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7.1.17

Porque não nos devemos sentir culpados de não fazer nada


Hoje em dia, vivemos num ritmo de vida muito acelerado, sempre com mil e uma coisas para fazer, escola, exames, trabalho, compromissos sociais, horários a cumprir.... Ter que fazer isto tudo em apenas 24 horas pode ser muito difícil e stressante! Porém, mesmo quando não temos nada para fazer, supostamente, temos uma necessidade quase instintiva de fazer algo, porque senão corremos o risco que outras pessoas nos chamem preguiçosos. Ou, mesmo que não sejam os outros, é o nosso "eu crítico" a chamar-nos isso. Isto é algo que rapidamente se torna num ciclo viciante, que temos que parar, caso contrário acabamos por dar em malucos! Temos que reservar mais tempo para nós mesmos e abrandar um pouco de vez em quando.

Eu não sei como é que é com vocês, mas eu às vezes sinto-me culpada quando tenho um dia ou dois em que não tenho mesmo nada para fazer e posso, efetivamente,estar parada ( como devem calcular, dias assim são raros na vida de um universitário). Fico sempre com dúvidas do género " Será que não me estará a escapar nada?" " Será que não tenho que fazer x trabalho, estudar algo, ou ir a algum lado?". E quando estas perguntas têm um não como resposta, passo rapidamente a outro género de perguntas como " Será que devia ajudar a minha mãe?" " Será que devia arrumar o quarto?". Normalmente, na maior parte das vezes, não há mesmo nada para fazer mas, por vezes, não consigo evitar sentir uma pontinha deste sentimento de culpa.

Andamos todos a viver segundo o lema " trabalha agora, descansa depois", porém, esse tempo de descanso nunca chega, nunca tiramos dias para descansar. Tirando o Natal, a Páscoa e meia dúzia de feriados ( e mesmo nos feriados, o nosso instinto é entrar em "modo arrumações"), nunca temos grandes oportunidades para descansar e fazer rigorosamente nada. Em crianças, era muito fácil passarmos dias sem fazer nada, mas agora noto que, em adultos, é muito difícil tirar um dia para isso, não só por causa dos nossos horários apertados, mas também por causa do nosso sentimento de culpa e necessidade de parecer sempre ocupado aos olhos dos outros. Andar sempre ocupado parece ser moda e sinal de sucesso, o que eu acho completamente errado! Andar sempre ocupado nem sempre é sinal de sucesso, principalmente quando nos estamos a sobrecarregar de trabalho.

De vez em quando, devemos tirar um dia só para nós. Um dia para não fazermos nada, em que não precisamos de ser produtivos nem criativos. Um dia em que simplesmente podemos estar no sofá, a ver programas de lixo na televisão e a comer porcarias. Um dia em que não precisamos de nos vestir nem de olhar para a agenda. Um dia em que façamos o quer que " não fazer nada" signifique para nós. Porque todos nós precisamos de dias em que nos possamos "desligar" da realidade, não pensar nos nossos problemas e relaxar.

Eu não considero os dias em que não fazemos nada maus. São dias em que relaxamos e recuperamos energias, para podermos ter mais energia e ser mais produtivos nos seguintes. Por isso, para quê nos sentirmos culpados por tirarmos uns dias de merecido descanso? Temos que nos libertar desse sentimento e sermos mais descontraídos.


E vocês? O que é que acham? Já alguma vez se sentiram culpados de não fazer nada?

6.1.17

Como evitar drama nas redes sociais


Quantas vezes já vimos drama a acontecer nas redes sociais? Está sempre a acontecer! Vou começar a ter pipocas à beira, para estar sempre pronta para quando uma discussão aparecer no Facebook. Fora de brincadeiras, há pessoas que gostam de causar drama de propósito ( como já comentei aqui), porém outras fazem-no inconscientemente.

Se quiseres manter-te afastado/a do drama e evitar eventuais complicações, tanto na tua vida social como até profissional, aqui estão algumas sugestões.


1. Pensa duas vezes antes de publicar algo: Já diz o ditado, pensa duas vezes antes de falar. Aplicando ao século XXI, pensa duas vezes antes de publicar algo. O que quer que seja! Mesmo que escrevas um post no facebook e o elimines depois, já é tarde demais. Uma vez na Internet, para sempre na Internet. Por isso, têm muito cuidado com o que publicas.

2. Cuidado com aquilo que escreves, pode ser mal interpretado: Acredita em mim, estou a falar por experiência própria. Uma vez escrevi um tweet mais ou menos assim " As pessoas, se quisessem a minha verdadeira identidade, poderiam facilmente fazê-lo com toda a informação que já dei no blog". O que eu queria dizer com isto é que tenho sido um pouco descuidada com a informação que dou sobre mim no blog e que, se alguém conhecido se cruzasse com o meu blog, facilmente saberia que era eu quem estava por detrás. No entanto, as pessoas interpretaram este tweet como um incentivo para darem uma de stalkers e procurarem mesmo a minha verdadeira identidade. Nem quis acreditar quando vi que estava mesmo a ser "caçada"! Por isso, aquilo que dizemos na Internet pode ser mal interpretado. Uma pequena frase inocente pode se transformado em algo completamente diferente.

3. Sê muito seletivo/a nos amigos que selecionas e nas pessoas que permites que te sigam: Nas redes sociais, é muito fácil aceitarmos pessoas quem nem sequer conhecemos ou amigos dos amigos, apenas porque um número alto e amigos/seguidores é muito mais atrativo do que um número baixo. Contudo, além de isto tirar a tua privacidade, pode colocar em risco a tua segurança, pois não conheces muitas das pessoas que adicionas, logo não conheces as suas intenções. Estas podem tentar encontrarem-se contigo e fazer-te mal, perseguir-te, chatear-te com mensagens, ou mesmo roubar a tua identidade. E, não, não estou a ser dramática, já vi pessoas próximas de mim a passarem por isto. Assim, certifica-te que adicionas apenas pessoas que conheces e em quem confias.

4. Não te deixes levar pelas discussões que surgem: As discussões, tal como já disse no início do post, são algo que surge com bastante frequência nas redes sociais. Um simples comentário pode ser interpretado como um insulto ou mesmo como uma afronta, desencadeando um grande conflito. Mantêm-te fora dessas confusões. Além de manteres a tua imagem nas redes sociais intacta, evitas todo o stress e raiva que a discussão te poderia causar.

5. Se estás zangado/a com algo ou alguém, não vás às redes sociais: Quando estamos de cabeça quente, é muito fácil fazer coisas das quais nos arrependemos mais tarde. Portanto, se te zangaste com alguém ou acabaste com o teu namorado/a, por exemplo, o melhor é esperares para te acalmares um pouco antes de publicar o que quer que seja nas redes sociais.

6. Algumas coisas só devem ser ditas em privado: Se precisas de falar com alguém sobre um assunto privado, não fales sobre isso nas redes sociais nem metas amigos comuns ao barulho. Algumas coisas só devem ser discutidas em privado, com a própria pessoa.


E vocês? Como é que evitam o drama nas redes sociais?

Ler também: Como usar as redes sociais da maneira certa.

5.1.17

5 maneiras simples de evitar ter pele seca no inverno


Sou uma pessoa com uma pele extremamente seca, e então no inverno nem se fala! Com as temperaturas baixas, o frio e a humidade, a minha pele fica ainda mais seca!

O inverno pode ser o nosso pior inimigo, se não soubermos cuidar bem da nossa pele. Se não a hidratarmos a tempo, a pele pode ficar extremamente seca, o que pode causar feridas. Aqui estão algumas dicas que aprendi ao longo dos anos, e que ajudam a combater a pele seca nesta estação.


1. Anda sempre com uma embalagem de creme contigo: Principalmente com um creme de mãos. As minhas mãos estão sempre muito expostas ao frio no meu dia a dia, pelo que ando sempre com um creme, para evitar que estas sequem demasiado e surjam feridas que podem até sangrar ( já me aconteceu de eu passar uns dias sem pôr, e ficar mesmo com muitas feridas a sangrar).

2. Bebe muita água: A maior parte das pessoas tende a beber menos água no inverno porque, como não está calor, não sentem sede e pensam que não há necessidade de beber. A verdade é que beber água é importante em todas as estações, é muito importante para a saúde e, além disso, evita também que a nossa pele fique seca.

3. Põe creme no corpo logo que saias do banho: Eu sei, eu sei, com este tempo frio o que dá vontade é sair do banho e enfiar roupas quentinhas. No entanto, é muito importante pôr creme logo a seguir ao banho, uma vez que a água seca muito a pele.

4. Têm cuidado com aquilo que comes e bebes: Os cremes não irão adiantar de nada se não tiveres uma alimentação adequada. Beber demasiado café e álcool seca imenso a tua pele. Além disso, consumir demasiados açúcares e sal também pode ser prejudicial.

5. Usa roupa confortável: Usar roupas demasiado apertadas ou com tecidos fracos podem irritar a tua pele. Certifica-te que usas roupa confortável, de boa qualidade. 



E vocês? Quais são os truques que usam para combater a pele seca no inverno?

4.1.17

5 falsos estereótipos sobre as mulheres


Estamos em 2017, mas ainda há quem acredite nestes falsos estereótipos sobre as mulheres. Pior do que isso, ainda há quem acredite que a mulher é um ser inferior, mas não entremos por aí hoje. Hoje, vou falar sobre alguns mitos sobre o que é ser mulher nos dias de hoje.


1. Uma mulher nunca dá o primeiro passo: A sério, estamos no século XXI, e ainda acreditam nisto? Este post da Sofia traduz exatamente aquilo que eu penso. Os homens também têm vergonha de dizerem o que sentem, também se sentem intimidados,também têm medo de fazer algum tipo de avanço amoroso. Quando eles se sentem assim, as mulheres têm que ajudar. Se gostas de um gajo e ele não diz, vai ter com ele e diz-lhe tu! Pobre coitado do moço, pode estar com vergonha! Mas concordo com o que a Sofia disse, deixem o pedido do casamento para os homens, é mais bonito.

2. Uma senhora nunca revela a sua idade: Eu não percebo o preconceito que as pessoas têm em relação à idade. Eu sei que é um cliché, mas é tão verdade,  " a idade é apenas um número". Portanto, esta cultura enraizada do " nunca se deve perguntar a idade a uma senhora, é feio!" enerva-me um bocado. Porque haveria uma mulher de ter vergonha da sua idade? Não há necessidade de termos vergonha da nossa idade, cada idade tem a sua beleza e merece ser aproveitada.

3. Uma mulher nunca bebe: Isto vê-se logo na adolescência. Se um filho apanha uma bebedeira, o pai diz logo que " já é homem", mas se é a filha, já é uma vadia! Não sou a favor do excesso de álcool, obviamente, só foi para dar um exemplo do nível de estupidez de certas pessoas. Porque motivo um homem pode sair à noite à vontade, e se for uma mulher a sair já é uma vadia ou "oferecida"? Nós, mulheres, também gostamos e temos todo o direito de nos divertirmos.

4. Passamos a vida na coscuvilhice: Embora muitas mulheres sejam assim ( infelizmente), nem todas nós somos assim (eu incluída). Há mulheres que nem sequer fazem isso, que se interessam por muitos outros tópicos de conversa, e não têm qualquer interesse em se meter na vida dos outros.

5. As tarefas de casa só cabem às mulheres: Meus amigos, marido meu que não contribua nas lidas domésticas, leva logo com um divórcio! E podem dizer à vontade " assim vais ficar solteira", não quero saber, antes solteira do que escrava! Esse pensamento de " cabe à mulher ficar em casa a cuidar dos filhos e das lidas domésticas" é pensamento do século passado! Para mim, faz todo o sentido que o homem divida as tarefas domésticas com a mulher, afinal, vivem os dois na mesma casa. Para mim, é óbvio.


Mulheres por aí? Que outros falsos estereótipos sobre o que é ser mulher existem, para vocês?

3.1.17

5 tradições da minha infância das quais eu tenho saudades


Tenho orgulho de dizer que tive uma infância muito feliz, recheada de bons momentos e boas pessoas. São tantas as memórias que tenho, que eram preciso mais de 10 posts para eu vos contar tudo. No entanto, hoje fico-me apenas por este.

Todos nós temos tradições que mantemos até aos dias de hoje. Outras tradições acabam por perder-se no tempo. Estas foram as tradições que eu tive durante a minha infância, e das quais tenho saudades. Podem parecer coisas simples e banais, mas tiveram muito significado para mim.


1. Comer jesuítas depois da missa de Domingo: Quando era mais nova, ia todos os domingos de manhã à missa com o meu pai ( fizemos isto, muito provavelmente, até aos meus 11/12 anos). No fim da missa, o meu pai leva-me sempre a uma pastelaria para me comprar um jesuíta ( eu escolhia sempre um jesuíta, apesar da pastelaria ter mil e um bolos diferentes. Acho que já aí tinha a necessidade de manter certos hábitos...), e passeávamos um pouco pelo centro da cidade antes de voltar para casa. Embora não tenha particularmente saudades das missas em si (eram uma seca, sinceramente. Não sou uma católica praticante, do tipo ir todos os domingos à missa, sou da opinião que o que importa é a nossa fé e o tentarmos ser melhores a cada dia que passa), contudo, tenho saudades destes momentos partilhados com o meu pai.

2. Tardes de cinema na primária: Na primária, as aula de quinta feira, ao final do dia, era reservada para ver um filme, sem ser alusivo à matéria, totalmente à nossa escolha. Todos nós levávamos as nossas cassetes de casa ( e, mais tarde, DVDs), cada um mostrava à turma o que trouxe, e depois todos votávamos no filme que queríamos ver. O filme mais votado era o que era visto pela turma. Depois de escolhido o mesmo, íamos todos para a sala de vídeo da nossa escola, sentávamo-nos de forma descontraída nas cadeiras, e relaxávamos um pouco. Acho que este momento lúdico, em que não se está a ser avaliado, faz falta às crianças da primária atualmente que são, desde cedo, sujeitas a métodos de ensino e de avaliação rígidos.

3. Um mês de férias em Esposende: Na minha infância, todos os verões, no mês de Julho, a minha família alugava um apartamento/casa em Esposende, e íamos para lá todos, passar um mês de férias lá. De manhã, íamos para a piscina comum dos apartamentos onde estávamos ou, quando alugávamos uma casa, passeávamos por Esposende. De tarde, íamos sempre para a praia, e ficávamos lá até ao pôr do sol, com exceção da minha mãe e de uma tia minha, que saíam mais cedo para fazer o jantar. Foi uma tradição familiar que se foi perdendo, com o passar dos anos, à medida que os meus primos foram crescendo, e ocupando-se com a sua vida académica e, mais tarde, profissional, e os restantes elementos da família foram ficando mais ocupados com os meus avós, que ficaram doentes. Nos anos seguintes, íamos sempre eu, a minha prima e a minha tia, de vez em quando, de carro para lá, e voltávamos no mesmo dia.

4. Festa popular no final do verão: Aqui na terra da minha avó, todos os anos, no início de setembro, realiza-se uma festa popular, com tudo aquilo a que estas festas têm direito, farturas, carróseis, feiras, música popular e muita boa disposição. Estão a ver as festas que fazem para assinalar o final do verão, nas discotecas e nas praias? Este era a minha festa de final de verão, na minha infância. Para mim, era aquilo que marcava o fim das minhas " férias grandes". Ia às noites todas, com a minha mãe, os meus primos, e os meus avós. Andava nos carrósseis, comia uma fartura, comprava brinquedos nas barraquinhas, via o rancho e os concertos de música popular. Foi assim todos os anos até muito recentemente, quando o meu avô teve o segundo AVC. A partir daí, nunca mais ninguém quis ir, porque era uma festa onde o meu avó adorava ir, e sentimos que perdeu o seu significado, por ele já não poder ir connosco ( uma vez que está debilitado fisicamente para tal).

5. Tardes de sábado com pizza e filmes: Quando eu e os meus primos eramos mais novos, livres de responsabilidades e preocupações académicas e/ou profissionais, os nossos sábados não eram passados com a cabeça nos livros. Eram passados na casa da minha tia, em modo sessão de cinema, num tempo em que a SIC e a TVI passavam muitos filmes. A meio da tarde, aquecíamos uma pizza comprada no supermercado e que bem que sabia! Com o passar do tempo, foi um hábito que se foi perdendo, porque entretanto os meus primos entraram para a universidade e tinham muito que estudar, eu entrei para o secundário e agora para a faculdade, e agora eles trabalham. Portanto, já não nos podemos juntar assim tantas vezes como dantes mas, ainda assim, no verão, aproveitámos para fazer uma ou outra  tarde assim.


E vocês? Quais são as tradições da vossa infância das quais têm saudades?

2.1.17

10 coisas irritantes que as raparigas solteiras ouvem


Quer sejas solteira por escolha ou estejas à espera do próximo relacionamento, ser solteira pode ser algo bastante fantástico, e um período da nossa vida em que nos dedicamos a nós próprias e nos descobrimos.

Nunca tive um namorado, e embora gostasse de um dia ter um, ainda não se proporcionou, mas isso não quer dizer que eu ande por aí a lamentar-me e a temer ficar sozinha para sempre. Tenho estudado, tenho me divertido com os meus amigos, tenho vivido, e ando a perseguir os meus sonhos.

Todas nós, raparigas solteiras, já nos confrontamos com aquelas pessoas super felizes e obcecadas com os seus relacionamentos que, meia volta, olham para nós e começam a atacar-nos por não estarmos também num relacionamento.  Na maior parte das vezes, limitam-se a dizer frases subtis e aparentemente inofensivas, mas que para nós podem ser bastante irritantes.


1. Conheço o rapaz ideal para ti: Eu sei que isto pode soar muito louco para as pessoas que estão em relacionamentos amorosos mas, na verdade, há pessoas que gostam mesmo de ser solteiras. E, mesmo que não gostem, podem também não gostar de pessoas casamenteiras, porque os encontros às cegas nem sempre dão certo, não é como nos filmes, em que a tua melhor amiga te apresentou o amor da tua vida.

2. Secalhar tens requisitos demasiado exigentes: Se eu tiver à espera de casar com um multimilionário alto, loiro e de olhos azuis, com uma ilha privada e um carro todo XPTO, sim, aí podem dizer que os meus requisitos são demasiado elevados. Caso contrário, nunca devem dizer isso a ninguém. Nunca devemos conformar-nos com uma pessoa se esta não nos agrada nem nos identificamos com ela. Além disso, não me parece que pedir um namorado simpático, com sentido de humor e que nos respeite seja pedir muito.

3. Não te preocupes, vais encontrar alguém um dia: 99 % das vezes em que uma rapariga ouve isto, significa que estão com pena dela, uma vez que normalmente a tradução desta frase costuma ser " coitada, está tão sozinha, ainda vai ficar para tia..."

4. Vai acontecer quando menos esperares: A sério? Não estou a ver como é que estar todo o dia de pijama, a comer porcarias e a ver séries me vai ajudar a encontrar um namorado. Que eu saiba, eles ainda não nascem nas árvores.

5. A sério? Mas tu és tão linda e fantástica: Ok, eu sei que isto é suposto ser um elogio que nos faça sentir melhor, mas acreditem que normalmente não ajuda. Ser linda e fantástica não significa que arranjes um namorado. Podes não arranjar um namorado por seres linda e fantástica, mas seres demasiado tímida, não saíres muito, não teres encontrado alguém com quem te identifiques, ou simplesmente podes ser linda e fantástica solteira porque é isso que queres.

6. Porque é que não queres um namorado? : Quer se seja solteira por escolha ou não, isto não é uma pergunta que se faça. Primeiro porque, a não ser que sejas muito próxima dessa pessoa, estás a meter o nariz onde não deves e, segundo, porque deves respeitar a escolha das pessoas.

7. Ainda estás solteira? : Até parece que há um tempo limite para arranjar namorado. Claro, é muito mais fácil arranjar um namorado aos 20 do que aos 40 ( porque as aparências não são tudo, mas ajudam bastante), mas é assim tão absurdo arranjar um namorado aos 50? Não me parece. Mais uma vez, quer se seja solteira por escolha ou não, as pessoas devem respeitar essa pessoa.

8. Provavelmente precisas só de sair mais: Eu sei que muitas vezes só dizem isto para ajudar, mas não ajuda, normalmente só nos fazem sentir pior. Nós não precisamos que nos estejam aí a dizer o que fazer e o que não fazer para ter um namorado, isto não é como nos darem explicações para um teste.

9. Não te sentes mais excluída por todas as tuas amigas terem namorados? : Lá por eu ser solteira não significa que eu não me possa divertir com os meus amigos que estão em relacionamentos felizes. Na maior parte das vezes, eu consigo sair com eles e divertir-me e, sobretudo, sem sentir que estou a fazer " de vela". E mesmo que sinta isso, não preciso que mo relembrem.

10. Deves ter tanto tempo livre: Ter namorado não significa que eu sou livre de responsabilidades, sem estudo e sem trabalho. Claro que tenho mais tempo livre do que um pessoa que esteja num relacionamento, mas ainda assim tenho horários a cumprir, tarefas para fazer, uma vida académica, social e familiar para gerir.


Solteiras por aí? Quais são as coisas que odeiam ouvir?

1.1.17

5 filmes que eu mal posso esperar para ver em 2017


2017 ainda agora chegou, mas já promete na área cinematográfica. Este ano, vão estrear tantos filmes bons, que vai ser mesmo difícil escolher quais é que valem a pena uma ida ao cinema.

Apesar de estar ansiosa por ver muitos filmes, estes são aqueles que estão mesmo no topo das minhas preferências que me farão, decerto, ir a correr para a sala de cinema mais próxima mal saiam.


1. A Bela e o Monstro: O ano passado, recebi a excelente notícia de que iriam adaptar o famoso clássico da Disney, desta vez com atores ( entre os quais a talentosa Emma Watson!) e cenários reais. Quando vi o trailer ainda fiquei mais encantada por ver que, aparentemente, estão a ser muito fiéis à história. Mal posso esperar para ver!

2. Smurfs- The Lost Village: Quem é que resiste a estas criaturas azuis? Não sou criança, mas definitivamente quero ver este filme em 2017.

3. Velocidade Furiosa 8: A famosa saga de ação e velocidade vai ter mais um filme este ano, que dará continuidade à história de Dominic Toretto e companhia. Infelizmente, já não veremos nenhuma cena com Paul Walker neste filme ( trailer aqui).

4. Everything, Everything: Ainda não li o livro ( embora queira muito!), mas agora que sei que o filme baseado neste vai estrear em Maio, tenho mesmo que o ler. Este filme vai contar a história de uma rapariga que é alérgica ao mundo inteiro, mas tudo muda conhece um rapaz que se muda para a casa ao lado.

5. Um ritmo perfeito 3: Após ter visto os 2 primeiros filmes, mal posso esperar para ver este, que vai trazer mais música, dança e espetáculo.


E vocês? Quais são o filmes que querem mesmo ver em 2017?