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9.8.16

5 Coisas que eu odeio no verão


O verão é, sem sombra de dúvida, a minha estação preferida, significa o início das tão aguardadas férias, praia, sol, viagens... Mas há certas coisas que me irritam no verão, na verdade que odeio mesmo.


1. Mosquitos e insetos que invadem os nossos quartos de noite:  Mal começo a festejar a chegada do verão, levo logo com 17182392294 picadas de insetos pelo corpo todo. É que acontece todos os verões! Toca a ir a correr para a farmácia comprar Fenistil, e gastar o frasco todo em menos de uma semana. De noite, safa-se uma pessoa dos mosquitos todos e pensa " Finalmente, vou dormir descansada". Não! Lá estão outros tantos insectos para nos picar de noite. Juro, eu passo o verão todo com picadas e comichão.

2. Abelhas: Eu odeio insectos, mas lá no topo do meu ódio por estes, estão as abelhas. Odeio, tenho mesmo medo, terror até, de abelhas. No verão, parece que elas estão em todo lado! Mal começo a ouvir o zumbido, ainda nem as localizei, mas começo logo a panicar e a fugir. Morro de medo de um dia ser picada por uma.

3. Demasiado calor:  Eu gosto de calor, mas os verões estão a ser cada vez mais quentes, por causa do aquecimento global. É que já não se aguenta. Uma pessoa adormece num forno e acorda num forno! Só se está bem com a bunda na piscina ou dentro do frigorífico!

4. Nudez ou exposição de pele excessiva: Eu não sou pudica, no meu estágio já vi mais pessoas nuas do que provavelmente gostaria ( apesar de não ter, de todo, me feito confusão, é o corpo humano e todos nós temos um). Mas se há coisa que odeio no verão é as pessoas andarem a expor-se demasiado na rua só porque sim. É que uma coisa é andar com muita pele exposta na praia, outra coisa é na rua. É quase como ir de pijama para o trabalho, ninguém faz isso pois não? Outra das coisas que me incomoda, são raparigas e mulheres que não se respeitam a elas próprias, andam com calções que mais parecem cuecas de ganga e tops que mais parecem soutiens , tudo para chamarem a atenção dos homens. Depois queixam-se que os homens não as respeitam! Pois claro que não, vocês não se respeitam a vocês próprias! Há maneiras de ser bonita e sexy sem parecer uma vadia.

5. Carros quentes: Sabem quando vão passar uma tarde a um centro comercial, fresquinho graças ao ar condicionado e, ao final do dia, voltam para o vosso carro, e este está literalmente um forno ambulante? Até os assentos queimam! Depois é uma corrida para ligar o ar condicionado rapidamente antes que se morra assado.


E é esta a minha lista de coisas que odeio no verão, vou fazer uma lista com as coisas que adoro nesta estação, que certamente será muito maior.

E vocês? Quais são as coisas que odeiam no verão?

8.8.16

15 coisas diferentes que podes fazer com um caderno branco


Eu sou uma pessoa que ainda prefere as coisas em papel do que em digital. Adoro tudo aquilo que é papelaria, agendas, cadernos, ... Tudo isso!

Tens um caderno branco, novinho em folha, abandonado, que era para ser para a escola ou para o trabalho, mas que entretanto não foi utilizado? Bem, hoje eu vou-te dar ideias de coisas que podes fazer com esse caderno.



1. Diário: Esta é das utilizações mais comuns de um caderno. Seja para documentar a tua vida, desabafar, ou falar sobre os teus sentimentos, um diário pode ser uma boa utilização para o teu caderno branco ( embora talvez  não seja a mais segura, eu escrevo no meu diário no meu pc). Podes ler mais benefícios de ter um diário aqui.

2. Listas: Sendo eu uma fã de listas, não poderia deixar de dar esta sugestão. As listas são uma ótima ideia de organizar ideias, de as tornar mais  claras ou concisas. Podes fazer listas de tudo, desde listas de supermercado, de compras, de livros que queres ler,...

3. Mapas de ideias: Se, por outro lado, não és tão fã de listas, e és uma pessoa que gosta de visualizar as coisas, talvez fazer mapas de ideias seja o mais indicado para ti. Nunca fiz muitos mapas de ideias, mas dizem que ajuda a ter mais ideias para escrever, por isso é algo que tenho de experimentar.

4. Passwords: Se és como eu, se usas passwords diferentes para todos os sites em que te inscreves e para todos os e-mails, e depois não te lembras, então esta é uma excelente utilização para o teu caderno. Podes escrever , num só sítio, todas as passwords de todas as contas que tens, para não te voltares a esquecer. Eu não faço isto num caderno, aponto-as na minha agenda.  Aconselho é que, se moras com muitas pessoas, não faças isto, não queres que te entrem no facebook, por exemplo, e andem aí sempre a pregar-te partidas.

5. Contos: Se quiseres praticar a escrita ou fazer mesmo um livro de contos, podes usar o teu caderno branco para tal.

6. Escrita livre: Se não quiseres escrever contos, podes simplesmente escrever tudo aquilo que te vier à cabeça. Tenho um caderno na gaveta da minha secretária para isso, de vez em quando deixo a minha mente ganhar asas, e escrevo tudo aquilo que me vem a cabeça. Já nasceram muitos posts do blog assim.

7. Desenhar: Podes desenhar para ocupar aqueles minutos seca antes de uma consulta, aperfeiçoar a tua capacidade para desenhar, sentares-te num parque e desenhar tudo o que vês...

8. Scrapbook: É algo que está muito na moda agora. Podes colar fotos, bilhetes, fazer anotações sobre algum momento da tua vida,... Podes fazer o que quiseres, as possibilidades são infinitas.

9. Novas palavras: No meu 8º ano, a minha professora de Português incentivou a turma toda a fazer um caderno de vocabulário, e cada vez que aprendéssemos uma palavra nova, escrevíamos lá. É uma excelente ideia, e eu estou a pensar em fazer isso novamente.

10. Poemas: Se gostas de escrever poemas ou queres começar a escrever, um caderno novinho em folha é uma ótima maneira de começar.

11. Prós e contras: Se és uma pessoa que tem dificuldades em tomar decisões ( como eu), escrever os prós e contras das possíveis decisões é uma ótima maneira de chegares a alguma conclusão sobre determinado assunto/problema.

12. Frases inspiracionais: Para te começares bem o dia, te manteres motivada numa fase de trabalho intenso ou para te animar numa fase da tua vida particularmente triste. É algo que estou a pensar em fazer.

13. Um caderno de receitas: Estás a ver todas as receitas que aprendeste com a tua mãe e a tua avó, as que encontraste na net ou em revistas, e que estão todas espalhadas, e quando queres cozinhar algo não sabes onde estão? Reúne-as todas num caderno. Desta forma, quando quiseres cozinhar algo, já sabes onde estão as receitas.

14. Diário de viagens: Começa a escrever tudo o que acontece nas tuas viagens, o que fazes, os sítios que visitas, as pessoas que conheceste...

15. Diário de sonhos: Todos nós temos aqueles sonhos que gostaríamos de gravar para ver mais tarde na televisão da nossa sala ( não era tão fixe?), mas infelizmente tal ainda não é possível, por isso uma ideia mesmo engraçada é teres sempre o teu caderno na mesa de cabeceira ao lado da tua cama, para escreveres todos os sonhos que tens ( mesmo aqueles que são maus).


E vocês? Quais são as utilizações que dão aos vossos cadernos?

7.8.16

Coisas que te deves relembrar ao lidar com pessoas rudes


Todos nós já tivemos que lidar com pessoas rudes em algum momento da nossa vida. Pode ter sido aquele chefe do emprego particularmente mandão, pode ter sido uma professora má, podem ter sido colegas de escola maus ( isto para não mencionar aqueles que nos fazem sofrer bulying) , podem ter sido aqueles irmãos terríveis que tivemos na infância, aquele vizinho desagradável...  Eu podia continuar, mas a lista de possíveis pessoas rudes não teria fim. A verdade é todos nós já tivemos nos cruzamos com este tipo de pessoas, que parecem que são más para nós, não nos respeitam e nos fazem sentir inferiores.

As pessoas são rudes por diversas razões, é difícil saber, mas grande parte das razões não têm a ver connosco. Quando lidamos com pessoas assim, sentimo-nos estúpidos, ridículos, fracos, e chegamos a achar que a pessoa que está a ser rude connosco tem razão. Se és uma dessas pessoas, que se sente inferiorizada perante gente rude, tenho a dizer-te: és uma pessoa espetacular, e ninguém tem o direito de te dizer o contrário. Eu não te conheço, mas de certeza que és, porque todos nós o somos , embora seja mais evidente numas pessoas no que noutras.

Uma professora minha da faculdade disse-me uma vez em estágio uma coisa que jamais esquecerei: " Nunca deixes que ninguém te inferiorize, ninguém tem o direito de o fazer." E é algo que certamente me irei lembrar para toda a vida, sobretudo tendo de trabalhar numa profissão em que lidarei com pessoas rudes diariamente, sejam os colegas egoístas, médicos maus, pacientes mandões...

Por isso, hoje decidi partilhar com os meus leitores as coisas de que se devem relembrar quando estão a lidar com pessoas rudes.


1. São pessoas inseguras: Como são pessoas inseguras, sentem necessidade de te insultar e rebaixar para se sentirem superiores e mais confiantes. Mesmo aquelas pessoas que parecem ser extrovertidas e muito seguras de si mesmas têm alguma insegurança, guardada mesmo no fundo do seu íntimo, que faz com que maltratem outras pessoas.

2. Precisam de poder: Também pode ter a ver com o ponto 1, com o facto de serem inseguras, mas também pode ser por serem pessoas sedentas de controlo, que são obcecadas por controlo, têm que ter controlo sobre tudo, senão parece que o mundo vai desabar. E parte de ter controlo sobre tudo incluí serem rudes contigo.

3. São infelizes com a vida delas: Às vezes, as pessoas são rudes porque ou não são de todo felizes com as suas vidas ( odeiam-na completamente), ou falta-lhes algo na vida delas ( seja amor, carinho, atenção, saúde ou dinheiro). Algumas dessas pessoas podem ser maltratadas em casa, por exemplo. Por isso descarregam toda a frustração em ti.

4. Não conseguem lidar com os seus próprios problemas: Há pessoas que simplesmente não conseguem lidar com os problemas, ficam em pânico, e parece que nunca conseguem solucioná-los, que lhes foge do controlo. Portanto, gostam de ser rudes com os outros, porque é a única coisa que sentem que podem controlar, que podem controlar as emoções dos outros e destruir a felicidade deles. As pessoas que não conseguem resolver os seus próprios problemas acabam por querer este tipo de poder, controlar as emoções dos outros ( o que está um pouco relacionado com o ponto 2).

5. Não és tu o problema: No fundo,  tu não tens culpa das pessoas serem rudes contigo. Não é sobre ti, não tens de te sentir fraco/a ou estúpido/a. Não há nenhuma razão que justifique uma pessoa ser rude com a outra, mesmo quando esta comete erros ( afinal, errar é humano).



6.8.16

Combate ao acne com : La Roche Posay Effaclair Duo


Desde o início do meu estágio que a minha cara estava cheia de borbulhas, nunca a vi assim tão mal! Quando deixei de tomar a pílula, já há um ano, a minha cara tinha ganho algumas borbulhas, é certo, mas nada fora do normal. O stress deve ter sido um dos fatores desencadeadores deste ataque de borbulhas, mas entretanto decidi tomar medidas, e a primeira consistia em arranjar um creme hidratante adequado à minha pele.

Há uns tempos atrás comprei este creme hidratante facial porque uma farmacêutica me aconselhou, e também porque tinha ouvido falar que este fazia "milagres" na pele e fazia desaparecer as marcas do acne, bem como ajudava na sua cicatrização. Esperei algum tempo antes de escrever este post, porque o creme demora a atuar, e é preciso esperar algum tempo antes de ver alguns resultados.

Na embalagem, este promete resultados em seis semanas, e diz que é anti-marcas, anti-imperfeições, e corretivo. Na minha opinião, até cumpriu bem o que prometeu, mas não é assim nada de "milagroso" como o fazem parecer, mas isso depende de pessoa para pessoa. Se tiverem uma pele com apenas algumas borbulhas, este creme resolve o problema, mas se tiverem um problema de acne mais sério, este não poderá ser o vosso único tratamento, embora ajude bastante.

Tal como já disse, este creme demora tempo a atuar. Não sou uma blogger de moda, portanto vou-vos explicar numa linguagem muito leiga como atua: em primeiro lugar, vai abrir os vossos poros, fazendo com que por volta da 3º semana a vossa cara pareça extremamente oleosa e borbulhenta ( não se assustem a pensar que o creme vos está a causar uma reação alérgica, faz parte do processo), depois vai secar a vossa pele e o processo de cicatrização e remoção das marcas começa, fazendo com que a vossa cara esteja visivelmente melhor por volta da 6º semana.

Se usarem este creme e sentirem que a vossa pele está demasiado seca, aconselho-vos a usarem um creme hidratante da mesma gama deste para combinarem. Eu não tive essa necessidade, a minha pele não secou demasiado, portanto, o componente hidratante deste foi suficiente.

No meu caso, o creme resultou, removeu muitas marcas, melhorou o meu acne na cara, mas não foi o suficiente. Ainda tenho borbulhas na cara, pelo que fui na mesma a uma dermatologista, e comecei a tomar a pílula ( apesar da minha aversão às mesmas, mas pode ser que desta vez corra bem) também porque tenho acne noutras regiões do corpo. Mas este hidratante facial, vai sem dúvida, ser um elemento crucial no meu tratamento.

Cada caso é um caso, este creme só vos ajudará se tiverem também outros cuidados,  e não devem dispensar uma consulta a um dermatologista. Na maioria dos casos, estre hidratante é apenas um complemente a um tratamento de acne.

Este creme é relativamente acessível, podem encontrá-lo nas farmácias a um preço de 15 euros, se não me engano.


E vocês? Já o usaram? Qual é a vossa opinião?





5.8.16

O verdadeiro significado de " A idade é apenas um número"


Há uns anos atrás, quando eu entrei na adolescência, tive necessidade de me afirmar perante os meus colegas e adultos de que já não era uma criança. Comecei a preocupar-me mais com a aparência, a arranjar-me, a maquilhar-me, comecei a comportar-me como se fosse uma adulta ( muito embora não o fosse, ainda agora não o sou completamente)...Tudo coisas normais desta fase da vida.

O que não foi normal foi deixar de fazer coisas que gostava só porque considerava que isso eram atitudes infantis, que não iria parecer adulta aos olhos dos outros. Deixei de comer gomas, de comer algodão doce, deixei de andar nas atrações de parques de diversões, deixei de ver desenhos animados ( mesmo aqueles, como " The Simpsons", que à partida só os adultos é que entendem algumas piadas, descobri eu mais tarde)... Tudo para parecer adulta.

Olhando para trás agora, acho que tive uma atitude estúpida e, ironicamente, infantil ( exatamente aquilo que eu não queria ser). Tendo já percebido por experiência própria como tempo passa depressa, é ridículo desperdiçar esse tempo não fazendo o que se gosta só para parecer adulta.

Desisti de fingir que era adulta, e comecei a fazer tudo aquilo que gosto, tudo o que me apetece, independentemente da faixa etária a que essas coisas se reservam. Se me apetecer comer algodão doce num dia, como, nem que as outras pessoas achem que isso é mais para as crianças. Se me apetece andar num carrossel, nem que seja por nostalgia, ando, independentemente dos olhares que me lançarem. Se me apetecer ver desenhos animados, vejo ( ainda no outro dia vi " O Corcunda de Notre Dame" que estava a dar, por acaso, na televisão), mesmo que os meus pais me repreendam por estar a ver coisas infantis. Faço aquilo que me apetecer, sem me importar se se destina ou não à minha faixa etária.

Mas isto não só se aplica a vontades momentâneas. Também se aplica a realizarmos sonhos que achávamos que só podíamos realizar na infância. Por exemplo, muita gente tem o sonho de ir para o ballet, e não vai porque acha que se não começaram aos 4 anos, já são velhas de mais, já não tem a flexibilidade nem energia para tal ( eu era uma dessas pessoas). Depois de ler este texto, soube que isso era um mito. Há aulas de ballet para adultos, por isso se for essa a vossa vontade, agarrem-se à oportunidade e inscrevam-se. O mesmo aplica-se a quem quer tornar-se dançarino/a, ginasta, ou jogador de futebol. Podem já não chegar a profissionais ( ou podem chegar, quem sabe? Esta vida está cheia de surpresas), mas ao menos vão atrás daquilo que vos faz feliz.

Pode ser um cliché repetido já vezes sem conta até à exaustão, mas é verdade: A idade é apenas um número. E embora eu diga isto muitas vezes, só agora é que eu comprendi o seu verdadeiro significado. Temos que viver intensamente, e fazer as coisas  que nos fazem felizes, independentemente da idade a que supostamente se destinam. E não se preocupem com o que os outras pessoas pensam. Na verdade, elas estão demasiado concentradas nos seus problemas que nem vos julgarão por mais de 5 minutos.

4.8.16

Erros que bloggers com experiência cometem


A blogosfera está cheia de dicas para novos bloggers, para quem quer começar um blog, e cheia de posts sobre os erros que novos bloggers cometem, mas pouco se fala sobre os erros que os bloggers que já estão aqui há alguns anos e que já têm experiência comentem. Por isso, decidi falar sobre isso hoje.

Já estou há quase  dois anos na blogosfera e, embora não considere que já seja uma blogger com grande experiência e que estou aqui há muito tempo, estou há tempo suficiente para já ter alguma experiência e para saber do que estou a falar. Certamente que bloggers que estão aqui há mais anos do que eu escreveriam este post de maneira diferente, mas este é o meu ponto de vista.


1. Pensar que o crescimento do blog vai ser sempre exponencial: No início, todos os bloggers "falam para o boneco" mas, passado algum tempo, os seguidores começam a aparecer. Os primeiros meses de existência do blog vão passando, e cada vez temos mais leitores. A maioria dos bloggers, perante esta situação, tende a pensar que a partir do momento em que alcançam esta fase, vai ser sempre assim, continuam a escrever o mesmo de sempre, e os seguidores vão aumentar sempre. Infelizmente, não é assim. É verdade, seguidores novos trazem mais seguidores, quer seja por sugestão do blog entre amigos, quer seja por sugestão no Twitter, ou por aparecer nos recomendados do Bloglovin. Não basta chegar aos 500 seguidores, e parar de se esforçarem com os posts. Se não aumentarem ou pelos menos manterem a consistência e a qualidade dos posts, os vossos seguidores vão diminuir.

2. Não continuar a comentar outros blog: No início do blog, todos nós tivemos que comentar blogs por meia blogosfera para nos darmos a conhecer e ao nosso blog, bem como para nos envolvermos com a comunidade. No entanto, não podem chegar a uma fase dita " estável" do vosso blog e pensar " agora que tenho um número considerável de seguidores já não vou comentar nada, isso é para os novos, eu tenho uma imagem profissional a manter, e agora os seguidores têm que vir ter comigo". Além de as pessoas poderem esquecer que vocês existem por mal andarem pela blogosfera, é mesmo mau comentarem outros blogs com a única finalidade de se divulgarem. Mesmo que não precisem de divulgar o vosso blog(?), é importante comentar outros, para que os bloggers que vocês gostam sintam que têm feedback.

3. Não experimentar novas coisas: Lá porque certos tipos de posts estejam a ter sucesso entre os vossos leitores, não quer dizer que tenham que fazer sempre esses mesmos posts até à exaustão. De certo que têm uma maneira de escrever e organizar os posts que é a vossa imagem de marca, mas estar sempre a fazer o mesmo não vos irá levar muito longe, muito pelo contrário, poderão perder seguidores. Por isso, o meu conselho é que de vez em quando escrevam posts diferentes, façam algo diferente, para continuar a cativar os vossos seguidores. Não estou a dizer para largarem os posts que se tornaram na vossa imagem de marca, só estou a dizer para experimentarem novas coisas de vez em quando. Faço muitos posts com dicas e em listas, mas de vez em quando, gosto de arriscar e fazer algo diferente, e falar sobre moda ou temas sobre atualidade, por exemplo.

4. Esquecerem-se do motivo pelo qual começaram o blog: Todos os bloggers já passaram por fases más, em que parece que não temos inspiração nem vontade de escrever nada, e nessas alturas é muito fácil esquecermo-nos do que nos levou a começar um blog. E assim que muitos desistem e deixam para trás aquele que poderia ter sido um blog genial. Quando se sentirem desmotivados, lembrem-se da razão pela qual começaram o vosso blog, escrevam essa razão em frente à secretária onde escrevem e publicam posts, escrevam uma lista com prós e contras sobre a blogosfera e sobre se vale mesmo a pena continuar, ... Se nada disto resultar, considerem fazer uma pausa no blog, uma espécie de férias da blogosfera, como vou falar a seguir.

5. Não tirar "férias" da blogosfera: Mesmo que o vosso blog seja um hobbie,  é importante tirar férias do vosso blog. Se estão aqui há algum tempo, já devem ter percebido que nem tudo é um mar de rosas, e que manter um blog pode assemelhar-se muito a um emprego, porque têm de estar constantemente a escrever posts e a editá-los, procurar imagens, responder a comentários e e-mails, atualizar o layout,...(obviamente que não é tão cansativo como um emprego de médico ou de professor, mas vocês perceberam a comparação) .Tal como um emprego, pode ser mesmo esgotante, e se tiram férias do vosso emprego, porque não tiram tambbém férias da blogosfera? Se andam desmotivados e pouco inspirados, isso pode ser "uma lufada de ar fresco" para vocês. Desliguem o computador, desliguem-se das redes sociais, saiam, apanhem ar puro, façam compras, estejam com os amigos,... Façam tudo o que quiserem. Vão ver que vão voltar com muita mais inspiração, e o vosso blog e seguidores agradecem. Não façam é pausas de 6 meses do blog. Façam 1 ou 2 semanas, um mês no máximo ( e um mês já é puxado, aí já se arriscam a perder seguidores). Já fiz um post sobre este assunto aqui. Há um ano atrás, tirei férias do blog, e fez-me mesmo bem. Descansei, mudei o layout do blog e voltei como nova! Este ano, estou a considerar tirar umas férias do blog outra vez ( afinal, tenho escrito nele sem parar há mais de um ano), mas estou com tantas ideias de posts e tanta vontade de escrever que não posso desperdiçar. Talvez as tire no final das minhas férias de verão, e mesmo assim será com posts agendados, para isto não ficar parado.


E vocês? Quais são os erros que acham que os bloggers com experiência cometem?

3.8.16

O bullying não é normal


Estamos em 2016 e as pessoas ainda acham que o bullying é normal, faz parte da vida escolar, faz bem às vítimas porque as torna mais fortes. Já não vou falar das pessoas estúpidas que acham que o bullying é como a seleção natural, em que os mais mais fracos são eliminados.

Quem nunca sofreu bullying não imagina as marcas que deixa numa pessoa, marcas essas que podem ficar para toda a vida. Estremeço só de de pensar no que sofri no 3º ano, de cada vez que passo pela escola primária onde andei durante apenas um período ( antes de mudar para a escola onde andei até ao 9º ano). Mas estremeço ainda mais quando penso nas crianças/jovens que estão a sofrer isto nos dias de hoje, na  era das redes sociais e dos smartphones, em que tudo pode ser filmado e publicado na Internet em segundos.

Estamos numa sociedade que ainda considera que o problema do bullying é das vítimas, pois não são capazes de se integrar numa escola e de se defender.  O verdadeiro problema aqui são dos bullys que, na maioria das vezes, são pessoas inseguras, que sentem que só conseguem ser mais confiantes e ser mais populares se rebaixarem os outros. Mas essas pessoas raramente são castigadas por aquilo que fazem, a não ser em casos extremos, em que espancam uma pessoa e o vídeo vai parar à net, e mesmo assim, o castigo que recebem não chega a ser conhecido ou é pouco claro, e dá a sensação que as pessoas em questão nao chegam a ser punidas. Na maioria dos casos, o bullying é psicológico, é silencioso, e a vítima não tem coragem de denunciar o problema, com medo der ser gozada tanto pelos colegas como por pais ou mesmo professores.

Como vos disse, eu no 3º ano fui vítima de bullying, numa altura em que ainda mal se ouvia esta palavra. Tinha acabado de me mudar de uma aldeia para Braga, e estive nesse escola durante apenas um período, mas foram feitos estragos suficientes para me deixar marcas para a vida. Querem saber a razão estúpida pela qual gozavam comigo? Porque eu era filha de um professor, que conhecia a minha professora primária. Fui gozada pelo simples facto da minha professora ter me apresentado como "filha de um colega nosso". Os meus colegas sentiram-se ameaçados, pensavam que eu podia ter acesso aos testes e tirar melhor nota do que eles, pensavam que eu iria ser a queridinha dos professores que iria denunciar todas as asneiras que eles fizessem, e que iria apontar o dedo ao aluno que estivesse a copiar durante um teste. Por ser filha de um professor, algo que eu não tinha absolutamente controlo nenhum, fui gozada. Os meus colegas acharam que tinham de dar uma lição a essa convencida ( AKA, eu?).

Fiz tudo o que é suposto uma vítima de bullying fazer nestes casos. Primeiro denunciei os bullys à minha professora, mas ela simplesmente mandou-me voltar para o recreio e ir brincar ( olhando para trás, até a compreendo, nem ela conseguia controlar aquela turma barulhenta). Disse aos meus pais o que se passava e eles, apesar de me terem mudado de escola ( o que eles já iriam fazer de qualquer das formas, estavam à espera de vagas num colégio), acharam-me uma fraca e estúpida (mas mais tarde, quando souberam a história toda, compreenderam-me e apoiaram-me). Escusado será dizer o que é que as outras pessoas acharam acerca disto.

Nos anos seguintes, sofri bullying, mas em doses bastante menores. Sobretudo porque, nessa altura, já tinha um grupo de amigos e defendíamo-nos mutuamente, e também porque já sabia lidar melhor com a situação, já sabia que o problema não era eu, mas sim de quem o fazia. A turma do meu básico tinha um grupo de raparigas bastante conflituosas, que gostavam de causar problemas a toda a gente. Houve uma rapariga que sofreu bastante, porque lhe chamaram gorda, e teve problemas de anorexia. Felizmente, eu e os meus amigos falamos  dessa rapariga aos professores, e ela teve a ajuda de que precisava. Mas na maior parte dos casos isso não acontece.

Sofri durante anos de insegurança, mesmo quando já não sofria bullying. Ainda agora sinto-me insegura de vez em quando, quando as coisas não correm bem. Tenho autoestima, tenho um grupo de amigos que me apoiam, tenho uma vida social boa, mas ainda tenho marcas do que sofri.

Em todo o meu percurso escolar, tentei intervir sempre que via pessoas a gozarem com outras (claro que não intervim nos casos de lutas entre rapazes, por razões óbvias, ainda me batiam a mim.). Mas este problema não vai acabar enquanto a sociedade achar que o bullying é normal, e as crianças/jovens acharem que não podem intervir porque senão estão fora do grupo de amigos "fixes".