossem verdade, todas as pessoas nascidas no mesmo dia/mês teriam vidas semelhantes. Por outro lado, acredito que as casas de Hogwarts a que pertencemos definem muito da nossa vida. Eu sei o que vão dizer " És tão viciada em Harry Potter que agora até comparas coisas ficcionais com coisas reais...." Desculpem, mas na minha opinião, se é para devanear, que seja com coisas mais reais, e os signos não têm nada de real.

Portanto, podíamos começar a meter as casas de Hogwarts nas revistas em vez do horóscopo, que é diferente conforme a revista. Algo do género, " Veja o que os Hufflepuffs devem fazer este mês para terem mais sucesso". Não? Pronto, ao menos leiam estas razões e depois não vos chateio mais.



1. São baseadas na tua personalidade: Os signos baseiam-se no dia e no mês do nascimento o que, basicamente, significa que dizem o tipo de personalidade que tens. Por outro lado, as casas de Hogwarts baseiam-se na tua personalidade para determinar a qual delas pertences. Tem muita mais lógica, não tem?


2. Não tens que saber o aniversário de alguém para determinares a sua casa: É bastante difícil saber o aniversário de todos os colegas ou celebridades que queres sortear (sou a única que faz isto?). Felizmente, não precisas de decorar aniversários para determinares a casa de uma pessoa, só precisas de conhecer minimamente a sua personalidade. Não é a mesma coisa do que ser a própria pessoa a responder ao questionário do Pottermore, mas sempre é melhor do que tentar adivinhar o seu signo.

3. Só são 4 casas para decorar: Sejamos sinceros, quem é que daqui consegue dizer os signos todos, sem pensar muito? Ninguém, obviamente. Provavelmente, lembram-se dos mais conhecidos, como Touro ou Virgem, mas depois já precisam de puxar mais pela cabecinha para se lembrarem dos restantes. Com as casas de Hogwarts não há esse problema, só são 4.

4. Todas as casas tem o seu fundador: Ao contrário dos signos, em que apenas podemos dizer que x celebridade também é de determinado signo, as casas têm os seus próprios fundadores, que nos inspiram e são ótimos modelos a seguir.

5. Não tens que te preocupar com o alinhamento dos planetas: Ou com qualquer outra coisa que envolva planetas, sei lá como é que funciona isto do horóscopo. Bem, não tens maneira de te desculpabilizar  pelas tuas decisões estúpidas, começa a responsabilizar-te pelos teus próprios atos.