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1.3.17

Livro: Bloom


Como já devem ter lido aqui, já há algum tempo que sigo a youtuber Estée Lalonde, e adoro-a! Não é a típica youtuber de beleza que só fala de produtos de maquilhagem, ela é também uma pessoa extremamente inspiradora, com uma história de vida incrível ( saiu do Canadá para ir para Inglaterra, aos 19 anos, para viver com o seu namorado, que conheceu online), e que partilha dicas muito úteis sobre os mais variados assuntos, desde assuntos mais banais, como moda, beleza e decoração, até assuntos mais sérios como a imagem corporal, relacionamentos e confiança.

Portanto, como devem calcular, quando soube que a Estée iria lançar um livro, eu quis imediatamente lê-lo. Entretanto, o livro foi lançado, mas como eu andava muito ocupada com frequências e trabalhos, não o consegui ler logo. Porém, há 10 dias atrás encomendei o livro pela Wook, e quando a caixinha com este finalmente chegou a minha casa, há uns dias, eu literalmente pulei de alegria!  Devorei-o em dois  dias ( e só não o devorei em um por causa dos trabalhos do estágio), e hoje partilho com vocês a minha opinião.

Sinopse


No livro " Bloom", Estée Lalonde partilha as coisas, momentos e pessoas que a tornaram aquilo que ela é hoje, e partilha dicas sobre como ter sucesso na vida. 


A minha opinião


Esta é daquelas reviews que são difíceis de escrever porque, por mais palavras que eu diga, acho que nenhuma faz justiça nem consegue definir o quanto este livro foi inspirador para mim.

Antes de mais, muito amor pelas edições originais! Já tinha constatado que a edição original do livro " Fantastic Beasts" era muito mais bonita que a traduzida ( que vi há pouco tempo numa livraria, e que me fez dar graças a Deus por me terem dado a versão original). Por algum motivo desconhecido, em Portugal nunca fazem livros com capa dura, pelo que esse é um dos aspetos bastante positivos de ler livros em inglês ( outro dos aspetos bastante positivos é estarmos a ler tudo direitinho, sem traduções manhosas). 

O livro "Bloom", além de ter a capa dura, tem um design lindíssimo! Nota-se que foi tudo pensado ao pormenor! É um livro muito apelativo ao olhar, com texturas interessantes e com cores pastel deslumbrantes. No interior do livro, também há bastante cuidado com a aparência: cada capítulo tem uma cor suave correspondente, os diferentes tamanhos da letra criam secções que facilitam mais a leitura, existem fotos da Estée e tiradas por ela em muitas páginas,... Não se deve julgar os livros pela capa, mas um livro com um design como este dá logo vontade de o devorar!

"Bloom" significa, em português, "florescer", e acho que a Estée não poderia ter escolhido título melhor. O livro acompanha, de facto, o seu "florescer", desde as fases difíceis que atravessou na sua infância e adolescência, até ao sucesso que atingiu hoje, na casa dos 20 anos. 

O livro é um retrato honesto e genuíno da vida da youtuber, das fases difíceis que viveu, dos seus melhores e piores momentos, das suas conquistas, das pessoas que se cruzaram no caminho dela e as que hoje ainda a acompanham, das experiências que viveu, e de tudo aquilo que aprendeu até agora. A Estée vai contando episódios da sua vida sempre com o propósito de, no final de cada história, dar uma lição aos leitores, ajudar a que estes ultrapassem algo, ou a mostrar apenas de que não estão sozinhos nas lutas que possam estar a travar.

"Bloom" está dividido em vários capítulos que podem ser lidos de forma aleatória, embora eu aconselhe a lerem de forma cronológica para uma melhor compreensão da vida da youtuber. Alguns dos capítulos que podem encontrar no livro são sobre pessoas, moda, beleza, decoração, vida , e ainda sobre viagens ( provavelmente, o meu favorito de todos!).

Bloom é um livro que fala de problemas sérios como a depressão, a ansiedade, os problemas de imagem corporal, mas é também um livro sobre crescer, aprender com os erros, ter pensamentos positivos e, no geral, viver de forma mais alegre e positiva. A Estée conta todos os problemas e obstáculos que ultrapassou, mas sempre de forma muito leve e com uma conclusão positiva.

A leitura é bastante acessível, tem um inglês bastante simples e básico, que conseguem ler facilmente sem estarem amarrados a um dicionário.

É um livro inspirador para adolescentes e jovens adultos à procura do rumo da sua vida. "Bloom" inspira-nos a descobrirmos também o nosso caminho, a não desistir perante as dificuldades, a sorrir e a descobrirmos e apreciarmos a beleza nos pequenos detalhes do dia a dia. Foi um livro que me fez sorrir, que me emocionou com a história de amor da Estée e do Aslan (também quero um relacionamento assim!), que me deu dicas de moda, beleza e decoração, que me inspirou a ser a melhor versão de mim mesma, e que me deu ânimo para ultrapassar os obstáculos com que me deparo no momento. 


E vocês? Já leram o livro "Bloom"? O que é que acharam?

(Foto: da minha autoria).

26.12.17

Os 7 livros que mais gostei de ler em 2017

Os 7 livros que mais gostei de ler em 2017

Para quem adora ler livros, eu ando a ler poucos. Em 2016 li 20 e tal e, embora me tenha esforçado para ler mais, não ultrapassei esse número este ano. Torna-se um bocado difícil ter vontade de ler quando se tem que muito que estudar, muitos trabalhos de faculdade e afins. Mas, ainda assim, este ano esforcei-me para ler mais livros sem ser no verão ( a época do ano em que eu leio mais livros) e, para o ano que vem, que vai ser maioritariamente com estágios, penso que será mais fácil de ultrapassar este número e dedicar-me mais a uma das minhas paixões.

Apesar de tudo, em 2017 li livros verdadeiramente inspiradores. Li mais histórias biográficas, li mais livros em inglês ( e já os consigo ler sem recorrer a dicionários), comprei edições lindíssimas e li aquela que se tornou a minha saga favorita de sempre. Estes foram os livros que mais gostei de ler em 2017.


1. Bloom: Este foi o primeiro livro que li em 2017, e não poderia ter começado o ano logo de melhor forma. " Bloom" é um livro escrito por uma das minhas youtubers favoritas, a Estée Lalonde, e é puro amor. Não só ficamos a conhecer a youtuber através da leitura deste livro, como ficamos com lições sobre vida, amor, autoestima, carreira e superação gravadas na memória e no coração. Foi um livro que me inspirou em todos os sentidos, pela leitura em si, por aquilo que aprendi, pelo design lindíssimo ( adoro livros de capa dura!), e que de vez em quando ainda releio ( review aqui).

2. #Girlboss: Esta é a segunda história biográfica que eu li em 2017 ( dá para perceber que eu ultimamente ando numa de biografias, não é?). Falaram tanto, mas tanto deste livro que eu tive mesmo que comprar para formar a minha própria opinião. Estava curiosa para saber se este livro era apenas mais um daqueles que têm uma capa muito bonita mas que só serve para os flatlays do Instagram ou se tinha realmente conteúdo. Mas tem e muito bom! Ao contrário do que muitos pensam, este livro não nos irá ensinar a construir um império multimillionário como a Sophia fez. Mas ensina-nos muitas lições de vida e de carreira ( as de carreira foram mesmo úteis para mim, agora que estou na reta final do meu curso e o mundo do trabalho está a aproximar-se a passos largos) e que qualquer uma de nós pode ser #Girlboss independentemente dos seus recursos, passado e defeitos, basta ter persistência, muito trabalho e a atitude certa ( review aqui ).

3. Saga Harry Potter: Acreditam que eu cheguei aos 20 anos de vida sem nunca ter lido um livro do Harry Potter? Eu sei, eu sei, devia ser crime, sobretudo por ter nascido na geração Potterheads. Contudo, como já tinha visto todos os filmes, pensei que ler os livros já não teria piada ( tenho uma aversão a ler os livros depois dos filmes). Mas após muita malta blogosférica me ter estado a convencer e me ter assegurado que valia a pena, mal o verão começou eu embarquei na aventura de ler os 7 livros da saga. E foi assim que eu passei a ser uma Potterhead! Se antes já adorava o Harry Potter, agora fiquei viciada para todo o sempre. Ao ler a saga, senti toda a magia de conhecer a história do Rapaz que Sobreviveu pela primeira vez. Não há palavras para expressar o quanto eu adoro esta história. A J.K Rowling é mesmo um génio por ter criado uma história mágica com um mundo tão próprio e tão característico, que marcou não só uma geração como marcará, certamente, as próximas gerações. Esta saga não só é a minha favorita de 2017, como é a minha favorita de sempre, e ficará para sempre no meu coração.

4. Confesso: Já tinha lido um livro da Collen Hoover, o ano passado, o " Amor Cruel" que foi, aliás, um dos meus livros favoritos de 2016 ( que é muito melhor que o " Fity Shades of Grey, na minha opinião, esqueçam essa saga, e leiam antes esta história). Este ano peguei noutro romance da autora, e esta história encantou-me quase tanto como a primeira. As razões pelas quais eu gosto tanto desta autora é que o estilo de escrita dela não só é viciante, como escreve romances que não são os típicos clichés e demasiado lamechas que uma pessoa já sabe como vão acabar, mas escreve sim histórias marcantes, inquietantes e que nos fazem querer sempre mais. Mas falando sobre este livro, conta a história de Auburn, que conhece Owen, um enigmático artista dono de um estúdio. A história gira à volta de segredos e verdades escondidas que vamos descobrindo à medida que lemos. Aquilo que é bastante giro neste livro ( e é daí que deriva o título " Confesso" aliás), é que o Owen é dono de um estúdio que exibe confissões anónimas de pessoas que não têm coragem de admitir ( isto não é spoiler). E, ao longo do livro, podemos ler alguns fragmentos dessas confissões, o que nos faz refletir imenso sobre a natureza humana e os segredos que todos escondemos. Se nunca leram nenhum romance desta autora, aconselho-vos imenso a começar por este. 

5. Lolita: Só em 2017 é que li o famoso clássico que é uma das obras mais controversas de todos os tempos. Ler esta obra perturbou-me imenso e gerou-me imensos sentimentos contraditórios, mas é isto mesmo que eu gosto nos livros. O facto de nos fazerem pensar, inquietarem-nos e fazerem-nos refletir sobre questões importantes. "Lolita" pretende alertar-nos para os perigos do mundo, e para o facto de que as aparências iludem ( apesar de nós insistirmos em não acreditar nisto e considerar isto um cliché). Um homem de boas famílias e rico nem sempre é sinónimo de boa pessoa. Uma criança nem sempre é sinónimo de inocência. É um livro com uma mensagem extremamente importante, que todas as pessoas deveriam ler ( review aqui).

6. O assassinato de Roger Ackroyd: Fiquei tão cativada pela história deste filme, baseado num livro da Agatha Christie, que soube imediatamente que tinha que ler os policiais da autora. Pedi este livro emprestado à Joaninha ( muito obrigada!) e fiquei com vontade de ler mais obras da Dama do Crime. Este livro tem todos os ingredientes de um bom policial e, segundo me contam, dos policiais da Agatha Christie: mistério, suspense, uma ou mais mortes, todas as personagens são suspeitas, um detetive brilhante e uma explicação lógica e inesperada. A história é narrada de forma inteligente e o final é surpreendente. Tal como no filme, não consegui adivinhar o assassino. Tinha as minhas suspeitas, mas no final foi tudo pelo cano abaixo. Foi mesmo wow!

7. Harry Potter e a Pedra Filosofal ( Edição Especial de 20 anos): Este ano, para celebrar os 20 anos do lançamento do primeiro daquela que seria a saga mais famosa de sempre, J.K Rowling lançou edições especiais do primeiro volume de Harry Potter, cada uma com capas de cores diferentes alusivos a cada casa de Hogwarts. Sendo eu uma Hufflepuff, a escolha da edição recaiu sobre essa casa. Além da capa ter as cores da minha casa ( eu escolhi aquela capa preta com pormenores de amarelo. Achei as edições com as cores garridas das casas demasiado enjoativas) e o interior do livro ter a história que todos nós já conhecemos, também tem capítulos específicos sobre a história dos Hufflepuffs, da casa, das personagens mais marcantes desta casa, e ainda um quiz no final do livro. Esta a edição perfeita para os fãs do Harry e para todos aqueles que se sentem encantados pelo mundo mágico criado pela J.K Rowling.


E vocês? Leram alguns destes livros? Quais foram os melhores livros que leram em 2017?

11.4.18

Porque eu releio livros

Porque eu releio livros

Tenho constatado que, para alguns, a ideia de reler um livro parece aborrecida ou até impensável. Para quê reler um livro quando existem tantos geniais para ler? Para quê desperdiçar tempo quando somos mortais e nunca conseguiremos ler todos os livros? Não escrevo esta publicação para convencer essas pessoas a reler livros (porque cada um tem os seus gostos), mas antes para vos apresentar a outra face da moeda.

No que diz respeito a leituras, estou sempre há procura de algo novo e entusiasmante para ler. Tal como muitos leitores compulsivos, também sofro com o facto de não viver o suficiente para ler todas as obras maravilhosas que enchem as prateleiras das livrarias de todo o mundo. Mas este medo não me impede de "desperdiçar" tempo a reler algo.  Existem alturas em que aquilo que realmente quero voltar a uma história que me aqueceu o coração. E, acreditem, existem tesouros escondidos por detrás de páginas que já conhecemos tão bem.


1. Por nostalgia: Ultimamente, tenho constatado que faço muita coisa por nostalgia. Há qualquer coisa de tranquilizante em revisitar tempos mais inocentes e mais simples, num mundo que parece ser cada vez mais aterrorizante e imprevísivel. Ler algo familiar, com histórias e personagens que te apaixonaram é como regressar a casa após uma longa viagem.

2. É como visitar um velho amigo: Ainda numa de metáforas, lembrei-me de uma melhor. Reler um livro é como visitar um velho amigo, com a diferença que nada mudou, que este nunca te irá desiludir e que permanece sempre leal. É um grande consolo, especialmente quando nos encontramos com pessoas que outrora foram importantes para nós e que agora parecem ser completos desconhecidos.

3. Reparo em detalhes que não tinhas reparado antes: Eu sou um bocado terrível com detalhes, porque tenho tendência a ver a história como um todo e, por vezes, deixo escapar pormenores que, embora possam não ser essenciais para a compreensão da história, dão outra profundidade e perspetiva sobre as personagens ou sobre o enredo. Por isso, muitas vezes releio livros para reparar em detalhes que não tinha reparado numa primeira leitura, que me dão outra visão sobre a história.

4. Perceber melhor o comportamento de certas personagens: Há alturas em que eu não percebo o comportamento de certas personagens, não sei, parecem-me demasiado contraditórios. A personagem é má pessoa só porque sim? Ou há ali qualquer coisa que explique as suas atitudes, à primeira vista, cruéis? Normalmente, os autores escrevem também sobre o passado das personagens, mas quando isso não está bem implícito, só com uma segunda leitura é que percebemos melhor o porquê de certas personagens terem tido certas atitudes, ter feito certas escolhas ou ter se aproximado de certas pessoas e outros aspetos que podem ter feito com que, da primeira vez, tenha sentido menos empatia.

5. A idade pode dar uma nova perspetiva à história: É curioso como, com o passar dos anos, a nossa compreensão sobre as coisas e a vida em geral vai mudando, e é particularmente curioso ver como isso afeta a maneira como vemos uma mesma história. Reler um livro, vários anos depois de o termos lido pela primeira vez, pode ser surpreendente. Reparamos em detalhes que não tinhamos reparado da primeira vez, compreendemos coisas que antes não compreendíamos porque eramos demasiado novos, e temos outra maturidade para lidar com as reviravoltas do enredo. Reler um livro passado vários anos é como ler esse livro pela primeira vez porque, embora a história escrita nas páginas não tenha mudado, a pessoa que a está a ler mudou.

6. Vai haver uma adaptação do livro para o cinema: Eu gosto de ler sempre os livros antes de ver o respetivo filme e, nos casos em que já li o livro há muito tempo, releio sempre antes de ir ver a adaptação ao cinema. Relembro a história e esta fica mais fresquinha na minha memória, para poder fazer o paralelo entre o livro e o filme.

7. O próximo livro de uma saga vai sair: Normalmente, eu leio uma saga quando esta já está completa há muito tempo ( resisto em lê-las quando são lançadas e toda a gente está a ler, sabe-se lá porquê que é que eu faço isto), mas quando isso não acontece releio sempre a saga de cada vez que um novo livro é lançado. Ajuda-me a preparar-me para o novo capítulo da série e relembrar-me da história que tanto me apaixonou.

8. A saga terminou: Sabem aquele vazio que sentem quando terminam uma grande série de livros? Bem, uma forma que eu uso para combater esse sentimento é voltar a ler a saga toda de novo. É como voltar a ver todas as temporadas da nossa série favorita.

9. Dá-te mais inspiração: Às vezes, quando estou com um bloqueio criativo e não consigo escrever nada, não há nada que me ajude mais do que reler um livro que me inspirou de formas indescritíveis. Reler livros como " Bloom" ou " Big Magic" dão-me, quase sempre, vontade de ser criativa.

10. As melhoras coisas da vida merecem ser apreciadas vezes sem conta: Há certas coisas na vida que só podem vividas uma vez, mas existem outros momentos que podemos recriar vezes sem conta. Não comiriam o teu gelado favorito apenas uma vez, pois não? Então porquê fazer o mesmo com os livros?


Relêem livros? Porque o fazem ou não o fazem?

27.6.17

Os meus planos para este verão


Ahhhh, férias, estava a ver que nunca mais chegavam! Após um ano particularmente difícil, cheio de desafios mas que, no final, valeu a pena, bem que estou a precisar de descanso.

O verão é, desde sempre, a minha estação favorita. Para começar, é quando entro de "férias grandes" (e sou uma privilegiada por ter tantos meses de férias, que não é habitual estando na faculdade, mas o meu curso permite isto). Também gosto desta estação pelo calor, pelo sol, pelas idas à praia, pelos passeios, gelados,... Apesar das temperaturas extremas que, por vezes, se fazem sentir, e das picadas de insetos ( ando sempre com Fenistil atrás), é a minha época do ano favorita.

Nestas férias, além de descansar, há imensas coisas que planeio fazer. Hoje irei partilhar com vocês alguns desses planos.


1. Recuperar a minha saúde e bem-estar: Tal como já contei aqui, em abril os meus problemas de estômago voltaram. Se antes achava que era da tiróide, agora já não tenho assim tanta certeza, uma vez que os meus valores das hormonas da tiróide já estão normalizados, e eu continuo com os mesmos sintomas. É algo que já me está a levar ao desespero. Já tenho saudades de andar sempre bem disposta, de poder comer o que quiser sem ter que andar atrás de casas de banho a seguir e, no geral, de me sentir 100% bem. Este verão, espera-me  uma carrada de consultas, análises e exames, na esperança de descobrir aquilo que realmente tenho, e recuperar a minha saúde e bem estar.

2. Cozinhar mais: Já há algum tempo atrás ( mais precisamente no verão passado, acho eu, o tempo passa tão depressa!), que comecei a dar os meus primeiros passos na cozinha. Agora, apesar de ainda não ser nenhuma expert no assunto, já sei confecionar um número razoável de refeições, pelo que me safaria bastante bem se tivesse que morar sozinha agora. No entanto, sei que ainda tenho muito que aprender, ainda há uma variedade de receitas que quero aprender, e vou usar parte do meu verão para isso.

3. Tornar-me numa dona de casa perfeita ( ou decente, pelos menos): Antes que me julguem, fiquem a saber que eu ainda sei algumas coisas sobre cuidar de uma casa. Sei cozinhar, sei arrumar, sei limpar, ... No entanto, quero aprender muitas mais coisas sobre organização com a minha mãe ( ela é a pessoa mais organizada que conheço), e aprender umas coisinhas que eu ainda não sei e não me orgulho ( como, por exemplo, perceber que tipo de roupa colocar ou não na máquina de lavar roupa, não percebo nada dos programas daquilo). Para o ano, uma vez que os campos de estágio podem ser em sítios como Viana do Castelo e em Lisboa, poderei ter que morar sozinha ( o que será uma experiência interessante) e, portanto, convém eu ter algumas capacidades de sobrevivência.

4. Aprender a fazer várias coisas em crochet: Em março, partilhei com vocês que estava a aprender crochet. Nunca pensei vir a aprender mas, um dia, quando estava a ver a minha prima a fazer bonequinhos em crochet, tive uma súbita vontade de aprender. Dediquei-me a aprender, aprendi os básicos mas, entretanto, com os estágios e relatórios, este novo passatempo ficou um pouco para trás. Nestas férias, pretendo recomeçar onde fiquei parada no crochet e, se possível, começar a fazer várias coisas, como bonequinhos, carteiras e afins.

5. Ler muito: Quando estou na faculdade ou em estágio, não há muito tempo para ler. O pouco tempo que resta é para estudar, para descansar um pouco e para me dedicar ao blog. Este ano, ainda consegui ler alguns livros durante o ano letivo ( como "Bloom" e "Fantastic Beasts and Where to Find Them" ). No entanto, o verão é a altura do ano em que eu leio mais livros. Por isso, vou aproveitar esta altura do ano para pôr as leituras em dia. Irei buscar, na maior parte das vezes, livros à biblioteca da minha cidade, para não levar os meus pais à falência a comprar tantos livros.

6. Ver filmes e séries: Também é no verão que eu vejo mais filmes e séries. Em tempo de aulas, também vou ao cinema e acompanho uma série ou outra, mas nas férias vejo sempre em força ( às vezes, chego a ver dois filmes por dia). Tenho uma lista enorme de filmes e séries que quero ver ( e grande parte da culpa é desta malta da blogosfera, que está sempre a dar boas sugestões), pelo que vou ter bastante com que me entreter.

7. Dedicar-me (ainda) mais ao blog: Confesso, orgulhosamente e modéstia à parte que, este ano, foi o ano em que me consegui organizar melhor no blog. Se no meu ano de caloira foi difícil, com a praxe, novo ambiente e novos colegas, este ano, em que já estou adaptada à faculdade, consegui conciliar muito melhor o blog com a minha vida, e consegui publicar aqui um post todos os dias. Agora que o ano letivo já acabou e tenho muito mais tempo livre, vou dedicar-me ainda mais ao meu blog, vou ler mais vezes os vossos blogs, e farei por aqui algumas mudanças no meu cantinho, que certamente vos agradarão.

8. Vou fazer um álbum de fotografias: Shame on me, este era o projeto do meu verão passado. Entretanto, não encontrei nenhum álbum de jeito e, com a preguiça, não o fiz nesse ano. Mas deste ano não pode passar! Estou farta de ter a maior parte das minhas fotos em formato digital! Agora que encontrei o álbum que quero ( este aqui, não é lindo?), tenho que pôr mãos à obra e começar a selecionar fotos. Obviamente, que vou imprimindo fotos aos poucos, para não gastar muito dinheiro, porque tenho imensas fotos em formato digital e, se as fosse imprimir todas de uma vez, gastaria uma fortuna!

9. Ir à praia e à piscina: Para mim, verão sem praia não é verão! Posso não bronzear, posso nem sequer entrar no mar ( porque as águas aqui do Norte são de gelar os ossos!) mas, pelo menos uma vez, tenho que pôr os pés na areia, sentir o som e a brisa vinda do mar, deitar-me ao sol a ler um livro, e passar um bom bocado com a minha família. Este verão já fui algumas vezes à praia, mas planeio ir muitos mais ( se a minha saúde o permitir). Também planeio ir à piscina, que é algo que gosto tanto como ir à praia.

10. Conviver com a família e amigos: Em tempo de aulas, é muito difícil arranjar tempo para conviver com a família e com os amigos, sobretudo aqueles que estão a estudar em cidades diferentes. Eu faço sempre um esforço para arranjar tempo para sair com eles mas, no verão, é quando há mais disponibilidade e energia. Por isso, nestas férias, planeio passar o máximo de tempo que puder com a minha família e os meus amigos, principalmente com os do Secundário, com quem já não estou há imenso tempo.


E vocês? Quais são os vossos planos para este verão?

28.2.17

5 coisas: fevereiro 2017


Fevereiro ficou marcado pelo início do meu 2º estágio hospitalar, e pela consequente adaptação a uma nova rotina e a uma nova realidade ( fases terminais de vida em Oncologia). Foram dias stressantes, em que a insegurança e ansiedade se apoderaram de mim, fazendo-me ir abaixo várias vezes, mas felizmente, nos últimos dias do mês apercebi-me que não valia a pena massacrar-me tanto, e acabei fevereiro com uma motivação renovada.

Neste mês, a minha saúde finalmente melhorou. Já passaram algumas semanas desde que comecei a ser medicada para o meu hipertireoidismo, pelo que já não ando mal disposta nem com diarreias, e já consigo comer normalmente. Passar por este problema fez-me valorizar ainda mais a minha saúde, e fez-me pensar o quanto esta nos faz falta quando não a temos.

O final de fevereiro deu-me certezas de que tenho que ser mais positiva, tenho que controlar mais a minha ansiedade, e de que tenho que acreditar que sou capaz de ultrapassar todos os desafios, por mais impossíveis que pareçam.

5 coisas que aconteceram


1. Início do 2º semestre: O 1º semestre, ficou marcado por inúmeros problemas que já falei aqui. Não correu tão bem quanto esperava dado ao meu estado de saúde e complicações do próprio curso, mas até tive notas razoáveis.Tive apenas uma semana de descanso, e o 2º semestre começou logo no dia 5, com a receção aos alunos no Hospital de Braga.

2. Início do estágio no hospital: No dia  6 de fevereiro, começou o meu 2º estágio hospitalar. A mim calhou-me estagiar no serviço de Oncologia, um serviço muito pesado psicologicamente, mas que me está a dar lições valiosas sobre o que é ser enfermeiro, e sobre a vida e a morte. Pessoalmente, nunca trabalharia num serviço como Oncologia, porém é uma etapa que tenho que ultrapassar se quiser estagiar em áreas que me interessam. Está a ser um grande desafio, mas que me está enriquecer, quer a nível pessoal quer a nível profissional.

3. Fui a um workshop de maquilhagem ( de uma amiga minha): Uma amiga minha tirou um curso de maquilhagem no Porto, com uma duração de 6 meses, pelo que já se pode dizer que é profissional na área. Uma vez, quando estávamos juntas na casa de outra amiga a fazer um trabalho de grupo, ela mostrou-nos a caixa enorme de maquilhagem que tinha, com produtos e pincéis profissionais. Ficamos todas tão encantadas que lhe pedimos para que, um dia, nos ensinasse um pouco das técnicas que aprendeu. Há alguns dias atrás, essa minha amiga decidiu organizar um workshop de maquilhagem básico, e convidou-nos. Pelo preço de 15 euros, aprendi um pouco mais sobre as técnicas básicas de maquilhagem ( que eu já sabia graças a muitas horas passadas em blogs e canais de youtube sobre beleza), mas o melhor mesmo foi ter aprendido a fazer contornos, sombras e a iluminar a cara, que era algo que já há muito tempo que queria aprender.

4. Fui ao cinema: Este mês, apesar de andar super ocupada com o estágio, tive oportunidade de ir ao cinema ver dois filmes, " La La Land" e "Jackie", ambos nomeados para Óscares. Ir ao cinema é algo que adoro mesmo fazer e, em situações stressantes como as que vivi este mês, é das poucas coisas que me ajuda a "desligar" um pouco da realidade.

5. Descobri que tinha hipertireoidismo: Tal como foi partilhando com vocês, através das redes sociais que, desde outubro/novembro que andava muito mal disposta do estômago, com dores de barriga e diarreia, e que não conseguia comer nada sem ficar mal disposta a seguir. Ao início, achei que fosse algo passageiro, do stress das frequências, e que iria passar mas, com o passar do tempo, o problema foi ficando cada vez pior e, a certa altura, decidi procurar ajuda médica. Fiz uma carrada de exames, tomei muitos medicamentos, e não parecia resolver a minha maldisposição. Recentemente, descobri que tinha uns valores das hormonas da tiróide alterados, e o meu médico encaminhou-me para uma endocrinologista. Abençoada seja a médica que, num espaço de uma semana, descobriu que eu tinha hipertireoidismo. Agora já estou a ser medicada e já melhorei bastante, já consigo comer de tudo, embora ainda tenha um longo caminho a percorrer ( só para terem noção, tenho que estar medicada mais dois meses).


5 coisas que adorei



1. Consulta de viajante- Vale a pena?: Nunca viajei para fora da Europa mas, como tenciono viajar muito no futuro, gosto sempre de me informar sobre todos os detalhes que considere relevantes. E se há coisa que considero relevante numa viagem é a minha saúde, principalmente se tiver que viajar para regiões como Ásia, África ou América do Sul. Já sabia da existência das chamadas consultas de viajante, porém foi bom ler sobre isso de uma forma mais pormenorizada, e acho que este post está muito completo nesse sentido.

2. Desafio " Seven Days of Me" :  Os desafios do Jota são sempre um sucesso na blogosfera. E este não foi exceção. É o primeiro desafio que ele lança desde o seu regresso ao mundo dos blogs, por isso o entusiasmo não poderia ser maior. Esta tag consistiu em vários blogs ( incluindo o dele), darem-se a conhecer melhor à blogosfera. Só não participei no desafio porque, na altura em que foi lançado, tive uma semana ocupadíssima, que me impossibilitou de escrever posts ( graças a Deus que tenho posts escritos em avanço, senão nessa semana o meu blog ficaria paradinho). Incluo neste favorito todos os posts escritos não só pelo Jota, mas também por todos os blogger que participaram.

3. La La Land: "La La Land" foi um filme tão surreal que tinha que ter um lugar nestes favoritos. Não há palavras para o descrever! Após várias dias depois o ter visto, ainda vou ao Youtube ouvir a fantástica banda sonora do filme, que é apenas uma das coisas boas acerca deste. Podem ler mais sobre o que achei na review que fiz para o blog.

4. Bloom: Já algum tempo que andava desejosa de ler este livro, não fosse eu uma fã da youtuber Estée Lalonde, que é não só uma youtuber de beleza, mas sim uma pessoa muito inspiradora, com dicas incríveis não só sobre moda, como também saúde, vida, relacionamentos, carreira.... Quando soube que ela iria lançar um livro, quis imediatamente lê-lo. Uma mulher inspiradora como ela só podia escrever um livro inspirador. E não me enganei, o livro até conseguiu superar as minhas expectativas. Em breve sai a minha opinião no blog.

5. Flat Lays- A Guide: Desde que criei o Instagram do blog que fiquei com cada vez mais interesse pela fotografia, portanto, ultimamente, tenho lido tudo o que posso para aprender mais sobre o assunto.  E estas dicas da Inês vêm mesmo a calhar! Sempre quis saber como é que se tiravam este tipo de fotos de maneira tão estética e organizada, e este post foi, sem dúvida, uma grande ajuda nesse sentido.


E vocês? Como foi o vosso mês?

(Foto: Stella & Dot UK)

31.1.17

5 coisas: janeiro 2017


Os favoritos do " Life of Cherry", " 5 coisas", voltaram! Dado ao feedback extremamente positivo que recebi o ano passado, voltar a fazer esta rubrica em 2017 faz todo o sentido.

Janeiro foi um mês longo, longo, longo.... Parecia que nunca mais acabava! Este mês ficou marcado pelos finais de semestre, que significaram muitas frequências, muitos exames práticos, e muitos horas a estudar. A minha saúde andou muito fraquinha, apanhei duas constipações, o meu problema de estômago ainda não passou, pelo que este mês também foi passado muito tempo em consultórios médicos, e ainda nada se resolveu ( esperemos que fevereiro me traga mais saúde). 

No entanto, janeiro também teve coisas boas. Tive um bom início do ano, quando ainda estava em pseudo-férias ( sim, porque na universidade não temos férias a  sério, só no verão), fui me safando nas frequências, tive boas notas, os exames práticos correram-me bem e, enquanto vos escrevo agora, estou à espera da minha última nota ( o exame final) , que confirma que acabei o 1º semestre com sucesso.

5 coisas que aconteceram



1. Ano Novo: Como sabem, a minha festa de fim de ano nunca é uma festa de arromba ( costumo passar a passagem de ano em casa dos meus tios), mas é sempre, digamos, um miminho para o coração. Enquanto tiver sempre a família reunida, com saúde e feliz, será uma boa festa. E este ano não foi exceção, aliás, soube ainda melhor, uma vez que eu estava em plena época intensiva de estudos, e aquela pausa para fazer bolos, decorar a sala, estar com a família, e ver um filme nas primeiras horas de 2017 soube mesmo bem!

2.  Andei um pouco doente: Como já sabem, este mês andei um pouco doente. Além de ter apanhado duas constipações, andei com problemas de estômago que já se arrastavam desde finais de novembro e que, infelizmente, ainda não passaram. É horrível, porque me causa um desconforto enorme, e não consigo comer grande coisa sem ser grelhados e cozidos. Esperemos que consiga resolver isto antes de ir para estágio.

3. Frequências: Janeiro significa, no mundo universitário, final de semestre, e finais de semestres trazem sempre muito estudo e muitas frequências. No meu curso, em que a partir do 2º ano só damos matéria no 1º semestre, e no 2º semestre vamos para estágio, a matéria acumula-se ainda mais, porque tem de ser toda dada num semestre. Felizmente, acho que me safei bem, acho vou acabar com uma média razoável.

4. Exames práticos: Neste mês, fiz os últimos exames práticos deste ano. Fui a muitas aulas práticas, treinei muito, suei muito, e com muito esforço e dedicação adquiri todas as competências que me foram exigidas, e passei nos exames práticos com notas até bastante boas ( só uma é que foi baixinha, mas as outras foram boas).

5. Confusão na organização e estrutura do meu curso: Se há coisa que precisam de saber sobre a Escola de Enfermagem da Universidade do Minho é que não é uma escola lá muito organizada. Desde que entrei, que as notas demoram sempre séculos a sair, os horários são sempre uma confusão, as aulas são desmarcadas à última da hora ( leia-se na própria hora da aula), as salas estavam sempre a mudar... Mas este ano, não sei o que se passou, as coisas descambaram mesmo! As notas demoraram o dobro do tempo a sair ( imaginem, eu fiz uma frequência em outubro, e só soube a nota em finais de dezembro), os horários estavam sempre a ser alterados, estavam sempre a faltar professores, materiais estragados ou a falta deles em aulas práticas.... Para agravar a situação, enganaram-se a marcar o exame integrado ( marcaram-no depois do recurso, imaginem só, acho que esta imagem explica tudo), e muito recentemente soubemos que 21 dos 30 professores que iam orientar todos os alunos do curso em estágio estão em greve, o que significa que os nossos estágios estão comprometidos. Para uma escola que afirmava ser a melhor do país, está a revelar-se ser uma vergonha! E digo isto mesmo sabendo que o blog é público, e diria na mesma se eu não fosse uma blogger anónima.

5 coisas que adorei



1. Review livro Bloom: Sou uma grande fã da Éstee Lalonde. É das poucas youtubers que sigo regularmente, porque nota-se que é uma boa pessoa, extremamente inspiradora, e que tem sempre algo para nos ensinar. Quando soube que ela iria lançar um livro, soube imediatamente que o tinha de ler! Entretanto, as frequências meteram-se pelo meio, e ainda não o comprei, mas depois de ler esta review da Inês, fiquei ainda com mais vontade! Quem lê o meu blog já sabe que eu adoro a escrita da Inês, há algo nessa escrita que me cativa imenso e que me faz sempre ler os posts do início ao fim ( muito embora alguns sejam enormes, mas ela sabe que os leitores adoram!). Além disso, ela sabe como ninguém escrever reviews de livros. De alguma forma, ela convence-me sempre a ler um livro, e já cheguei a ler muitos por causa das reviews dela. Gostei particularmente desta review, por ser de um livro que eu já queria ler,  estar super completa, com imagens do interior e tudo ( a propósito, há páginas mesmo lindas, e aquelas fotos!), e ter-me dado conhecimento de capítulos que eu não sabia que o livro tinha ( como o capítulo de todas as viagens que a Youtuber fez, deve ser um capítulo maravilhoso!).

2. Regresso do Jota : Para quem anda na blogosfera há algum tempo, o Jota já é uma cara conhecida, que já anda cá por estas redondezas desde 2013. Já tive alguns blogs, que foi criando e eliminando com o tempo. Não o leio desde sempre, mas desde que o sigo que leio tudo o que ele escreve, ele é um blogger com imenso potencial, e fiquei sempre muito triste de cada vez que ele deixava a blogosfera. No entanto, os primeiros dias do ano trouxeram boas notícias, com a criação do novo blog dele, que promete ser tão bom ou melhor do que os anteriores. Esperemos que desta vez fiques, Jota!

3. Creme Uriage: Há uns tempos atrás, fui à dermatologista por causa da minha acne, e aproveitei-lhe para mostrar as minhas mãos, que estavam uma desgraça devido ao frio, terrivelmente secas, e que já nem com Nivea iam lá. A médica receitou-me este creme ( que na embalagem diz " Reparing Cream", para pelas frágeis e secas, para quem quiser comprar). Este creme tem feito milagres nas minhas mãos! Quem vê as minhas mãos agora, não consegue imaginar que estas já estiveram extremamente secas, com feridas abertas e tudo! O fixe deste creme é que não é só para as mãos, dá para o corpo todo, o que acaba por compensar os 15 euros que custou ( ainda assim, é embalagem pequena, para andar na minha mala facilmente).

4. Diz que é uma espécie de desabafo: Gosto muito do blog A Pipoca Mais Doce . Acho que é das poucas bloggers super famosas aqui em Portugal que, mesmo depois de ficarem conhecidas, conseguiram manter a sua genuinidade e essência.  O que gosto no blog dela é precisamente isso, o facto de ela escrever posts honestos, com a sua opinião verdadeira, frontais e, de vez em quando, até sarcásticos ( mas que me fazem sempre rir). E este foi um daqueles posts dela que eu gostei imenso, foi direta ao assunto, escreveu de uma maneira frontal aquilo que muitos não escrevem de todo. O tema do post é as consequências de um blog se tornar muito conhecido. Como toda a gente sabe, quanto maior é o sucesso de um blogger, mais haters ele/ela tem. Infelizmente, é uma relação de proporcionalidade direta. E acredito que, tal como a Pipoca disse, se perca muita da vontade de escrever quando se sabe que, à partida, determinado post vai desencadear comentários maldosos, insultuosos ou mesmo agressivos. Porque, por mais inofensivo que um post possa ser, haverá sempre alguém que se sentirá ofendido. O problema aqui não está na reação das pessoas aos posts, porque isso é algo natural, toda a gente reage de forma diferente às coisas, dentro e fora da blogosfera. O problema aqui está no facto de as pessoas escreverem comentários que ofendem e insultam o/a autor/autora de um post. A essas pessoas, digo: se não gostam de um post, não o leiam e saiam do blog, ou se quiserem comentar esse post, façam-no de forma civilizada e educada. Um blogger também é um ser humano como vocês, não é um saco de boxe que está à vossa disposição, para baterem sempre que quiserem. Respeitem o trabalho dos bloggers porque, acreditem que é um trabalho como os outros.

5. Sims 2 Super Collection, para Mac: Como sabem , o jogo " Sims 2" foi um jogo que marcou a minha infância, e que ainda hoje adoro, tanto que entretanto já joguei também " Sims 3". No entanto, o "Sims 2" é aquele jogo que me traz muitas memórias da minha infância, muita nostalgia, por isso, desde que soube que este existia na App Store do meu computador Mac, por apenas 30 euros, com todas as expansões, que eu andei a namorá-lo. Entretanto não o comprei logo, ora por receio de o meu computador não ter memória para um jogo tão pesado ( só para terem noção, todos os computadores em que eu e a minha prima jogamos Sims foram para formatar, mas isso também devia ser por nós não lermos as exigências de memória do jogo antes de o instalar), ora por ter medo que fizesse aquecer a placa do meu Mac, ora por estar em frequências e não querer que nada me distraísse. Porém, há relativamente pouco tempo descobri que este estava em promoção, por apenas 15 euros, e decidi arriscar e comprá-lo. Ainda não tenho uma opinião bem formada ( só comecei a jogar hoje), mas para já tenho a dizer que o jogo anda muito bem, não empanca, os gráficos têm uma qualidade incrível, e o meu Mac não aquece nada. Só tenho um ponto contra: gasta-me a bateria muito rápido. Secalhar, farei uma review do " Sims 2" para Mac brevemente.


E vocês? Já tinham saudades desta rubrica? Como foi o vosso mês?