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3.3.17

7 razões que me levam a ficar em casa em vez de sair


Não me entendam mal, eu sou uma pessoa que gosta de sair com os amigos/familiares, de passear, de ir às compras, de ir a uma festa de vez em quando. Mas, por vezes, existem certas razões que me levam a ficar em casa em vez de sair, a maior parte das vezes nem são particularmente importantes, mas que ainda assim me fazem recusar saídas.


1. Está demasiado frio: Esta é uma das razões, que no inverno, me levam a recusar saídas, principalmente quando se tratam de saídas noturnas. Por muito que me saiba bem ir a um cafezinho à noite com as minhas amigas, se tiverem 3 graus lá fora, as probabilidades de eu recusar-me a sair são elevadas.

2. Os meus pais não me deixam sair: Como sabem, os meus pais são um pouco protetores e, embora confiem em mim e saibam que eu sou uma rapariga responsável, têm receio dos perigos que existem hoje em dia. Eles até costumam dizer " não temos medo daquilo que tu possas fazer, mas sim daquilo que te possam fazer a ti". Apesar de agora me darem mais liberdade do que antes, no que toca a saídas noturnas, os meus pais não acham muita piada e, frequentemente, não me deixam sair.

3. Teria que gastar demasiado dinheiro: Infelizmente, sair, principalmente sair à noite, é caro na maior parte das vezes. Muitos dos bares e discotecas exigem que paguemos uma entrada e, aqueles que não exigem, têm bebidas muito caras. O mesmo serve para certos restaurantes onde, frequentemente, se realizam muitas das festas e jantares de curso. Nem sempre há dinheiro disponível para sair, por vezes existem outras prioridades.

4. Não me apetece maquilhar: Eu sou daquelas pessoas que gosta de se maquilhar de manhã, e só não se maquilha com mais produtos porque estes são caros, e para não demorar mais tempo. Aquilo que me incomoda na maquilhagem não é o processo em si, mas sim o ter que removê-la ao final do dia. Isso sim, é que é uma chatice! Ter que usar toalhitas, remover tudo muito direitinho, e lavar a cara a seguir é um processo que me aborrece. Obviamente que isto não é uma razão que me impeça de sair a um almoço com as amigas, mas se tivermos a falar de um jantar mais formal ou de uma festa, já é capaz de me impedir.

5. Apetece-me passar o dia de pijama: Eu gosto muito de roupa, de ir às compras, e de fazer vários looks com as peças que tenho no meu roupeiro. Contudo, quando estou em casa o meu look é sempre um pijaminha quentinho e confortável. Mesmo nos dias em que estou todo o dia fora de casa, eu chego a casa e visto logo um pijama. Para mim, não faz sentido andar de outra maneira em casa, a não ser que tenha visitas. Todos nós temos aqueles dias em que não nos apetece sair do sofá nem largar o pijama, pelo que recusamos algumas saídas para termos o nosso dia de preguiça ( quem nunca?).

6. Tenho muito que estudar: Esta talvez seja, provavelmente, a razão mais forte que me leva a ficar em casa em vez de sair. Sempre fui uma rapariga que leva o trabalho escolar a sério, e sempre tive o lema " trabalhar agora, divertir-me depois". Quando estou perto de uma frequência e tenho muito que estudar, só saio se for uma saída de uma horinha, tipo ir tomar um café com uma amiga. Se for uma ida às compras ou uma ida ao cinema, já é bastante provável que eu fique em casa a estudar.

7. Apetece-me antes ver uma série: Sejamos sinceros, nem todas as saídas são divertidas e, por vezes, o que nos apetece mesmo é ficar em casa, no sofá, a fazer uma maratona da nossa série favorita. E isso não é errado, muito pelo contrário, todos nós temos direito a ter um tempinho para nós, de vez em quando, a fazer aquilo que gostamos.



E vocês? Que razões vos levam a ficar em casa em vez de sair?

3.12.16

7 maneiras de criar um quarto confortável



Os quartos devem ser uma divisão onde possamos relaxar e descansar. Devem ser o nosso santuário, o nosso refúgio, um sítio onde possamos desligarmo-nos um pouco da realidade, e repor as energias. Um quarto que preencha todos estes requisitos têm de ser, na minha opinião, um quarto confortável.

Como criar um quarto confortável, onde possamos relaxar e descansar? Hoje partilho com vocês umas dicas simples que, pelo menos, funcionam comigo, e que espero que funcionem com vocês.


1. Mantêm-no arrumado e limpo: O primeiro passo para ter um quarto mais confortável é mantê-lo arrumado e limpo. Não te vais sentir confortável numa divisão que esteja cheia de lixo até ao teto! Por isso, mantêm sempre tudo limpinho, a roupa sempre no sítio, e evita acumular objetos desnecessários.

2. Menos é mais: Já diz o ditado " Simplicidade é beleza". E também é conforto. Não enchas as paredes de posters, quadros ou papel de parede com demasiados padrões, nem ponhas demasiados objetos decorativos. Foca-te nos pormenores e detalhes subtis. Um vaso ali, uma moldura pequena na mesinha de cabeceira, um candeeiro com uma forma engraçada...

3. Usa cores claras: O quarto é uma divisão onde tu dormes e descansas, por isso, não uses cores berrantes como vermelho, laranja ou rosa-choque, que só te despertam e stressam mais, mesmo que de forma inconsciente. Opta por tons mais claros, como azul ou mesmo branco ( não é por acaso que as paredes dos hospitais são brancas, é para os pacientes relaxarem e recuperarem melhor) . Acima de tudo, opta por cores que digam " hora de dormir/relaxar".

4. Almofadas: Um quarto não pode ser confortável se não existirem almofadas. No entanto, não compres umas quaisquer. É importante que uses de almofadas de boa qualidade, e a posição em que dormes dirá o tipo de almofadas que deves comprar, se mais altas ou mais baixas, a forma... Lê este artigo para saberes especificamente quais os tipos de almofada para cada posição.

5. Velas: Já falei aqui uma vez sobre os benefícios das velas. Tal como referi nesse post, alguns aromas de velas relaxam-te e põe-te mais confortáveis É precisamente esse tipo de velas que deves colocar no teu quarto. 

6. A luz é importante: De dia, é importante que o quarto tenha janelas que permitam entrar muita luz natural. Se poderes erguer as persianas mal acordes, ainda melhor, porque acordarás mais bem disposto/a com luz natural. De noite, é importante que haja uma boa iluminação no quarto, mas não demasiado forte, para não te tirar o sono. Um candeeiro na mesa de cabeceira é uma ótima maneira de adicionar uma luz subtil à noite.

7. Uma cadeira no quarto: Todos nós temos a famosa cadeira no quarto, onde vamos colocando a roupa de toda a semana. Se não é o teu caso, o melhor é pensares em pôr uma. Além de puderes pôr lá a tua roupa, dá imenso jeito para te sentares e tirares a roupa e os sapatos, antes de vestires o teu pijaminha confortável.



E vocês? Como é que tornam o vosso quarto num espaço confortável?


22.9.16

5 coisas que aprendi a viver num espaço pequeno


Desde os 8 anos que vivo num apartamento pequeno. Antes disso, vivia numa casa consideravelmente grande numa aldeia e, como devem calcular, quando me mudei para o apartamento, a diminuição de espaço foi um choque! Felizmente, consegui adaptar-me e agora adoro a minha casa ( não adoro propriamente os barulhos que existem quando se vive num prédio, mas enfim, isso é outra história...).

Durante os 11 anos que vivi num espaço pequeno, e tendo também passado por outros espaços assim ( em viagens), aprendi algumas lições importantes que, certamente, me lembrarei quando, um dia, tiver a minha casa.


1. Consigo viver com menos: Lembro-me de quando me mudei para o apartamento onde vivo pela primeira vez,  e ter achado aquilo minúsculo comparado com a casa em que vivia antes. E uma casa mais pequena significava menos coisas, significava ter que dar / deitar fora metade dos meus brinquedos, não ter tanto espaço para brincar... Mas agora que cresci, percebi que é realmente possível viver com o que é essencial e não precisar de montes de tralhas. Viver num apartamento pequeno fez-me perceber quais são as coisas de que realmente preciso e aquelas que não são essenciais.

2. Consigo viver em qualquer lado: Já fui para alguns hotéis com quartos muito pequenos ( inclusive o de Londres, lá é que os quartos são mesmo pequenos) , e de todas as vezes eu pensava " como é que eu vou aguentar uma semana neste cubículo?", mas depois acabava por me adaptar e até achar o espaço agradável. Passar por estas experiências deu-me a garantia de que conseguirei viver em qualquer casa, por mais pequena que seja, pois arranjarei sempre uma maneira de aproveitar o espaço, de organizá-lo da melhor maneira, de colocar a roupa em determinado sítio,...

3. Quanto mais pequeno, mais fácil é de limpar: Viver numa casa pequena pode ser chato, mas vejamos as coisas de outra perspetiva, menos espaço significa menos coisas para limpar o que, por sua vez, significa mais tempo livre para fazer o que queremos.

4. Uma casa maior é sempre bom: Embora eu já me tenha habituado a viver num apartamento pequeno, e não me importo de viver assim no futuro, vamos admitir, todos nós gostávamos de ter um a casa grande, com piscina, um jardim enorme.... Se bem que para manter a casa seria bastante complicado, só se eu fosse rica, para poder contratar uma empregada para limpar aquilo tudo!

5. As coisas que tornam uma casa um lar não são coisas: Ter um apartamento pequeno, igual a tantos outros, pode parecer impessoal e sem vida, e parece que por muito que decoremos não deixa de ter aquele ar de apartamento. Mas se há coisa que eu aprendi é que não são objetos que tornam a nossa casa num lar, mas sim as refeições que a nossa mãe faz, os serões em família, as tardes no sofá a ver filmes, aquele banhinho quente depois de um dia frio... São essas as coisas que nos fazem " sentir em casa", que nos fazem dizer " esta é a minha casa e aqui sou feliz".


E vocês? Também vivem em espaços pequenos? Aprenderam alguma coisa nessas casas?

24.6.16

Porque precisamos de nos refugiar num lugar calmo de vez em quando


Hoje em dia, vivemos num ritmo de vida muito acelerado, com horários restritos, prazos apertados para cumprir, montes de trabalhos para fazer e entregar, estudos cada vez mais contínuos,... A juntar a isto, a maior parte de nós vive em cidades que, por natureza, são movimentadas, agitadas e barulhentas.

Não ficam cansados de tanta agitação e barulho? Pois, eu fico e, por vezes, até me põe louca!

Quando era mais nova, vivia numa pequena aldeia, num concelho pertencente ao distrito de Braga. Era uma aldeia muito calma. Incrivelmente calma até! Passavam dois carros de meia em meia hora, via-se poucas pessoas na rua,... A estradas eram todas de pedra e à volta só se viam casas rurais espalhadas e depois campos, campos, e mais campos. Quando era criança, odiava viver numa aldeia: não se fazia grande coisa, não havia centros comerciais nem parques infantis num raio de 50 km, não existiam muitas crianças ( andei numa daquelas escolas em que uma turma tinha apenas 20 alunos, do 1º ao 4º ano),... O único aspeto positivo da aldeia, para o meu "eu" criança, era o espaço enorme que eu tinha para brincar, andar de bicicleta e correr. Ainda assim, sempre desejei vir um dia a morar numa cidade.

E, de facto, o meu desejo concretizou-se. Aos 8 anos, os meus pais decidem-se mudar para Braga, a cidade onde eu nasci, para poder ter um futuro melhor, com mais oportunidades. Porque, sejamos sinceros, eu não iria ter grande futuro se ficasse na aldeia. A escola secundária mais próxima ficava a uma hora de camioneta!

Ao início, e durante vários anos, adorei viver numa cidade. Adorei a agitação, a quantidade enorme de pessoas ( Braga não tem tanta população comparada com o Porto,por exemplo, mas se viessem de uma aldeia para a cidade iriam perceber o que estou a dizer), os numerosos sítios para explorar... Mas agora, ao fim de 11 anos aqui, estou um pouco cansada de viver na cidade.

O meu "eu" criança iria bater-me agora se lesse isto. Sim, estou um pouco cansada da cidade, confesso. Estou cansada do ritmo acelerado em que vivo, do próprio barulho de uma cidade, dos vizinhos barulhentos que colocam a música aos berros nos momentos mais inconvenientes...  Não diria que gostaria de voltar a viver numa aldeia, porque seria demasiado calmo, mas talvez numa vila próxima da cidade.

Isto para dizer o quê? A agitação na nossa vida é necessária, porque caso contrário esta seria muito aborrecida. Mas, de vez em quando, é necessário, não só à nossa mente, como também ao nosso corpo, refugiarmo-nos num sítio calmo, para recuperarmos um pouco deste ritmo alucinante em que vivemos e refletirmos sobre a nossa vida.

Não é possível fugirmos da nossa vida e, muito provavelmente, da cidade, pois é nas cidades que temos mais oportunidades. A maior parte de nós não é rico o suficiente para possuir uma herdade no Alentejo, para fugir para um "refúgio espiritual" de vez em quando. No entanto, qualquer um de nós consegue encontrar um lugar calmo no sítio onde vive para onde fugir e organizar as ideias. Pode ser um parque, um café, ou até o nosso quarto. O importante é termos um "porto seguro", um sítio para onde fugirmos quando a vida se torna demasiado.

Não sei como é com vocês, mas eu chateio-me frequentemente com tanto barulho e agitação à minha volta. A minha família parece gostar de viver no meio do caos, e não conseguem passar muito tempo sozinhos, mas eu, quando não tenho a minha dose de tempo para mim própria, dou em louca depressa.

Não gosto de estar constantemente a receber informação de todos os lados. Gosto sempre de tirar algo tempo para me retirar para um lugar calmo e refletir sobre todos os acontecimentos que estou a viver. Além disso, gosto de ter um tempo a sós para poder relaxar depois de tanto stress acumulado, para poder ler e para escrever. Aliás, eu não consigo escrever um post que seja para o meu blog se não estiver num local calmo, sem barulho.

Ter um lugar calmo sem distrações ou ruído ajuda-nos a organizar a nossa mente, a refletir sobre a nossa vida, sobre aquilo que é realmente importante e aquilo que é acessório. E é extremamente importante, de vez em quando, isolarmo-nos num lugar assim para fugir à agitação toda do dia a dia, para podermos recuperar tanto fisicamente como mentalmente. É algo que é, frequentemente, desvalorizado.

E vocês? Costumam refugiar-se num lugar calmo?

24.5.16

Coisas de que tens livrar para teres uma vida mais organizada


Vivemos numa sociedade consumista, em que sentimos sempre a necessidade de ter mais e mais, de ter um carro melhor do que o vizinho, e muitas vezes acumulámos coisas que, na verdade, não precisámos realmente. Por isso, de vez em quando, é necessário limpar a " tralha" que temos, não só em casa, mas em muitas outras áreas, para podermos ter uma vida mais organizada e, consequentemente, sermos mais felizes.

Olhando para trás, acumulei tantas coisas que na altura achava que eram fixes, como por exemplo fazer uma coleção de frascos de perfumes ( eu sei que é estúpido, mas os frascos eram mesmo giros, o que é que querem?), e agora sei que eram completamente desnecessárias e, na verdade, só estava a acumular lixo.

Porém, arrumar todas as nossas coisas de uma vez só pode parecer um pouco avassalador e assustador, por isso o melhor que temos a fazer é dividirmos as grandes tarefas em pequenas tarefas e concentramo-nos numa área de cada vez.

 As coisas que vou referir a seguir são apenas alguns exemplos de coisas desnecessárias que toda a gente deveria eliminar para ter uma vida mais organizada. Claro que existem muitas mais coisas que não devíamos acumular, mas eu vou referir aquelas que considero mais importantes.

Casa


  • Revistas/Jornais velhos.
  •  Roupa que já não usas ou que está estragada.
  • Maquilhagem que não usas ou que está fora de validade.
  •  Comida que está fora de validade.
  • Vende ou recicla em contentores específicos os aparelhos eletrónicos ou eletrodomésticos que já não precisas.
  • Tudo o que está duplicado ( escovas de cabelo a mais, por exemplo).
  •  Elásticos para o cabelo estragados.
  •  Livros que já não gostas, que leste e odiaste, ou que nunca leste ( como, por exemplo, aquele livro de receitas cujas receitas nunca fizeste).
  •  Carregadores de telemóveis velhos que tu já nem sequer tens.
  • Toalhas estragadas.
  •  Medicamentos e vitaminas fora de data.
  • Prendas não desejadas.
  • Chaves que já nem sabes o que abrem.
  • As pegas da cozinha fracas que usas e que fazem com que te queimes ( dica: para não se queimares compra antes pegas de borracha).



Local/Ambiente de trabalho


  • Cadernos que já não usas.
  • Manuais escolares desatualizados/ já não usas.
  • Enciclopédias desatualizadas ( de qualquer das formas, quem é que usa enciclopédias nos dias de hoje? Existe o Wikipedia, duh).
  • Todas as pens que tens em excesso ou que estão com vírus.
  • Caixas com clips estragados.
  • Todas as máquinas que não funcionam ( impressora, portátil,...)
  • Canetas sem tinta ou sem tampa.
  • Posts-its ( guarda apenas um bloco ou dois, não é preciso um armazém).
  • Trabalhos que tu fizeste quando eras mais novo/a ou da faculdade.


Online

  • Limpa e organiza a tua caixa de correio eletrónico ( by the way, é algo que tenho de fazer, tenho 2000 mails no meu, daqui a nada bloqueiam-me a conta).
  • Retira a subscrição de todos os newsletters que já não te interessam.
  • Deixa de seguir os blogs que já não te interessam.
  • Organiza e elimina os documentos que já não te interessam.
  • Guarda todos os documentos importantes e fotos na "nuvem" e num disco externo.
  • Faz backup de tudo.
  • Elimina as apps do teu telemóvel que não usas.
  • Retira o "gosto" de todas as páginas do Facebook que já não te interessam.
  • Deixa de seguir no Twitter e no Instagram as contas que já não gostas.
  • Mantêm o ambiente de trabalho do computador limpo.


E vocês? Quais acham que são as coisas que têm de se livrar para terem uma vida mais organizada?

24.3.16

Como ser um bom hóspede


Nesta época do ano, férias, é comum as pessoas viajarem e, em tempos de crise, alojarem-se em casas de familiares ou amigos, em vez de irem para um hotel.

Ficar em casa de familiares ou amigos quando viajamos pode ser mais divertido do que ficar num hotel. E, vamos admitir, é bastante mais barato! No entanto, ficar em casa de alguém quando viajamos também pode ser bastante complicado, pois estamos sujeitos a diferentes tipos de expectativas e, se não correspondermos a estas, podemos ficar mal vistos e parecermos rudes, ingratos ou más pessoas.

Já fiquei algumas vezes em casa de familiares quando ia viajar para a cidade onde eles estavam e, devo dizer, por vezes é uma tarefa bastante complicada tentar ser uma boa hóspede. Porém, não é nada que não se consiga resolver com certos comportamentos mais corretos.

Por isso, hoje decidi partilhar algumas dicas que vos ajudarão a ser convidados outra vez para a casa dos vossos familiares ou amigos.


1. Sê claro/a acerca do tempo que vais ficar na casa deles: Se te tiverem convidado para passares uns dias na casa deles, isto está, obviamente, a cargo deles. No entanto, se foste tu que lhes pedistes para ficar na casa deles por uns dias, sê claro/a no tempo em que vais ficar, se vão ser apenas 2 dias, se vai ser uma ou duas semanas... Se quem te recebe diz que tem que trabalhar na semana a seguir, por exemplo, certifica-te que sais 2 dias antes, para eles poderem ter tempo para eles próprios.

2. Nada de surpresas: Nunca apareças 2 ou 3 dias antes do combinado ou, pior, com um cão, namorado/a, criança ou amigo ( mesmo que seja um amigo em comum). Tu podes chamar a isso ser espontâneo/a, mas quem te recebe poderá achar isso inconveniente.

3. Leva uma prenda: Como sinal de agradecimento por te deixarem ficar na casa deles. Pode ser um bolo que todos comam quando tu chegares, uma garrafa de vinho ou umas flores para colocar numa jarra. Provavelmente, vão gastar mais dinheiro por te ter na casa deles, por isso o mínimo que podes fazer é comprar algo para mostrares que estás agradecida pelo esforço deles.

4. Pergunta quais são as regras da casa: Pede que te mostrem a casa e pergunta quais são as regras, se é para tirar ou não os sapatos à entrada, as horas de acordar e tomar o pequeno almoço, a que horas podes tomar banho...

5. Leva a tuas própria comida e produtos de higiene: Lembra-te que estás na casa de familiares ou amigos e não num hotel por isso, a não ser que eles digam o contrário, não estejas à espera de usar tudo o que está no frigorífico ou de usares o gel de duche deles. Se possível, antes de ires para a casa deles, passa pelo supermercado mais próximo e compra tudo o que precisas. As pessoas que te recebem irão poupar muito dinheiro.

6. Sê apropriado/a: Obviamente que este conceito depende muito com o nível de amizade e de confiança que tens com os donos da casa. No entanto, o melhor é não andares pelas divisões da casa só com uma toalha no corpo ou comeres no sofá. Em caso de dúvidas do que é ou não mais apropriado fazer, pergunta aos donos da casa.

7. Ajuda: Oferece-te para cozinhar, pôr a mesa, lavar a loiça , dar uma arrumação rápida na casa,.. Mesmo que recusem as tuas ofertas, apreciarão com certeza o teu gesto.

8. Deixa sempre tudo arrumado: Depois de acordares, faz a tua cama. Se fores tomar banho, deixa tudo limpo. O que quer que tu uses, certifica-te que deixas sempre tudo arrumado.

9. Relembra-te que os donos da casa não são guias turísticos: Os teus anfitriões têm vida, têm trabalho e obrigações, por isso não esperes que andem por aí a mostrar-te a cidade. Vê por ti próprio as atrações locais. Pega num mapa, na máquina fotográfica e explora a cidade por ti.

10. Agradece: O ideal seria agradecer três vezes, uma quando te recebem em casa, outra quando te vais a despedir deles e uma última como e-mail de agradecimento ( também pode ser uma carta de agradecimento, mas quem é que escreve cartas hoje em dia?).


Cumprem estas regras? Quais são os comportamentos ou atitudes que consideram mais importantes quando ficam em casa de outras pessoas?

9.1.16

10 coisas que podes fazer quando estás sozinho/a em casa ao fim de semana.


Os fins de semana nem sempre são sinónimos de festas, saídas com os amigos ou convívio em família. Por vezes, também são sinónimos de tempo passado a sós, a fazer o que mais gostamos e a recuperar energias para a semana seguinte. Claro que é importante conviver com a família ou amigos, mas às vezes também é importante passar tempo a sós.

No entanto, nem sempre sabemos aproveitar esse tempo a sós da melhor maneira. Por isso aqui ficam 10 sugestões de coisas que podes fazer sozinho/a ao fim de semana.

1. Ler finalmente aquele livro que o teu amigo te recomendou há séculos: Andamos sempre tão atarefados na nossa rotina diária que é fácil acumular pontos na lista de " coisas que gostava de fazer quando tiver mais tempo". Por isso, devemos aproveitar todos os dias livres que temos para fazer pequenas coisas como ler um livro. Se estiveres sozinho/a em casa, aproveita para ler um livro, sem interrupções e sem pessoas a pedirem-te para fazeres coisas.

2. Fazer uma maratona de séries: Sabes aquela série que estava sempre a dar na televisão, mas tu perdeste a maioria dos episódios porque estavas muito atarefado/a? Faz umas pipocas, senta-te no sofá e prepara-te para assistires a 5 episódios seguidos ( ou, quem sabe, a temporada inteira).

3. Toma um banho de imersão: O ambiente de paz e sossego que se proporciona quando estás sozinho/a em casa é o ambiente perfeito para um momento de relaxamento. Acende algumas velas, usa alguns sais de banho ( existem muitos à venda na Sephora) e usufrui do momento.

4. Come tudo o que houver de melhor na tua dispensa/ frigorífico: Haverá melhor altura para comer as coisas mais calóricas do que quando não está ninguém em casa? Claro que não. Come aquele chocolate que anda a tentar-te há uma semana , come umas batatas fritas, o que te der na cabeça. Não há desculpas para reprimir os teus desejos porque não está ninguém em casa para te julgar.

5. Faz exercício físico:  Principalmente depois de teres feito o ponto 4, este é sem dúvida o ponto aconselhável a realizar. Se odeias o ginásio ( eu odeio, é só exibicionismo) porque não te queres envergonhar, aproveita o facto de teres a casa  só para ti para fazeres uns abdominais, flexões, Zumba ou qualquer atividade para pôr o teu corpo a mexer. Podes também ver vídeos de aulas de exercício físico  no Youtube e fingir que estás numa dessas aulas.

6. Ouve a tua música favorita com o volume alto: Como estás sozinho/a em casa, ninguém te vai mandar desligar a música ou julgar-te pelo teu gosto musical. As únicas pessoas que te poderão julgar são os teus vizinhos ( mas antes das 22 horas, eles não te podem dizer nada, esperemos que gostem da música que escolheres).

7. Dança que nem um/a maluco/a: Mais uma vez, como tens a casa por tua conta, ninguém te irá julgar. Além disso, não precisas de te envergonhar com os teus passos de dança porque ninguém está ver. 

8. Veste as tuas melhores roupas e faz uma sessão fotográfica: Eu costumo fazer muito isto quando estou sozinha em casa. As fotos ficam sempre memoráveis ( não necessariamente bonitas, porque eu não sou lá muito fotogénica, mas sem dúvida que ficam muito engraçadas). Veste as tuas melhores roupas, põe a tua câmara fotográfica a disparar sozinha e faz as tuas melhores poses de modelo. 

9. Cozinha: Aproveita para fazer bolos ou mesmo para experimentar receitas novas. O melhor mesmo é que não tens ninguém a chatear-te a cabeça por estares a sujar a cozinha toda, nem tens de ouvir as indicações/ opiniões dos outros.

10. Faz compras online: Apesar de nada substituir a sensação de fazer compras em lojas, fazer compras online também pode ser bastante divertido. Mas atenção que não precisas de comprar e levar a tua conta bancária a zeros. Tal como muitas vezes entras numa loja só para veres as coisas e não compras nada, também podes entrar num site online de compras e não comprares nada. Eu costumo fazer muito isso, andar em sites com coisas caríssimas, a admirá-las e desejar tê-las ( mas infelizmente eu sou pobre e não tenho dinheiro para uma carteira da Channel).


O que costumam fazer quando estão sozinhos em casa?