"". Life of Cherry: Novembro 2017 !-- Javascript Resumo Automático de Postagens-->

30.11.17

5 coisas: novembro 2017


Este é o último post da rubrica "5 coisas". Do ano, calma, não se assustem. Em 2018, há mais. Em dezembro, o post desta rubrica será substituído pelas publicações com o melhor de 2017 ( cant wait, adoro fazer este tipo de reflexões, é incrível o que se aprende e o que se vive num ano!).

Novembro foi um mês muito cansativo, com muitos dias passados a estudar, a trabalhar mas, no final todo este trabalho deu frutos. Estou surpreendida comigo mesma pela forma como, apesar de toda agitação que está a caracterizar este semestre, estou a conseguir superar o stress e agir de forma calma. Pela primeira vez na vida não  deixei que a pressão ganhasse, e consegui passar por esta fase crítica do semestre. Vamos ver como corre janeiro.

Apesar da faculdade ter ocupado grande parte do meu tempo neste mês, novembro também deu espaço para umas saídas, para as primeiras compras de natal, e para muitos planos bons que vão alegrar dezembro. Acabei este mês com uma sensação de dever cumprido e com a porta aberta para o espírito natalício. 


5 coisas que aconteceram


 1. Muito estudo: Novembro é sempre um mês de muito estudo para os universitários ( este mês e janeiro), mas para os estudantes de Enfermagem da Uminho ainda é mais, porque só temos um semestre de aulas (no segundo semestre vamos para estágio), pelo que a matéria está toda concentrada nestes meses. Basicamente é, estudar, comer, dormir e repetir.  Apesar de estar cansada de tanto estudar, estou bastante orgulhosa dos resultados das frequências. Este semestre vai, sem dúvida, subir a minha média.

2. Preparar a festa do 25º aniversário da minha prima: Quem segue o meu blog há algum tempo sabe que eu tenho um prima por quem nutro muito carinho. Ela é como se fosse uma irmã para mim ( até fisicamente parecemos irmãs, somos a fotocópia uma da outra ahahahahah). Em dezembro deste ano, a minha prima faz 25 anos, e toda a gente sabe que 25 anos significa uma grande festa. Quem costuma organizar as festas aqui na nossa família é mesmo a minha prima, mas desta vez irá haver uma inversão de papéis, é a mim que me cabe essa tarefa. Não tenho muito jeito para estas coisas, mas vou dar o meu melhor, não só para tornar o 25º aniversário dela uma data especial, mas também para mostrar o quão importante foi  a nossa amizade para mim nestes últimos anos. 

3. Mini viagem para Lisboa marcada: E a propósito das celebrações do 25º aniversário da minha prima ( até parece que estou a falar da Rainha de Inglaterra ao dizer "celebrações"), na primeira semana de dezembro eu e os meus primos vamos dar uma escapadela a Lisboa, durante dois dias. Estou bastante entusiasmada, porque já não vou à capital há muitos anos ( já nem lembro até, acho que a última vez que fui lá eu tinha 14 anos), por isso vai ser bom poder matar saudades desta linda cidade e poder explorar as ruas que ainda não conheci, os museus e poder apreciar as lindas paisagens que também irão dar umas belas fotos heheheh. Esta mini viagem a Lisboa também será uma boa oportunidade para pôr a conversa em dia com os meus primos e estar com eles, uma vez que, ultimamente, tem estado cada um num seu canto, eles a trabalhar em sítios diferentes, e eu na faculdade. Vão poder acompanhar este passeio pelo Instagram do blog, por isso estejam atentos.

4. Comecei a comprar as prendas de natal: Eu digo que comecei por ainda não acabei de as comprar. Desejem-me sorte para acabar as compras em dezembro, porque vou precisar desta para me meter num centro comercial cheia de gente invadida pelo consumismo. É certo que a maior parte das prendas já estão compradas, e as que não estão já estão pensadas, por isso já não será uma tarefa stressante. A única coisa que me stressa agora é o receio de que não tenha acertado na prenda de alguma pessoa. Não gosto de dar prendas por dar que, no fim do Natal, não tenham utilidade nenhuma. Gosto que sejam algo que tenha um significado para a pessoa, que ela goste, e que não faça com que ela tenha necessidade de fazer um sorriso forçado e dirigir-se à loja mais próxima no dia seguinte para trocar o presente.

5. Só tenho frequências para o ano: Quem me ouvir ( ou ler, neste caso), pensa que só vou ter frequências daqui a um ano, mas não, é em 2018. But still, deixem-me festejar o facto de poder descansar um pouco em dezembro. Obviamente que vou ter que estudar na mesma, porque tenho frequências em janeiro, mas já não vai ser com aquele marranço, pelo menos não até ao natal ( porque fuck it, vou aproveitar um pouco a época natalício, choro com a matéria que tenho para estudar no dia 26).


5 coisas que adorei


1. Autoestima: Já existem montes de publicações na Internet sobre autoestima, mas acho que nenhuma aborda tão bem o tema como a Joana abordou neste post. A maior parte das publicações centram-se na autoestima como uma meta, um prémio desejável, como se fosse algo que, uma vez alcançado, nunca mais exigisse esforço. Contudo, a Joana trata a autoestima como um processo, como uma luta diária com os seus altos e baixos, numa publicação real, genuína e transparente. Mas aquilo que torna este post tão especial é o facto de ser tão Joana, de ser um relato na primeira pessoa, em que cada palavra transmite a sua essência e uma abordagem pessoal de uma luta que todos nós enfrentamos.

2. Preferidos de Outubro (Vídeos): Quem segue o meu blog sabe que os Favoritos da Inês são dos meus posts favoritos no blog " Bobby Pins", mas ultimamente tenho ficado cada vez mais rendida à versão dos favoritos de vídeos. Como ando muito mais na blogosfera, o mundo do youtubers ainda é algo que não explorei muito, pelo que estas publicações têm vindo mesmo a calhar. A Inês tem uma pasta cheia de vídeos interessantes e, de vez em quando, partilha alguns, dos mais variados temas, todos muito interessantes. Graças a ela, já conheci alguns youtubers dos quais fiquei fã, e refleti sobre temáticas realmente importantes.

3. Newsletter Carolina: Embora os blogs não sejam um diário pessoal do seu autor, e muitos aspetos da sua vida passem despercebidos aos seus leitores, acabamos por ir acompanhando um pouco da vida dos nossos bloggers favoritos. Vibramos com as usas vitórias, sofremos com as suas derrotas, e vamos festejando com eles cada passo que vão tomando neste caminho incerto que é a vida. É por isso que adoro newsletters. As newsletters permitem-nos receber conteúdos exclusivos dos nossos cantinhos favoritos, receber novidades em primeira mão mas, sobretudo, permitem-nos ter acesso a uma vista privilegiada da personalidade e da vida dos bloggers que seguimos. Assim, sendo o Thirteen um dos meus blogs favoritos de sempre, subscrevi imediatamente mal a Pop-up da newsletter apareceu no meu ecrã.

4. Youtuber Inês Rebelo: Encontrei a Inês por acaso no Twitter, por causa de um tweet engraçado e, ao ler os outros que tinha escrito, convenceu-me a clicar imediatamente no botão seguir. Ela escreve os tweets mais random, mas tão cómicos e tão accurate que só mesmo lendo. A sério, a rapariga é tão engraçada, vocês nem têm noção! A brincar a brincar ela foi conquistando milhares de seguidores pelo Twitter e agora tem um canal de youtube que já conquistou muitas pessoas. Às vezes, os melhores canais não são aqueles que são muito pensados, com o conteúdo todo planeado, mas sim aqueles em que o youtuber decide fazer tudo à toa e ver qual é o resultado.

5. A calculadora mágica de banners: Recentemente, fui contactada por uma marca para colocar um banner no meu blog para patrociná-la, apresentou-me um preço que eu achei demasiado baixo, e eu confrontei-me com um dilema. A questão " Quanto dinheiro vale o meu blog?" era algo que, até ao momento, nunca me tinha passado pela cabeça. Já tive algumas parcerias com marcas, já recebi produtos para falar sobre eles numa review, mas nunca tinha tido a possibilidade de monetizar o blog, pelo que não sabia que valor pedir. Depois de ter pedido ajuda num grupo de Facebook para bloggers, uma blogger sugeriu-me esta calculadora  que é tão mágica como promete. Esta ferramenta calcula o preço que devem exigir por cada banner, baseado no vosso número de visitas mensais únicas ( não é o número de visualizações, são as pessoas que acessam o vosso blog em cada mês, parecendo que não são coisas diferentes). É um recurso que dá bastante jeito e que nos elimina os receios de estarmos a pedir demais ou a menos.


Como foi o vosso mês?

29.11.17

10 coisas que compreendes se tens uma irmã/prima parecida contigo

10 coisas que compreendes se tens uma irmã/prima parecida contigo

Eu e a minha prima não somos irmãs, mas é como se fôssemos. Sou filha única, mas passava a vida na casa dela quando era pequena, pelo que eu nunca realmente soube como que era ser filha única até agora ( agora estamos menos vezes juntas, pelo que sinto mais isso).

Mas aquilo que faz com que sejamos ainda mais próximas é o facto de sermos muito parecidas fisicamente. Na verdade, nós somos a fotocópia uma da outra. As pessoas passam a vida a perguntarmo-nos se somos irmãs, e algumas pessoas até nos perguntam se somos gémeas. 

Se também têm uma irmã/prima que é idêntica a vocês, certamente que se irão identificar com as seguintes coisas.


1. As pessoas passam a vida a perguntar-vos se são gémeas: Se têm a mesma altura e a mesma cor de cabelo, é muito provável que as pessoas estejam sempre a fazer-vos esta pergunta.

2. Às vezes, não chegaram a corrigir as pessoas e fingiram que eram mesmo: Yep! Eu e a minha prima já fizemos isto, e o quanto nos divertimos à custa disto.

3. Na verdade, vocês não acham que sejam muito parecidas: Como cresceram juntas e estão habituadas a olhar uma para a outra, sabem que na verdade não são lá muito parecidas e que existem muitas diferenças entre vocês.

4. Usar roupas parecidas torna-vos iguais: Já aconteceu muitas vezes eu e a minha prima estarmos a usar looks muito idênticos, e uma de nós ir trocar de roupa para não parecermos gémeas.

5. As pessoas confundem-vos frequentemente:  Têm conversas inteiras contigo, em que tu ficas confusa e depois apercebes-te " espera, esta conversa não é para mim... eles pensam que eu sou ela".

6. Nenhuma de vocês se parece com os pais: Eu não sei se isto é algo que acontece com outras famílias. Eu e a minha prima somos muito parecidas, mas não somos lá muito parecidas com os nossos pais, nem sequer com o resto da família ( somos as únicas branquelas da família, na verdade ahahahah).

7. Podias usar o BI dela e safares-te na boa: Quando era menor de idade, eu só ouvia " usa o BI da tua prima" ( mãe, não te preocupes, se leres isto, eu não usei).

8. Os professores chamavam-te sempre o nome da tua irmã/prima: Eu fui para a mesma escola básica da minha prima, pelo que passaram os anos escolares todos a chamar-me pelo nome dela. Eu, a certa altura, já nem os corrigia, já sabia que me estavam a chamar a mim.

9. Passam a vida a usar a roupa uma da outra: Como são parecidas, provavelmente usam o mesmo número de roupa, pelo que passam a vida a ir ao roupeiro uma da outra.

10. Tu não gostavas de ser uma gémea falsa com mais ninguém: Uma vida a dizer as pessoas "não, não somos gémeas", vale a pena quando tens uma pessoa incrível ao teu lado.


E vocês? Têm algum familiar parecido com vocês? Contem nos comentários.

28.11.17

Querida sociedade, as roupas das mulheres não provocam assédio/violação

Querida sociedade, as roupas das mulheres não provocam assédio/violação

Há uns tempos atrás, eu fiz um post sobre as desculpas que as pessoas usavam para justificar assédio sexual nas mulheres, e recebi um comentário que me perturbou um bocado ( um bocado é favor, na verdade):

"(...)Ridiculo é quem se faz de coitadinho! Do gênero, uma mulher leva alto decote e depois diz "isso é assédio!" mas ela, sabe perfeitamente que ao andar daquela maneira muita gente vai olhar para ela, seja com olhares, indiretas entre outras.

Vai fazer o quê? Proibir de olhar? Como acabar com o assédio? Simples, vistam-se normalmente sem grandes decotes, se querem ter decotes que tenham mas que levem em consideração a consequência, qual é? Bem é aquela que todas se fazem de coitadinhas o assédio!(...)"


Infelizmente, comentários como estes são muito frequentes na Internet e na vida real. E são estes tipo de comentários que fazem com que o assédio e/ou violação das mulheres se perpetue. Acho algo bastante curioso: só em casos de assédio e violação é que culpam a vítima. Seria impensável culpar a vítima por ter sido assaltada ou esfaqueada, mas se foi assediada ou violada aí a culpa já é dela. Ninguém tem a lata de dizer a uma pessoa que foi assaltada " estavas a pedi-las" ou " devias ter-te prevenido", por isso por que raio vão dizer isso a uma pessoa que foi violada?

É completamente inaceitável que, em pleno século XXI, a mulher ainda seja tratada desta forma. A mulher ainda é vista de forma objetificada, como um objeto de desejo, como se o seu corpo fosse propriedade de toda a gente. A sociedade não se importa de explorar a nudez das mulheres no cinema, mas quando as mulheres assumem o controlo dos seus próprios corpos já são julgadas por isso. Reduzir a complexidade e personalidade de uma mulher ao seu corpo e à forma como se veste é é negar ver as mulheres como seres humanos e é negar o direito das vítimas de assédio e de violação de se defenderem.

O que uma mulher está a vestir não é o reflexo do seu consentimento. Estar a vestir um vestido ou uma saia mais reveladora não é pedir para ser violada, é apenas o seu exercício de livre-arbítrio e o seu direito de se vestir de acordo com a moda e/ou o seu estilo. Apesar disso, muitas vítimas de violação ainda são interrogadas acerca da roupa que estavam a usar no momento em que foram violadas, o que é simplesmente ridículo! O assédio e a violação podem acontecer a todas as pessoas, em qualquer lado, em qualquer circunstância, independentemente do facto de estarem a usar um biquíni ou uma burca. Existem mulheres que se queixam de terem sido assediadas/ violadas quando estavam apenas a usar fato de treino ou calças de ganga, digam-me onde é que elas falharam na "prevenção"? A sociedade tem que perceber que estes crimes são motivados pelo poder e não pela paixão ou desejo sexual.

Culpar as mulheres pela forma como se vestem está a  criar uma ilusão de segurança em que os violadores raramente são considerados culpados e as vítimas têm medo de falar e fazer queixa. A verdade é mesmo esta, isto não passa de uma ilusão, e sermos uma " mulher de respeito" não nos protege contra este tipo de atos cruéis. 

Vestirmo-nos de forma modesta não deve ser um pré-requisito para obter respeito por parte das outras pessoas. Temos o direito de nos vestir da maneira que quisermos,  quer seja de forma reveladora quer seja de forma mais discreta. Parem de culpar a vítima pela ação e pelos comportamentos animais do seu predador.

Os corpos das mulheres não existem apenas para agradar aos outros. As mulheres não existem para se vestirem de acordo com o que a sociedade quer que elas sejam. Independentemente dos nossos gostos de moda e da nossa escolha em vestirmo-nos ou não de forma discreta, temos que concordar numa coisa: as mulheres têm o direito de escolher a forma como se querem exprimir através do seu estilo pessoal, que não deve ser decidido por mais ninguém. E, acima de tudo, uma mulher vestida de forma sexy não é um convite para assédio e/ou violação. Os homens que acham isso que aprendam a comportar-se como seres humanos racionais e não de forma animalesca. 

27.11.17

15 sinais que adoras demasiado o mundo do Harry Potter


( Este post foi escrito por uma Hufflepuff, com muito orgulho).

Será que é possível adorar  Harry Potter demais? Eu acho que nunca é demais, mas para as pessoas que estão fora deste mundo mágico é capaz de ser. Porém, quando se entra no Expresso de Hogwarts, não há volta a dar, nunca mais se quer voltar. Ok, se calhar talvez alguns de nós estejamos a ir um bocado longe demais.

Se te consegues identificar com estes sinais, significa que estás muito obcecado(a) com The Boy Who Lived.


1. Tu referes-te às pessoas que não leram os livros e/ou viram os filmes como Muggles: Coitados, andam na ignorância, não sei como conseguem viver sem magia.

2. Tu tentas usar feitiços frequentemente: Accio comando da TV.

3. Tens todos os livros e filmes do Harry Potter: E ainda tens algumas edições especiais.

4. Defendes muito a tua casa: Com orgulho demais até para quem nunca esteve em Hogwarts.

5. Tu sabes a casa a que todos os teus amigos pertencem: E quando conheces alguém novo, perguntas-te de que casa eles seriam se fossem sorteados.

6. Tu  dizes " se eu fosse um feiticeiro" nas alturas em que dava jeito magia: Eu gostava imenso de poder Aparecer e Desaparecer, dava mesmo jeito para viajar.

7. Tu planeias visitar o Harry Potter World em algum ponto da tua vida: É como os muçulmanos, têm que ir a Meca pelo menos uma vez antes de morrer.

8. Tu tens muitos artigos relacionados com Harry Potter: Uma varinha, um cachecol, e queres ter muitos mais.

9. Queres ir para Hogwarts: Tu és sequer um fã do Harry Potter se não quiseres ir para lá?

10. Tu percebes muito de Quidditch: Na verdade, percebes mais de Quidditch do que de futebol. Sabes a sua origem, as regras, as tácticas todas,... 

11. Já leste e viste os filmes mil vezes: Tens que fazer sempre uma maratona de Harry Potter, uma vez por ano.

12. Todas as alturas do ano são boas para fazer uma maratona de Harry Potter: Férias de verão? Maratona de Harry Potter! Férias de Natal? Maratona de Harry Potter! Férias da Páscoa? Maratona de Harry Potter! Fim de semana de estudo? Que se lixem os testes, maratona de Harry Potter!

13. Estás sempre a fazer referências ao Harry Potter: Bem, ela é uma Ravenclaw, claro que ela ia tirar boa nota no teste. 

14. Quando ouves a palavra " Always" ficas bastante emocionado(a): A saga também é o teu always.

15. Tu queres sempre  mais: Tu nunca vais ficar satisfeito(a) quando adoras Harry Potter. Tu queres sempre mais.


E vocês? Identificaram-se com os sinais? São obcecados pela saga?

26.11.17

As piores coisas que os professores podem dizer na primeira aula de uma cadeira

 As piores coisas que os professores podem dizer na primeira aula de uma cadeira

Quando temos cadeiras a começar em alturas do semestre diferentes, é como se tivéssemos vários primeiros dias de aulas. Obviamente que para nós a faculdade já não é uma novidade e já conhecemos os nossos colegas mas, tirando isso, o nervosismo está lá na mesma, porque estamos sempre a conhecer professores novos. E professores novos significam diferentes métodos de ensino, diferentes formas de avaliação e diferentes formas de tratar os alunos. Acho que é por este motivo que há alunos que só vão à aula de apresentação para saber as regras do jogo heheheheh, e faltam às outras todas.

Embora começar uma nova cadeira possa ser entusiasmante, também pode ser uma experiência frustrante, principalmente se o professor disser algumas destas coisas.


1. As aulas são de presença obrigatória: Eu sou uma pessoa que costuma ir às aulas todas, mas de vez em quando falto à aula da cadeira para estudar para essa mesma cadeira. Porém, tal não é possível quando a porcaria das aulas são de presença obrigatória? Porquê? E se eu sair à noite no dia anterior, como é que eu faço?

2. Apresentem-se um a um: Eu pensava que isto de dizer o nosso nome, a nossa escola anterior e de onde vimos tinha ficado no Secundário, mas não, ainda há professores que fazem isto na Universidade. É um bocado tolo ficar com ansiedade por causa disto, mas é difícil apresentares-te, principalmente se tens vergonha/medo de falar à frente da turma toda.

3. Só há uma frequência: Isto até seria muito bom se pensássemos que só temos que estudar para uma frequência, mas apenas uma frequência significa apenas uma oportunidade de passar ou reprovar, ou seja, ou vai ou racha. É muita pressão.

4. A frequência é a descontar: *Cortar os pulsos*. As frequências a descontar são a coisa mais horrível que existe. Uma pessoa nem pode meter à sorte se não souber, tem que fazer só as que sabe e deixar as que não sabe em branco. O problema aqui é que eu nunca consigo deixar nada em branco e depois lixo-me.

5. Há nota mínima nas frequências: Eu defendo que todas as pessoas merecem uma segunda oportunidade. Porém, há professores que não pensam da mesma maneira, porque cortam logo as pernas a quem tira negativa na primeira frequência, impossibilitando-os de ir à segunda e mandando-os diretamente para recurso.

6. Esta cadeira tem muitos trabalhos de grupo: Os trabalhos de grupo são o Inferno na Terra, porquê é que nos sujeitam a este sofrimento?

7. Vou dar mais pontos a quem participar nas aulas: Pronto, eu sou uma pessoa tão calada que já devo estar automaticamente reprovada nestas cadeiras.

8. Precisam de comprar todos os livros da bibliografia: A minha conta bancária está a zeros. Tomara eu ter dinheiro para comprar todas essas fotocópias, quanto mais os livros.

9. Eu vou começar a dar aulas hoje: Tenha lá calma professor, isto hoje é só para fazer apresentação, a malta precisa de processar a informação que ouviu.

10. Muitos de vocês vão reprovar à cadeira, boa sorte: Eu acho que o professor não é uma pessoa, é Satanás.


Quais são, para vocês, as piores coisas que um professor pode dizer na primeira aula de uma cadeira?

25.11.17

O que os bloggers querem que os seus familiares/amigos saibam

 O que os bloggers querem que os seus familiares/amigos saibam

Considero-me sortuda por ter recebido reações tão positivas em relação ao meu blog quando este foi descoberto pelos meus colegas de faculdade. Tenho recebido um apoio incondicional, principalmente  por parte do meu grupo de amigas, e acho que nunca haverão palavras suficientes para lhes agradecer. Elas compreenderam logo desde início o que realmente significa ser blog ( coisa que a maior parte das pessoas não compreendem), lêem o meu blog, comentam e dão-me ideias regularmente.

Muita gente ainda não sabe bem o que é isto de ser blogger, pois a ideia que têm dos blogs ficou estagnada em 2008, quando estes eram meros diários online em que se escreviam apenas devaneios e coisas random do quotidiano. Porém, a blogosfera já evoluiu muito desde essa altura, pelo que é necessário esclarecer estas ideias.

Partilhar o blog com os familiares e amigos é uma experiência quem nem sempre é fácil, porque há quem não compreenda o porquê de termos um e para que este serve. Assim, para mostrar como realmente é estar deste lado do ecrã, estas são algumas coisas que nós, bloggers, gostávamos que os nossos familiares e amigos soubessem.


1. Isto não é um diário: Muitas pessoas têm a ideia errada de que o blog de uma pessoa é o uma espécie de diário dela, onde ela relata a sua vida, o que leva-as a achar que, ao ler esse blog, vão saber a vida toda dessa pessoa. Essa ideia é totalmente errada. Os bloggers até podem  partilhar experiências pessoais, as viagens que fizeram, desabafos, etc., mas isso é apenas 10% da vida deles. Nós, bloggers, temos uma vida para além disto e ,muitas vezes, metade do que nos acontece não chega sequer a ser referido no blog. O meu blog é um blog pessoal/lifestyle e, apesar de eu já ter escrito sobre experiências pessoais, a maior parte dos posts que eu escrevo nem sequer têm a ver comigo, são posts generalizados sobre temas que me ocorreram na cabeça e achei interessante escrever. Podem até resultar das minhas experiências, observações e opiniões, mas muitas vezes não estão diretamente relacionados com a minha vida.

2. Não, este post não é dirigido a vocês: E por falar em generalizar, também há muitas pessoas que lêem um post, e ficam ofendidas a pensar que foi dirigido a elas. A maior parte das vezes, nós bloggers, escrevemos posts sobre algo vimos na rua e achámos errado ou simplesmente porque nos lembramos de um tema que considerámos  importante ser falado, e não para mandar uma indireta a alguém. Os blogs não servem para "lavar roupa suja". Os problemas resolvem-se cara a cara e não a escrever num site da Internet, para ver se a pessoa percebe a dica. Posto isto, não tenham medo dos vossos amigos ou familiares bloggers, eles não vão escrever coisas más sobre vocês se se zangarem ou se os chatearem.

3. Nem todas as nossas conversas não vão resultar em posts: Sim, é verdade, nós gostamos de escrever posts sobre as nossas experiências do dia a dia, que resultam das nossas vivências, relações e conversas, e com os quais facilmente se identificam. Contudo, nem todas as conversas que temos com as pessoas vão dar origem a uma publicação no nosso blog. Eu gosto de trocar ideias com os meus amigos e debater sobre os mais variados assuntos, mas eu não uso cada interação social que tenho para criar posts. E, quando uso, é sempre de uma forma bastante indireta.

4. Não têm que ler nem comentar todos os nossos posts: Não podemos agradar a toda a gente, nem nos nossos blogs, principalmente quando estes contêm opiniões nossas sobre temas controversos. Assim, não esperamos que leiam nem comentam todos os nossos posts, não são obrigados a nada, continuamos amigos na mesma.

5. Mas se gostam, sintam-se à vontade para o fazer: Se gostam do nosso blogs, sintam-se à vontade para o ler e para comentar, não se sintam acanhados. O blog está na Internet, qualquer pessoa pode ler,  por isso, porque motivo não poderiam vocês ler também?

6. As vossas ideias são bem vindas: Se têm ideias para posts ou há algo que gostavam de mudássemos nos nossos blogs, não hesitem em partilhar. Nós não ficaremos ofendidos por isso, muito pelo contrário, ficaremos muito agradecidos por saber a vossa opinião e por nos querem ajudar em algo que gostamos de fazer.

7. Gostamos de saber a vossa opinião: Não sei se é assim com outros bloggers, mas 80% dos seguidores do meu blog também são bloggers. Os restantes 20% são pessoas que raramente comentam, por isso, raramente recebo opinião de pessoas que estão fora da blogosfera. Assim, é sempre bom saber o que é que as pessoas de "fora" acham do nosso cantinho online, aquilo que gostam e aquilo que mudariam... Essas pessoas, como normalmente não percebem nada de blogs nem pretendem ter um, costumam ter uma opinião mais imparcial sobre o assunto, como meros leitores, e é exatamente disso que precisamos.


Bloggers aí desse lado? O que é que gostariam que os vossos familiares/amigos soubessem acerca do vosso blog?

24.11.17

10 coisas que nunca irás ouvir os amantes de livros a dizer

10 coisas que nunca irás ouvir dos amantes de livros

Nós, os amantes de livros, pensamos, sentimos e dizemos muitas coisas, algumas das quais não são lá muito coerentes ( mas o que é querem, há livros que nos deixam aparvalhados da vida). Ficamos demasiado emocionados com uma história que não é real, ficamos demasiado apegados a personagens que não existem e, no meio deste turbilhão de sentimentos, dizemos muita coisa random incompreensível para os não-leitores. Contudo, há coisas que nunca vão apanhar um amante de livros a dizer. Se o apanharem, é porque ele não gosta verdadeiramente de livros ( ou então mandem-no para o  médico, pode ter apanhado algum vírus grave) Nenhum amante de livros que se preze, no seu perfeito juízo, diz estas frases. 


1. Eu não gosto de ler: As pessoas que dizem mesmo isto sequer? É inacreditável!

2. Estou tão aborrecido(a), não há nada para fazer: Para os amantes de livros o " não há nada para fazer" não existe. Não quando existem milhões de livros bons por aí, e nós estamos decididos a ler o maior número possível, já que lê-los a todos antes de morrer vai ser impossível. Além disso, todos os amantes de livros que se prezem andam com, pelo menos, um livro consigo, para o caso de, por acaso, terem um momento aborrecido, como estar à espera do autocarro ou estar à espera de uma consulta, e terem com que se entreter.

3. Eu pensava que o filme era melhor do que o livro: Isto é uma coisa que raramente acontece. 99,9% das vezes os livros são sempre melhor que os filmes.

4. Eu não tenho nada para ler: Ahahahahah.

5. Não preciso de comprar mais livros, já tenho suficientes: Livros nunca são demais!

6. Não há nenhum livro que goste na livraria: Nós ficamos imenso tempo nas livrarias não porque estamos à procura de algum que gostemos, mas sim porque nos estamos a tentar convencer a nós próprios que não podemos levá-los todos e que temos que decidir quais queremos trazer.

7. Eu não sei o que quero para o natal/aniversário: A resposta será sempre livros. Isso, ou um cartão de oferta para comprar livros, ou então cenas relacionadas com livros, como marcadores, objetos de coleção de uma saga....

8. Eu não preciso de ler outro capítulo, vou dormir agora: Na maior parte das vezes, nós estamos tão curiosos para saber o final de um livro que acabamos por ficar acordados a noite inteira ( quantas vezes eu já fiz isto, fiquei cheia de sono no dia a seguir, mas it was worth it).

9. Eu não tenho planos este fim de semana: Eu tenho sempre planos. Não disse já acima que existem milhões de livros? Eles não se lêem sozinhos.

10. Eu não preciso de ajuda para me mudar: Eu quando um dia mudar de casa vou ter montes de caixas de livros para carregar, e obviamente que não vou ser eu, com o meu corpinho frágil, a carregá-las sozinha. É que nem pensem!


Lê também: 15 coisas que os amantes de livros odeiam ouvir.
                    7 reações que os amantes de livros têm a pessoas que não gostam de ler .
                   

23.11.17

10 frases que os filhos dizem aos pais ( e que os magoam)

10 frases que os filhos dizem aos pais ( e que os magoam)

Há uns tempos atrás escrevi um post sobre 10 coisas que os pais dizem aos filhos (e que lhes destrói a autoestima), e a Joana do blog Twice Joaninha sugeriu-me fazer o post inverso. Achei uma sugestão bastante interessante porque, realmente, educar não deve ser uma tarefa nada fácil, e isso deve-se em grande parte ao facto de nós, filhos, também não sermos fáceis de aturar.

Os pais dizem muitas coisas que não sentem no calor do momento, mas os filhos não ficam atrás. Na verdade, devido à imaturidade e falta de experiência de vida e relacionamentos, ainda dizem coisas piores. Estas são algumas frases que, provavelmente, todos nós já dissemos em algum momento das nossas vidas ( eu, infelizmente, já disse algumas, e arrependo-me bastante), numa discussão ou briga, de forma leviana e sem pensar, e que podem magoar imenso os nossos pais.


1. Eu odeio-te: Não só é infantil da tua parte dizer isto, como pode magoar mesmo os teus pais, levando-os a acreditar que o próprio filho, pelo qual se esforçaram tanto, não gosta deles.O ódio é uma palavra muito forte. Para dizer isso é preciso não se gostar muito, mas muito de uma pessoa, e quero acreditar que isso raramente se aplica aos pais. Mesmo aqueles que foram menos carinhosos e deram menos atenção aos filhos não merecem essas palavras. Podes estar aborrecido ou chateado com eles, mas não os odeias. Como é que podemos odiar as pessoas que nos deram tudo?

2. Porque é que me tiveram?: No calor do momento nem temos noção, mas fazer esta pergunta é mesmo estúpido. Os nossos pais tiveram-nos porque quiseram e, até mesmo nos casos em que foi uma gravidez não planeada, continuam a amar-nos. Mesmo com todas as birras, chatices, problemas e todas as mudanças da dinâmica familiar, tu continuas a ser filho(a) deles e eles continuam a gostar de ti.

3. Tu não gostas de mim:  Educar já é extremamente complicado, por isso os pais não precisam de ter ainda a pressão de provar aos filhos que gostam deles. Além disso, a prova do amor deles já está em todos os atos pequenos do quotidiano que frequentemente desvalorizamos.

4. Tu nunca me apoias: Obviamente que existem pais que ( infelizmente) não apoiam os sonhos dos filhos, mas quero acreditar que a maior parte os apoia incondicionalmente. Se os teus pais parecem não te apoiar, existe um grande probabilidade de tu estares a fazer uma escolha errada e, portanto, eles não concordarem com esta. Portanto, em vez de acusares os teus pais que não te estão a apoiar, para um pouco e pensa nas tuas escolhas. Se ainda assim sentires que estás a tomar a decisão certa, apenas comunica-lhes essa decisão, sem dramas, e sem frases destas.

5. Eu não quero passar o meu tempo contigo: Para algumas pessoas, isto até é capaz de ser verdade. Acredito que hajam pais que não sejam lá muita boa companhia, podendo até ser influências tóxicas. Contudo, muitas são as vezes em que nós dizemos isto da boca para fora, sem realmente o sentir, levando os nossos pais a acreditarem erradamente que já não têm um lugar na nossa vida.

6. Quem me dera que não fossem os meus pais: Acho que isto é das coisas mais cruéis que se podem dizer aos pais. E, no entanto, acho que a maior parte de nós já o disse, numa discussão mais feia ou depois de termos recebido um grande castigo. Os nossos pais esforçaram-se tanto para poupar para nós, para que nada nos faltasse e para que tivéssemos uma boa educação. Se ainda assim achas que não tens os melhores pais do mundo, basta olhares para alguns amigos teus que tenham pais divorciados e ver que o cenário não é tão favorável.

7. Tu gostas mais do meu irmão/irmã do que de mim: É muito injusto dizeres isto aos teus pais, da mesma maneira que é injusto dizeres isto a um amigo teu. Todos nós somos diferentes, e temos personalidades diferentes pelo que, obviamente, que os teus pais não vão gostar de ti e do teu irmão/irmã da mesma maneira. Mas isso não significa que gostem menos de ti. Significa que te amam na mesma, te aceitam como tu és, único(a) e que se relacionam contigo da melhor forma que podem tendo em conta a tua personalidade e feito.

8. Porque é que não me ensinaram isto?: Mais uma vez, os teus pais fizeram o melhor que puderam. Cuidaram de ti desde criança, asseguraram-te as tuas necessidades básicas e educaram-te da melhor forma. Mas eles também são seres humanos como tu, e podem ter falhado em alguns aspetos. Contudo, suspeito que a maior parte das vezes em que os nós dizemos isto é porque fizemos uma escolha que correu mal. Muito provavelmente os nossos pais já nos tinham avisado, mas nós não quisemos ouvir. Os nossos pais podem ensinar-nos o correto e o errado, mas cabe-nos a nós fazer uma maturação desses conceitos na nossa cabeça e colocá-los em prática.

9. Quem me dera que estivessem mortos: Isto não só é horrível dizer aos pais, como a qualquer pessoa. Desejar a morte a alguém é  bastante insensível e terrível. Há crianças que não têm pais. Por muito irritantes que os teus sejam, agradece por ainda teres uns.

10. És feio(a)/gordo(a)...: Isto é mais uma coisa que não se deve dizer nem aos pais nem a ninguém. Mas sobretudo aos nossos pais, pois é muito mau estar a desrespeitar alguém que se esforçou tanto para nos educar e para nos dar tudo aquilo que temos hoje.

22.11.17

Porque é que deves apontar tudo o que fazes com o teu tempo

 Porque é que deves apontar tudo o que fazes com  o teu tempo

São muitas as publicações na Internet que nos aconselham a gerir o nosso tempo, para nos tornarmos mais organizados, mais produtivos, para fazer mais... Contudo, também existem as publicações que defendem que não devemos planear demasiado, às vezes é preferível fazer pouco num dia mas fazê-lo bem. Eu cá não sou de extremos. Eu acho que, como em tudo na vida, o segredo está no equilíbrio. Não sou a favor de planear demasiado, mas também não sou daquelas pessoas que acha que mais vale fazer pouco e bom do que muito e fraco ( embora hajam dias em que mais vale isso mas, se forem todos assim,  a nossa produtividade acaba por ser quase nula).

Há uma citação muito gira que diz " O tempo é aquilo que mais queremos, mas é aquilo que usamos da pior forma", e é tão verdade!  A maior parte das pessoas não sabe gerir o seu tempo. É por isso que é muito importante saber geri-lo. Mas, mais importante que isso, é preciso apontar aquilo que fazemos com este. Porque todos nós fazemos horários para o nosso trabalho e para a nossa vida quotidiana, mas será que estamos realmente a cumpri-los? Apontar aquilo que fazes com o teu tempo pode dar-te informação valiosa e ajudar-te a ver coisas que não estão a correr tão bem como pensavas.


1. Ver para onde o teu tempo está ( realmente) a ir: Já te aconteceu dizeres " hoje vou trabalhar nestas 3 horas", mas depois acabares por estar todo esse tempo no Facebook?  Quando apontas aquilo que fazes em cada hora, tu vês para onde o teu tempo está realmente a ir, e se o estás a saber aproveitar da melhor forma. Isto permite-te que cries novos hábitos que te tornem mais eficiente e produtivo(a).

2. Corrigir hábitos ineficientes: Assim que descobres aonde estás realmente a gastar o teu tempo, podes avaliar se os teus hábitos estão a ser eficientes ou não. E se não estão, existe uma grande probabilidade de a razão ser a tua falta de produtividade. Por exemplo, tu achas que, durante o dia todo, deves gastar cerca de 1 hora a ver as redes sociais. Porém, quando contas realmente esse tempo, vês que na verdade estás a gastar 4 horas. Isso significa que, muito provavelmente, estiveste a usar horas que deviam ser para trabalhar nas redes sociais. Assim que te apercebeste disto, passas a definir que vês as redes sociais meia hora de manhã e meia hora à noite estando, desta forma, a eliminares um mau hábito.

3. Vais ter um maior sentido de responsabilidade: Apontar o que fazes com o teu tempo vai dar-te um grande sentido de responsabilidade, porque estás a apontar tudo aquilo que fazes. É como se tivesses um chefe a ver o que tu fazes só que, neste caso, o teu chefe és tu.

4. Vais distrair-te mesmo: Quando começas a apontar as alturas em que estiveste distraído(a), vais sentir-te culpado(a) por isso. Isso vai fazer com que, futuramente, não repitas esses maus hábitos, e te vás tornando cada vez mais produtivo(a).

5. Identificar quais são as tuas alturas do dia mais produtivas: Todos nós temos uma altura do dia em que somos mais produtivos. Há pessoas que trabalham mais de manhã ( como eu), há pessoas que trabalham mais à tarde e outras que se sentem mais produtivas à noite. No entanto, ainda existe muita gente que acha que nunca é produtiva, mas isso é porque simplesmente nunca apontaram o que fazem com o seu tempo. Se és uma dessas pessoas, tenho um desafio para ti. Durante 30 dias, aponta tudo o que fazes durante um dia e, no final, analisa e tenta descobrir em que alturas do dia foste mais produtivo(a). Assim que descobrires as horas em que trabalhas, vais poder criar um horário à volta disso.


E vocês? Costumam gerir o vosso tempo? Costumam apontar aquilo que realmente fazem?

( Foto: Amber McNaught)

21.11.17

15 pensamentos que todas as mulheres têm quando usam meias de vidro

15 pensamentos que todas as mulheres quando usam meias de vidro

As meias de vidro fazem qualquer mulher parecer mais linda e mais sexy, mas só quem as usa é que sabe a luta que realmente é. Muitas vezes, temos vontade de queimá-las, mas depois como é que usaríamos aquele vestido chique em pleno Inverno? Aqui estão alguns pensamentos que todas as mulheres têm quando usam meias de vidro.


1. O que é que eu devo calçar hoje?: Botas? Sapatilhas? Merda, eu hoje estou de meias de vidro, não tenho nada que fique bem nisto. Porquê é que me lixas tanto, vida?

2. Isto é a parte detrás ou a da frente?: Isto é para a frente ou para trás? Tenho a certeza que esta... Que se lixe, é igual!

3. Vamos lá tentar vestir isto sem rasgar: Se não rasgar vou a Fátima agradecer pelo milagre.

4. Gostava de parecer mais sexy a vestir isto: Nos filmes, as mulheres estão ali a vestir meias de vidro com estilo, eu pareço um canguru aqui aos saltos.

5. Quem me dera não ter as unhas tão grandes: Toda a gente sabe que puxar material fino com unhas grandes só acaba de uma maneira.

6. Consegui vesti-las sem rasgar!: Oh, wait...

7. Vamos lá passar verniz no rasgão: Isto vai ficar horrível, é por estas e por outras que eu vou morrer solteira.

8. Oh não, vou ter que subir estas escadas todas: Uma pessoa anda feliz da vida, linda e fabulosa, e aparece-te à frente umas escadas, a cagarem-se para ti e para os teus sonhos.

9. * Quando estás fora de casa*: Eu pensava que as meias me iam aquecer, mas tê-las ou não é a mesma merda.

10. * Quando está dentro*: Estou toda a suar.

11. Tenho que ir à casa de banho: Mas só de pensar na trabalheira que vai dar pôr as meias direitas até perco a vontade.... Vou ver se aguento até chegar a casa. Bolas, tenho mesmo que ir agora.

12.  Tenho os pés gelados: Não foi boa ideia vestir isto num dia de inverno.

13. Estou com dores de barriga: Não comi nada que me fizesse mal....Não estou com o período... Espera, são as filhas das mãe das meias de vidro.

14. As meias desceram outra vez: Eu estou sempre a puxá-las para cima, e elas vão para baixo, volto a puxá-las, e voltam a ir para baixo....Eu tenho mais que fazer à minha vida do que andar todo o dia nesta brincadeira.

15. As minhas pernas parecem fabulosas: Todo este drama vale a pena.


E vocês? Que pensamentos é que têm quando usam meias de vidro?

20.11.17

10 mitos sobre a vacinação

10 mitos sobre a vacinação

A vacinação é a maior conquista da medicina e da saúde pública de todos os tempos. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, evita a morte de 2 a 3 milhões de pessoas por ano, em todo o mundo. Porém, a memória é curta, e as novas gerações já não se recordam das doenças horríveis, evitadas agora pela vacinação, que desfiguravam e matavam pessoas no tempo dos nossos avós.

Por isso, agora muitas doenças estão a voltar a surgir, e estão a morrer crianças sem necessidade. Lembram-se do surto de sarampo em Portugal, que aconteceu no início deste ano? Poderia ter sido evitado se não existissem pais a recusarem-se a vacinar os seus filhos.

Recentemente, numa das minhas cadeiras da faculdade, estudei este tema, e fiquei a pensar nas ideias erradas que muita gente, mesmo com elevados níveis de escolaridade, têm. Quero sempre acreditar que as pessoas informam-se sempre antes de tomar decisões importantes como vacinar os filhos ou vacinarem-se, mas depois leio coisas como estas e já não tenho tanta certeza. A verdade é que, apesar de toda a informação disponível hoje em dia, os movimentos antivacinação estão a ganhar cada vez mais dimensão. Acho que é importante sensibilizar a população, e desfazer alguns mitos para que, na hora de irem ao centro de saúde, tomarem decisões mais conscientes.


1. As doenças começaram a diminuir antes das vacinas, devido às melhores condições de higiene: Obviamente que ter boas condições sanitárias ( água potável, saneamento básico, controlo da cadeia alimentar...) contribuiu imenso para o controlo de muitas doenças infecciosas, nomeadamente aqueles que estão relacionados com a qualidade da água. Porém, isso não evita a circulação dos microorganismos causadores. Só a vacinação em larga escala consegue evitar as doenças alvo da vacinação.

2. As vacinas têm imensos efeitos secundários, que podem levar à morte: As vacinas, antes de irem para o mercado, são alvo de imensos estudos, análises e ensaios clínicos pelo que, quando são disponibilizadas para a população, são extremamente seguras. Comparadas com os medicamentos em geral, são ainda mais seguras. Além disso, o risco de uma criança ter uma reação adversa a uma vacina é muito inferior ao risco de uma complicação grave da doença que essa vacina previne.

3. Gastar tempo e dinheiro com vacinas para doenças que já não existem é um bocado idiota: As doenças evitáveis pela vacinação estão controladas e são cada vez mais raras. No entanto, salvo a varíola ( que já foi erradicada, e cuja vacina já é dispensável), todas as outras doenças ainda podem surgir ( mesmo em Portugal,onde têm pouca expressão). Principalmente, quando uma pessoa não protegida pela vacinação viaja para outros sítios onde certas doenças ainda não estão controladas e/ou se contactar com pessoas provenientes dessas regiões.

4. É melhor ter a doença do que vacinar com vírus atenuados: A doença causa imunidade, mas pode levar a complicações desastrosas ou até mesmo à morte. Por outro lado, a vacina desenvolve essa mesma imunidade, mas sem as complicações que a doença acarreta. Sim, é como se tivéssemos a introduzir um vírus no organismo, mas que foi atenuado através de passagens sucessivas em meios de cultura celulares.

5.  As vacinas têm mercúrio, que pode fazer muito mal à saúde: As vacinas contém, de facto, mercúrio ( mais precisamente um composto, o tiomersal, que é um conservante do princípio ativo), mas em doses demasiado pequenas para constituírem risco para a saúde.

6.Ter gripe é uma coisa normal e, além disso, a vacina é fraca: A gripe pode ser algo leve que passa, mas também pode ser mesmo muito grave. Em alguns casos, pode levar a uma série de complicações, como pneumonia, sobretudo em idosos com a imunidade diminuída e a abortos ou partos prematuros no caso das grávidas.

8. A administração simultânea de vacinas pode sobrecarregar o sistema imunitário: A administração simultânea de várias vacinas não aumenta o as reações adversas, dado que a imunidade que cada uma estimula é independente. Além disso, no dia a dia, a imunidade dos bebés e das crianças já é estimulada por inúmeros vírus e bactérias com as quais elas contactam. O objetivo de administrar várias vacinas juntas é diminuir o número de "picadas", contribuindo para uma humanização e melhor adesão aos esquemas vacinais.

9. As grávidas não podem ser vacinadas: As grávidas podem ser vacinadas, mas apenas com vacinas com vírus inativado. Todas as vacinas com vírus vivos atenuados, como a VASPR ( que é a vacina contra o sarampo, parotidite e e rubéola) ,  e BCG,  não devem ser administradas

10. A vacina causa autismo: O autismo é uma doença em que a idade do diagnóstico coincide, geralmente, com a idade de administração das vacinas. Em 1988, surgiu um estudo que inquietou muitas pessoas, por considerar uma possível relação entre a vacina VASPR e o autismo. Contudo, acabou-se por provar que não existi autor deste estudo foi obrigado a deixar de exercer Medicina, por graves irregularidades metodológicas e conflitos de interesses provados juridicamente. Apesar da coincidência temporal, não existe qualquer relação entre a vacinação e o autismo.

E vocês? Acreditavam em algum destes mitos? 

19.11.17

7 razões reais pelas quais nós queremos sempre as pessoas que não podemos ter

7 razões reais pelas quais nós queremos sempre as pessoas que não podemos ter

Há algo tão frustrante mas ao mesmo tempo tão entusiasmante nas pessoas que não podemos ter. Elas mexem com as nossas fantasias, com os nossos sentimentos, com coisas que nem sequer sabíamos que tínhamos...

Porque é que parecemos gostar sempre mais das pessoas que não podemos ter? Porque é queremos sempre as pessoas que já estão comprometidas, que são difíceis de conseguir, que moram muito longe, ou que não sentem o mesmo que nós sentimos por elas? Porque é que preferimos sempre as pessoas que estão inalcançáveis, em detrimento das que estão mesmo à nossa beira, e que estão mais disponíveis? As razões, na verdade, não são assim tão complexas, estão apenas escondidas  na maneira como a nossa mente funciona.


1. A realidade nunca é boa como a nossa imaginação: Todos nós queremos pessoas que não podemos ter porque, não importa o quão uma pessoa é incrível na realidade, ela é sempre melhor na nossa imaginação. Nós não imaginamos os defeitos da pessoa, os possíveis problemas que ela no arranjariam, as ( muitas) razões pelas quais não seríamos compatíveis com ela. Isto porque não temos a oportunidade de estar com essa pessoa. E como nunca vamos ter essa oportunidade, acabamos por viver com uma versão idealizada dela na nossa cabeça.

2. Tens uma razão pronta para justificares o facto de não estarem juntos ( e não é pessoal): Quando uma circunstância tangível te impede de estar com alguém, é como se te tirassem um peso de cima dos ombros. É uma tristeza nunca poderem estarem juntos, mas ao menos nunca te irás sentir feio(a), estranho(a), nem culpado(a) por não te teres dado bem com a sua família ou por não terem ultrapassado as diferenças.

3. A pressão do compromisso é inexistente: Não importa compatíveis duas pessoas são. Uma relação não funciona a não ser que estejam igualmente comprometidas. E, no que diz respeita a pessoas que não podemos ter, o nível de compromisso é sempre zero, porque existe uma razão específica pela qual não podemos estar com essa pessoa. E, por isso, a outra pessoa nunca te oferece menos do que aquilo que tu tens para oferecer. Nem tu nem essa pessoa estão a dar mais atenção, mais carinho ou mais tempo à outra. É refrescante não se terem de preocupar com compromissos uma vez na vida.

4. Cada oportunidade que tens para estar com essa pessoa é entusiasmante: Quando queremos pessoas que não podemos ter, nós nunca conseguimos estar com elas a 100%. Por isso, cada oportunidade que temos para estar elas é novidade, é entusiasmante e deixa o nosso coração aos pulos. Não temos tempo para nos acostumarmos aos seus hábitos ou para ficar frustrados com alguns destes hábitos. Cada oportunidade que passamos com uma pessoa que não podemos ter é um bónus e nós ficamos sempre felizes por a ver.

5. As nossas expetativas não são elevadas: Como sabemos que nunca podemos ter essa pessoa e que cada oportunidade com ela é um bónus, nós nunca temos tempo para criar expetativas. Não temos tempo para começar a esperar mais da pessoa do que aquilo que ela nos pode dar nem para imaginar planos futuros. E como não temos tempo para criar expetativas não nos chegamos a desiludir.

6. O teu desejo nunca é completamente satisfeito: Quando queres alguém que não podes a 100%, o teu desejo nunca é completamente satisfeito, mesmo quando consegues estar com essa pessoa, mesmo quando a consegues conhecer intimamente, mesmo quando tens 50% de probabilidade de conseguir ficar com ela, mas tu queres os 100%.

7. O que tu não podes querer cria um desafio: E, sejamos honestos, quem é que não gosta de um desafio?

18.11.17

Filme: Um Crime no Expresso do Oriente (2017)

Filme: Um Crime no Expresso Do Oriente

Ontem fui ao cinema. Já há séculos que não ia ( ok, se calhar sou capaz de ter ido há umas três semanas, mas para quem adora muito a 7ª arte já é demasiado tempo). Além disso, já estava a precisar de tirar a cabeça dos livros, que as frequências deste semestre estão a  dar cabo de mim. Anyway, o filme que fui ver foi " Um Crime no Expresso do Oriente" e hoje trago-vos a minha opinião.

Sinopse


O que começa como uma luxuosa viagem de comboio pela Europa rapidamente se torna num dos mais elegantes e emocionantes mistérios alguma vez contado. Baseado no best-seller de Agatha Christie " Um Crime no Expresso do Oriente" conta a história de treze estranhos presos num comboio e onde todos são suspeitos. Um homem a correr contra o tempo para resolver o enigma antes que o assassino ataque novamente. ( Trailer: aqui).


A minha opinião


Nunca li nenhum livro da famosa escritora de policiais, Agatha Christie, mas saí da sala de cinema com muita vontade de o fazer. Com essa vontade e com a de viajar num comboio luxuoso como o Expresso do Oriente. Como eu não estou por dentro do mundo das narrativas da Agatha Christie não posso entrar no debate de se é fiel ou não ao livro ou se é tão surpreendente como as aventuras anteriores de Poirot, portanto a minha opinião é apenas baseada neste filme.

Pelo que já li na Internet, " Um Crime no Expresso Oriente" já teve a sua quota parte de adaptações. O realizador, Kenneth Branagh ( que eu só me apercebi que era o mesmo actor que interpretou o Prof. Lockhart no Harry Potter após 2 horas do filme, não parecia nada ele. A culpa foi do bigode.), deu-lhe  um ar mais cinematográfico e mais moderno. O elenco conta com caras  muito conhecidas, e todos os atores, mesmo aqueles que só apareceram em algumas cenas, tiveram uma interpretação fenomenal. Os cenários estão bastante bons e retratam bastante bem a época. Tudo foi pensado ao pormenor, as decorações, o guarda-roupa, o que o torna num filme visualmente agradável.

Adoro este tipo de filmes. É sempre muito interessante ver como é que o detetive vai interpretando todas as pistas e consegue tirar as suas próprias conclusões. É sempre bastante emocionante ver como a investigação vai prosseguindo, ver quem parece mais culpado e tentar adivinhar o assassino. O resultado, apesar de causar sempre muita expectativa, é apenas um pormenor quando nos encontramos perante um filme envolvente, com mistério, suspense, drama e humor à mistura.

Só encontrei dois problemas nesta produção. A primeira é que eu acho que as personagens foram apresentadas de forma muito rápida e breve, o que se tornou confuso ao início. O segundo é que muita da informação aparece do conhecimento do Poirot. Nós não sentimos que estamos a descobrir com ele, mas mais que nos estão a explicar as coisas. Não sei se é assim no livro, mas fiquei com a sensação que era um bocado exposição a mais. 

O final foi, na minha opinião, surpreendente. Nunca na vida teria adivinhado quem era o assassino nem teria adivinhado um desfecho daqueles. Há quem não tenha achado o mistério " Um Crime no Expresso do Oriente" do mais mais interessantes (não sei se é essa a opinião geral dos fãs da Agatha Christie) mas eu cá gostei muito a história. 

Alguns poderão achar o filme parado, por só ocorrer uma morte ( isto não é spoiler, não se preocupem) e decorrer maioritariamente num comboio, mas não o é. A história é equilibrada, tem um bom ritmo, e ficamos entretidos a ver o enredo a desenrolar-se que nem damos pelo passar do tempo. Pode não ser dos melhores filmes de mistério que vão ver mas é, sem dúvida, uma experiência cinematográfica fantástica que vale a pena.


E vocês? Já viram o filme? O que acharam?

17.11.17

5 tipos de posts que podes escrever vezes sem conta

 5 tipos de posts que podes escrever vezes sem conta

Nós, bloggers, temos frequentemente a sensação que já escrevemos sobre tudo e que não há nada de novo para criar, o que não é de todo verdade. Há sempre novas ideias e novo conteúdo para criar, basta estarmos atentos ao que acontece ao nosso redor, irmos lendo outros blogs, lendo livros, vendo filmes, no geral, tentarmos manter-nos inspirados, e novas ideias acabarão por vir ter connosco. Contudo, sempre podemos optar por repetir conteúdo.

Eu quando digo repetir conteúdo não estou a falar sobre voltar a reescrever um post ( embora possam fazê-lo se sentirem necessidade disso). Estou a falar daquele tipo de conteúdo que dá para escrever vezes sem conta, de formas diferentes e criativas, sem aborrecer os leitores.


1.  Factos sobre ti: Os posts " x factos sobre mim" são posts que, naturalmente, tendem a ficar desatualizados, porque tu, tal como toda a gente, és uma pessoa que está continuamente a crescer e a mudar. Portanto, de vez em quando, é interessante voltar a escrever este tipo de publicações, não só para os teus leitores lerem mas também para tu veres aquilo que mudou em ti, o que é que gostavas antes e que agora já não gostas, novos passatempos ou preferências...

2. Lições que aprendeste: O engraçado destas publicações é que podes aprender lições em quase tudo na vida, não só lições de aniversário ( como 19 coisas que aprendi com 19 anos), mas também lições que aprendeste com filmes/séries, lições que aprendeste num estágio,... As opções são infinitas, tudo depende da tua criatividade.

3. Q&A: À semelhança de posts com factos sobre ti, este tipo de publicações também são bastante influenciados pelo teu crescimento e pelas mudanças que vão ocorrendo na tua vida. Além disso, os teus leitores poderão ter novas questões que te queiram colocar ou podem existir perguntas que não tiveste oportunidade de responder  da primeira vez. Assim, é sempre bom fazer este tipo de posts de vez em quando, para permitir que os teus seguidores te conheçam um pouco melhor e que acompanhem um pouco da tua vida. 

4. Tendências: As tendências estão sempre a mudar, por isso podes estar continuamente a falar sobre novas tendências, sem teres que criar uma rubrica ou séries de posts. Às vezes, até acontece de uma certa tendência voltar, e podes recriar posts que já tenhas feito numa perspetiva diferente e com detalhes diferentes.

5. Publicações associadas a certas épocas do ano: Toda a gente adora este tipo de publicações, principalmente se forem associadas ao verão ou ao Natal. Só é adequado publicar este tipo de conteúdo em certas alturas do ano, por isso, passado um ano, já queres, por exemplo, partilhar uma nova receita natalícia ou os teus novos looks de verão. Também podes reescrever alguns desses posts, deixando o link dos anteriores, refletindo sobre aquilo que mudou e sobre coisas novas que estejas a experimentar.


E vocês? Quais são os tipos de publicações que gostam de escrever vezes sem conta?

16.11.17

O que o feminismo (não) é


De cada vez que alguém diz " Eu sou feminista", muitas pessoas entram em pânico e fogem ( muitas vezes literalmente). Existem tantos mitos e definições falsas sobre o feminismo que até dói. Isto tudo é faz com que as pessoas tenham medo de se afirmar feministas e rejeitem este movimento. Mais grave ainda é quando são as próprias mulheres a rejeitar este movimento. Foi por causa destas e de muitas outras coisas que eu demorei muito tempo a afirmar-me como uma apesar de, inconscientemente já o ser.

Parece-me estúpido que haja tanta revolta e discussão à conta de um conceito que defende nada mais nada mesmo do que a igualdade de géneros. É uma coisa tão simples, que devia ser senso comum e, no entanto, as pessoas complicam e fazem um debate todo à volta de algo que devia ser apenas a norma. Mas não o é porque, apesar de todos os protestos, discussões e publicações que se têm feito sobre o tema, há quem continue em insistir em deturpar o feminismo e perpetuar o sexismo. Por isso, vamos esclarecer o que é que o feminismo (não) é, de uma vez por todas.


1. O feminismo é odiar os homens: Este é o maior mito de todos. Muita gente pensa que as feministas querem lutar pelos seus direitos e que, para isso, têm que odiar os homens e ser superior a eles. O feminismo não é nada disso. O feminismo defende a igualdade de géneros, ou seja, o principal objetivo do movimento é tornar o mundo num lugar justo para toda a gente, em que a igualdade e o respeito predominem, independentemente do sexo.

2. Não é estar a fazermo-nos de vítimas: Até dói ouvir que parte da razão pela qual muitas pessoas rejeitam-se a ser feministas é porque não querem " fazer-se de vítimas". Dizer isto aos feministas significa que também estão a ignorar as pessoas que são abusadas e/ou que vêem os seus direitos diminuídos à conta do sexismo. O feminismo é expor as injustiças que são cometidas a mulheres, na esperança que se faça alguma mudança. Lutamos pela defesa dos direitos das mulheres da mesma forma que lutamos pelos direitos da comunidade LGBTQ, pelas pessoas de várias etnias e raças, pelas pessoas com deficiências e muitas mais.  Defender os direitos de outros seres humanos não é desempenhar o papel de vítima, é fazer aquilo que é correto. 

3. Não é um movimento extremista: Há um grupo (felizmente pequeno) de feministas que são assim um bocado extremistas, histéricas até, e que acabam por manchar a imagem do movimento todo, fazendo com que se criem mais mitos. São as que dizem às mulheres para pararem de se maquilharem, para se pararem de depilarem, para pararem de usar desodorizante, e muitas outras coisas que, além de parvas, tiram credibilidade a este movimento. A essas mulheres eu digo " O que é que o meu corpo tem a ver com o movimento?". Que eu saiba o corpo é meu, e eu faço aquilo que eu quero com ele. Se eu quiser depilar-me, maquilhar-me e muitas outras coisas, estou no meu direito. Assim como quem não quer também o está. Afinal, estamos aqui para defender direitos e igualdade, e igualdade significa que somos livres para decidir aquilo que é ou não é atraente, e somos livres para fazer aquilo que queremos com o nosso corpo.

4. Não é querer um tratamento especial/privilégios: Há quem diga que nós queremos é ser tratadas de forma diferente, que queremos ser mais que os outros, e termos privilégios. Ter os mesmos direitos que os homens não é um privilégio. A igualdade não é um privilégio. Ter autonomia em relação ao nosso próprio corpo não é um privilégio. Exigir salários iguais aos dos homens não é um privilégio. Isto tudo não são nada mais nada menos do que direitos básicos.

5. Não é destruir o conceito tradicional de casamento: O movimento feminista não pretende acabar com os papéis tradicionais dos géneros no casamento e na educação das crianças. As feministas não pretendem divorciar-se e/ou virar lésbicas, não é isso que está em questão. Se fazes parte de um casal hetero a educar uma criança, está tudo bem. Se és lésbica e queres adotar uma criança, também está bem. O feminismo é um movimento que pretende incluir pessoas com todo o tipo de preferências e interesses.

6. Não é andar por aí feitas malucas e zangadas: Apesar de existirem muitas feministas zangadas e loucas ( provavelmente por uma boa razão, porque estão fartas de não serem levadas a sério), nem todas nós somos assim. Como em tudo na vida, para defender aquilo em que acreditamos temos que fazê-lo de uma forma educada e respeitadora.

7. Não é inventar problemas onde eles não existem: Muitos portugueses dizem isto porque vivemos num país em que estes problemas nem têm muita dimensão ( apesar de ainda existirem muitas desigualdades, nomeadamente no que diz respeito aos salários e à forma como as mulheres ainda são tratadas), porque se tivessem num país em que tivessem de lutar para estudar, para exprimir a vossa opinião ou até simplesmente para usar uma roupa mais reveladora, eu queria ver se diziam o mesmo.  A diferença entre géneros é um problema grave que ainda existe e, como tal, tem que ser resolvido. E não vai ser resolvido se continuarmos a tentar " abafar" a situação e fazer de conta que está tudo bem. É necessário falar e lutar, principalmente por aqueles que não podem fazer o mesmo.


Estão a ler esta publicação graças ao facto de, no passado, muitas pessoas terem lutado pela mudança. Se hoje vivemos num ambiente com mais tolerância e mais igualdade ( apesar de ainda se ter que evoluir mais nesse sentido) foi por causa de pessoas que, conscientes da sua importância, abraçaram o feminismo. Portanto, larguem os vossos receios em relação a este conceito e abracem-no também.

15.11.17

7 reações que os amantes de livros têm a pessoas que não gostam de ler

7 reações que os amantes de livros têm a pessoas que não gostam de ler

Nós, amantes de livros, somos seres muito emocionais, que reagimos de diferentes maneiras. Digam-nos que vai sair um novo livro da nossa saga favorita, que nós não conseguimos conter o entusiasmo. Digam-nos que vai sair uma adaptação de um livro no cinema, e nós vamos a correr para lá. Produzam um filme que não seja fiel ao livro, que nós vamos ficar revoltados. Contudo, se quiseres deixar um amante de livros com tantas emoções a inquietá-lo , basta dizeres a frase " Eu não leio livros".

Já ouvi muitas vezes esta frase ao longo da minha vida ( ou variações destas como " não gosto de ler", " acho os livros um desperdício de tempo"...) e deixam-me sempre com um misto de sentimentos que me perturbam.


1. Choque: Não lês livros? Mas certamente que lês biográficos, os que não tem nada a ver com ficção... Também não? COMO ASSIM NÃO LÊS LIVROS?

2. Confusão: Eu ouço palavras a sair da tua boca, vejo que estás a falar português, mas não consigo compreender aquilo que estás a dizer.

3. Julgamento: Tu tens  o privilégio de fazer parte da população mundial que sabe ler, e que escolhes não ler livros? Tu tens noção da sorte que é poderes ler livros, mas desperdiças essa oportunidade?

4. Pena: Tens noção daquilo que estás a perder? Os livros permitem-nos viajar para locais para onde nunca poderíamos viajar de outra forma, permite-nos conhecer histórias incríveis e personagens que são uma grande inspiração. É mesmo triste que te estejas a privar disto tudo.

5. Uma reação bastante emocional, dependendo da pessoa: Como um novo amigo, ou uma crush, por exemplo. Eu estava a começar a gostar de ti e tu fazes-me isto? Porquê?

6. Persuasão: O que é que gostas de ler? Ficção? Ficção científica? Romance? Banda desenhada? Eu não me interessa quantas eu horas eu tenho que estar numa livraria a procurar, eu farei com que tu adores livros.

7. Aceitação e voltar a enfiar a cabeça nos livros: Não gostas mesmo de livros? Pronto, uma pessoa tem que aceitar e viver com isso. Deixa lá, eu vou amar livros pelos dois ( Salvador, devias escrever uma música assim).


E vocês? Como é que reagem quando alguém vos diz que não gosto de ler?

14.11.17

Live Fearlessly: Coragem num frasco

Live Fearlessly: Coragem num frasco

Imaginem a cena: Uma mulher muito bonita e atraente, muitas vezes (mas nem sempre) uma celebridade, que está nua ou a usar um vestido que custa mais que o teu roupeiro inteiro. Se calhar está num carro todo topo de gama, numa praia ou numa mansão. Provavelmente está enrolada com algum homem, a falar de maneira sexy. É suposto tu ficares vidrado(a) no mundo perfeito deles, mas tu não fazes ideia do que está a passar, até que nos últimos segundos é revelado que tu, na verdade, estás a ver a publicidade de um perfume.

As publicidades de perfumes, normalmente, seguem sempre este padrão. Quase todas as publicidades de perfumes são sexy, tentando-te vender mais um estilo de vida do que propriamente uma fragância. Obviamente que não há maneira de demonstrar ao consumidor o cheiro de um perfume, contudo existem outras formas de fazer uma publicidade com que as pessoas se identifiquem mais.

Por isso, de cada vez que uma marca faz uma publicidade que foge ao habitual, capta logo a minha atenção. E foi isso que a Mary Kay fez. A marca produziu um anúncio com a Lynsey Dyer, uma esquiadora profissional que, no vídeo, falou sobre medo, coragem e sucesso. O resultado foi uma publicidade incrivelmente inspiradora, que apelou à força de vontade, ao coragem e ao sucesso das mulheres, em vez de retratá-las apenas como sexys e sedutoras. Podem ver aqui em baixo o vídeo.


Depois de ver este anúncio incrível, fiquei muito curiosa para experimentar o perfume. A fragância tem um cheiro agradável: tem um cheiro adocicado mas ao mesmo tempo intenso, com notas florais acentuadas e amadeiradas.

Esta fragrância foi inspirada na história da fundadora da marca, a Mary Kay Ash ( que podem ler aqui) que, com a sua coragem, realizou o seu sonho de ser uma empreendera de sucesso e de enriquecer a vida de outras mulheres. O perfume Live Fearlessly celebra as mulheres que têm coragem de perseguir e alcançar os seus sonhos, que amam por inteiro e quem vivem intensamente, com a capacidade de explorar as suas infinitas facetas para realizar tudo aquilo que desejam.

Outras das coisas que adoro neste perfume é o facto de o próprio frasco ter o seu simbolismo. O frasco multifacetado representa o lado multidimensional da mulher. A tampa é composta por linhas retas, o que representa a determinação e a força de se viver intensamente. A cor amarela do frasco foi escolhida para representar os elementos da terra e toda a força que as mulheres têm para lutar pela realização dos seus sonhos.

A marca Mary Kay está cada vez a conquistar-me mais, e este foi mais um exemplo de um conceito bem conseguido. Um perfume que não só torna uma mulher mais feminina e confiante, como também , por tudo aquilo que representa, lhe dá mais força e inspiração para lutar pelos seus objetivos.

O perfume custa 55 euros, mas este mês está a 45 euros, por isso aproveitem. 


E vocês? Já conheciam este perfume da marca?

( Post em parceria com a Silvana Silva, consultora de beleza da Mary Kay. O produto referido nesta publicação pode ser adquirido através da consultora, aqui).

13.11.17

10 frases que os pais dizem aos filhos ( e que destroem a sua autoestima)

10 frases que os pais dizem aos filhos ( e que destroem a sua autoestima)

 Eu não tenho filhos, mas não é preciso tê-los para saber que há formas erradas de educar crianças. E, infelizmente, é o que mais se vê hoje em dia. Basta olhar em volta num supermercado, na rua ou no centro comercial, para ver logo os pais a agirem de forma incorreta com as crianças.

Eu sei que educar crianças não deve ser fácil. Deve ser mesmo esgotante lidar com as noites mal dormidas, com os choros, com as birras, com as asneiras que elas fazem... Sei que, com o cansaço, o nervosismo e a exaustão diz-se muito coisa que não se sente realmente. Contudo, o efeito destas palavras, a partir do momento em que são ditas, fica fora do nosso controlo, e pode causar muito impacto na vida de uma criança, pelo que é preciso ter cuidado com aquilo que se diz.


1. Não chores: São apenas crianças, que devem sentir-se livres para expressar as suas emoções ao pé das pessoas em quem mais confiam, os seus pais. As crianças têm a mesma capacidade emocional que os adultos têm, apenas não conseguem acalmar-se da mesma maneira que nós, pelo que precisam do apoio dos pais para isso.

2. Quem me dera que fosses mais como o teu irmão: Porque é que fazem isto às pobres das crianças? Nada é pior para uma criança do que se sentir inferior a outra pessoa. Isto vai fazer com que ela crie ressentimento em relação aos seus familiares. Cada criança é especial e única à sua maneira, pelo que devemos valorizar as suas qualidades e incentivá-las a melhorar os seus pontos fracos.

3. Estás bem, isso não é nada: Para nós, pode ser um simples arranhão, mas para as crianças pode ser a experiência mais dolorosa do mundo. Não devemos exagerar a situação, devemos apenas a limitarmo-nos a tratar da ferida e a dizer que vai melhorar.

4. Nunca consegues fazer nada bem: Ninguém gosta de ouvir isto, nem os adultos, quanto mais as crianças. Eu acho que isto é a pior coisa que se pode dizer aos filhos. Eu sei que muitas vezes os pais dizem isto da boca para fora, porque estão enervados por o filho ter partido algo ou feito alguma asneira, mas pensem muito bem antes de falar.

5. Eu também te odeio: Todos nós, quando somos crianças, já dissemos aos nossos pais que os odiávamos. Mas nessa altura, nós nem sequer compreendíamos o impacto das nossas palavras. Por outro lado, se os nossos pais descessem aos mesmo nível e dissessem isto, nós acreditaríamos. Por isso, acho que a resposta mais correta aqui é " eu gosto de ti na mesma".

6. Tu envergonhas-me: Muitas crianças têm tendência para gritar, saltar em público e fazer as cenas embaraçosas mais random. Mas calma gente, são crianças. Em vez de lhe dizerem isto, expliquem-lhe a forma como deve se comportar na rua. Ou, simplesmente, ofereçam-lhe mais atenção. Às vezes, as crianças fazem isto porque não recebem atenção em casa.

8. És feio(a)/gordo(a)/estúpido(a): Os filhos, quando são pequenos, acreditam em tudo o que os pais dizem. São a fonte mais fiável de informação e o centro das atenções dos filhos, e eles fazem tudo para os agradar. Dizer palavras como esta pode destruir a autoestima de uma criança, além de poderem ficar anos na cabeça dela, mesmo quando já é adulta.

9. Eu prometo: A não ser que cumpram mesmo a promessa, não façam isto. Vejo muitos pais a fazer promessas à toa aos filhos, sabendo logo de antemão que não as conseguem cumprir, e depois quebram a relação de confiança que têm com eles. Em vez de dizerem " eu prometo" digam antes " eu vou tentar".

10. Eu espero que tenhas filhos como tu: Eu percebo o que querem dizer com isto, e que não o dizem por mal, mas a criança pode interpretar como " eu estou a odiar educar-te".