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31.10.18

As cenas mais assustadoras dos filmes "Harry Potter"


(Atenção: Esta publicação contém spoilers. Se nunca leram os livros ou os filmes da saga " Harry Potter não leiam este post).

Quando pensamos na saga "Harry Potter", pensamos sempre em infância, felicidade e magia. Contudo, os filmes da saga têm algumas cenas bastante assustadoras que nos fazem questionar se eram, de facto apropriadas para  crianças. Lembro-me de, em criança, algumas me terem aterrorizado bastante. Ver Harry Potter foi, muitas vezes, o meu equivalente a filmes de terror na minha infância. E à medida que a história foi progredindo, os filmes foram-se tornando cada vez mais negros (e, nessa altura, já estava claro que as crianças já não podiam ver).

Em noite de Halloween, relembremos alguns dos  momentos mais assustadoras da saga.


1. Ataque das aranhas: Quando eu vi esta cena pela primeira vez eu fiquei tão apavorada que, na hora seguinte, só via aranhas por todo o lado. Agora, aos 21 anos, já consigo ver a cena sem ter medo, mas confesso que ainda me faz impressão e que me mete um bocado de nojo.


2. Quando o Lupin se transforma num lobisomem: Esta é outras das cenas que para um adulto  até pode não meter medo nenhum, mas que pode assustar muito uma criança. A música, os efeitos especiais realistas e a prestação dos outros atores tornou nesta cena em algo muito negro.



3. O regresso de Voldemort em " Harry Potter e o Cálice de Fogo": Quando era criança, fiquei muito assustada quando vi a cara de Voldemort pela primeira vez. Já o tínhamos visto em filmes anteriores, mas era apenas de relance. Agora não acho a cara muito assustadora, acho-a apenas cómica (sem o nariz e tal).


4. Dudley é atacado por Dementors: Ninguém a não ser os próprios pais gostava de Dudley, mas ainda assim custou imenso vê-lo a ser atacado por Dementors e depois deitado no chão, sem vida.


5. Quando o Dumbledore é forçado a beber a poção toda para conseguir o Horcrux: Custou tanto ver o Dumbledore em sofrimento a ter que beber aquilo tudo, a contorcer-se todo para depois, afinal, aquilo ser um Horcrux falso. Esta cena durou apenas 3 minutos, mas eu era capaz de jurar que durou 10 minutos da primeira vez que a vi.


6. Quando a Bathilda Bagshot  se transforma na Nagini: A parte assustadora desta cena nem é o ataque, é mesmo a transformação e as articulações todas da cara dela a transformarem-se. Faz -me sempre impressão ver isto. 


7. Quando a Hermione é torturada por Bellatrix: Não há duvidas que a Emma Watson foi uma das melhores atrizes da saga, mas caso alguém tivesse ficado com dúvidas, viu-as esclarecidas no penúltimo filme da saga. A atuação da Emma Watson foi tão realista nesta cena que tornou-a uma das mais difíceis de ver. É impressionante como os gritos dela são aterrorizadores, levando-nos por momentos a acreditar que ela esteja mesmo a ser torturada. Como ela conseguiu fazer aquilo sem estar a sentir nenhuma dor física é um mistério. Fun fact: Após as gravações, a Helena falou com a Emma para esclarecer se ainda eram amigas, devido à brutalidade desta cena.




Quais foram as cenas de "Harry Potter" que mais vos assustaram quando eram crianças?

29.10.18

12 coisas relativas à vida de estudante das quais vou ter saudades

 12 coisas relativas à vida de estudante das quais vou ter saudades

Na semana passada, tive a minha última aula da licenciatura (a partir de agora é só estágios até ao final do ano). A última aula da minha vida! Pelo menos, enquanto estudante no verdadeiro sentido da palavra. Nada me impede de tirar um mestrado ou uma especialidade no futuro, mas já não será a mesma coisa, porque está estarei demasiada ocupado a (tentar) ser adulta.

Durante toda a minha vida, eu nunca conheci outra realidade além da de estar em sentada numa mesa de madeira pequena a estudar. É certo que também estagiei, o que me deu um vislumbre do mundo de trabalho, mas tudo aquilo que eu sei é ser estudante. Apesar de estar  muito entusiasmada para acabar o curso - e estar convencida que serei mais feliz enquanto trabalhadora do que estudante - existem muitas coisas das quais sentirei bastante falta. 


1. Ir às aulas: Muitos podem achar as aulas uma seca e o método de ensino atual desadequado (e eu não vou discordar), mas eu gosto mesmo de ir às aulas. Gosto mesmo de sentir que estou constantemente a aprender algo novo. 

2. Ir às aulas simplesmente existir: Todos nós temos aqueles dias em que, simplesmente, não nos apetece fazer nada. A vantagem de sermos estudantes é que podemos ir para as aulas simplesmente existir, dormir em pé. Não vale a pena ir para as aulas quando não vamos estar atentos, mas quando estas são obrigatórias tem que ser assim. No mundo de trabalho, se não nos apetece trabalhar um dia, não temos esta opção, temos que dar na mesma o máximo e certificarmo-nos que fazemos tudo aquilo que nos compete. Não é possível dormirmos em pé e esperarmos que as horas passem.

3. Faltar às aulas porque sim: Quem nunca fingiu uma doença só para faltar às aulas? Na faculdade, quem nunca faltou à primeira aula da manhã por causa da saída da noite anterior? Se fizerem isso quando estiverem a trabalhar, arriscam-se a perder o emprego. Para faltar ao emprego, é bom que estejam a morrer ou que alguém próximo esteja, porque senão é para esquecer. Ok, talvez esteja a exagerar, mas aquela a cena de "hoje vou faltar ao trabalho, não me apetece mesmo ir" não é, de todo, algo praticável.

4. Ir às aulas de qualquer jeito: Ser um estudante é, provavelmente, o único "emprego" do mundo em que podemos ir vestidos de qualquer jeito e ninguém vai reclamar connosco. Na universidade, até podemos aparecer lá de pijama se nos apetecer e ninguém nos vai julgar. Duvido que os meus futuros chefes aceitem que vá para o meu emprego de pijama.

5. (Ter desculpa para) comprar material escolar: Ainda estou a pensar na desculpa que vou arranjar para comprar material escolar a partir de agora. Porque sim, eu vou continuar a comprar, mesmo que não precise, eu não sei viver sem os cadernos e agendas giras.

6. As "férias grandes": Por vezes, ser estudante pode parecer um trabalho a tempo inteiro sem salário. Mas por muito que fiquemos stressados e cansados, junho recebe-nos sempre com 3 meses de férias, sem compromissos nem grandes responsabilidades. O "mundo real" já não é assim tão simpático - temos uns meros 20 dias úteis de férias (que não calham sempre quando queremos) ou, com sorte, um pouco mais se juntarmos folgas (isto claro, se a nossa profissão o permitir). 

7. Estar inserido(a) numa comunidade da tua própria idade: Durante toda a minha vida de estudante, socializei com pessoas da minha faixa etária. Quando entrar no mercado de trabalho, terei que conviver com pessoas, provavelmente, muito mais velhas do que eu, com outra experiência de vida, com interesses diferentes do meu, etc. Não é necessariamente mau (aprendemos imenso com pessoas mais velhas e com mais experiência do que nós!) mas vou sentir falta de estar rodeada de pessoas da minha idade, que estão na mesma fase de vida do que eu e com quem me identifico mais facilmente.

8. Horário flexível: Quando estamos no Básico os horários são mais rígidos, não temos tardes livres, entramos às 9 horas e saímos sempre às 17 horas. No Secundário, já vamos tendo umas tardes livres e já temos mais margem de manobra. Na universidade, os horários são, no geral, bastante flexíveis, e nem somos obrigados a ir a todas as aulas. Porém, quando temos um emprego, estamos sujeito a horários mais rígidos, em certos empregos até fazemos turnos (como no meu caso), além de, no final de cada dia, termos outras responsabilidades que não tínhamos enquanto estudante.

9. Não trabalhar aos fins de semana: Um dos melhores aspetos da vida de estudante é não termos que trabalhar aos sábados. Chega a sexta feira  e, se o estudo o permitir, podemos passar um fim de semana inteiro sem fazer nada. Esta é uma das coisas que mais me vai custar quando tiver um emprego, ter que trabalhar aos sábados ou mesmo ao domingo.

10. Planos espontâneos: Quando somos estudantes, podes chegar à beira de um amigo e dizer "vamos ao cinema", porque o nosso horário flexível assim o permite. Mesmo que os planos coincidam com as aulas, sempre podemos faltar a uma ou duas. Quando temos um emprego já não temos espaço para tantos planos espontâneos, temos um horário rígido a cumprir, poucas folgas, e é difícil gerir isso e combinar coisas com outras pessoas que, provavelmente, também estão a trabalhar e têm horários diferentes. 

11. Estar com os amigos todos os dias: Ao longo das várias etapas da minha vida de estudante, fui obrigada a separar-me de amigos com quem convivi diariamente e aprendi o quão difícil é combinar coisas e manter uma amizade com as pessoas que costumávamos viver todos os dias. Imagino que agora, com os amigos que criei na universidade, seja pior. No final do curso, iremos todos trabalhar para sítios diferentes, porventura para cidades ou até mesmo países diferentes, e arranjar tempo para estarmos todos juntos, com todas as responsabilidades e afazeres de adultos, será um grande desafio. Terei imensas saudades de todo o tempo que convivemos em aulas, no campus, na biblioteca e em festas. 

12. Saber aquilo que vou estar a fazer para o próximo ano: Durante toda a minha vida, apesar de todas as inseguranças que vivi em todas as etapas, uma coisa era certa - todos os anos eu regressaria às aulas. E essa rotina, essa certeza, impedia que eu pensasse em todas as inseguranças que eu tinha acerca do futuro. Agora que já não terei mais um setembro de regresso às aulas à vista, as incertezas começam a aparecer. O que estarei a fazer daqui a um ano? Será que terei um emprego ou estarei desempregada? Se conseguir um emprego, onde vou trabalhar? Parece que está tudo bastante indefinido. Apesar de assustador, admito que tem o seu encanto nunca saber o que vai acontecer a seguir. Ainda assim, vou sentir muita falta da segurança que setembro me dava enquanto estudante.

26.10.18

Eu descobri o segredo mais bem guardado da Netflix


Criar uma conta na Netflix é um caminho sem volta. Podem achar que os sites de filmes/séries grátis são muito bons, mas quando cedem à tentação de experimentar o mês grátis da Netflix nunca mais querem outra coisa. Eu que o diga, que desde que criei uma conta lá nunca mais fui a mesma.

A Netflix tem muitas qualidades, mas a organização não é uma delas. Procurar filmes/séries no famoso site de streaming pode ser um pesadelo. A não ser que já entrem no site com algo específico para em mente, podem perder muito tempo entre as sugestões que aparecem no ecrã principal. A coisa mais irritante da organização do site da Netflix é que não mostra todos os filmes/séries, só mostra sugestões baseadas naquilo que vocês costumam ver ou naquilo que a maior parte dos utilizadores anda a ver. Mesmo quando clicam nas categorias, não conseguem ver tudo. É um algoritmo bem marado, que não nos permite ter acesso à lista toda de conteúdo. Isto dá-nos a sensação que temos poucas opções por onde escolher e faz com que andemos sempre dependentes de publicações do género "O que há de novo na Netflix em outubro".

A verdade é que a Netflix tem muitos mais filmes e séries do que imaginamos. Tantos que nem a própria empresa sabe. Eu descobri este segredo muito bem guardado quando andava à procura de truques que pudessem melhorar a minha experiência com este serviço. Estão preparados para saberem qual é o grande truque que vos vai pôr a fazer ainda mais binge watching do que aquele que já faziam? Existem códigos que vocês podem usar para ter acesso a categorias mais específicas, que vão muito além das típicas como drama, romance, terror, etc. É como se fossem os códigos do GTA só que, em vez de desbloquearem funcionalidades do jogo, desbloqueiam categorias.

Como é que esta cena dos códigos funciona, afinal?


Tudo aquilo que precisam de fazer é inserir os códigos que eu já vou disponibilizar abaixo neste URL: http://www.netflix.com/browse/genre/### (sendo ### o sítio onde colocam o número). Este sistema de códigos só funciona no computador, mas isso resolve-se facilmente vendo o que querem pelo PC e depois guardando na vossa lista.


Os códigos para as categorias


Como poderão constatar na lista abaixo, existem imensas categorias muito específicas (algumas que eu nem sabia que existiam). . Assim conseguem aceder a tudo de um modo mais organizado e têm mais possibilidade de escolha. Tentei compilar a maior parte aqui (ainda ficaram muitas de fora!) para vos poupar ao trabalho de pesquisarem na Internet (de nada!). Prontinhos para copy paste.  Existiam categorias que não tinham conteúdo disponibilizado em Portugal pelo que não incluí aqui.


  • Ação e Aventura: 1365.
  • Comédia: 6548
  • Comédias de humor negro: 869
  • Comédias de Ação: 43040.
  • Ficção científica e Fantasia de Ação: 1568.
  • Thrillers de Ação: 43048.
  • Filmes Infantis e Familiares: 783.
  • Filmes Clássicos: 31574
  • Clássicos de Ação e Aventura: 46576.
  • Comédias Clássicas: 31694.
  • Dramas Clássicos: 29809.
  • Filmes Românticos Clássicos: 31273
  • Clássicos de Ficção Científica e Fantasia: 47147
  • Thrillers Clássicos: 46588
  • Clássicos da TV: 46553
  • Animação para Adultos: 11881.
  • Aventuras: 7442.
  • Histórias com Animais: 5507.
  • Anime: 7424.
  • Anime de Ação: 2653.
  • Anime de Comédia: 9302.
  • Anime de Drama: 452.
  • Anime de Fantasia: 11146.
  • Filmes Anime:  3063.
  • Anime de Terror: 10695.
  • Anime de Ficção Científica: 2729.
  • Filmes de Ação Asiáticos: 77232.
  • Filmes de Terror de Série B: 8195.
  • Desporto e Fitness: 9327
  • Filmes sobre Basebol: 12339.
  • Filmes sobre Basquetebol: 12762.
  • Filmes sobre Boxe: 12443
  • Filmes sobre Futebol: 12549
  • Filmes Britânicos: 10757
  • Filmes Africanos: 3761.
  • Filmes Australianos: 5230.
  • Filmes Holandeses: 10606.
  • Filmes Chineses: 3960
  • Filmes Espanhóis: 58741.
  • Séries Britânicas: 52117.
  • Documentários Biográficos: 3652.
  • Dramas: 5763.
  • Dramas Biográficos: 3179.
  • Dramas Passados no Tribunal: 2748.
  • Filmes de Culto: 7627.
  • Séries de Culto: 74652.
  • Educação para Crianças: 10659.
  • Épicos:  52858.
  • Espiritualidade e Fé: 26835.
  • Filmes LGBTQ: 5977.
  • Filmes de Terror sobre Vampiros: 75804.
  • Cartoons: 11177.
  • Sátiras: 4922.
  • Documentários espirituais: 2760
  • Documentários sobre questões sociais e culturais: 3675

22.10.18

Estarão as redes sociais a manter as amizades ligadas a máquinas?

Estarão as redes sociais a manter as amizades ligadas a máquinas?

Como muitos pais antes dos meus, ensinaram-me a não ligar muito aos dramas que acontecem na escola, porque eles não vão ter importância no futuro. Afinal, eu nunca mais iria ver essas pessoas. Eles não faziam ideia do quanto a era das redes sociais iriam alterar isso, não só nas minhas relações, como nas de uma geração inteira.

Agora, uma década depois de ter ouvido esse famoso conselho,  sou amiga da minha paixão do 6º ano no Facebook. Tenho colegas da primária adicionados lá também. Muitos professores meus metem gosto e comentam os meus posts regularmente. Esta ideia de que, após uma fase da nossa vida, nunca mais iremos ver certas pessoas é, portanto, um mito.

Eu não me queixo completamente disto. É tão bom poder continuar a falar com pessoas que as circunstâncias as distanciou de mim, e é tão bom poder continuar a vê-las crescer, a superar desafios e a realizar os seus sonhos. Por outro lado, por vezes sinto que as redes sociais mantém as amizades vivas apenas a nível superficial. Como se fossem doentes em fase terminal que só ainda não morreram porque estão ligados a máquinas. As redes sociais também parecem ser um suplemento conveniente para quando não conseguimos dar atenção suficiente aos nossos amigos na vida real. Até que ponto isto é aceitável?

Após ter passado por várias fases da minha vida (Básico, Secundário...), já consigo detetar um certo padrão no fim de cada ciclo. Saímos todos dessa etapa com promessas que iremos manter o contacto. Ao início fazemos, semanalmente, vários planos ambiciosos como festas, idas ao cinema, uma tarde de férias juntos... Passado algum tempo, esses encontros são substituídos por cafés de mês a mês. Após um ano, os encontros são substituídos por chamadas regulares. Depois, por mensagens de texto. E, finalmente, reduzem-se a simples comentários e likes no Facebook e no Instagram. Poucas são as amizades que escapam a esta espiral.

Todos nós reconhecemos que as amizades requerem esforço e presença, no entanto estamos constantemente a entrar nesta espiral descendente. Aceitamos isto porque " é melhor do que nada". Mas, se calhar, está na altura de desligar a máquina. Existem amigos para sempre, e amigos apenas para uma certa fase da nossa vida, e aceitar isso não significa que sejamos interesseiros.

Agora, eu vejo os likes no Facebook como aquilo que são: apenas likes. Likes que não substituem uma mensagem, uma chamada ou a presença dessa pessoa. E, apesar do que o Mark Zuckerberg possa dizer (porque ele está apenas a puxar a brasa para a sua sardinha), apoiarmo-nos nas redes sociais não é uma forma sustentável de manter amizades. Há pessoas que só faz sentido permanecerem  na nossa vida durante determinado período de tempo. Depois disso, temos que deixá-las ir, e ficar apenas com todas as memórias e lições que nos deixaram.


(Texto inspirado nesta publicação do blog "A Sofia World")

19.10.18

3 hábitos de beleza que adotei recentemente

3 novos hábitos de beleza que adotei recentemente

Já há uns séculos que não falávamos de beleza aqui no blog, pois não? A beleza, a maquilhagem e afins também fazem parte dos meus interesses, mas raramente são abordados por aqui porque ainda é uma área que eu não explorei a fundo, apesar dos inúmeros workshops relativos a este mundo a que já fui. Na maior parte das vezes, deixo esta temática para quem realmente percebe dela (cá entre nós, eu estou a tentar não roubar o trabalho à Maria Vaidosa, se eu me começasse a debruçar sobre isto ela ia de vela heheheh).

A minha rotina de beleza é muito prática e simples - de forma a que eu possa encaixá-la bem no meu horário apertado e aliá-la a outros interesses. Dou sempre mais foco aos cuidados de pele do que a maquilhagem. A maquilhagem, para mim, é apenas um extra, um bónus que me deixa mais bonita, a verdadeira beleza tem que ser natural e é nisso que eu invisto sempre mais. Desde o início do ano (o civil, não o letivo, orientemo-nos por esse para variar um pouco) que tenho adotado novos hábitos de beleza que estão a valer o seu investimento.


1. Usar máscara facial: No início da minha parceria com a Mary Kay, conheci um dos meus produtos favoritos da marca de sempre, a máscara de carvão. Desde de aí que o comecei a usar a máscara de carvão regularmente, mas só agora é que estabeleci a disciplina para fazê-lo todos os sábados ou domingos. Além de me fazer sentir chique (mesmo que por fora pareça cimento versão humana), tem deixado a minha pele muito menos oleosa.

2. Fazer exfoliação labial: Vou ser sincera e chocar as bloggers de beleza que passem por este cantinho: eu nunca faço exfoliação corporal. Se devia? Só me traria benefícios, mas não me apetece acrescentar mais uma tarefa à minha rotina diária de beleza. Abro uma pequena exceção para a exfoliação labial, sobretudo agora que veio o frio, altura em que os meus lábios ficam mais secos. Aliado ao batom de cieiro, é uma ótima forma de manter os meus lábios suaves. Estou a usar este da Mary Kay, com uma embalagem muito pequena e fofa, prática para andar na mala e fazer uma exfoliação em qualquer lugar (é só aplicar o produto nos lábios com movimentos circulares e depois retirar com água). Não se assustem com o preço, o esfoliante dura imenso tempo. 

3. Usar tónico de limpeza: Antes de usar um tónico de limpeza, eu usava aqueles géis de limpeza que são muito pastosos e muito morosos para retirar com água. Dava por mim a saltar este processo por ser tão chatinho. Recentemente, decidi substituir esse gel por um tónico de limpeza. Que maravilha, muito mais simples e rápido! É só pegar num disco de algodão, passar pela face toda e já está, deixando ainda a minha carinha laroca fresquinha. Eu estou a usar este da Nivea, que é aquele que, a meu ver, tem uma melhor relação qualidade-preço. 


E vocês? Adoram algum hábito de beleza novo recentemente?

16.10.18

5 coisas que adoro no blog "Joana Rito"

5 coisas que adoro no blog "Joana Rito"

Estou absolutamente encantada com o feedback espantoso que esta rubrica tem recebido, tanto por parte dos leitores como dos bloggers destacados. Todos os meses, traz novas ondas de amor blogosférico. Em jeito de mini celebração, lanço-vos um desafio: o próximo blog a ser destacado será escolhido por vocês. Escolherei um a partir das sugestões que deixarem nos comentários (aquele que for referido mais vezes é o escolhido). O objetivo principal desta rubrica é partilhar convosco os meus blogs favoritos, mas seria interessante inverter as coisas e falar num dos vossos blogs favoritos. Tenho a certeza que andam por aí tesouros que ainda não descobri. Alinham?

Bem, retomando a ordem de trabalhos desta publicação (agora parece que estou a falar numa reunião de condomínio). No mês passado falámos de  feel good blogs, e este mês vamos acrescentar mais um à lista (bora tornar isto uma categoria oficial no Bloglovin?). O blog destacado deste mês é  "Joana Rito" , pertencente a uma jovem que ama todas as formas de expressão- e isso está bem patente no seu espaço virtual.


1. É uma leitura de bolso: Na eterna discussão blogosférica em torno da extensão dos posts, eu sou defensora tanto de posts pequenos como de posts grandes - o que importa é que tenham bom conteúdo. Além disso, ambos os formatos adequam-se a diferentes ocasiões. Se tivermos mais tempo, podemos dedicarmo-nos a ler os posts grandes, se estivermos num dia mais agitado, podemos ler os pequenos. No caso da Joana, a maior parte das suas publicações não têm mais de 4 parágrafos. São muito pequenas e simples. É, portanto, uma espécie de leitura de bolso, que facilmente conseguem ler pelo telemóvel, por exemplo, num intervalo de uma aula.

2. A rubrica "Na Estante": O seu estilo de escrita simples e conciso confere uma grande vantagem às suas reviews de livros. É muito mais fácil ter uma ideia do que é que determinado livro trata e decidir rapidamente se queremos ou não lê-lo. 

3. As palavras parecem que nos envolvem: A melhor forma que eu consigo arranjar para explicar aquilo que eu sinto quando leio o blog da "Joana Rito" é compará-la às histórias que me liam em criança antes de dormir, aquelas que me punham a refletir a noite inteira, que me davam coragem ou que me faziam desejar ser melhor a cada dia. As palavras da blogger são muito envolventes nesse sentido, são tranquilizantes, mesmo nos assuntos mais tristes faz-nos sentir que vai ficar tudo bem.

4. Através da fotografia capta a simplicidade de tudo o que existe: A par das palavras, da arte e da música, a Joana também nutre uma grande paixão pela fotografia. Se não lêssemos isso na sua página "sobre", perceberíamos logo pelas fotos do blog (a maior parte são da sua autoria) que se destacam  pela sua simplicidade e pelo foco em todos os pequenos detalhes. Poderia atribuir  a qualidade destas fotografias à sua formação em Design e Fotografia (que também deve ter ajudado imenso!), mas penso que o verdadeiro talento da Joana se deve ao facto de estar muito conectada ao mundo que a rodeia. Para os mais curiosos, ela tem um portfólio que podem espreitar,  e também podem recorrer aos serviços dela, se tiverem interessados.

5. Inspira-nos a valorizar todos os pequenos detalhes da vida: Todo o blog da Joana- desde o layout, à escrita e às fotografias - é uma ode a isso mesmo, a todos os pequenos detalhes da vida. Ler os seus textos ajuda-nos a focar-nos a nossa atenção para aquilo que realmente interessa e a valorizar mais aquilo que realmente é importante.


Já conheciam o blog "Joana Rito"? Do que é que gostam mais?

12.10.18

Movie 36: setembro


Ainda é aceitável falar sobre aquilo que vi em setembro? Se não for, passa a ser, o meu blog as minhas regras. 

Setembro foi o mês dos filmes levezinhos, em jeito de despedida do verão. Comédia, adolescentes e acção dominaram as escolhas que fiz inconscientemente (uma vez que muitas delas foram feitas na hora, ou no cinema, ou por notificação da Netflix). Foi também neste mês  que consegui atingir o objetivo a que me comprometi no início deste desafio, ver 36 filmes. Não só atingi como já o ultrapassei, com um total de 38 filmes. Tendo em conta que ainda faltam 3 meses para o final de 2018, o balanço final será muito positivo.


1. To All The Boys I Loved Before: "To All The Boys I Loved Before" era um das estreias mais aguardadas deste verão e, quando chegou, arrasou os nossos corações! É um dos filmes mais fofos de sempre e, no momento em que vos escrevo, já perdi a conta ao número de vezes que eu já o revi. É uma história doce, engraçada (ri bastante alto várias vezes!) e fácil de assistir, daquelas que sabemos que vamos ter saudades e querer voltar a ver. Awww, e tem o Peter Kavinsky, a minha nova crush cinematográfica! Botão Dourado para ir diretamente para os favoritos do ano! (foi mesmo fixe escrever isto, tive assim um momento à "America´s Got Talent"). 



2. The Kissing Booth: Ouvi falar muito bem de  "The Kissing Booth" e, mesmo tendo visto o trailer e tendo o pressentimento que aquilo era muito cliché, eu decidi ver na mesma. "Talvez me surpreenda", pensei eu. Big mistake! Este filme é tão overreated! Isto não é nada de novo, basicamente, eles pegaram nos clichés de todas as comédias de adolescentes e juntaram tudo. A única forma de apreciarem "The Kissing Booth" é se tiverem 13 anos e ainda não tiverem nenhuma experiência a nível cinematográfico. Se não for esse o caso esqueçam, voltem a ver "To All The Boys I Loved Before", porque é tempo muito melhor gasto (e se já o viram mil vezes, como diz o Noah Centineo, ainda não o viram vezes suficientes). Dado a forma infantilizada como o produziram, sinto mesmo que foi feito para um público muito específico e que não dá para ser apreciado pelos espectadores de outras faixas etárias.


3. Sierra Burgess Is a Loser: Confesso que, da primeira vez que vi "Sierra Burgess is a Loser" eu até gostei. Só quando, mais tarde,  começaram a aparecer muitas críticas pela Internet a apontar a forma errada como esta produção da Netflix abordou muitos assuntos sérios é que eu comecei a ver todas as falhas da história. Fiquei chocada ao constatar que estas me tinham passado ao lado! Não puder deixar passar isto ao lado e escrevi uma publicação sobre a mensagens erradas que este filme está a passar, não só para a mim própria reflexão mas também para alertar as outras pessoas sobre a forma como, frequentemente, consumimos conteúdo de entretenimento sem pensarmos nas coisas nocivas que nos podem estar a transmitir e que, inconscientemente, nós podemos estar a interiorizar. Nem todos os filmes têm que corresponder à realidade e representar as atitudes mais corretas (tal como a Cynthia referiu num comentário naquele post), mas quando um filme apresenta como objetivo passar uma lição de moral ao seu público e falha noutras problemáticas também moralmente importantes, não se pode ignorar.


4. The Spy Who Dumped Me: 2018 está a ser o ano em que as mulheres dominam como protagonistas de filmes de ação. Obviamente que eu não iria querer perder outra oportunidade de ver mulheres estilosas a dar porrada aos maus da fita. "The Spy Who Dumped Me" pode não ter a trama mais original de sempre, mas tem comédia, ação, uma pitada de romance e ainda consegue ser surpreendente, quando todo o trama de espionagem faz com que fiquemos confusos porque, tal como as personagens principais, não sabemos em quem acreditar. A Kate McKinnon merece aqui um destaque especial, ela foi a grande responsável pelos momentos mais cómicos, os diálogos dela eram mesmo muito engraçados.




5. The Guernsey Literary and Potato Peel Society:  "The Guernsey Literary an Potato Peel Society" é uma sociedade privada sobre literatura que um grupo de moradores de Guernsey criaram de uma forma totalmente cómica e arriscada, e que depressa se tornou um refúgio de todo o horror que se viveu durante a Segunda Guerra Mundial. Dois anos após o término da guerra, a escritora Juliet Ashton descobre este clube secreto e decide visitá-los, e desenvolve profundos relacionamentos com os membros da região enquanto escreve um livro relatando as experiências que vai ouvindo. Esta é uma história emocionante sobre a forma como a guerra marca a vida das pessoas, muito depois desta acabar. Também é uma história sobre o poder dos livros e de como estes podem unir pessoas. O que me encantou neste filme foi mesmo isso, a forma apaixonada como defenderam a literatura como elo de ligação entre pessoas e como meio para imortalizar as histórias do passado. 


6. Mile 22:  A minha opinião sobre "Mile 22" pode não ser a mais fiável uma vez que, nessa noite ,estava muito exausta  e, no meu estado normal, eu já não sou muito fã de filmes de ação. Mas tenho vos a dizer que achei este filme muito aborrecido e muito parado para ser de ação. Se há coisa que odeio neste tipo de produções é acharem que explosões, tiros e muitas mortes irão tapar as lacunas dos enredos. O enredo aqui era bastante confuso, as personagens foram apresentadas muito aleatoriamente e fora do contexto e os momentos que, supostamente, eram o  climax não foram assim tão emocionantes. O grande plot twist não foi nada surpreendente, eu consegui perceber o que iria acontecer a meio. Não gostei mesmo nada. 



Viram algum destes filmes? O que acharam?

10.10.18

Série: Elite


Olá, meus caros leitores (ou, como se diz em Las Encinas, Hola) aqui estou eu para vir falar de Elite, uma das estreias mais aguardadas deste mês e que criou imensas expetativas. Quando, em setembro, saiu o trailer da nova série espanhola da Netflix, eu fiquei logo a sonhar com 5 de outubro e o fim de semana prolongado que me permitiria fazer um binge watch dos 8 episódios. 

O trama decorre em Las Encinas, um dos colégios mais caros frequentados pelos filhos da elite espanhola. Este mundo aparentemente perfeito é abalado  com a chegada de três alunos que ganharam uma bolsa após a sua antiga escola ter sido destruída. Porém, aquilo que abala mesmo esta "bolha" de jovens privilegiados é o assassinato de um dos seus estudantes, que faz com que todos tornem-se  imediatamente suspeitos.

Existem dois tempos na série: um no presente, onde se investiga o crime e se interroga várias personagens da série sobre o assassinato que ocorreu no colégio, e outro no passado, onde se desenrola o restante enredo, através do relato do dia a dia dos estudantes de Las Encinas, do constante choque entre os ricos e os pobres, e de outros conflitos que compõem este thriller adolescente. 


"Elite" é uma combinação mortífera entre "Gossip Girl", "Thirteen Reasons Why" e "Skins", mas destaca-se destas pelo charme da cultura europeia e por uma abordagem crua à adolescência de hoje, mostrando a sexualidade dos adolescentes tal como ela é, as suas obsessões e os seus verdadeiros problemas de identidade. É a versão mais adulta dos teen dramas (não, não é demasiado teen como muitos receiam, aliás, não aconselho que menores de 16 anos assistam). Eu diria até que, pela elegância e luxúria visual das cenas, a série foi feita para os jovens adultos se submergirem num mundo juvenil que já ficou para trás há alguns anos atrás.

Apesar das comparações com estas famosas produções, "Elite" consegue esquivar-se delas e trilhar o seu próprio caminho. Consegue a proeza de mexer em assuntos- o sexo, as drogas, o excesso de festas, miúdos ricos alienados da realidade, etc. - com a subtileza e graciosidade, sem roçar no vulgar. Há inclusive, uma particularidade de uma personagem feminina com grande importância social atualmente e que penso nunca ter sido retratada por séries adolescentes.

Ao longo dos episódios, nós não queremos saber apenas quem é que foi assassinado e quem é o culpado, também queremos saber porque é que o fez, porque é que as personagens agem da maneira que agem, o que são por detrás daquilo que aparentam ser e as suas ligações bastante improváveis que têm umas com outras. A certa altura, nem nos interessa quem é que o assassino, estamos ali para acompanhar todos os acontecimentos da elite espanhola. O mistério é bem mantido até aos últimos episódios (a partir daí já temos algumas suspeitas sobre quem é o culpado), só peca por acabar de uma forma um bocado abrupta, em jeito de introdução para a segunda temporada. 

Após os grandes sucessos como "La Casa de Papel", "As Telefonistas", entre outros títulos, é bom ver que a Netflix percebeu que as histórias de outras nacionalidades têm o mesmo potencial que as norte-americanas. "Elite" é o novo sucesso, e a hype em torno desta é bastante justificada. Eu já estou a aguardar ansiosamente a segunda temporada!


Já viram "Elite"? O que acharam?

9.10.18

Como lidar com um internamento hospitalar

 Como lidar com um internamento hospitalar

Hospitais. Estes não são lá muito divertidos e a maior parte das pessoas não são grandes fãs deles. Estar num hospital pode ser aborrecido, assustador e até deprimente. Por isso, muita gente evita-os ao máximo. Contudo, nem sempre dá para os evitar. Infelizmente, ninguém é imune a problemas de saúde que, por vezes, podem resultar em internamentos hospitalares, precisamente aquilo que queremos evitar.

Por razões mais infelizes e por outras mais felizes, já passei muito tempo em hospitais. Primeiro, como mera visitante de familiares meus que estiveram lá internados. Depois, como aspirante a enfermeira. Durante todo este tempo, eu aprendi alguns truques para lidar melhor com um internamento hospitalar, e achei interessante partilhar a minha perspetiva, como estudante de Enfermagem.


1. Esclarece todas as tuas dúvidas: Isto pode parecer um bocado óbvio, mas acreditem que é algo que nem toda a gente faz. Muitas pessoas têm vergonha de fazer perguntas, seja por terem medo de incomodar os profissionais de saúde ou por terem vergonha de expor as suas inseguranças. Eu antes de entrar em Enfermagem também era assim, mas agora que estou "do outro lado" percebo os profissionais de saúde preferem que digamos coisas a mais do que nada. Não há perguntas estúpidas, os enfermeiros e os médicos já ouviram de tudo e, provavelmente, não vão ficar chocados com nada do que disseres. Portanto, não hesites em fazer perguntas sobre o problema de saúde que tens, o tratamento, os medicamentos que estás a tomar, os sintomas que podes experienciar, etc. Podes sentir-te envergonhado(a) ao início, mas depois vais sentir-te grato(a) por teres perguntado e ficado esclarecido(a).

2. Tem um caderno sempre à mão: Os médicos e os enfermeiros dão-te imensa informação durante um internamento, que é bastante fácil de esquecer quando estamos num ambiente que nos é estranho e estamos muito ansiosos. Por isso, ter um caderno na mesa de cabeceira pode ser bastante útil para não te esqueceres de nada.

3. Usa a tua própria roupa: O hospital fornece pijamas mas, sejamos sinceros, não são tão confortáveis como o teu próprio pijama. Usar a tua própria roupa irá fazer com que te sintas mais confortável e mais tu, uma pessoa e não um mero paciente. Têm apenas cuidado para, no final do banho, pores a roupa num saquinho próprio em vez nos sacos do hospital, porque senão arriscas-te a que a tua roupa vá para a lavandaria do hospital e se perca.

4. Leva algo para te distraíres: Quando se está num hospital, o tempo pode passar muito devagar. A manhã até passa depressa, entre o acordar, tomar banho e tomar medicação, mas a tarde parece interminável. Portanto, se puderes, pede aos teus familiares que te levem algo para te distraíres, como um livro ou um computador.

5. Se puderes, sai da cama: Por muito estranho que pareça, muitas pessoas ficariam deitados na cama durante todo o internamento se ninguém as mandasse levantar. Por algum motivo desconhecido, acham que recuperam melhor se ficarem o mais quietos possível. Porém, se  a tua condição de saúde não afeta as tuas capacidades motoras e consegues movimentar-te sem problemas, não há nada que te impeça de te levantares da cama e andares. Aliás, deves fazê-lo. Não só para não atrofiares, mas também para te distraíres. Andar um pouco pelos corredores ajuda-te a combater a ansiedade, ao contrário de ficar na cama o dia todo, que só faz com que te sintas mais doente.

6. Tem sempre o apoio de alguém: Se já fazer exames como tirar sangue ou ir a consultas no hospital pode ser assustador,  imagina o impacto emocional de um internamento. Portanto ter o apoio de alguém é vital. Não precisas de ter lá um batalhão de pessoas ou a tua família inteira, até porque o número de visitas é limitado. Ter apenas uma pessoa ao lado já pode fazer toda a diferença.

7. O hospital não é um hotel: Lá por os profissionais de saúde estarem sempre ao teu dispor não significa que eles estejam completamente à tua mercê e que tu possas fazer o que te apetecer e fazer do hospital um hotel. O hospital tem regras e rotinas que devem ser cumpridas e não existem exceções para ninguém. Bem sei que é complicado quando, por exemplo, estás habituado(a) a acordar às 11 horas e lá tens que acordar às 8 horas. Contudo, pensa que todas as regras existem para garantir o bom funcionamento do serviço onde estás internado e proporcionar-te os melhores cuidados de saúde possíveis.

8. Se não gostas de algum alimento, diz: Os hospitais são muito rígidos no que diz a respeito a regras, o que leva a que muitas pessoas achem que têm que comer tudo o que lhes põem à frente. No que diz respeito à alimentação, os hospitais são um pouco mais flexíveis. Se não gostas de determinado alimento, imaginemos ervilhas, podes dizer isso ao enfermeiro responsável por ti, e este colocará isso no teu processo. Futuramente, nunca irás ver ervilhas no teu prato e terás outro tipo de acompanhamentos. Mas atenção, também não te armes em esquisitinho(a). Se não gostares de nenhuma comida do hospital (que, sejamos sinceros, nunca é lá muito boa, é comida de hospital), podes sempre pedir aos teus familiares que tragam comida de casa, e desde que informes os enfermeiros acerca dessa decisão, não há problema.

9. Sê paciente: Eu sei que pode ser terrivelmente aborrecido e assustador ter que esperar pelos médicos ou enfermeiros ou querer desesperadamente ter alta para poder ir para casa. Esta é das partes mais difíceis de um internamento.  É uma experiência mesmo muito stressante.  Todavia, os profissionais de saúde estão a dar o seu melhor, ainda para mais tendo em conta o número de pacientes que cada um tem a sua responsabilidade, e  farão de tudo para que te sintas melhor.

10. Tenta permanecer calmo(a): Esta é talvez das dicas mais importantes que eu vos tenho para dar.  Os nervos podem dar cabo de nós, não apenas psicologicamente, mas também fisicamente, fazendo com que o processo de recuperação demore ainda mais tempo. O melhor que podes fazer durante um internamento é tentar permanecer positivo(a) e relaxado(a) em todos os procedimentos. Se há algo que te preocupa ou que te está a causar muito medo, partilha isso com os enfermeiros, eles irão ajudar-te a ultrapassar a ansiedade e passares pelos teus momentos mais difíceis. Acreditem, os enfermeiros são verdadeiros anjos e não te deixam cair, no sentido literal e figurativo.


Espero que não precisem destas dicas porque é bom sinal, mas se tiverem que enfrentar um internamento, seja o vosso ou de alguém próximo, espero que vos ajude. 

6.10.18

5 alturas em que a Rory descreveu a vida dos introvertidos

5 alturas em que a Rory descreveu a vida dos introvertidos

(Atenção: Este post contém spoilers. Se nunca viste a série "Gilmore Girls", não leias este post)

Quando vi Gilmore Girls pela primeira vez (estou a planear rever, by the way!), a personagem com quem mais me identifiquei foi  a Rory. Mesmo muito! Como introvertida, a Rory soube-me descrever muito bem em tantos aspetos, muito mais do que a lista que vos trago hoje.

Frequentemente, os filmes e séries retratam os introvertidos como pessoas tristes, deprimidas, que precisam de uma grande mudança para florescer e se tornarem extrovertidos. Em Gilmore Girls, acontece o oposto. A série nunca tenta, em nenhum momento, mudar a personalidade da Rory. Sim, ela vai crescendo ao longo do tempo, mas a sua essência é sempre a mesma. Ela é inteligente, amorosa, engraçada, e totalmente introvertida. Ela ensina-nos a abraçar a nossa introversão. Aqui estão 5 cenas que comprovam isso.


1. Quando ela  (literalmente!) não viu o seu primeiro namorado porque estava a ler: Logo no início da primeira temporada percebemos que o tipo de personalidade da Rory quando, numa das cenas, ela não repara no Dean porque estava demasiado ocupada a ler. Isto é tão engraçado porque é mesmo relatable. Quantas vezes não damos por nós completamente absortos naquilo que estamos a fazer que nem vemos as outras pessoas? Agora fiquei a pensar quantas vezes os livros não me terão já impedido de conhecer pessoas maravilhosas.


2. De cada vez que ela diz que não vai levar nenhum livro, mas acaba por levar, SEMPRE: Ok, isto não é uma cena específica, é mais um conjunto de pequenos momentos em que a Rory diz que não vai levar um livro, mas acaba por levar, quer seja para o cinema ou até para um casamento. A Rory não só anda sempre com um livro consigo como também anda com um livro que pretende mesmo ler. Sozinha. Longe de toda a população mundial.


3. Quando ela pagou 20$ a um rapaz para se afastar da árvore onde estava a estudar: Ri-me tanto nesta cena, eu era mesmo algo que eu era capaz de fazer se tivesse desesperada. Tal como a Rory, eu valorizo imenso uma boa rotina de estudo e também tenho os meus lugares de estudo prediletos (para quando não posso estudar em casa porque, sempre que possível, é o que eu faço). Todos os estudantes dedicados sabem o quão frustrante é alguém ocupar os seus lugares de estudo prediletos. No entanto, enquanto a maior parte das pessoas opta por ir para outro lugar ou partilhar, a Rory não, ela paga à pessoa para se meter a milhas dali. Genial!


4. Quando ela luta mesmo muito para estar sozinha em casa: Episódio 16 da temporada 2 (nossa, foi muito difícil de encontrar o episódio desta cena, your welcome) foca-se muito na ideia de que Rory apenas quer um dia só para ela (é pedir muito?!). Quando Lorelai tem que ir a um spa no fim de semana com Emily, Rory vê finalmente a sua oportunidade e agarra-a! Ela planeia todo um dia muito especial para encomendar comida, ver televisão e deitar-se cedo. Ah, como é bom ter a casa só para nós!


5. A sua sexta feira perfeita é a ver televisão com a mãe: Como todos os introvertidos que se prezem, a Rory prefere ficar numa sexta feira à noite em casa, a fazer a sua atividade preferida com a melhor amiga. Neste caso, a sua melhor amiga é a própria mãe e a sua atividade preferida (para além de ler), é comer porcarias e fazer pouco de programas de televisão. A dinâmica entre elas faz com que ver televisão pareça muito mais divertido do que ir a um concerto.



Lê também: 7 lições sobre relações mãe-filha aprendidas com "Gilmore Girls".


(Um recadinho de final de post: Eu sei que hoje era suposto sair mais uma publicação "5 coisas que adoro no blog x" mas esta vida de finalista anda complicada. Vou tentar que seja publicada para a semana).

5.10.18

Porque é que os teus amigos e familiares não lêem o teu blog (e como aceitar isso)


Quando criamos um blog e o tornámos público, apesar do receio que temos de sermos julgados  ficamos também muito entusiasmados com as possíveis reações dos nossos familiares e amigos. Contudo, nem todos têm a reação que gostaríamos que tivessem.

Desde que saí do anonimato que sei que tenho vários familiares e amigos que me lêem. Mas também sei que, provavelmente, muitos sabem da existência do meu cantinho virtual e não o acompanham. E, honestamente, isso não me incomoda. Quando descobriram o meu blog, sempre reforcei a ideia de que, lá por me conhecerem, não o tinham que ler. Quero, acima de tudo, ter seguidores que me lêem porque realmente gostarem daquilo que eu partilho, e não porque sentem obrigação de o fazer.

É provável que muitos dos teus familiares e amigos  também não leiam o teu blog. Isso nem sempre significa que não te apoiam. Pode ser apenas por uma destas razões.


1. Não estão interessados nos tópicos do teu blog: Se calhar os teus amigos/familiares não estão interessados naquilo que escreves, e isso não significa que tenham algo contra ti. Nem toda a gente se interessa pelos mesmo assuntos, e isso é perfeitamente natural, aliás, seria preocupante se assim o fosse, era sinal que éramos todos iguais, que piada isso teria?

2. Não gostam de ler blogs: Há pessoas que preferem ler notícias no site do Sapo, ver o feed de notícias do Facebook ou ver vídeos no youtube em vez de ler blogs. Assim como tu és livre de ter um blog, também eles são livres de fazerem o que querem na Internet e de, portanto, não o lerem.

3. Têm a sua própria vida: Quer queiramos admitir quer não, todos nós vivemos na nossa própria "bolha". Todos nós temos a nossa própria vida, com as nossas rotinas, trabalho, problemas, desafios, passatempos e alegrias. No meio de tantas prioridades e preocupações, obviamente que és importante para os teus amigos/familiares. No entanto, o teu blog pode não o ser. Eles estão interessados em ti e não nos posts que publicas.

4. Nem todos nós temos uma paixão/sonho: Por muito triste que pareça, a verdade é que nem todos nós temos um sonho/paixão. É difícil imaginar uma vida sem sonhos, mas é assim que muitas pessoas vivem. Limitam-se a navegar pelas suas rotinas diárias, a trabalhar, a cumprir as tarefas que lhe são exigidas e têm um ou dois passatempos que lhes proporcionam relativo prazer. Por isso, é muito difícil explicar a estas pessoas porque é que reservas uma hora no teu horário super cheio para escreveres um post, porque é que ficas acordado(a) até tarde a resolver um problema técnico no blog ou porque é que passas tanto tempo a atualizar as redes sociais. As pessoas não compreendem o tempo e esforço que dedicas a uma paixão a não ser que também tenham uma.

5. Não ligam à Internet: Numa sociedade que vive cada vez mais presa às tecnologias,  há quem resista a essa tendência e não ligue nenhuma à Internet. Preferem estar offline e estar antes a ler, a passear, a viajar, a praticar um desporto,entre muitas outras atividades às quais preferem dedicarem-se em vez de estarem sentados em frente ao ecrã de um computador. 


Os vossos familiares e amigos lêem o vosso blog? Como é que lidam com aqueles que não lêem?

Lê também: O que os bloggers querem que os seus familiares/amigos saibam.

3.10.18

Como sobreviver a aulas de 3 horas


Não é novidade nenhuma por esta altura dizer que a faculdade é muito diferente do Secundário. Há mais matéria para estudar, os professores são mais exigentes, as aulas são mais rigorosas e o custo é muito maior (R.I.P à nossa conta bancária). Porém, para além de todos estes fatores que já causam muito stress aos novos alunos, eles ainda têm que se confrontar com um novo inimigo: as aulas de 3 horas. Eu tenho tantas problemas com estas aulas que podia fazer uma publicação inteira a falar sobre isso, para ver se proíbem isto.

Naturalmente, a duração das  aulas vai depender da universidade, do curso e até dos professores que têm. No entanto, arrisco dizer que a maior parte dos universitários terá, pelo menos, uma aula de 3 horas ao longo do curso. Portanto, mais vale estarmos prevenidos.


1. Não faltes à aula: Quando vemos uma aula longa no nosso horário, é tentador faltar mas, na maior parte das vezes, isso não é uma boa ideia. Por norma, este tipo de aulas só ocorrem uma vez por semana e, tendo em conta a sua duração, significa que abordarão uma grande quantidade de matéria que tu não quererás perder, sobretudo se é uma cadeira que é difícil estudar sozinho/a em casa.

2. Certifica-te que tens uma boa noite de sono na noite anterior: Ter uma boa de noite é sempre importante (e não te deixes enganar por muitos dos teus colegas mais velhos, as diretas não são boas para ninguém nem precisas delas para teres sucesso na faculdade). As aulas de 3 horas, por si só, já causam muita fadiga, imagina como será se não tiveres dormido bem na noite anterior. 

3. Leva snacks: Ter fome durante uma aula é horrível. Ter fome durante uma aula de 3 horas é ainda pior. Podes não ter fome antes de entrares para aula, mas aposto que vais ter passado duas horas. Por isso, anda sempre prevenido/a com um snack que seja prático e que não faça muito barulho ao comer (não queres ser aquilo tipo de pessoa cujo processo de mastigação se ouve no auditório inteiro). Normalmente, a maior parte dos professores não se importam que tu comas desde que não perturbes a aula, porém esta dica pode nem sempre é viável. Certifica-te que o podes fazer antes de levares snacks para as aulas.

4. Faz pausas mentais: É humanamente impossível estar atento durante 3 horas. Esquece, não dá mesmo. Nem nas aulas de 2 horas, uma vez que, de acordo com muitos estudos, a duração ideal de uma aula seria 1 hora, que é o tempo que o cérebro consegue estar focado. Portanto, não tentes ir até ao limite. Não faz mal distraíste-te um pouco. É preferível perderes 10 minutos da aula para descansares a cabeça do que perderes a aula inteira por te estares a esforçar demasiado e entrares em exaustão. Há professores que permitem um intervalo pelo meio, o que eu acho bastante benéfico. Mas se o professor não fizer isso, faz tu isso. Sai para ir à casa de banho, dar uma volta no corredor ou fica dentro da sala e estica as pernas enquanto dás um salto nas redes sociais. 

5. Certifica-te que estás confortável: Dado que estarás muito tempo dentro de uma sala de aula e muito provavelmente na mesma posição, certifica-te que estás confortável. Veste roupa confortável, leva um xaile caso esteja frio e podes até levar uma almofada discreta para as cadeiras que, normalmente, são dos mais desconfortável que há (ou, se não tiverem coragem como eu eheheh, um casaco também serve).


Universitários por aí? Como é que lidam com as aulas de 3 horas?

1.10.18

5 coisas: setembro 2018


Setembro, o mês dos inícios e recomeços, aquele que é, para mim, o verdadeiro começo no ano (contactem-me se se quiserem juntar à petição para alterar a data do  Ano Novo para este mês) teve um sabor diferente este ano, mais de o fim de um ciclo, o começo do fim. Ainda custa a acreditar que este será o meu último de regresso às aulas de sempre. Há algo aconchegante nos regressos às aulas, porque, aconteça o que acontecer, há sempre um plano para todo o ano, está tudo programado. A vida adulta não é assim. Da próxima vez que escrever sobre setembro nesta rubrica quem sabe aquilo que irei partilhar convosco, tudo será completamente imprevisível, o que é assustador mas, ao mesmo tempo, entusiasmante.

Escolher apenas 5 momentos e 5 favoritos é sempre uma tarefa complicada - afinal, não se consegue resumir o mês de uma pessoa em meros tópicos- mas, desta vez, foi especialmente complicado, dado todas as coisas maravilhosas que preencheram o meu mês de setembro. 


5 coisas que aconteceram


1. 4º aniversário do blog: Este ano, o aniversário do "Life of Cherry" foi diferente, porque foi o primeiro ano com o blog público. Não imaginei que isso implicaria receber parabéns dados pessoalmente pelas minhas pessoas, acompanhados de abraços e beijinhos, postais de aniversário, mails e até comentários anónimos feitos por aqueles que convivem comigo diariamente. Se antes já tinha a sensação que tinha dois aniversários, agora é que senti mesmo isso heheheh. Deixa-me mesmo feliz saber que existem pessoas que valorizam este projeto tanto como eu.

2. Noite Branca: A Noite Branca é das melhores festas que já surgiu em Braga. Desde 2012 que consegue a proeza de levar tanta gente às ruas como na noite de S.João. O evento tem tanto sucesso que agora até passou a decorrer durante todo o primeiro fim de semana de setembro. Eu fui no dia do Salvador Sobral, porque queria mesmo ouvir a voz que nos fez ganhar o Festival da Canção, mas saí de lá desiludida. O concerto do Salvador Sobral não foi nada daquilo que eu esperava. O moço chegou 40 minutos atrasado, não cumprimentou o público, mal cantou e interagiu pouco. Ter uma voz bonita não é vale de nada se não trabalharmos para sermos melhores a cada dia que passa e não nos destacarmos. Apesar da atuação que me levou a sair nessa noite não ter sido o que esperava, diverti-me na mesma, ouvindo outros concertos e passeando pelas ruas vestidas de branco.

3. Primeiras aulas de condução: Como já contei aqui, em julho deste ano comecei a tirar a carta de condução. Durante o verão, só tive aulas de código e só agora, em setembro, é que comecei a ter aulas de condução. Um conselho para quem vai tirar a carta: nunca se inscrevam no verão. Todo o processo de ter aulas e marcar exames vai demorar muito mais tempo. Eu escolhi iniciar nesta altura por ser mais fácil para mim, sem estágios nem estudo pelo meio, e agora que já vou a meio é mais fácil. Mas se puderem tirar a carta fora desta época, é muito mais rápido, por norma (isso também depende da vossa disponibilidade). Bem, quanto às aulas de condução, eu ainda não tive muitas, mas já ganhei o bichinho de conduzir. Se antes já estava muito entusiasmada, agora que estou na estrada é que estou. Conduzir dá mesmo uma sensação de liberdade e de adrenalina. São estas sensações que me têm estimulado a aprender para o chegar o dia em que eu terei o carimbo de aprovada na minha licença de aprendizagem.

4. Começo do meu ano de finalista: No dia 10 de setembro, começou oficialmente o meu ano de finalista. Quando nos dizem que os nossos 4 anos passam a voar, passam mesmo! Já existem tantas coisas a dar-me nostalgia e a lembrar-me que daqui a poucos meses vou ter que me despedir. No fundo, só serão 2 meses, porque depois disso acabam as aulas e é só estágios. Para já, já tive que me despedir do primeiro jantar de curso do ano, que é sempre o meu preferido, por ser aquele a que mais gente vai, por ser o mais animado e por tudo parecer sempre uma novidade (mesmo que já não sejamos caloiros.) . Foi engraçado ter caloiros a vir ter comigo a perguntar como foi o curso e que conselhos tinha para lhes dar como se eu fosse muito adulta e sábia, quando na verdade ainda me sinto uma criança e o futuro daqui para a frente será incerto.

5. Concerto da Ana Moura: O concerto na Ana Moura foi um plano de sábado à noite bastante espontâneo. Apareceu nos eventos de Facebook e, como sei que alguns familiares meus são muito fãs dela, liguei-lhes para ver se eles queriam ir e depois comprei bilhetes que, por sorte, ainda não estavam esgotados. O concerto foi no Theatro Circo que é  uma das salas mais bonitas do país e que nunca deixa de encantar (e não, não estou a dizer isto por ser bracarense). Considero-me uma fã ocasional do fado, e a Ana Moura é a fadista que mais desperta esta minha faceta, que tem mesmo um vozeirão, como pude constatar ao vivo.


5 coisas que adorei

1. A importância dos -ismos: Eu adorei e odiei esta publicação, ao mesmo tempo. Adorei porque é um post honesto, duro e cruo sobre a realidade que muitas de nós enfrentamos. Odiei-o pelos comentários maldosos que gerou e por mostrar que o feminismo faz mais falta que nunca. Foi muito difícil de digerir esta publicação e ainda é, um mês depois.

2. Sofia em modo Youtuber: A Sofia já começou a aventurar-se pelo Youtube em dezembro de 2017, mas só agora em setembro é que decidiu arriscar e dedicar-se a gravar mais vídeos. Estou a adorar esta faceta de youtuber dela, acho que ela tem mesmo potencial. Em apenas um mês ela já evoluiu imenso, já conseguiu acabar com o barulho de fundo que se ouvia nos primeiros vídeos, já está a ser mais arrojada nas edições e já se nota que está mais à vontade em frente à câmara,  imaginem como será se ela continuar a investir nisso.

3. O trailer da nova série da Netflix "Elite": Estou a ficar cada vez mais viciada nas séries da Netflix, e estou a gostar muito do facto de estarem a apostar cada vez mais em produções estrangeiras sem ser americanas ou britânicas. Por muito boas que sejam, já chateia um bocado estarem sempre a dominar o mercado, como se os outros países não fossem capazes de fazer o mesmo ou melhor. A nova aposta da Netflix é "Elite", uma série espanhola que retrata a vida dos alunos do colégio mais exclusivo de Espanha, Las Encinas. Quando três estudantes recebem bolsas para estudar nesta prestigiada escola, pensam que vão entrar no Paraíso. Porém, o choque entre os alunos ricos e os alunos pobres e, mais tarde, o assassinato de um dos seus colegas, torna tudo num caos, em que todos são suspeitos. Adorei o trailer, com vibes de "Gossip Girl" versão espanhola e "Riverdale numa versão muito mais intensa. "Elite" estreia em 5 de outubro, em pleno feriado, o que está mesmo a tentar-me para um binge watching.

4. Há muitos armários: A expressão "sair do armário" é muito usada para representar o momento em que uma pessoa homossexual revela a sua orientação sexual aos outros. É assim que a maior parte de nós pensa, que só existe um antes e um depois.  Se também pensavam assim, depois de lerem esta publicação , a vossa perspetiva muda: as pessoas homossexuais não saem apenas uma vez do armário, saem várias. Não existe um único momento em que elas anunciam a todo o mundo, magicamente, a sua orientação sexual. É preciso dizê-lo inúmeras vezes, aos pais, aos familiares, aos amigos, aos colegas, de cada vez que conhecem alguém novo basicamente , e todos eles vão ter reações diferentes. Foi um testemunho diferente daqueles que já tinha lido e que ainda mostra mais o quão prejudicial é a homofobia.

5. O segredo mais bem guardado da saga "Harry Potter": Quando já vimos todos os filmes, lemos todos os livros, vimos todas as entrevistas, entramos em todas as discussões com fãs e achamos que já sabemos tudo acerca da saga "Harry Potter", a J.K Rowling surpreende-nos e larga mais uma bomba. Esta teve ainda mais impacto, eu diria até que é o segredo mais bem guardado de toda a saga, um segredo que a autora manteve durante 20 anos. 20 anos minha gente! Se ainda não souberam, é melhor sentarem-se confortavelmente agora, porque vão precisar de tempo para digerir isto. A Nagini, a famosa cobra leal a Voldemort, é uma mulher. Eu fiquei em choque quando li isto! Esta revelação escandalosa foi feita no novo trailer de "Fantastic Beasts: Crimes of Grindlewald", mas antes que eu tivesse tempo de vê-lo, a malta já estava a enlouquecer no Twitter e foi através de lá que eu descobri. Ainda estou pasmada com isto!


Como foi setembro para vocês?