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12.12.15

O que fazer quando te sentes um pouco perdido(a).


Todos nós nos sentimos um pouco perdidos em algum momento da nossa vida. Sentirmo-nos perdidos pode parecer bastante assustador: por momentos, esquecemo-nos do que nos faz feliz, andamos tristes, desorientados e sem rumo...
Este ano, houve tantos momentos em que me senti assim, com a sensação de não saber o que eu estava a fazer ou para onde eu estava a ir.( como podem ver num  post  recente que fiz aqui). Felizmente,  certas coisas como a lista abaixo que ajudaram-me  a ultrapassar estes momentos mais difíceis.

1.Escreve os teus valores e os teus objetivos: Em alturas como estas, é muito fácil esquecermo-nos de quem somos e para onde vamos. Por isso,  o melhor que tens a fazer é pegar num papel e escreveres os teus valores ou objetivos. Podes também escrever no PC.  Onde quer que escrevas, é importante que tenhas sempre acesso a isso, para te lembrares quando estiveres mais em baixo.

2. Relembra-te daquilo que realmente queres na vida: Nunca cometas o erro de escolheres uma coisa que apenas queres momentaneamente, em vez de escolheres aquilo que realmente queres e que te faz realmente feliz.

3. Pensa no que realmente te faz feliz e no que não faz: Parece um pouco parecido como o ponto anterior, mas não é. Aqui trata-se de valorizar o que te faz mais feliz, e remover da tua vida tudo aquilo que não te faz feliz e que só traz negatividade.

4. Pensa no que já conquistaste: Não penses nos objetivos que ainda te faltam atingir, olha para trás e vê aquilo que já conseguiste atingir.

5. Não há tempo limite para atingir os teus objetivos: Muitas pessoas só conseguiram realizar os seus sonhos após muitos anos de falhanços e desilusões. O primeiro  livro da famosa saga "Harry Potter" foi recusado por várias editoras, até J.K Rowling, aos 28 anos, conseguir publicá-lo. John Pemberton criou a famosa marca "Coca-Cola" com 55 anos. Preciso de dar mais exemplos?

6.Fala com um familiar/ amigo teu sobre as tuas preocupações: Às vezes basta uma boa conversa com uma pessoa que gostamos e que nos compreende para tudo voltar ao normal.

7. Lembra-te que nada é permanente: Não há bem que dure para sempre, mas felizmente o contrário também é verdadeiro. Respira fundo, e pensa que melhores fases na tua vida virão.

8. Valoriza o presente e aproveita mais o momento: Às vezes, preocupamo-nos tanto com o futuro, que começamos a sentir-nos perdidos e sem rumo. Valoriza mais aquilo que tens no presente, e aproveita todos os momentos, porque o tempo passa no instante ( este ano para mim passou a voar).

9. Para de comparar o teu "capítulo inicial" ao "capítulo 20" de alguém: Não estejas sempre a comparar a tua vida à dos outros. Muitas vezes, as outras pessoas já passaram por mais que tu e já têm outras experiências de vida que tu não tens. Mantém a calma e concentra-te nos teus objetivos, em vez de pensares só no que os outros já atingiram.

10. Lembra-te que não és a única pessoa a sentir-te assim: Sentirmo-nos perdidos é uma coisa que acontece a todos em algum momento da nossa vida, por isso não te culpes por isso.

O que fazem quando se sentem perdidos(as)?

11.12.15

Blogs: Mais editoriais e menos pessoais?


Ultimamente, tenho constatado que há uma nova tendência que se têm espalhado pela blogosfera. Não é uma tendência que se verifique propriamente na blogosfera portuguesa ( e ainda bem), está a verificar-se mais na blogosfera internacional: os blogs têm se tornado cada vez mais editoriais, ou seja, como se fossem mais uma revista online, e têm se tornado cada vez menos pessoais.

Esta tendência está a alastrar-se ainda mais desde que há uns tempos atrás, a famosa blogger de moda Chiara Ferragni, do blog "The Blonde Salad" decidiu mudar o conceito do seu blog, tornando-o menos pessoal e mais editorial, com conteúdos que facilmente apareceriam numa revista de moda.

A blogosfera já sofreu várias mudanças antes. Se recuarmos ao ano de 2008 (ano em que os atuais blogs de sucesso foram criados), podemos verificar que a blogosfera era bastante diferente do que é hoje: na altura, quase todos os nossos amigos tinham um blog ( e em que os subscritores eram apenas amigos e familiares), com design pré-feito do blogger ( que muitas vezes tinham um fundo muito escuro, tonando a leitura mais cansativa), com aquelas músicas irritantes que começavam a tocar quando entrávamos no blog, e em que  os posts do blog eram simplesmente humorísticos ou narrar acontecimentos do dia, nada de muito interessante basicamente.  Ninguém diria nessa altura que os blogs evoluiriam de tal modo que um dia fossem o emprego de alguém. Passado 2 anos, muitos dessas blogs ao estilo de " redes sociais em que escrevo para aqui umas barbaridades" desapareceram. Mas alguns blogs resistiram ao tempo e evoluíram, até aquilo que a blogosfera é hoje.

A blogosfera atual é muito diferente da blogosfera de 2008: os designs dos blogs  são mais bonitos e elaborados ( no sentido de precisarmos de mexer no CSS e HTML para ficar uma coisa decente), a uma maior preocupação com o conteúdo dos posts ( para escrever as barbaridades de antigamente temos o facebook), os subscritores de um blog vão muito para além dos amigos e familiares,...  No entanto, o conceito de um blog pessoal, onde partilhamos um pouco de nós, esse manteve-se inalterável.

Fui a favor de todas estas mudanças que a blogosfera sofreu, mas não sou a favor desta. Na minha opinião, um blog deve ser pessoal, deve mostrar um pouco de nós, da nossa personalidade, aquilo que nos diferencia de outros blogs. Claro que pode ter alguns colaboradores ou " guest posts", mas se exagerarmos nisso, o blog deixa de ser nosso e passa a ser escrito por uma equipa formada por várias pessoas.

Porquê ter antes um blog mais pessoal e em vez de ser editorial? Vou dar um exemplo da importância de um blog pessoal. As pessoas comprarão mais facilmente um produto x visto num blog pessoal, porque um blogger  que é uma pessoa normal como elas e de que tanto gostam aconselhou esse produto. Se essas pessoas tivessem visto esse produto numa revista, o mais provável é que não o comprassem, porque todos sabemos que há sempre interesses por de trás de quem trabalha nestas revistas. E isto é só um exemplo.

Claro que os blogs  são muito mais importantes do que só para publicitar produtos. Os  bloggers que estão por de trás dos blogs que seguimos são uma fonte de inspiração para nós, as histórias que partilham nos seus posts inspiram-nos, e gostamos de saber mais sobre esses bloggers, sobre a sua vida, sobre as suas lutas... Todo este conceito se perde quando um blog se torna mais editorial. Em primeiro lugar, porque já nem sabemos quem é a pessoa que está por detrás do blog, uma vez que este tem demasiados colaboradores e "guest" posts. Em segundo lugar, porque todos os posts escritos parecem saídos de uma revista e impessoais, sem personalidade nenhuma. Para ler blogs assim ( que nem o nome de blogs deveriam ter, são mais sites profissionais), compro mais rapidamente uma revista, que é escrita por jornalistas que tiraram uma licenciatura, do que uma pessoa ou pessoas totalmente "random" que lembraram-se de escrever uma espécie de revista online e que julgam marcar as tendências.

Resumindo: na minha opinião, os blogs devem ser mais pessoais e menos editoriais, devem transmitir um pouco da personalidade do blogger ( para  os subscritores se poderem identificar com ele).  Gosto de blogs escritos por pessoas com quem eu me possa identificar, que parecem viver num mundo normal, com as mesmas lutas e problemas de uma vida normal. Não gosto de ler blogs escritos por pessoas que nem se dão a conhecer aos seus leitores , e que escrevem posts sobre coisas que nada têm a ver com o meu dia-a-dia, e que estão completamente desfasadas do mundo real.


10.12.15

O amor (não correspondido) entre a Cherry e os saltos altos.


Adoro saltos altos! Acho que estes sapatos não servem só para pôr uma mulher mais alta, mas também para lhe dar mais elegância e para lhe dar um ar mais sexy. Agora se os saltos altos me adoram a mim, isso já é outra história.

Não tenho jeito nenhum para andar de saltos altos. E quando digo que não tenho jeito nenhum, não tenho mesmo jeitinho nenhum, sou uma desgraça. Achei que um bocadinho de prática iria resolver o meu problema, mas após a gala que foi há umas semanas atrás, cheguei à conclusão que sou um caso falhado, que mais vale desistir.

Como já devem ter percebido, fui de saltos altos para esse jantar de gala. E digamos que os saltos eram um bocado altos e tinham um tacão agulha. Que erro enorme!

Ao contrário do que eu pensava, consegui sobreviver quase à noite toda. No entanto, este "quase" estragou tudo. Ia eu, toda feliz da vida, para o carro do meu pai, a descer o paralelo que era bastante inclinado quando caio de joelhos no chão! E só não me espatifei toda porque não estava bêbeda ( nem sequer bebi), por isso meti as mãos no chão a tempo. Pensei " acho que ninguém me viu, vou mas é sair daqui enquanto é tempo." Mas como uma queda não foi suficiente para aprender a lição, levantei-me , dei um passo em frente e espeto-me outra vez no chão, porque afinal um tacão ainda estava espetado no paralelo. Se da primeira vez ninguém me tinha vista, desta já viram. Quase que apareci no jornal académico da minha universidade! Quem me viu cair deve ter pensado " Pobre caloira, bebeu mesmo até cair". E eu que nunca bebo, e nem nessa noite bebi! Mas voltando à cena, lá tirei os meus saltos e fui descalça para o carro, com a pouca dignidade que me restava.

Não tenho mesmo jeito para andar de saltos altos, está visto. Desisto! Para a próxima vou de sapatilhas para o jantar de gala. Pode não ser muito elegante, mas talvez assim eu viva mais uns anos.

9.12.15

10 maneiras de relaxares quando só tens 10 minutos.


Atualmente, a maioria de nós leva uma vida bastante agitada e stressante, com o trabalho/escola, com listas de tarefas e responsabilidades intermináveis, prazos a cumprir, pressão para corresponder às nossas e às expectativas dos outros... E no meio disto tudo, muitas vezes é difícil arranjar tempo para relaxarmos e recuperar energias. Muitas vezes, só temos 10 minutos para descansar e organizar as ideias, e é difícil conseguir aproveitar esse tempo.

Mas as seguintes dicas a seguir vão te permitir relaxar e" recarregar baterias" em menos de 10 minutos:

1.Ouve algumas músicas relaxantes: Não precisam de começar a ouvir o Mozart ou o Beethoven, também não exagerem. Ouçam músicas com um ritmo calmo, ou se quiserem podem optar por músicas com ritmo e divertidas, se isso vos ajudar a aliviar o stress. Vários estudos científicos comprovam que ouvir música ajuda a diminuir a pressão sanguínea e a aliviar o stress.

2. Faz um pequeno passeio: Por vezes o nosso stress resulta de estarmos muito tempo fechados numa divisão a fazer uma coisa. Sai de casa, do teu trabalho ou onde quer que estejas e vai dar um passeio, para apanhares um pouco de ar puro e voltares com a energia reforçada.

3. Fala com um amigo/ familiar teu: Às vezes tudo o que precisas é de uma conversa com alguém em quem confies e que te compreenda para todos os teus problemas se resolverem ( ou pelo menos esquecê-los por momentos). Liga ou encontra-te com  alguém como a mãe, pai ou um amigo. Podes falar sobre os teus problemas ou simplesmente ter uma conversa agradável com eles.

4. Escreve num caderno/diário: Para mim, escrever tem sempre um grande poder relaxante. Escreve sobre as tuas preocupações, o que aconteceu no teu dia, os teus problemas. Quando escreves um problema em papel, este torna-se mais claro e mais objetivo, sendo mais fácil de encontrar a solução para o mesmo. Podes optar também por escrever os teus valores, objetivos e sonhos, para te certificares que não perdes a tua motivação e que estás a ir no caminho certo.

5: Vê um álbum antigo: Quer seja o álbum das tuas férias passadas, do Natal ou dos tempos da tua infância, ver fotografias é sempre algo muito bom para relaxares, recordares bons momentos e recordares-te de coisas que já nem te lembravas.

6. Mima-te: Por vezes, o que precisas mesmo num dia stressante é de te mimares e recompensares. Podes pintar as unhas, comer o teu chocolate favorito ( e esquecer as calorias por momentos), beber um chá,... Mas come "comida de plástico" com moderação, para o prazer não se transformar em arrependimento no dia a seguir ( ou no dia em que subires à balança).

7. Navega pela Net: Se precisas de um pouco de inspiração ou apenas de rir , navega pelos teus blogs favoritos ( ou descobre novos), navega pelo feed do facebook e do Instagram, ou vê vídeos no Youtube de gatos super fofos ( este último resulta sempre comigo quando estou stressada. Os gatos são a coisa mais fofa do mundo)!

8.Escreve uma wishlist: A palavra compras por si só já tem um efeito relaxante ( ou só sou eu, que sou uma consumidora compulsiva?). Mas uma vez que  não tens tempo para ir para as compras, sempre podes escrever uma lista de coisas que precisas ou que desejas. Mas tenta não escrever coisas demasiado caras na lista, para a tua conta bancária não sofrer.

9. Lê: Quer seja um livro ou uma revista, o importante é que estás a abstrair-te dos teus problemas e preocupações, o que ajuda a recuperar a tua concentração, para poderes voltar ao trabalho com mais energia.

10. Respira fundo: Por vezes, tudo o que tu precisas é de sentares-te, fechares os olhos e respirares fundo. Tem calma e pensa que tudo vai correr bem.

Espero que as minhas dicas tenham ajudado.

Quais são os vossos truques para relaxar? Usam alguns destes?


8.12.15

A Teoria de Maslow não faz sentido!


Na história da Psicologia, sempre surgiram diversas teorias acerca de um determinado assunto e muitas, nunca estão completamente corretas.

No meu curso ( Enfermagem), tenho uma cadeira chamada Fundamentos de Enfermagem I, em que basicamente ensinam-nos coisas como a história de enfermagem, o código deontológico, mas também damos algumas matérias relacionadas com Psicologia, como a Motivação Humana. E , recentemente, dei na aula a Teoria de Maslow.

Nunca concordei com a Teoria de Maslow, em que há uma pirâmide de necessidades, sendo o 1º nível as necessidades básicas ( fome, abrigo,etc.) e o último nível a auto-realização.

O pressuposto principal desta teoria é que se o ser humano não tiver as suas necessidades básicas satisfeitas nunca poderá chegar à auto-realização. Ora, segundo esta teoria, uma pessoa que nasça numa família pobre, que viva numa casa sem condições e que passe fome nunca atingirá os seus objetivos e nunca será ninguém na vida.

Obviamente que esse é, infelizmente, o destino de muitas pessoas, mas não é de todas. E tenho pessoas na minha família que são provas disso. Tenho familiares meus que foram pobres em criança, passaram fome e, que mesmo assim, conseguiram ser alguém na vida e atingir os seus objetivos. E, segundo Maslow, isso não seria possível.

Eu acho que, por vezes, o facto de uma pessoa ter poucas coisas  viver miseravelmente só lhe dá mais vontade de seguir os seus sonhos e atingir os seus objetivos, para poder mudar a sua vida e viver de uma forma mais feliz.

Outra coisa que não concordo nesta teoria é que estas necessidades não deviam estar dispostas numa pirâmide, em que apenas subimos de nível. Uma  pessoa pode  não ter as minhas necessidades sociais satisfeitas, por exemplo, mas sentir-se  realizada no seu trabalho ( que corresponde ao último nível da pirâmide).

Além disso, nem todas as pessoas têm as mesmas necessidades. Por exemplo, vejamos a minha pirâmide de necessidades:



Brincadeiras à parte :acho que as coisas não podem ser tratadas de uma forma tão linear.


4.12.15

Life Update: Época de exames ( e frustração).


Sei que ultimamente não tenho escrito com tanta frequência no blog e, embora vos já te justificado a razão de não estar quase a publicar nada, sinto que estou a falhar para com vocês e este blog. Por isso, decidi fazer este post para ficarem a par do que se passa na minha vida.

Estou a entrar mesmo em plena época de exames. Ultimamente, tenho estudado dia e noite para conseguir estudar toda a matéria, que é imensa, e que parece que nunca deixa de acumular. Já me tinham dito que na universidade tínhamos que estudar pilhas de matéria para cada exame, mas uma coisa é saber isso, outra coisa é estar mesmo a passar agora por isso. Já tenho mais apontamentos e resumos que no meu secundário inteiro!

Estou a esforçar-me ao máximo. Estou mesmo a dar tudo o que tenho. Mas às vezes sinto que este esforço não é suficiente. Sinto que ainda há muito para estudar, que ainda há muito para saber. E já só tenho 3 dias até ao meu primeiro exame, que é o cadeirão deste primeiro ano ( Anatomia), para agravar ainda mais a situação! E adicionem a isto  ter aulas toda a tarde e só poder estudar de manhã e à noite ( sendo que à noite, uma pessoa já está tão cansada que nem memoriza as coisas).

Desde o início do ano que tentei manter um estudo contínuo, porque sabia que a matéria acumulava depressa. Fui a todas as aulas, estudei todos os dias, tirei dúvidas com colegas mais velhos e professores... Mas agora, que estou a 3 dias do exame, a matéria ainda não parou de acumular e confesso que estou a começar a entrar em pânico! Já estou a imaginar algumas pessoas que estão agora a ler isto a dizer " Isto não é o secundário" ou " Habitua-te que a universidade é assim"... Sim, já me tinham dito isso antes de eu entrar para a universidade, mas isso não diminui o meu medo.

A frustação é muita. Por mais que estude, parece que nunca consigo estudar tudo, parece que nunca sei tudo. Às vezes, parece até que as matérias não me entram na cabeça. E quando estou a fazer intervalos no estudo, como estou a fazer agora para escrever este post, sinto-me um pouco culpada por não estar a estudar.

Tenho medo de falhar. Há tanta coisa que está em jogo. Estudei 12 anos a fio para poder estar no curso que estou hoje. Sempre fui boa aluna, sempre me esforcei, sempre tirei boas notas. Não quero chegar agora a universidade, depois de ter passado por tanta coisa, e deitar tudo por água abaixo. Ouço muitas histórias de pessoas que tinham 18 e 19 no secundário e que chegaram a universidade começaram a tirar negativas e a deixar cadeiras para trás. E eu não quero que me aconteça o mesmo comigo. Fico logo nervosa e maldisposta só de pensar nisso.

Não quero sobretudo desiludir os meus pais. Os meus pais esforçaram-se desde sempre para que eu pudesse andar nas melhores escolas, para que eu tivesse condições para estudar, para que nada me faltasse... Não quero desiludi-los agora, depois de tudo o que já atingi e de tudo o que já consegui ultrapassar.  Mas, acima de tudo, tenho medo de estar a falhar para comigo própia.

(Peço desculpa por este post, escrito num tom mais de desabafo. Mas sinto que , dado a minha ausência, devo a minha sinceridade a vocês.)

3.12.15

Está oficialmente aberta a época de Natal!



Está oficialmente aberta a época de Natal! Já se sente o espírito natalício: já se fiz a minha árvore de Natal, já comi os primeiros  chocolate do meu calendário do Advento ( bem, na verdade, já comi quase o calendário inteiro, mas fica um segredo entre nós...) e Braga iluminou-se, ontem, com as luzes de Natal ( digam lá que se não está uma vista linda?).

Adoro a época de Natal. É das minhas épocas preferidas ( adoro igualmente o Verão). Há sempre uma certa magia no ar, um certo ambiente de paz e de harmonia ( apesar de, infelizmente, sabermos que nem todos as zonas do mundo estão em paz, neste momento),as pessoas parecem andar mais felizes, esquecemo-nos que temos problemas temporariamente... Adoro, adoro!

Este ano, como já vos contei, só não vou adorar mais o Natal, por ter que estudar para os meus exames de Janeiro. Um ato muito cruel, na minha opinião. Não se faz. Lá se vão as tardes no sofá a ver filmes natalícos, lá se vão as minhas leituras de natal...

 Mas lá por ter exames, não quer dizer que não arranje uns diazinhos para fazer umas comprinhas de Natal. E a minha lista já é enorme ( já do dinheiro da minha carteira não se pode dizer o mesmo, mas não falemos em desgraças).

E vocês? O que adoram no Natal?