"". Life of Cherry !-- Javascript Resumo Automático de Postagens-->

9.2.17

10 dicas simples para teres mais sucesso no teu estágio


Como sabem, comecei esta semana o meu segundo estágio hospitalar em Enfermagem, que durará até finais de Março ( depois, obviamente, irei ter outros estágios). Já não é um mundo novo para mim ( já estagiei o ano passado), mas este ano o nível da fasquia subiu, e existirão novos desafios mais complicados ( que espero superar com sucesso).

Entrar no mundo de trabalho pode ser algo muito difícil, sobretudo para pessoas com pouca experiência profissional, como é o que caso dos estagiários. De qualquer das formas, quer seja o teu primeiro ou o teu quinto estágio, certamente queres ter sucesso, causar uma boa impressão e, talvez, destacares-te dos teus colegas.

Baseada na minha (ainda) curta experiência em estágios, hoje partilho umas dicas.


1. Prepara-te e estuda antes do estágio: Não podes simplesmente chegar lá, no primeiro dia, sem saber nada, tipo de pára-quedas! Estuda o local ou empresa onde vais trabalhar, o seu regulamento, regras de conduta, visita o local nos dias anteriores para veres os vários espaços e onde vais trabalhar.... Além disso, dependendo da tua profissão, estuda o que quer que consideres relevante para fazeres o teu trabalho.

2. Veste-te para o sucesso: Quer tenhas um código de vestuário ou não, certifica-te que te vestes sempre de maneira profissional, e conforme o ambiente em que vais trabalhar. No meu caso, como sou estagiária de Enfermagem, tenho que usar sempre uma farda branca, cabelo preso, e não posso usar qualquer tipo de acessórios ou bijuteria.

3. Chega sempre a horas ( ou mais cedo, ainda melhor!): Se há coisa que é mesmo, mas mesmo muito valorizada no mundo do trabalho é a pontualidade. Aliás, até diria que não ser pontual é intolerável e visto como muito pouco profissional. Como tal, certifica-te que chegas sempre a horas e, se possível, até mais cedo, para vestires a tua farda caso a tenhas, para adiantar uns documentos ou para ir fazendo qualquer outro trabalho que possa ser adiantado.

4. Trata o teu estágio como um trabalho a sério: Lá por que não estás a ser pago/a e ainda estás a ganhar experiência, não quer dizer que devas encarar o estágio como uma brincadeira. Estás num local de trabalho, com profissionais que têm que fazer o seu trabalho ao mesmo tempo que te ensinam, possivelmente a lidar com pessoas que têm mais que fazer, por isso respeita o local onde estás e as pessoas, e trabalha tanto como se estivesses a ser pago/a.

5. Mas, ao mesmo tempo, age como um convidado/a: Apesar de teres que trabalhar a sério como os outros, age como um convidado/a. Não podes chegar lá e pensar que é tudo teu. Não te sentes em cadeiras sem saber se primeiro alguém que trabalhe lá se quer sentar, deixa sempre os outros profissionais usarem a máquina de café ou o microondas primeiro... São pequenos pormenores como estes que fazem a diferença. Lembra-te que foste convidado para trabalhar num sítio temporariamente, é como se fosses um/a intruso/a.

6. Sê educado/a: Este é, à semelhança da pontualidade, outra das coisas bastante valorizadas. No mundo do trabalho, não se toleram faltas de respeito, sobretudo vindas de um estagiário que está lá porque foi convidado. No meu primeiro dia, disseram-nos que iriam tolerar muitos erros, que é normal, estamos a aprender e que não descontariam a nossa nota, mas faltas de respeito nunca seriam toleradas.

7. Completa todos os trabalhos no respetivo prazo: Na maior parte dos estágios, terás que realizar trabalhos e escrever relatórios, que têm prazos muito rigorosos e contam muito para a tua nota/avaliação. Por isso, certifica-te sempre que os entregas no respetivo caso, porque existem orientadores/profissionais que se recusam a lê-los se forem entregues fora de horas.

8. Tira sempre as tuas dúvidas: Não tenhas medo de fazer perguntas, por mais estúpidas que sejam. Aliás, é preferível tirar a dúvida do que fazer algo errado que pode ter consequências graves ( e isto é especialmente importante nos estágios de Enfermagem). Estás num mundo novo que ainda não dominas, por isso é normal que não saibas tudo. Além disso, tirar dúvidas mostrar ao teu orientador e aos profissionais que te acompanham que estás interessado naquilo que estás a fazer.

9. Pratica uma boa gestão de tempo: Nós, estagiários, temos muitas tarefas em mãos, com a desvantagem de estarmos completamente desorientados no início e sem experiência. No entanto, o trabalho têm que ser feito a horas, e o ritmo do teu local de trabalho não se pode atrasar por tua causa ( no meu curso, é mesmo crucial ter uma boa gestão de tempo, senão atrasamos o serviço todo, e isso é péssimo para os doentes). Por isso, tenta sempre fazer tudo o mais rápido que puderes.

10. Mantém o teu espaço de trabalho limpo: Sabes aquela regra que aprendeste em criança " deixa tudo como encontraste"? Bem, essa regra também se aplica no mundo do trabalho. Quer trabalhes na tua própria secretária numa empresa ou no serviço de um hospital, certifica-te que limpas sempre tudo aquilo que sujaste, que arrumas tudo e deixas tudo como estava anteriormente. Não só podes ter uma melhor nota/avaliação por causa disso, como mostras ao teu orientador e/ou profissionais que estás interessado/a naquilo que fazes, que os respeitas e que respeitas o local de trabalho que te acolheu.


E vocês? O que é que acham que é essencial para se ter um bom estágio?

8.2.17

Porque não devemos eliminar o glúten da nossa alimentação


Nos dias de hoje, perder peso e fazer dietas está cada vez mais na moda.  Dietas Detox, sem hidratos de carbono, dieta vegetariana são apenas alguns exemplos de dietas a que as pessoas recorrem para perder peso. É muito bom trabalharmos para termos uma vida mais saudável mas, infelizmente, acho que esta moda já se está a tornar uma obsessão, que pode ser até prejudicial para muitas pessoas.

Uma das das grandes modas a que as pessoas estão a aderir são aos alimentos sem glúten. O glúten é uma proteína que se encontra principalmente em alimentos como pão, cereais, arroz, etc. Muitos acreditam que, ao removerem esta proteína da sua alimentação, obterão o peso que querem e uma barriga mais lisa.

Graças a esta tendência com cada vez mais dimensão, são muitos os supermercados que já disponibilizam os mais variados produtos sem glúten, como bolachas, arroz, cereais, pão, até gomas,...

O glúten é uma preocupação para quem é celíaco, uma doença auto-imune, que estima-se que afeta 1 a 3% dos portugueses. Para estes doentes, a proteína desencadeia uma reação inflamatória no corpo, podendo causar complicações gastrointestinais, como sensação de enfartamento e diarreia. É uma doença muito complicada, que limita muito a alimentação dessas pessoas, mas penso que hoje em dia seja um pouco mais fácil para elas, com a variedade de produtos sem glúten que já é possível comprar.

No entanto, será que a alimentação sem glúten beneficia pessoas que não sofram desta doença? Se me fizessem esta pergunta há uns tempos atrás eu diria que não, que quem faz isto estaria a privar-se, mas que não iria ter muitas complicações de saúde. No entanto, recentemente a minha prima, que é nutricionista, referiu que sim, é bastante prejudicial, e eu fiquei bastante surpresa com a resposta. Segundo o que ela me explicou, as enzimas de digestão do glúten são criadas por estimulação. Isto significa que, se não consumirmos glúten, essas enzimas não serão criadas, logo o nosso corpo vai se desabituar à proteína. Assim, quando formos, por exemplo, a uma festa de aniversário, e comermos bolo, o nosso corpo poderá reagir muito mal.

Portanto, a não ser que sofram de doença celíaca, não é aconselhável que larguem o glúten. Existem muitas formas de perderem peso e serem mais saudáveis ( como já falei aqui), pelo que não há necessidade de prejudicarem a vossa saúde por uns quilinhos a menos.


E vocês ? Sabiam deste facto?

6.2.17

Como aprender a gostar de cozinhar


Pode não parecer ( sobretudo depois do post que escrevi aqui), mas eu já fui uma pessoa que odiava cozinhar. Agora sei que grande parte dessa aversão pela cozinha se devia ao facto de eu não saber fazer nada e, portanto, ficar atrapalhada contudo, já fui assim. Já me estava a imaginar a ser uma daquelas pessoas que viveria de marmitas da mãe ou takeways mas, felizmente, a minha prima pegou-me o gosto pela cozinha, e lá aprendi a cozinhar, em Junho do ano passado.

São muitas as pessoas, adultas até, que odeiam cozinhar. No entanto, saber cozinhar é uma habilidade essencial para qualquer pessoa que deseje ser independente e saudável. Felizmente, acredito que seja possível pessoas que odeiam cozinhar aprender a gostar disso ou, pelo menos vá, tolerar.


1. Limpa a tua cozinha: De certeza que não vais ter vontade de cozinhar se tiveres a tua cozinha num caos! Uma cozinha limpa, arrumada, com tudo direitinho, comunica calma e ordem, e dá logo outro ânimo para cozinhar.

2. Torna a tua cozinha um espaço agradável: Para as pessoas que cozinham, a cozinha é uma divisão onde passam grande parte do seu tempo, entre preparação de refeições e refeições propriamente ditas. Por isso, deves criar um espaço agradável, onde gostes de estar. Tal como decoraste o teu quarto certamente, decora também a cozinha, com umas velinhas, plantas, tudo aquilo que tu aches que dá ao espaço mais alegria e que te anima.

3. Começa com as tuas refeições preferidas ( mas atenção, simples!): Pensa nas tuas comidas favoritas. Porque não começares a cozinhar por estas? Cozinhar algo que anseias comer é meio caminho andado para ganhar o gosto pela cozinha. Mas atenção, escolhe receitas simples e fáceis de fazer, começa pelos básicos e, só depois, quando já tiveres mais experiência, é que fazes receitas mais elaboradas.

4. Valoriza a apresentação: Já se costuma dizer que nós comemos com os olhos primeiro. E comida que parece boa, sabe ainda melhor. Pensa que és um pintor que vais pintar um quadro, só que a tua tela é um prato. E, como artista, queres que fique bonito, não é? Ao elaborares um prato bonito, vais orgulhar-te do teu trabalho e, muito provavelmente, irás repetir a experiência.

5. Sê confiante: Parte do motivo pelo qual as pessoas não gostam de cozinhar é que não se acham capazes, não acham que conseguem aprender. Porém, todos nós conseguimos fazê-lo, basta força de vontade. Podes nunca ser como os chefes de cozinha ou fazer pratos tão bons como a tua mãe, mas és capaz de fazer refeições que te satisfaçam e orgulhem.


E vocês? Quais são as dicas que dão a quem não gosta de cozinhar?

5.2.17

1º semestre do 2º ano de Enfermagem


Amanhã começará oficialmente o meu 2º semestre, com o início do meu segundo estágio hospitalar por isso, à semelhança do que fiz no ano anterior ( aqui e aqui), vou fazer agora uma reflexão sobre este semestre que passou.

O 1º semestre do 2º ano de Enfermagem foi um semestre duro, ao contrário do que o plano curricular deste ano ( com apenas uma cadeira, Enfermagem de Saúde do Adulto e do Idoso) fez prever. Foram muitas as frequências, as aulas práticas, muitas avaliações práticas, muita matéria, muito estudo... Só tínhamos que fazer uma cadeira, mas garanto-vos que esta valia por quatro ou por cinco!

Fazendo um pequeno aparte, aquilo que tornou este semestre ainda mais duro foram os inúmeros problemas que ocorreram no funcionamento do meu curso, e que acabaram por prejudicar os alunos. Começaram com as notas demoraram a sair mais tempo que o habitual ( se antes já demoravam um mês, agora demoraram dois ou três), com a falta de material ou material estragado nas aulas práticas, com a distribuição desorganizada dos grupos de aulas práticas,... Para culminar, no final deste semestre soubemos que 21 dos 30  professores que iam connosco para estágio iriam fazer greve, e ainda não sabemos que implicações isso terá na nossa nota final. Foram inúmeros problemas que estavam fora do nosso controlo , mas que acabaram por nos stressar mais e causar-nos ainda mais problemas.

Apesar de tudo, o semestre até me correu bem, fiz as frequências com notas boas e menos boas, fiz os exames práticos com sucesso, e consegui acabar com uma média razoável, embora estivesse à espera de mais.

Tal como já disse, este semestre só tive uma cadeira, Enfermagem de Saúde do Adulto e do Idoso, mas dividida em vários módulos, como já vão perceber a seguir.

( Nota: É provável que o meu plano curricular seja completamente diferente de algumas universidades, pelo que se andam em Enfermagem, poderão não ter dado as coisas pela mesma ordem que eu).


Enfermagem de Saúde do Adulto e do Idoso



Esta cadeira, tal como o próprio nome indica, fala de tudo que seja relacionado com a saúde dos adultos e idosos, e está dividida em 7 módulos, 2 meramente teóricos ( o 1 e o 2), e os outros com avaliações práticas a complementar.

O módulo 1 foi um aprofundamento da Sociologia e Psicologia que tive no ano passado, na cadeira de Fundamentos de Enfermagem I. Estudei os mais variados assuntos, todos muito interessantes, como a Morte e a forma como lidamos com ela, a forma como lidamos com a dor, a imagem corporal ( e problemas como a anorexia ou a obesidade), as pressões sociais... Foi, sem dúvida, um módulo do qual gostei bastante.

O módulo 2 foi Patologia ( como dizemos no nosso curso, a "irmã gémea" de Anatomia, pois foi quase tão difícil como esta, apesar de mais interessante), em que abordamos as mais variadas doenças do sistema circulatório, digestivo, dos ossos,... Adorei particularmente o facto de terem vindo médicos convidados darem-nos aulas, o que contribuiu ainda mais para a nossa aprendizagem ( embora nós não precisemos de saber tudo de maneira tão profunda como um médico).

O módulo 3 foi uma mistura de diversos assuntos. Falámos de Reumatologia, de problemas respiratórios ( e as respetivas técnicas para estes problemas), do processo neurológico e do processo respiratório. A partir deste módulo, começámos a ter aulas práticas, em que aprendemos a fazer ligaduras, mais posicionamentos que o ano passado, e aprendemos técnicas de nebulização e oxigenoterapia. 

O módulo 4 focou-se nas feridas, desde os tipos, os vários desbridamentos ( autolítico, enzimático,..), a alimentação nas feridas... Nas aulas práticas deste módulo aprendemos a limpar feridas e colocar pensos, com todas as técnicas asséticas que este procedimento exige.

O módulo 5 foi um módulo muito interessante, diria até o mais interessante, porque abordou tudo sobre a administração de medicamentos e vias de administração que é, normalmente, a matéria preferida dos alunos. Nas aulas práticas, foi ainda mais interessante, porque aprendemos a fazer colheitas de sangue, a dar injeções,... Agora é oficial, já sabemos dar "picas"!

O módulo 6 centrou-se na alimentação entérica e parentérica, e no processo urinário e intestinal. Nas aulas práticas aprendemos o processo de algaliação, e de entubação nasogástrica. 

Por último, o módulo 7 foi, à semelhança do módulo 3, uma mistura de vários assuntos. Aprendemos suporte básico e avançado de vida ( já tínhamos tido uma aula de suporte básico de vida no ano passado, antes do estágio, mas agora aprofundámos os nossos conhecimentos), falámos de intoxicação por organofosforados, falámos de vias aéreas artificais e de cuidados palatiavos. Neste módulo, tivemos ainda uma pequena abordagem sobre deontologia em Enfermagem, em que abordámos assuntos muito relevantes como a eutanásia e a morte medicamente assistida. Em termos práticos, fomos avaliados ao Suporte Básico de Vida ( e, devo dizer, que já conseguiria reanimar uma pessoa, por compressões, apesar de ser fraquinha em termos de insuflações, porque não expiro com força suficiente para a boca do doente).

No geral, foi uma cadeira muito interessante, que abrangeu diversos tópicos relevantes, que nos ensinou inúmeros procedimentos, e penso que isso contribuiu imenso para o meu crescimento profissional, e para a minha preparação para os estágios deste ano.


O 1º semestre foi um semestre duro, recheado de muito trabalho e estudo, mas no final acabei com um sentimento de dever cumprido, a pensar " este ano é que foi a sério!" ( pois aprendi muita mais prática que o ano passado), e agora estou pronta para esta nova etapa que se avizinha, estágios ( o 2º semestres serão sempre assim a partir de agora, só com estágios, por isso gostava de saber se querem ver um post assim nesses semestre ou não, o que acham?). 


Malta universitária? Como correu o vosso 1º semestre?

4.2.17

Filme: La La Land (2017)


Ontem fui finalmente ver o filme que toda a gente anda a falar. " La La Land" é um filme nomeado para 14 Óscares, recorde que só foi conseguido, em toda a história do cinema, por "Titanic" e "Eva". Apesar de todo este aparato, tinha medo de ir para o filme com expectativas demasiado elevadas e desiludir-me, mas tal não aconteceu, muito pelo contrário. Hoje trago-vos a minha opinião.


Sinopse


Ao chegar a Los Angeles, o pianista de jazz Sebastian ( Ryan Gosling) conhece a atriz iniciante Mia ( Emma Stone), e os dois apaixonam-se perdidamente. Em busca de oportunidades de carreira numa cidade competitiva, os dois jovens tentam fazer com que o seu relacionamento dê certo, ao mesmo tempo que perseguem a fama e o sucesso. ( Trailer: aqui )


A minha opinião


Não há maneira de transcrever para este post o quanto surreal é este filme. Pensei em mil e uma maneiras de começar esta review, mas nenhuma faz justiça ao que acabei de assistir ontem. Este é um daqueles filmes que não é possível traduzir em palavras, só se sente.

Antes de mais, devo dizer que não sou muito fã de musicais. Gostei de " O Fantasma da Ópera" e " Mamma Mia", mas tirando esses, assisto aos restantes do tipo " mas porque é que toda a gente está a cantar feita parva?!" Porém, devo dizer que adorei este, de tal maneira que saí da sala de cinema a desejar que a minha vida se transformasse num musical. A banda sonora é belíssima, principalmente a canção original " City of Stars" ( que não me vai sair da cabeça durante uns bons tempos).

A escolha dos atores é fantástica, principalmente os protagonistas Ryan Gosling e Emma Stone, que têm uma química incrível, e que me prenderam ao ecrã do início ao filme, com as suas falas, canções e danças. 

" La La Land" toca-nos no coração porque é real. Fala de pessoas como todos nós, que têm sonhos, objetivos, por vezes irrealistas aos olhos dos outros, e que têm as suas qualidades e defeitos, frustrações e desespero, lutas e fracassos. Este é um filme para aqueles que sonham, para aqueles que são, vezes sem conta, derrubados pelos obstáculos da vida, mas que nunca perdem a fé. Este é um filme para aqueles que enfrentam os seus medos, por muito inseguros que se sintam. Este é um filme para aqueles que caem continuamente, mas que se levantam de todas as vezes.

Quer ambicionem ser atores, cantores, pianistas, jornalistas, advogados, enfermeiros, o importante é que nunca desistam dos vossos sonhos, não importa o quanto impossível e inalcançável  pareça, e quantas portas se fechem.

Sem revelar muito, confesso que, ao início, fiquei um pouco sem perceber o porquê daquele final. No entanto, depois compreendi tudo, compreendi que só fazia sentido um filme genial como este acabar desta forma, com uma mensagem poderosa.

Um filme que merece todos os Óscares para o qual foi nomeado, e que suspeito que será o grande vencedor da noite mais esperado do ano para os amantes do cinema.


E vocês? Já viram o filme? O que acharam?




3.2.17

7 razões para parares de dizer " não tenho tempo"


" Eu não tenho tempo". Uma das desculpas esfarrapadas e aborrecidas que mais ouvimos e, sobretudo, que mais dizemos. E pior de tudo, que nos faz sentir culpados e nos faz desperdiçar a nossa vida.

Dizer esta frase faz com que saiamos com amigos ou com a família, que faltemos a festas de aniversário, que adiemos consultas médicas,... É certo que hoje em dia vivemos uma vida com horários rígidos e mil e uma tarefas para cumprir, mas será que estamos a saber geri-lo? Uma das primeiras coisas que devemos fazer para saber isso é deixar de dizer "não tenho tempo", e aqui estão umas boas razões.


1. A tua vida "ocupada" não é assim tão ocupada: Eu não sei da vida de toda a gente, e tenho a certeza que algumas pessoas têm um horário muito mais apertado do que outras, mas grande parte das pessoas que diz " não tenho tempo" ou procrastina muito e não se sabe organizar, ou então está a tentar safar-se de alguma situação ( por exemplo, não ir aqueles jantares chatos de trabalho). Quantas vezes deixaste de fazer um trabalho importante para ver mais um episódio de uma série? Todos nós já o fizemos.

2. A procrastinação é o teu maior inimigo: Tal como já referi acima, umas das grandes razões pelais quais tu achas que não tens tempo é porque procrastinas muito. É muito mais fácil deixar para amanhã aquilo que podemos fazer hoje.  Muitas vezes achamos que estamos com muitas coisas para fazer e sem tempo para as fazer porque, na verdade, passamos demasiado tempo a procrastinar e, quando damos conta, já acumulámos mil e uma tarefas.

3. Não é a tua prioridade: Não te apetece sair numa sexta feira à noite? Não te apetece ir aquele jantar de trabalho aborrecido? Não te apetece ir às compras com amigas? Tudo bem, todos nós temos as nossas prioridades e os nossos gostos, mas não é preciso encher toda a gente com essa desculpa do " não tenho tempo". Além de estares sempre a mentir, as pessoas vão acabar por perceber e deixar de confiar e/ou acreditar em ti.

4. É apenas uma desculpa: Ao dizer muitas vezes " não tenho tempo", acabas por tirar o significado todo à frase, e passa apenas a ser uma desculpa esfarrapada. Se não queres ser conhecido/a pela pessoa que está sempre a inventar desculpas e, sobretudo, queres atingir os teus objetivos, larga esta frase de vez.

5. Faz-te sentir culpado/a:  Quantas vezes disseste a um amigo que não podias sair ou aos teus pais que não podias ir almoçar com eles, e depois acabaste por te sentir culpado/a? Nós desperdiçamos tantos momentos preciosos com os nossos amigos, familiares e namorado/a, e quando damos conta, o tempo passou e já não podemos voltar a trás. A vida é curta, por isso temos que aproveitar todas as oportunidades que temos para conviver com quem mais amamos.

6. Impede-te de estar presente: Estar sempre a dizer " não tenho tempo" coloca-te, involuntariamente, num nível de stress e preocupação com os teus afazeres. E, ao recusares momentos de lazer e de convívio, a única coisa que passas a ter na tua cabeça é a lista enorme de tarefas que tens de cumprir, e isso impede-te de te apreciar os momentos e pequenos prazeres do presente.

7. É uma escolha: Quando reclamas sobre o quanto tens de estudar para as frequências da faculdade ou o trabalho que tens no teu emprego, não é como se alguém te tivesse obrigado a ir para lá. Quando foste para a escola, fizeste a escolha de estudares. Quando entraste para a Universidade, escolheste o teu curso, à partida ( e digo, à partida, porque há situações em que os pais obrigam os filhos a escolher o curso). Escolheste ter esse emprego ( ou dois empregos). No final do dia, a vida é tua e tu fazes com ela aquilo que quiseres. Tu é que sabes, melhor do que ninguém, se aquilo que estás a fazer vale a pena, ou se preferias estar a fazer outra coisa qualquer.



Lê também: 5 dicas simples para sentires mais controlo sobre a tua vida.
                    10 coisas em que precisas de deixar de desperdiçar tempo.

2.2.17

Como o stress te pode fazer ganhar peso


Todos nós temos alguma noção dos efeitos devastadores que o stress pode ter no nosso organismo. Causa-nos insónias, deixa-nos maldispostos, pode causar-nos dores de cabeça, depressão... Mas, para além destes sintomas nada agradáveis, também pode fazer-nos ganhar peso.  Todos os nossos esforços de perder/manter peso podem ir por água abaixo se não soubermos acalmar-nos e não evitarmos que as seguintes coisas aconteçam.


1. Comer por causa de fome emocional: Muitas vezes nós não temos verdadeiramente fome, mas estamos tão stressados e/ou chateados com algo, que temos aquilo a que muitas especialistas chamam de fome emocional, que é ter necessidade de comer para combater emoções negativas. Quantas vezes já tivemos stressados com um teste, por exemplo, e fomos ao McDonalds fazer uma pausa, e comer todos os fritos e porcarias que lá havia? Embora isso saiba bem na hora, não será bom, a longo prazo, para a nossa saúde, sobretudo se for algo que façamos frequentemente. Por isso, se achas que estás com fome e estás muita stressada, bebe um copo de água, faz uma pausa e faz algo que te dê prazer. Se isto não resultar, come um snack saudável, como fruta ou umas tortilhas de milho.

2. Esqueceres-te de comer: Muitas pessoas muito stressadas e atarefadas dizem frequentemente " não tenho tempo para comer, tenho muito que fazer". Pode parecer que estão a perder calorias ao comer menos mas, na verdade, estas pessoas, ao final do dia, têm mais fome, e têm tendência a comer mais ao jantar e a petiscar mais, o que acaba por fazê-las engordar. Quando não tens muito tempo para comer, tenta ter sempre um ou dois pacotes de bolachas contigo, para não saltar lanches.

3. Não fazer exercício físico: Quando estamos muito stressados e um mil e uma coisas para fazer, a última coisa que nos apetece é fazer exercício físico, a atividade que elminaria grande parte do stress. Faltar a um ou dois treinos, de vez em quando, não tem mal, mas se avanças treinas frequentemente, é provável que comeces a ganhar peso.

4. Secreções de hormonas que te fazem engordar: Quando estamos stressados, libertamos muito cortisol, uma hormona que contribuí para ganhar peso. Além disso, o nosso oganismo também liberta grelina, uma hormona responsável pelo ganho de apetite.

5. Fazer más escolhas alimentares: É mais difícil tomar qualquer tipo de decisões quando estamos nervosos, sobretudo decisões alimentares. Quando damos conta, estamos na secção de bolachas do supermercado, em vez de estar na secção dos legumes ou fruta! Por isso, certifica-te que tens refeições saudáveis preparadas para as alturas em que tiveres mais stressado/a, para evitares de fazer más escolhas.