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30.3.19

10 coisas que seriam diferentes se existisse tecnologia no universo "Harry Potter"


(Atenção: Esta publicação contém spoilers. Se nunca leram os livros ou os filmes da saga " Harry Potter não leiam este post).

Estamos tão separados do mundo muggle na saga " Harry Potter" que nos esquecemos, frequentemente, que a história se desenrolou entre 1991 e 1997. Os livros foram lançados no final dos anos 90 até inícios de 2000, por isso, imagino que na altura a ideia de que eles viviam num mundo sem Internet, sem telemóveis e sem televisão fosse mais fácil de digerir.

Agora que vivemos na era dos smartphones, dos tablets, do wi-fi, etc., é um bocado mais difícil de imaginar Hogwarts sem estas tecnologias. Nada que é eletrónico funciona em Hogwarts, mas imaginem se funcionasse? Já imaginaram como a história de Harry Potter e dos seus camaradas seria diferente?


1. Não eram precisas corujas: Os e-mails, as SMS, o Messenger e as chamadas telefónicas iriam substituir as cartas transportadas pelas corujas. Seria uma forma muito mais eficiente de comunicar ( sem ter a informação roubada por um elfo doméstico), e a pobre velha coruja Errol podia ter um descanso. 

2. Menos idas à biblioteca: Se os estudantes de Hogwarts tivessem acesso à Internet, poderiam facilmente obter informação através do Google e de e-books. Ao descarregar um PDF, basta pesquisar as palavras que queriam, e tinham logo a informação de que precisavam. Com a Internet, o trio de protagonistas tinham descoberto muito mais depressa coisas acerca de Nicholas Flamel, por exemplo.

3. Não era preciso por Dementores a vigiar Azkaban: Os prisioneiros não arriscariam fugir para não serem torturados com músicas de uma cantora muggle chamada Maria Leal. 

4. Bancos eficientes: Contas bancárias online tornaria tudo muito mais fácil. Não era preciso esperar horas numa fila para falar com um anão antipático e andar por aí numa espécie de montanha russa macabra para chegar a uma caverna ainda mais macabra. 

5. Não eram precisas moedas encantadas para saber quando reunir: Por muito brilhante que seja a ideia da Hermione, se houvesse Internet bastava criar um grupo no Whatsapp ou no Facebook para comunicarem.

6. Sirius teria sobrevivido: Apesar de o Harry ter um espelho que funcionava como Skype, ele esqueceu-se de o usar. Atualmente, ninguém se esquece que tem um telemóvel, e o Harry poderia usá-lo para ver se Sirius estava bem.

7. Alguns feitiços seriam inúteis: Alguns feitiços iriam perder a utilidade se existisse tecnologia em Hogwarts, como "Lumos", que poderia ser facilmente substituído pela lanterna de um telemóvel. 

8. Hermione e Viktor, se calhar, ficariam juntos: Com tantas apps para comunicarmos, é muito fácil mantermo-nos em contacto com alguém. Se Hermione e Viktor tivessem acesso a meios de comunicação digitais, se calhar teriam tido uma relação à distância (mas ainda bem que não tiveram, Hermione e Ron até ao fim!).

9. O casal Weasley estaria divorciado: O Artur era tão viciado em objetos muggle que, se descobrisse a Internet, nunca mais ninguém o via. Aquilo iria resultar em divórcio, de certeza!

10. Harry Potter teria uma página de fãs no Facebook: Criada, secretamente, pela Ginny, aos 11 anos, quando era demasiado tímida para falar com ele.


O que é que acham que aconteceria se existisse tecnologia no universo de Harry Potter?

25.1.19

Como a Internet redefiniu algumas palavras


Mudanças tecnológicas, como sabemos, também provocam mudanças a nível cultural e a nível linguístico. É por isso que, todos os anos, termos  como "tweetar" entram para os dicionários. Acho mesmo fascinante o impacto que a Internet tem na nossa linguagem, ao ponto de não só inventar palavras novas como incluí-las em registos oficiais. 

Porém, aquilo que acho mais fascinante são as palavras que tinham uma grande história pré-Internet e que, com esta, ganharam um novo significado. Ao pesquisar para escrever esta publicação, constatei que a maior parte desta apropriação linguística não foi ao acaso: o significado de certos vocábulos é uma metáfora para os novos. 

Esta não é apenas uma lista que mostra a forma como a tecnologia mudou a linguagem, também é uma lista que expressa o modo como a linguagem moldou a tecnologia (ou, pelo menos, a nossa compreensão da mesma).


1. Viral: Viral com o significado de "imagem, vídeo ou informação que ganhou, subitamente, muita popularidade na Internet" é uma definição recente mas que, curiosamente, não se distancia muito da original. Tal como um vírus, quando uma publicação na Internet se torna muito popular, espalha-se rapidamente pela população.

2. Silenciar: À semelhança da palavra anterior, esta também se aproxima muito do significado original. Na era da Internet, silenciar as notificações é deixar de receber mensagens de determinada pessoa ou grupo de pessoas o que é, basicamente,  o mesmo que calá-las, com a vantagem de que não sabem que fizemos isso, ao contrário de uma conversa real, em que nos teríamos de virar para elas e dizer "cala-te". 

3. Amigo: Antigamente, amigo era alguém com quem mantínhamos uma amizade, uma ligação de afeição recíproca. Agora, amigo pode ser simplesmente alguém que adicionámos no Facebook e que mal conhecemos. É por isso que é tão importante distinguir o conceito original deste que nasceu online. Os "amigos" que temos nas redes sociais podem não sê-lo no verdadeiro sentido da palavra.

4. Navegar: Não precisas de te pôr em cima de uma prancha para pesquisar alguma coisa no Google. Não há ondas nem tubarões (embora possas apanhar um hater ou dois que, por vezes, conseguem ser piores). Basta abrir o motor de busca e escrever algo para pesquisar ou então, fazer um simples scroll no Instagram. Fun Fact: o termo foi criado pela bibliotecária Jean Armour Polly que, após ter escrito um trabalho sobre a Internet, precisava de uma metáfora para o título do mesmo, que representasse a aleatoriedade e o perigo do mundo virtual. 

5. Pirata: Outro termo relacionado com o oceano. Os piratas da atualidade não andam em  navios, com espadas, talas nos olhos e roupas rasgadas. Para ser pirata na Internet, basta violar a patente de algum produto, seja o download ilegal de uma música, filme ou livro. Algo que quase todos nós já fizemos, by the way.

6. Perfil: Se antes significava os contornos do rosto de uma pessoa ou a representação de um dos seus lados, agora também significa a página onde podemos aceder aos seus dados pessoais, fotos, etc. O que, no fundo, é conhecer uma representação dessa pessoa, embora nem sempre fiel. 

7. Seguir: No passado, se seguisses uma pessoa na rua, não havia dúvidas, eras um grande stalker. Agora, embora continue a não ser aceitável perseguir pessoas na rua, já o podes fazer pela Internet, através das redes sociais, e isso é algo que considerado normal. A fronteira que te separa do stalking é menos clara, pelo que é mais difícil detetar um perseguidor.


Que outras palavras conhecem que tenham sido muito influenciadas pela tecnologia?

10.10.17

7 coisas que não deves dizer por mensagem/sms

7 coisas que não deves dizer por mensagem/sms

Hoje em dia, o mundo das mensagens virtuais domina tanto as nossas vidas, que parece que podemos dizer quase tudo através de uma mensagem ou sms. Mandamos tantas mensagens por dia que, muitas vezes, nem pensamos sequer naquilo que escrevemos.

A verdade é que é mais fácil mandar uma mensagem do que dizer as coisas na cara. É a verdade que ninguém quer admitir. Porém, muitas vezes, essa não é a forma mais correta de agir. Há coisas que, pura e simplesmente, não se devem dizer em conversas virtuais, e estas são apenas algumas.


1. A nossa relação não está a funcionar, vamos acabar: Por amor de Deus, nunca acabes com alguém por sms/mensagem. NUNCA mesmo! É a maior crueldade que podem fazer a uma pessoa. Acabar com um relacionamento é algo difícil, que seria muito mais fácil fazer por mensagem, mas fazê-lo desta forma é insultuoso e deixa a outra pessoa ainda mais arrasada.

2. Amo-te: Se esta for a primeira vez que dizes isto a outra pessoa, não faças isso. Como as minhas amigas costumam dizer, vai dar merda. Já para não falar que não vais poder passar para a ação com a outra pessoa, partilhares os teus sentimentos desta forma é muito impessoal. Além disso, como raio é que tu vais saber a reação da outra pessoa, se não estás a vê-la?

3. Estou grávida: Quer sejam boas ou más notícias, é preferível dizeres isto pessoalmente. Se forem más notícias, os teus pais e o teu parceiro vão ter um ataque ainda maior ao ler isso. Se forem boas notícias, eles vão querer saber isso pessoalmente, para festejar contigo. Na verdade, quais quer que sejam as boas ou más notícias, não as partilhes via sms/mensagem, é preferível dizer sempre pessoalmente.

4. Precisamos de falar: Quando ouves isto de alguém, a tua mente começa automaticamente a analisar tudo aquilo que tu possas ter feito de errado e que possa levar a que a outra pessoa te tenha dito isso. Stressas muito e, quando finalmente sabes do que se trata, a maior parte das vezes não é assim tão mau. Às vezes, até uma coisa boa. Agora, imagina leres uma mensagem destas, e esperar 5 horas até finalmente saberes do que se trata. Por isso, a não ser que planeies encontrar-te com essa pessoa passado 5 minutos, não lhe faças isto.

5. Não contes a ninguém, mas...: Se a tua mensagem começa assim, não envies a ninguém. Confia em mim, é um conselho de amiga. Conta o segredo cara a cara, onde a pessoa em questão não pode clicar no botão "reencaminhar" ou tirar printscreen.

6. " X pessoa, teve um acidente/ está no hospital/ está doente... : Mas isto precisa de uma explicação sequer? A única coisa pior do que saberes que algo de grave aconteceu a uma pessoa próxima de ti via sms é saberes por uma publicação no Facebook.  Tal como já disse, não se devem contar boas nem más notícias por mensagem mas, sobretudo, situações como estas.

7. Lamento muito a tua perda: É muito difícil transmitir por mensagem o quanto lamentas a perda de alguém, a não ser que essa perda tenha sido a sua dignidade ( que é algo que se perde muito por aqui na UM, nas quartas académicas). Caso contrário, não faças isso por um ecrã de telemóvel, vai ter com a pessoa e abraça-a.


Já receberam ou enviaram alguma destas mensagens? Contem tudo nos comentários.


12.9.17

10 razões pelas quais não deves enviar fotos de ti nu(a)

10 razões pelas quais não deves enviar fotos de ti nuo/a

Parece que agora anda muito na moda mandar fotos sem roupa aos namorados, amigos coloridos ou até a completos estranhos. Nem mesmo os escândalos que aconteceram com a Jennifer Lawrence, a Ariana Grande ou a Kristen Dunst param a malta jovem de mandar fotos destas. Eu sei, eu sei, não sou nenhuma antiquada que não compreende isto é uma forma de tornar as relações mais interessantes e de alimentar a paixão em relações à distância, mas sempre podiam usar antes sexting só por texto, corriam menos riscos. 

Se estes escândalos não são razão suficientes para pararem com isto, eu vou-vos dar mais razões. Aviso desde já que este post pode parecer um filme de terror, mas acho que há pessoas que precisam de uma boa dose de realidade. Porque muito que estejam apaixonados por uma pessoa e/ou queiram-na provocar, não vale a pena as consequências que isto pode ter.

( No título leram " nu(a)" porque sim, isto é algo que tanto pode prejudicar tanto homens como mulheres embora, infelizmente, as mulheres ainda fiquem mais prejudicadas com isto, devido às mentalidades da nossa sociedade).


1. A maior parte das relações amorosas não duram: Por mais que estejas apaixonado(a) pela tua cara metade agora e que sejam muito felizes juntos, existem sempre grandes probabilidades de vocês acabarem. E, muitas vezes, o fim de um relacionamento traz a necessidade de vingança, mesmo que isso não faça o género da pessoa. Sabes o que é que acontecem às fotos nuo(a) que tu enviaste? São publicadas na Internet. E uma vez publicadas na net ficam lá para sempre, mesmo depois de tu morreres.Toda a gente poderá ver, mesmo daqui a 20 ou 30 anos.

2. Nenhuns pais ou outros familiares querem ver fotos tuas assim reveladas: Se aparecessem fotos minhas assim na net, os meus pais deserdavam-me, para não falar que a minha família nunca mais iria querer falar comigo. Além disso, certas diferenças de gerações ( como é o caso dos teus avós) podem não permitir que eles compreendam porque raio havias tu de mandar uma foto sem roupa.

3. Os filhos que poderás ter verão essas fotos: Queres mesmo que os teus futuros filhos tenham que lidar com as tuas más decisões? Como é que achas que os filhos da Kim Kardashian se vão sentir quando crescerem?

4. Podes estar a comprometer a tua carreira: Ainda dentro do teu cenário das tuas fotos privadas serem reveladas, isso também pode afetar o teu futuro profissional. A não ser que queiras ser como a Kim Kardashian, não faças isto. Não ponhas em risco a tua carreira por uma pessoa que provavelmente não estará contigo passado alguns meses. Mesmo que ainda sejas estudante, uma foto destas pode dar cabo de qualquer carreira que sonhasses ter.

5. E não adianta enviar pelo Snapchat: Sim, as fotos no Snapchat só duram 24 horas, e podem mandar por privado a alguém, mas basta uma pessoa fazer screenshot para a foto que lhe mandaste se tornar permanente e poder ser vista por qualquer pessoa.

6. Mesmo que cortes a tua cabeça, as pessoas ainda te conseguem identificar: Não é assim tão difícil de o conseguirem, sobretudo com as tecnologias tuas de hoje em dia. Às vezes, basta procurar uma foto tua na praia e comparar para perceberem que és tu.

7. As fotos podem ser hackeadas do iCloud ou de outras " nuvens eletrónicas": Mesmo que o teu/tua ex não seja um(a) idiota para pôr as fotos na net, estas ainda podem ir parar lá na mesma. Isto porque, hoje em dia, grande parte das fotos que tu tiras ficam armazenadas na iCloud ou noutros serviços de armazenamento de dados, que podem ser hackeados a qualquer momento. Foi o que aconteceu com a Jennifer Lawrence.

8. Ninguém fica satisfeito/a com apenas uma foto: Já alguma vez conheceram algo gajo que tenha ficado satisfeito com uma foto da namorada nua? Eu não. O que significa que, quantas mais fotos, como as minhas amigas costumam dizer " mais merda vai dar".

9. Podes enviá-las por acidente a outra pessoa: Imagina mandar fotos dessas ao teu irmão ou à tua mãe. Imagino que te dê vontade de começar a planear o teu próprio funeral.

10. Podem ser usadas para te chantagear: Uma pessoa que tenha fotos comprometedoras de ti bem que as pode usar para te chantagear, e ser bem sucedido(a) nisso. Pode ameaçar publicá-las na net ou mandar aos teus familiares caso não faças o que ele/ela quer. Ficas numa posição vulnerável em que podes ser facilmente manipulado(a). Nunca te coloques nessa posição de livre vontade.


E vocês? Acham que se deve ou não mandar fotos assim? Porquê?

5.9.17

5 ansiedades que ninguém tinha há 20 anos ( e agora têm por causa da tecnologia)


O mundo mudou de forma dramática nos últimos anos, graças às novas tecnologias. É difícil acreditar que, há apenas 20 anos atrás, tudo era completamente diferente. E nós só nos apercebemos disso pelas histórias que os nossos pais nos partilham. Para quem nasceu nos anos 90, é difícil imaginar um mundo em que a Internet não dominava.

Hoje em dia, no auge das tecnologias, existem novos medos e ansiedades que não existiam há 20 anos atrás, quando a Internet ainda era uma novidade e quase ninguém dependia de telemóveis ou computadores.


1. Enviar a mensagem errada para a pessoa errada: Hoje em dia, temos tantos dispositivos ( telemóveis, tablets, computadores...) e redes sociais, que é muito fácil isto acontecer. Já nos aconteceu a todos mandar uma sms ao colega de trabalho que era para ser para o melhor amigo ou, pior, mandar aquela sms marota para o/a namorado/a para a mãe. E também já nos aconteceu a todos mandar o emoji errado num momento crucial de uma mensagem. Por muito que nos tentemos lembrar a nós próprios para ler tudo antes de enviar, por vezes esquecemo-nos disso, e acidentes destes acontecem.

2. Se a tua encomenda já chegou ou não: Quando encomendas algo na Internet, mesmo sabendo que provavelmente demora 10 dias a chegar a tua casa ( dependendo do site de onde encomendas, claro), começas a ficar impaciente e, passado 3 dias, já achas que foste enganado/a e que a encomenda nunca vai chegar. O pior mesmo é quando encomendas uma prenda para alguém, e esta corre o risco de não chegar a tempo do natal ou do aniversário da pessoa.

3. Se fotos tuas sem roupa vão parar à Internet como vingança do namorado/a: É por estas e por outras que eu digo para não mandarem fotos comprometedoras aos vossos namorados, por muito fixe que possa parecer. Vídeos de sexo e fotos de pessoas nuas sempre existiram, mas desde que todos os telemóveis têm câmara e as redes sociais apareceram, que o nível de stress em relação a este problema aumentou imenso.

4. A tua imagem nas redes sociais: Mesmo que de forma inconsciente, todos nós nos preocupamos com a forma como as nossas redes sociais nos representam. Antigamente, quando entravas na faculdade ou mudavas de cidade, não te tinhas de preocupar em atualizar o teu perfil e anunciar isso nas redes sociais. Sim, nós  podemos sempre e devemos até omitir várias coisas e manter a nossa privacidade. Contudo, as nossas redes sociais são a primeira impressão que as pessoas têm quando nos conhecem ( quem nunca fez stalk lá após conhecer uma pessoa?), e podem mesmo até afetar as nossas vidas na realidade.

5. Ser enganado/a na Internet: Cada vez mais são as pessoas que fazem amigos online ou conhecem o seu amor no mundo virtual. Ainda existem muitas pessoas que se mantêm afastadas desta forma moderna de conhecer pessoas ( porque temos de reconhecer que é uma forma arriscada de conhecer pessoas), mas já muita boa gente que o faz. Eu diria que o maior medo que se tem quando nos aventuramos neste mundo de socialização online é sermos enganados. Ou porque a pessoa não é aquilo que diz ser, ou porque as intenções dela nunca foram boas, ou porque fingiu querer uma relação amorosa connosco quando na verdade só queria encontrar-se connosco para ter sexo. Conhecer pessoas online é uma verdadeira lotaria, o que pode causar muita ansiedade.


E vocês? Quais é que acham que são as ansiedades que ninguém tinha há 20 anos?

6.4.17

Como conhecer "amigos online" de maneira segura


Quem acompanha o meu blog pelo Twitter, sabe que, há algum tempo atrás, encontrei-me com duas bloggers, a Joana do blog A Dupla Face da Joana, e a Maria do blog From The Inside . Das duas vezes, correu muito bem, são duas pessoas incríveis e muito simpáticas, e soube-me mesmo bem conhecer as autoras por detrás de alguns dos blogs que sigo.

No entanto, não escondo, estava bastante receosa. Da primeira vez, quando conheci a Joana, estava mais porque, apesar de ter quase 100% que era ela, uma vez que o blog dela é público e tem ligação às redes sociais pessoais dela, estava com medo porque era a primeira pessoa com quem eu conversei online que iria conhecer na realidade. E, como toda a gente sabe, encontrarmo-nos com uma pessoa que conhecemos online tem sempre riscos.

Sempre me ensinaram que conhecer pessoas online era um risco. A minha mãe sempre me alertou para isso, que era melhor pôr de parte a ideia de fazer amigos online, para nem sequer ter a tentação de os querer conhecer. E, até entrar na blogosfera, assim o fiz. Andei num ou outro chat da Internet por diversão, sem nunca revelar informação pessoal, e falei também em chats ingleses só para praticar inglês. De resto, nunca me meti numa de " vou fazer amigos online". Ouve-se tantas histórias de encontros de pessoas que se conheceram na Internet que acabam mal, que preferi me manter longe deste tipo de prática.

Quando entrei na blogosfera, entrei com o mesmo pensamento. Pensei " vais criar o blog, vais escrever, mas nada de andar aí a conhecer pessoas à maluca". E, no início, até era fácil cumprir essa promessa. Porém, inevitavelmente, todos os bloggers vão fazendo amizades uns com os outros, com o passar dos anos e, mais cedo ou mais tarde, proporciona-se circunstâncias para um encontro ( como serem da mesma cidade, faculdade...), e acabam sempre por se querer encontrar. Como já devem ter percebido, comigo aconteceu o mesmo.

Conhecer pessoas online já passou a ser uma prática comum, e já parece menos assustador do que antes, mas ainda o é. Conhecer pessoas da Internet na vida real continua a acarretar muitos riscos, mas isso não quer dizer que devamos não o fazer de todo. Existem maneiras de se encontrarem com amigos que fizeram online de maneira segura e mais eficaz.


1. Certifica-te que sabes como é a aparência da pessoa: Com a Joana não foi difícil porque ela tinha fotos reais no blog, mas com a Maria tive que lhe pedir uma foto antes de me encontrar com ela. Claro que ela bem que me podia ter mandado uma foto que não era dela ( mas eu tinha fé que não, ela é boa rapariga), é sempre um risco que se corre, mas os pontos a seguir diminuem a probabilidade.

2. Certifica-te que sabes o maior número de informação possível sobre essa pessoa: Mais uma vez, é um risco, ninguém nos garante que o perfil da pessoa seja verdadeiro, mas normalmente perfis elaborados são difíceis de fazer. Por exemplo, um perfil de Facebook com muitos amigos, gostos e comentários nas fotos, informações sobre cidade, faculdade ou local de trabalho têm grandes probabilidades de ser reais em comparação com um perfil com poucos amigos, uma ou duas fotos sem gostos e comentários e pouca informação ( pessoas com perfis assim já tentaram falar comigo e mandar pedidos de amizade, e rejeitei imediatamente. Primeiro, porque não as conhecia de lado nenhum, o que por si só já era um fator de exclusão, segundo não tinham informações nenhumas no perfil).

3. Descobre se as fotos que tens da pessoa são mesmo autênticas: Este é um truque que aprendi com o programa " Catfish" da MTV. Usei-o uma vez para saber se o " namorado online" de uma amiga minha era a pessoa que dizia ser e, de facto, resulta ( e sim, as fotos do " namorado online" da minha amiga eram mesmo dele). Como funciona? Basta irem ao Google Imagens, carregar no ícone da máquina fotográfica que lá aparece ( só aparece em computadores, acho eu), e carregar a imagem que querem saber se é verdadeira ou não. Se não encontrarem correspondência, a foto é dessa pessoa, se encontrarem correspondência e vos aparecer outras contas, pode querer dizer que a pessoa vos anda a mentir. É um truque um bocadinho à stalker, não é necessário fazê-lo, mas se tiveres dificuldades em confiar na pessoa é eficaz.

4. Falem por Skype ou por chamada através do Google: Para saberes mais sobre a pessoa com quem te vais encontrar e sentires-te mais seguro/a, faz uma chamada por Skype ou pelo Google, para saber como é a voz da pessoa, a aparência... A razão pela qual eu não sugiro que troquem números de telemóvel é para não dares demasiado detalhes sobre ti antes de conhecer a pessoa. Se não te deres bem com a pessoa, pode ser um pouco chato e até perigoso ter o teu número. Guarda isso para quando a conheceres pessoalmente. Há inúmeras maneiras de falar com a pessoa que não implicam dar o número de telemóvel.

5. Encontrem-se num sítio público: Meus amigos, esta é a regra de ouro! Encontrem-se num sítio público, com o maior número de pessoas possível.  Que não vos passe pela cabeça encontrarem-se numa casa ou em qualquer outro lugar privado, porque é nesses lugares que as coisas podem correr mal. Encontrem-se em sítios públicos, onde podes ser socorrido/a caso a coisa corra mal e não te estejas a encontrar com a pessoa que pensavas.

6. Se puderes, leva um familiar ou amigo contigo: Ires acompanhado/a por uma pessoa em quem confias, como um familiar ou amigo é sempre mais uma forma de garantir que estás em segurança, e podes sair mais facilmente da situação, casos estejas desconfortável.  E, normalmente, as pessoas nunca são raptadas ao pares ( acho eu,ahahah) .

7. Se não puderes levar alguém contigo, avisa alguém o sítio onde te encontras: Nem sempre podemos levar familiares ou amigos connosco, por isso, se este for o teu caso, certifica-te que avisas alguém de que te vais encontrar com uma pessoa, e o local e horas onde te vais encontrar. Em ambos os meus encontros, eu não tive possibilidades de levar um amigo comigo ( nem queria sinceramente, uma vez que o meu blog é anónimo e queria conversar à vontade, mas informei sempre amigas minhas onde eu estava. Apesar de elas não saberem que eu iria conhecer bloggers, apenas sabiam que me ia encontrar com alguém, o que já era suficiente porque, caso algo me acontecesse, elas sabiam o último sítio onde tinha estado).

8. Segue o teu instinto: Se alguém parece estranho e assustador online, e não te sentires nada confortável em conhecer a pessoa, tens todo o direito de dizer não.

9. Não tenhas vergonha de falar daquilo que costumam falar online: Não sintas vergonha de falarem do blog um do outro, de falarem dos gostos que partilharam, das receitas que partilharam... Afinal, foi isso que fez a vossa amizade nascer em primeiro lugar, não foi?

10. Sê tu próprio/a: Encontrares-te com pessoas novas pode parecer assustador, mas não deixes que os nervos assumam o controlo. Provavelmente, se já eras tu próprio/a online, a pessoa teve curiosidade em conhecer-te por seres tu mesmo/a, por teres os mesmos gostos, ou os mesmos hobbies,... Por isso descontrai e sê tu mesmo/a.


E vocês? Já conheceram algum " amigo online"? Quais são os vossos conselhos?



15.3.17

5 benefícios de limitar o tempo nos ecrãs


Vivemos numa sociedade cada vez mais dependente das tecnologias. Hoje em dia, poucas são as pessoas que não têm um telemóvel, um computador e/ou uma televisão em casa. Cada vez valorizamos mais o tempo em ecrãs do que o tempo passado cara a cara, com pessoas.

Houve uma fase na minha adolescência em que também eu fui bastante dependente das tecnologias. Fora o tempo que estava em aulas, passava grande parte do que me sobrava ou no computador ou na televisão. Ao início, era divertido porém, com o passar do tempo, percebi que me estava a isolar das pessoas de quem gostava e a perder a beleza do mundo ao meu redor.

Por isso, comecei a reduzir significativamente o tempo passado em ecrãs. Passei a fazer lanches mais demorados com a minha família, a usar mais tempo para estudar ou para ler livros nos tempos livres, passei a combinar mais saídas com os amigos... Passado algum tempo, já nem sentia falta das tecnologias!

Obviamente que ainda passo algum tempo em ecrãs, sobretudo porque tenho um blog. Se não fosse uma blogger, talvez passasse ainda menos tempo no computador, contudo não passo assim tanto tempo de maneira a que não consiga gerir na mesma todos os outros aspetos da minha vida. Aliás, eu beneficiei bastante desde que reduzi o meu tempo em ecrãs.


1. Eu tenho mais tempo: Antes, queixava-me muito de que não tinha tempo para nada. Contudo, aquilo que eu não sabia era que não estava a aproveitar o meu tempo da forma correta. Todos nós temos as mesmas 24 horas,  ninguém tem falta de tempo, temos é que saber estabelecer prioridades. Muitos de nós perdemos imenso tempo a ver televisão, nas redes sociais, no computador, etc... Se reduzirmos o tempo que passamos nessas tecnologias, notaremos logo que teremos muito mais tempo. Eu agora só vejo um pouco de televisão à noite, na hora do telejornal, e só vejo o que se passa nas redes sociais ou na hora do almoço ou à noite. Em tempo de férias, claro que aumento um pouco este tempo porém, em tempo de aulas, esta é a forma que eu tenho de gerir melhor o meu tempo.

2. Sou mais intencional: Tomar decisões como evitar as tecnologias na hora de estudo, na hora das refeições ou 30 minutos antes de ir para cama, são decisões que tomei de forma a ser mais intencional com o meu tempo. Ser intencional é saber quando é que podemos dar uma espreitadela nos nossos sites/blogs favoritos e quando é hora de trabalhar. Eu agora quase que só uso a Internet quando estou à procura de algo específico ou quando quero escrever no blog.

3. Estou mais concentrada: Quando estava sempre à volta das tecnologias, era muito mais distraída, mais preguiçosa e mais desconcentrada. No entanto, eu só percebi isso quando comecei a pôr o telemóvel em silêncio para estudar e quando me comecei a afastar mais do computador e da televisão. Aí, os meus níveis de produtividade dispararam significativamente. Agora, consigo fazer muitas mais coisas da minha lista de tarefas do que antes.

4. Estou a fazer mais coisas que importam: Tal como já referi acima, desde que diminuí o meu tempo em ecrãs, que consigo fazer muitas mais coisas da minha lista de tarefas. Além disso, consigo passar mais tempo com a minha família e amigos, consigo ler mais, passear mais, visitar mais lugares,... Enfim, consigo fazer uma grande variedade de coisas que não faria se tivesse sempre com os olhos "colados" em ecrãs.

5. Estou a enfrentar coisas em vez de evitá-las: Eu admito, no passado, muitas vezes via televisão ou estava na Internet, de forma a evitar coisas/tarefas que me assustavam. Se tinha uma matéria muito difícil para estudar, ia ver televisão durante o maior tempo possível de forma a evitá-la. Se tinha uma apresentação no dia a seguir, em vez de me mentalizar que era capaz, via um filme de forma stressada. Num mundo cheio de distrações, é muito fácil evitar as coisas que realmente interessam. Ainda tenho um longo caminho a percorrer, mas agora sei que virar o meu foco para a televisão e as redes sociais não me vai ajudar a resolver os meus problemas. A forma mais eficaz de ultrapassar os problemas é pensar nestes, tomar decisões de formas racional e ser racional.


E vocês? Também limitam o vosso tempo em ecrãs? Que benefícios descobriram que essa mudança tinha?

21.2.17

7 alturas em que deves ignorar o teu telemóvel


Num mundo que parece estar online 24 horas, é cada vez mais difícil largar os nossos telemóveis que, hoje em dia, por fazerem tudo, são cada vez mais viciantes.

No entanto, nem tudo é mau. Os telemóveis são ótimos dispositivos que nos permitem manter o contacto com aqueles que mais gostamos, que nos permitem ir à Internet, e até organizar as nossas tarefas ( através de agendas virtuais e to-do lists). Porém, existem alturas e lugares certos para os usar, e alturas para os ignorar.


1. Quando comes: Já referi uma vez aqui no blog que, na minha família, os telemóveis são proibidos à mesa e, sinceramente, acho que devia ser assim em todas as casas. As refeições são um momento em que é suposto conviveres com a tua família/amigos, sem distrações.

2. Enquanto lês: Uma das coisas que mais gosto de fazer nos tempos livres é ler e, de cada vez que o faço, ponho o telemóvel em silêncio e mantenho-o longe de mim, para não ser interrompida. O nosso momento de leitura é suposto ser um momento calmo, sossegado, e tal não é possível se estivermos a ver SMS de 5 em 5 minutos.

3. No carro: Estamos em 2017, mas há pessoas que ainda acham que é correto conduzir ao mesmo tempo que falam ao telemóvel. É que é das coisas mais perigosas que se pode fazer! Além de comprometermos a nossa própria segurança, estamos a comprometer a segurança e a pôr em risco a vida de todas as pessoas que estão na estrada connosco.

4. Enquanto passeias ou andas pela rua: Já alguma vez andaste por uma rua e apercebeste que 90% das pessoas andava enquanto ia a fazer algo no telemóvel? É algo que, infelizmente, acontece com cada vez mais frequência. Além de essas pessoas se esbarrarem contra outras e contras postes e tudo e mais alguma coisa, estão a perder a beleza das coisas que as rodeiam, da vista, dos detalhes,...

5. Na casa de banho: Há pessoas que devem achar que 5 minutos na casa de banho é aborrecido, por isso toca a levar o telemóvel para lá! Nunca fiz isto, porque acho que é das coisas mais nojentas que se pode fazer, as casas de banho estão sempre cheias de bactérias!

6. Num encontro: Eu não sou uma especialista em namoros nem nunca fui a um encontro, mas já ouvi histórias de saídas que acabaram mal porque uma das pessoas não largava o telemóvel por nada deste mundo! Meus caros amigos, se marcam um encontro com alguém, é para dar atenção a essa pessoa, não é para ter um encontro com o vosso telemóvel!

7. Antes de ir dormir: Tal como já referi aqui, quando vamos para a cama dormir, devemos manter-nos longe de todas as tecnologias, principalmente do telemóvel. A maior parte das pessoas tem a tentação de ir dar uma última olhadela ao Facebook antes de dormir, mas não é correto, porque o cérebro vai confundir a luz dos ecrãs com a luz do dia, logo vai pensar que não hora de dormir. Por isso, o ideal é desligares todas as tecnologias 30 minutos antes de dormires, para teres uma melhor noite de sono.


E vocês? Quais é que acham que são as alturas em que devemos largar o telemóvel?

18.10.16

10 sinais que revelam que, na realidade, o teu namorado/a é o telemóvel


Hoje em dia, quase toda a gente tem um telemóvel. O  telemóvel foi, sem dúvida, uma grande revolução tecnológica e, atualmente, faz quase tudo, além de chamadas e mensagens, tem jogos, dá para aceder às redes sociais, ouvir música, tirar fotografias...

Porém, há pessoas que são mesmo viciadas no telemóvel. Mesmo muito! E diria até que algumas dessas pessoas podem estar mesmo numa relação amorosa com o telemóvel ( tipo eu secalhar ahahah, já que há uns meses atrás, no  dia dos namorados, escrevi este post).

Não acreditam em mim? Então leiam estes sinais para ver se namoram ou não com o vosso telemóvel.


1. É a primeira coisa que vês de manhã e a última que vês à noite: Relationship goals!

2. Faz conchinha contigo quando dormes: Na verdade, até preferes partilhar a cama com ele, porque não te rouba os lençóis, não te dá pontapés enquanto dormes nem te empurra para fora da cama. E ainda te acorda a horas!

3. Poderias passar horas a olhar para ele: Poderias ficar horas a olhar para ele sem ficar aborrecido/a.

4. Estás sempre se devias trocá-lo por um novo: Ultimamente ele anda muito lento e chato, secalhar vou trocá-lo por um Iphone 7 ou um Samsung Galaxy. Mas serei mesmo capaz de o substituir?

5. Achas que ele é uma brasa: Está muito calor aqui ou é só uma bateria sobreaquecida?

6. Os teus amigos e familiares sentem-se ignorados quando estás com o telemóvel: Tu sabes que tens que passar mais tempo com eles, mas gostas tantooo do teu telemóvel...

7. Põe um filtro numa situação má e torna o mundo melhor: Certamente que o teu namorado/a te faz muito feliz, mas tira-te uma borbulha com a mesma precisão que a tua app de fotografia? Bem me parecia que não.

8. Às vezes precisam de passar um tempo separados: É sempre bom respeitar o espaço pessoal do outro numa relação... Às vezes, é preciso pôr o telemóvel noutra divisão para poderes estudar ou trabalhar em condições.

9. Sentes a necessidade de estar sempre de olho nele: " Que horas são?, " Qual é o tempo para amanhã?", " Será que recebi uma mensagem no facebook?".

10. Vais com ele para todo o lado: E tens um ataque de pânico quando te esqueces dele em casa! Já não consegues viver sem ele, ele é tudo para ti!


E vocês? O vosso telemóvel é o vosso verdadeiro namorado/a?

5.8.15

Issuu: milhares de revistas grátis no telemóvel/tablet.


Andava eu a navegar pela net à procura de um livro em pdf (como ainda não saiu em Portugal, queria ler online) e cruzei-me com a app Issuu nas pesquisas. Fiquei desconfiada a princípio: "Milhares de revistas gratuitas? Não pode ser!". Baixei a app para o meu ipad, naquela de se for mentira, eliminar logo. Para minha surpresa, quando abri a app, tinha mesmo revistas grátis, incluindo as portuguesas. Inteirinhas! E o melhor é que não são de há dois anos nem nada, são mesmo recentes, tipo a Cosmopolitan Portugal deste mês.

Adeus ler revistas na sala de espera do dentista, adeus estar a interromper a passagem nas caixas do Pingo Doce a ler uma revista, adeus ao tempo e dinheiro gasto nos quiosques para comprar a Vogue. Agora vou ler tudo no meu ipad.

A aplicação é bastante simples. Quando nos inscrevemos, a aplicação pede-nos para selecionar os nossos interesses (por exemplo, política, moda,desporto,etc.) e ,com base nisso, dá-nos sugestões de revistas. À medida que vamos lendo, a aplicação vai sugerindo outras revistas com base no que lemos. Portanto, como podem ver, é uma aplicação bastante intuitiva. 

Podem adicionar ainda revistas à vossa lista de leitura, para as poderem ler posteriormente, numa viagem de metro ou de avião, sem precisarem de acesso à Internet. 

Na aplicação também encontram milhares de livros grátis, mas estes não vêm em Português de Portugal.

Só tenho pena no dinheiro que gastei em revistas antes de saber da existência desta aplicação. Dinheiro que já não volta a estar no meu bolso. 

Já estou a imaginar agora os meus queridos leitores a levar os seus tablets para a praia. Mas por amor de Deus, não enterrem os vossos tablets na areia! Lá por agora terem acesso a revistas no tablet não quer dizer que tenham que tratar o vosso tablet como uma revista. Se aparecer por aí algum tablet/telemóvel enterrado na areia ou afogado no mar, eu não me responsabilizo!