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20.12.18

A minha wishlist de natal totalmente irrealista

 A minha wishlist de natal totalmente irrealista

Ah pois é, a série natalícia deste ano está uma loucura. Passamos de zero wishlists para duas! Mas, calma, antes que dê um ataque aos meus familiares e amigos, não precisam de ir correr para as lojas comprar mais coisas. Para conseguirem dar-me alguma destas coisas, teriam que desafiar as leis do Universo e do espaço e do tempo. Eu passo explicar, que sei que, por esta altura, já devem andar com tanto açúcar no sangue que já nem pensam direito.

A ideia surgiu de algo que li, há uns tempos atrás, numa das famosas wishlists da Inês, com o qual me identifiquei completamente :"os meus desejos são muitos mas pouco materiais; acreditem que a minha verdadeira wishlist incluiria um elixir mágico que curasse a ansiedade de vez ou um dispositivo que me permitisse teletransportar-me". É muito istoA verdade é que tudo aquilo que realmente eu quero ter no Natal ninguém me pode dar.   Eu cheguei aquele ponto da vida (ou de maturidade) em que já tenho tudo aquilo que preciso, e dou por mim a desejar coisas mais abstratas que me dariam uma tranquilidade de espírito do outro mundo e/ou que me resolveriam problemas que nenhum objeto me pode resolver. Prontos para a minha wishlist de natal totalmente irrealista? (que provavelmente vai dar um burnout ao Pai Natal, pobre do homem, que me perdoe)


1. Um elixir para curar a ansiedade: Tal como a Inês, eu adoraria ter este elixir! Ai, o que eu daria para não sentir ansiedade, aquele aperto no coração com que ando muitas vezes, todo o sofrimento por antecedência que me mata por dentro aos poucos... Todas as estratégias para lidar com a ansiedade parecem, por vezes, tão ineficazes! Porque é que não se pode curar a ansiedade da mesma forma que se cura uma dor de cabeça?

2. Uma máquina de teletransporte para todo o lado: Lembram-se deste tweet? Eu bem tentei convencer a TAP e vários hotéis, mas não deu resultado, continuamos a pagar por viagens. O mais eficaz mesmo era ter uma máquina destas.

3. Um elixir que me permitisse ter 20 anos para sempre: Não confundir com elixir da imortalidade. Eu não gostava de viver para sempre, porque chegaria a um ponto em que já não haveria mais nada para fazer ou para alcançar e eu ficaria mesmo aborrecida, para não falar que já não daria valor a nada. A magia na vida está mesmo na sua finitude. Mas isto de ficar com rugas, cabelos brancos e com o organismo todo a pifar era mesmo desnecessário. Não podíamos morrer todos jovens e belos em todo o nosso esplendor? Invistam nisso, as funerárias depois escusavam de ter tanto trabalho a arranjar e maquilhar mortos para parecerem menos velhos.

4. Um gravador de sonhos: Eu tenho cada sonho mais estranho, caricato e original que juro, davam grandes argumentos de filmes! Gostava de os poder gravar a todos, fazer montagens no Moviemaker e depois assisti-los sentados no meu sofá. Alguns eram capazes de ser as próximas produções da Netflix.

5. Uma máquina para reviver momentos: Eu não gostaria de ter uma máquina do tempo para voltar ao passado e alterar os erros que eu fiz porque, como eu costumo dizer, por muito dolorosos que tenham sido alguns erros, tornaram-me naquilo que sou hoje. Aquilo que eu gostaria mesmo era de reviver muitos dos momentos maravilhosos que já vivi na minha vida, não necessariamente para ter certas pessoas de volta nem por voltar a certa idade, mas para me sentir tudo outra vez, por meros minutos, para me dar força no presente ou apenas por mera nostalgia. 

6. Pausar o tempo: Já alguém viu o filme "Click"  ? Era tipo isso, um comando só que apenas com a função de pôr pausa, não queria nada daquilo do acelerar ou avançar coisas (além dissso, quem viu o filme sabe o quão mau resultado deu) . Não necessariamente para poder recuperar da ansiedade (se tivesse o elixir que referi acima não era preciso), mas para descansar daqueles dias em que parece que não temos tempo para nada e não descansamos um segundo. Se o mundo não pára por nossa causa, nós podíamos pará-lo. Também podia servir para pausar no meio de uma discussão, para depois não nos acontecer o típico drama de só nos lembrarmos de argumentos depois da mesma (assim, dava para escrever todo um guião para essa discussão, até ficávamos à altura daqueles debates políticos da TV).


E vocês? Quais são os vossos desejos totalmente irrealistas?

3.12.18

A minha wishlist de Natal!



No início de dezembro, pedi num InstaStories que me deixassem sugestões sobre aquilo que gostariam de ver nestas publicações natalícias, e foram muitos os que me pediram uma wishlist. Nunca fiz nada do género aqui no blog, em grande parte porque não sou muito materialista. Tento ser sempre o mais realista possível (se não o fosse, podem ter a certeza que isto estaria cheio de livros e de viagens) e, portanto, a minha lista nunca é muito longa como a de muitas bloggers que se vê por aí, pelo que não sabia se seria interessante partilhá-la. Há uns anos atrás, a minha wishlist seria muito longa, mas agora sinto que já tenho tudo o que preciso, e valorizo muito mais as experiências do que os bens materiais. Mas bem, agora que sugeriram, nem é má ideia, portanto fica aqui registado no blog para a malta ficar a saber o que me pode oferecer (mãe, pai, se estão a ler isto fica a dica). 


1. Marcador de livro Hufflepuff: Ando a namorar este marcador de livro sempre que vou à Fnac e, agora que estamos nesta época, parece-me que já tenho desculpa para o ter (Fnac, 12,99€)

2. Livro "Licenciei-me e Agora?": Esta não seria a wishlist de uma devoradora de livros se não tivesse um livro aqui. O ano passado, a Catarina do blog "Joan of July" lançou o seu primeiro livro, "Licenciei-me e Agora?", com o objetivo de ajudar todos os recém-licenciados que se têm que lançar aos lobos. Estive para lê-lo logo que saiu, mas aconselharam-me que seria melhor pegar nele quando fosse finalista, porque aí sim, seria mais pertinente. Agora que já estou com um pé fora de faculdade, as dúvidas começam a surgir e, portanto, penso que está na altura de o comprar. Acredito que vai ser um grande conselheiro para esta reta final do curso e para a minha entrada no mundo de trabalho (Fnac, 16 €).

3. Palete Sephora Winter Collection: Ultimamente, ando a arriscar um bocadinho mais na maquilhagem, mais especificamente no campo das sombras de olhos. Como ainda estou a aprender, escolhi esta por ser simples e ter tons neutros, ideal para todo o tipo de ocasiões (Sephora, 9,95 €)

4. Monopólio Edição Banca Eletrónica: Já há anos que não jogo Monopólio e tenho bastante saudades! Eu e os meus primos tínhamos um, mas deve-se ter perdido no meio de tantos brinquedos que tínhamos (fomos umas crianças sortudas). Desde aí, as nossas noites de Natal têm sido ocupadas com outro tipo de jogos, mas gostava de voltar a trazer este clássico numa versão mais moderna, para não andarmos a perder notas (nem a trocar as verdadeiras por estas e ficarmos sem dinheiro numa ida ao supermercado). Por esta altura, já está esgotado, portanto se o encontrarem em algum lado avisem (Fnac, 40,99€).

5. Cine-Concerto Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban: Este é o maior desejo da minha wishlist, receber um bilhete para uma experiência mágica que já quero viver há muito tempo. A música sempre foi um dos grandes elementos da saga "Harry Potter", e poder voltar a ver os filmes com uma orquestra a acompanhar deve ser inesquecível! Já li muito sobre estes cine-concertos, dizem que é incrível, e quero mesmo poder constatar isso por mim própria. Não tive oportunidade de ver os dois filmes anteriores, por isso estou mesmo a torcer para que 2019 seja o ano em que eu finalmente possa regressar a Hogwarts de uma forma diferente e mais musical (Fnac, de 28 a 100€).


E vocês? O que têm na wishlist deste Natal?

9.8.15

Wishlist Universidade: Macbook Air.


A universidade está a um mês de distância e está na altura de começar a planear as coisas. E uma das coisas que vai ser ,sem dúvida, necessária na universidade é um computador pessoal. Durante anos, como muitos alunos, fiz sempre os trabalhos de grupo da escola usando o computador dos meus pais. 

Mas agora que vou para a universidade ( se tudo correr bem) o computador dos meus pais pode não ser suficiente. Na universidade a exigência aumenta, os trabalhos de grupo valem muito em alguns cursos e, além disso, muitos professores irão enviar-nos montes deficheiros em pdf e em zip. Portanto, é de extrema importância ter um computador só para nós, com boa memória e processador, que possamos levar para todo o lado.

Quando os meus pais me disseram:"Vais precisar de um portátil para universidade. É melhor começares a pensar qual queres..." , pensei imediatamente no Macbook Air. Andei a "namorar" com este portátil o secundário todo. Quando ia ao cinema, passava sempre pela loja da Apple para tocar no teclado e admirar a "maçã meia mordida" do portátil.

Adoro a marca Apple, já estou habituada a trabalhar com as coisas desta marca, pois tenho um ipad que foi me dado no Natal de há dois anos e foi a melhor coisa que já me deram. O ipad deu-me muito jeito no secundário, fiz muitos trabalhos de grupo com ele, fiz muita pesquisa, ajudou-me nos estudos, e é com ele que escrevo no blog e respondo aos vossos queridos comentários. 

Como qualquer rapariga que goste da marca Apple, sempre quis ter um Macbook. Acho que fui um pouco influenciada pelos filmes: nos filmes, as raparigas estavam sempre no café com um copo da Starbucks na mão, enquanto trabalhavam no seu Macbook. Portanto, sim admito que fui um pouco influencida por isso.

O famoso portátil da Apple é maravilhoso: é fino, muito leve, tem um bom processador e memória, e posso lá meter o "Office" da Windows (Word,Powerpoint...) se não quiser trabalhar com o programas da Apple. O único contra: é muito, muito caro, custa 1179 € . Mas porque é que eu só gosto de coisas caras? Se continuar assim no futuro, vou ter que me casar com um homem rico! 

Os meus pais gostam do portátil, mas não gostam do preço ( eu compreendo -os, eu também não gosto do preço). Mas após termos andado por todas as lojas de tecnologias e mais algumas , chegamos à conclusão que os outros computadores não são lá grande coisa. 

Portanto, eu não sei se o vou ter mesmo ou não ( se o tiver, vou ter que andar a trabalhar um mês no McDonalds) mas fingers crossed, e rezem por mim.