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30.9.17

5 coisas: setembro 2017

 5 coisas: setembro 2017


Setembro é, para mim, sempre um mês de recomeços. Sabem as resoluções que as pessoas fazem no Ano Novo? Eu faço-as em setembro. Para mim, este é sempre um mês de mudanças, de recomeçar, de regressar à rotina, de estabelecer novos objetivos, e de tentar sempre ser mais e melhor.

Este foi um mês muito intenso, em todos os sentidos. Aconteceram muitas coisas, tanto boas como más mas, no final, foram as boas que predominaram. No meio de tantos altos e baixos, percebi que sou capaz de resistir a tudo, e ser ainda melhor, porque eu consigo  tudo aquilo a que me dedicar de corpo e alma, e tenho a meu lado pessoas incríveis que me fazem sorrir e me enchem o coração. É com este espírito que comecei o meu ano letivo e é assim que pretendo continuar a pensar.


5 coisas que aconteceram


1. Aniversário do blog: No primeiro dia do mês, o blog completou 3 anos de vida. Dá para acreditar? Já ando aqui há 3 anos, e já ganhei tanto com a blogosfera. Escrevi muito, aprendi muito sobre mim, cresci imenso enquanto pessoa, aprendi muito com as experiências e histórias que partilham aqui e, aquilo que talvez seja o melhor da blogosfera, conheci imensas pessoas incríveis, algumas das quais tenho o prazer de chamar amigas. Por isso, no 3º aniversário do meu blog,  escrevi uma carta para vocês, leitores e "colegas bloggers", que me têm acompanhado nestes últimos anos, e que têm enchido sempre de amor e carinho. Cada vez mais estou convencida que pertenço a este mundo blogosférico e que não o quero abandonar, e as inúmeras mensagens que me mandaram nesse dia ainda me deram mais certezas. Nunca existirão palavras suficientes para eu vos agradecer.  Muito obrigada por tornarem esse dia tão especial!

2. Café com bloggers ( e, finalmente, conheci a Carolina Nelas): no inicio do mês, fui tomar cafe com três bloggers, a Joana, a Rita e a Carolina. Foi um final de tarde maravilhoso, que me deixou com um sorriso na cara e coração cheio. É incrível como estivemos a falar como se conhecêssemo-nos há anos. Parecíamos um grupo de amigas, a falar abertamente sobre os mais variados temas, a sermos apenas nós mesmas. Nesta tarde, também tive oportunidade de conhecer uma das minhas bloggers favoritas de sempre, a Carolina ( as outras bloggers maravilhosas já tinha tido oportunidade de conhecer). Nem imaginam há quanto tempo eu já a queria conhecer. Se acham que ela é inspiradora na blogosfera, deviam conhecê-la pessoalmente! É ainda mais inspiradora! É mesmo simpática  e inteligente.

3. Suspeita de Doença de Crohn: Gostava de não ter que escrever um ponto sobre isto, porque era sinal que já me tinha livrado da doença misteriosa que me têm andado a atormentar há quase um ano ( para quem não sabe do que estou a falar, leiam este post ou as edições anteriores desta rubrica, é só mesmo para não estar a explicar tudo do início). Infelizmente, ainda ando com os meus problemas de estômago/intestinos, pelo que tive que fazer ainda mais exames, como testes de intolerância e uma ressonância abdominal. Os testes de intolerância não detetaram nada, mas a ressonância abdominal detetou uma íleite, que pode ser o início da Doença de Crohn. No dia em que li isto no exame, confesso que me caiu o chão, porque de todas as doenças que poderia ter, nunca pensei que pudesse estar em risco de ter esta. A própria médica que me segue ficou um pouco chocada, porque sempre achou que eu estaria safa disso, à partida. Contudo, ainda nada é certo, pode ser uma simples inflamação que dê para curar. A médica prescrevou-me um último exame, que fiz ontem, a cápsula endoscópica, para descartar esta hipótese de vez. Só recebo o resultado daqui uma semana, por isso agora só me resta pensar positivo e esperar que seja um falso alarme.

4. Começo do 3° ano de enfermagem: Dia 11 de setembro regressei à rotina da faculdade. Apesar de não me ter importado nada se tivesse tido  mais uma semana de férias, confesso que estava com saudades da minha rotina universitária, das viagens de autocarro, dos amigos, dos jantares de curso, da própria azáfama do dia a dia... Este ano, estou no 3º ano de Enfermagem, que vai ser o meu ano favorito, muito provavelmente. Vai ser o ano das especialidades, e vou poder aprender e estagiar nas minhas áreas favoritas, Pediatria, Saúde Materna e Psiquiatria. Não imaginam o quanto entusiasmada eu estou! Para já, ainda só estou a ter aulas de Saúde Materna ( Pediatria e Psiquiatria começam mais tarde), e já estou ali nas aulas a delirar com a matéria e a olhar para aquilo como se fosse uma criança numa loja de doces. Este vai ser um ano muito trabalhoso, com muitas cadeiras e estágios, mas eu estou pronta para dar tudo.

5. 1º Jantar de Curso: Eu posso ser uma pessoa que não sai muito à noite, mas se há coisa a que nunca falto é ao 1º jantar de curso do ano. Já marco presença desde caloira e é algo que irei fazer até ser finalista ( só me falta mais um 1º jantar de curso, como assim?). Este ano não o achei nada de especial, porque existiram alguns problemas na organização. Colocaram dois cursos ( Enfermagem e Economia) no mesmo restaurante, o que deu muita confusão e muitos de nós vimo-nos lixados para arranjar lugares para nos sentarmos. Ainda assim, deu para nos divertirmo-nos um pouco, falar e festejar o início de um novo ano.


5 coisas que adorei


1. Blogosfera Offline: Depois do dia incrível (e que me encheu o coração) que foi encontrar-me com as três bloggers maravilhosas que já referi, ler este post foi a cereja no topo do bolo. Este texto descreve, na perfeição, aquilo que realmente é conhecerem os bloggers/leitores com que conversaram durante meses ( ou até anos) online. Tal como a Carolina, também senti que estava a conversar com amigas que já conhecia há anos. Carolina, muito obrigada por este post em jeito de agradecimento, nós também estamos muito gratas por te termos conhecido.

2. Feminismo para Dummies: Acho que existem muitas pessoas que ainda não percebem que o feminismo não é defender que o sexo feminino é melhor que o masculino, é defender a igualdade de sexos. Por isso, adorei ler este post, que explica, de forma muito clara e sucinta, aquilo que realmente é ser-se feminista ( e sim, os homens também o podem ser). Não acrescentaria nada, está tudo lá dito, só dou os meus parabéns ao André, por ter escrito esta publicação.


3. Já não nos apaixonamos nos anos 90. Porquê? : Eu nasci nos anos 90, por isso, como devem calcular, nessa época ainda era demasiado nova para saber o que era o amor, quanto mais apaixonar-me. Contudo, pelas histórias que me contam e pelos filmes que vejo, sei que se vivia o amor de uma forma muito diferente daquela que se vive hoje em dia. Por isso, consigo compreender um pouco aquilo que a autora partilhou nesta publicação. Se por um lado as redes sociais facilitam e ajudam-nos a conhecer mais pessoas, por outro tornaram as coisas demasiado virtuais. Fazem falta as declarações por cartas, os encontros à socapa à porta de casa, as serenatas cantadas à beira da janela da pessoa amada... Eu nem sequer vivi isso, e fiquei nostálgica com as referências às diferenças relacionais e culturais dos anos 90. As redes sociais facilitam em muito a forma como comunicamos, não vamos negar isso, mas é preciso saber usá-las sem deixar que estas tirem o encanto que as relações têm.

4. Ser blogger: Neste post, a Rafaela fez um retrato fiel daquilo que realmente é ser blogger, por detrás das visualizações, fama, e todas as "regalias" que as outras pessoas pensam que nós temos. Numa altura em que muitos criam blogs só para serem famosos e/ou ganhar coisas grátis, é bom saber que existem pessoas que compreendem aquilo que ser blogger implica, na realidade. Ser blogger não é só escrever uns posts de vez em quando, ter um blog bonito e ter parcerias a toda a hora ( até porque isso raramente acontece no início). É muito mais que isso, exige muito esforço e dedicação. Nesta publicação, a blogger falou ainda da blogosfera em geral e dos prós e contras de se ser anónimo/não anónimo.

5. T-shirt do Thirteen Studio: Em agosto, a Carolina lançou um projeto, o Thirteen Studio. Fiquei muito feliz e entusiasmada com o facto de ela ter criado este projeto juntamente com a irmã ( o que torna tudo ainda mais especial, certamente), e de o ter associado ao blog. Cada t-shirt é feita individualmente, com todo o amor e carinho, por elas. Mal soube desta novidade, não resisti em encomendar também a minha t-shirt. Escolhi esta que podem ver no meu Instagram, arrojada e divertida. Adoro-a! Muito obrigada, mais uma vez, à Carolina e à Ana, pela dedicação e amor que colocaram nesta t-shirt.


E vocês? Como foi o vosso mês?

29.9.17

Como realmente é passar de uma escola privada para uma universidade pública

Como realmente é passar de uma escola privada para uma universidade pública

Se passar do Secundário para a Universidade já é uma grande mudança, passar de uma escola privada para uma universidade pública é ainda maior. Existem bastantes diferenças entre uma escola privada e uma universidade pública. Contudo, isso não quer dizer que tenhamos mais dificuldades que os alunos das escolas públicas. Apenas estamos a passar por experiências diferentes.

Quando eu contei aos meus colegas que, no 10º ano, iria para uma escola privada no Secundário, muitos foram aqueles que me criticaram. Disseram-me que nunca na vida fariam tal escolha, porque depois não seriam capazes de passar de uma escola privada para uma universidade pública, que nunca me iria adaptar, e alguns tiveram a crueldade de dizer até que eu reprovaria no 1º ano de faculdade. Por isso, para destruir estas crenças e esclarecer as coisas, hoje decidi escrever um post sobre aquilo que realmente é passar de uma escola privada para uma universidade pública. Existem muitas mudanças, sim, mas não são propriamente negativas, como poderão ler a seguir.


1. Escola pequena para um grande campus: A maioria das escolas privadas são muito pequenas comparando com as escolas públicas. Isto significa que, bastam alguns dias para já conheceres todos os cantos da escola. No entanto, andar pelo campus universitário pela primeira vez é como explorar uma cidade grande como Londres. O campus da Universidade do Minho, por exemplo, é enorme. Só o edifício principal ( o CP2), por si só, já é muito maior do que a minha escola secundária. Mas, felizmente, acabamos por nos habituar. Pode parecer um grande labirinto no início, mas depois já estás à vontade para andar pelo campus sem te perderes.

2. Conhecias toda a gente e toda a gente te conhecia: A minha escola secundária tinha mesmo poucas turmas ( por exemplo, no 12º ano só existiam 3 turmas, enquanto que numa escola pública existem, provavelmente, mais de 10 turmas). Por isso, era muito fácil conhecermo-nos uns aos outros. Passado um ano lá, já conhecia toda a gente, e todas as pessoas já me conheciam a mim, mesmo que apenas vagamente.  Nas universidades públicas, é completamente diferente. Uma turma universitária, por si só, já tem 100 alunos, quanto mais o resto das faculdades. Porém, podemos olhar para isto pelo lado positivo. Mais pessoas significam mais oportunidades de fazer muitos amigos e de conheceres pessoas que te inspiram e com quem te realmente te identificas.

3. Na Universidade, poderes estar envolvido em todas as atividades possíveis e imaginárias: As escolas privadas também têm associações e atividades extracurriculares, mas não tantas como numa escola pública. Por isso, quando chegas à Universidade, ficas surpreendido/a com as opções infinitas que tens. Podes fazer parte da Tuna, da associação de estudantes, de algum desporto...

4. Consegues adaptar-te na mesma ao estudo e métodos de avaliação da Universidade: Existe um mito muito enraizado que diz que os alunos que passam de colégios para universidades públicas não se conseguem adaptar ao método de ensino e de avaliação da faculdade, o que é totalmente falso. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, não nos dão as notas de graça numa escola privada, matamo-nos a estudar como toda a gente. Obviamente que temos mais vantagens, como apoios ao estudo e professores mais disponíveis mas, tirando isso, temos que "dar o litro" como toda a gente. Por isso, quando chegamos à universidade sim, temos um grande embate, mas é um embate igual ao que os alunos das escolas públicas têm. Não somos mais burros do que eles.

5. Podes decidir o teu próprio caminho na faculdade: As escolas privadas até te podem oferecer muitas opções, mas chega a um certo ponto em que não podes ir mais longe. Ou porque não existem disciplinas opcionais suficientes, ou porque a escola é maioritariamente direcionada para uma área ( a minha era sobretudo para alunos de Ciências e Tecnologias), ou porque basicamente o teu horário é completamente decidido pelos professores. Na faculdade não é assim, tens muita mais liberdade. Além de teres muitas opções no teu próprio curso, podes ainda escolher fazer cadeiras de outro curso e/ou teres aulas extracurriculares como fotografia. Tens muita liberdade para aprenderes o que quiseres.



E vocês? Fizeram a transição de uma escola privada para uma universidade pública? Contem a vossa experiência nos comentários.

28.9.17

15 maneiras simples de ajudar outros bloggers


Ter um blog permite-nos escrever posts inspiradores e ajudar a espalhar o bem, mas existem muitas outras maneiras de praticar o bem, e uma delas é ajudar outros bloggers. Afinal, eles são os nossos " colegas de trabalho", aqueles que até podem estar mesmo ao nosso lado, que também se dedicam imenso aos seus blogs, e que até dedicam tempo a ler e a espalhar amor nos nossos. Por isso, porque não retribuir?

Existem muitos bloggers por aí que, pelas mais variadas razões, podem andar desmotivados ou com problemas. Às vezes, ter um blog pode ser uma tarefa solitária, mas não tem que o ser, quando estamos inseridos numa comunidade grande como a blogosfera. Acredito que grande parte da experiência blogosférica baseia-se na partilha, não apenas através dos posts que escrevemos, mas falando e ajudando outras pessoas. Por isso, hoje partilho algumas maneiras simples de ajudar outros bloggers, de apoiá-los e espalhar amor.


1. Comenta, comenta e, talvez, comenta mais ( de preferência comentários relevantes sobre o post ou comentários amorosos).

2. Contacta o(a) autor(a) de um blog mais pequeno para escrever para o teu blog e ganhar mais exposição.

3. Faz uma colaboração com um novo(a) blogger para trazer mais seguidores para ele(a).

4. Faz um post sobre os teus blogs favoritos.

5. Partilha os posts que mais gostaste de ler numa determinada semana/mês.

6. Partilha os teus posts favoritos nas redes sociais.

7. Segue o blog na sua plataforma e em todas as redes sociais ( mas só se gostares dele, claro, não sigas só para ter seguidores de volta).

8. Oferece ajuda a um(a) blogger que esteja a ter um problema com alguma coisa ou não saiba fazer algo.

9. Manda um mail a alguém que te tenha inspirado ou tenha tornado a tua experiência blogosférica um pouco melhor, e agradece-lhes por isso.

10. Partilha os teus truques e dicas sobre a blogosfera para ajudares mais bloggers.

11. Faz amigos bloggers ( lê: Como fazer amigos na blogosfera).

12. Trata sempre os outros bloggers com simpatia e respeito.

13. Adere a grupos de Facebook para bloggers.

14. Partilha os projetos ou causas de outros bloggers.

15. Ajuda um(a) blogger que esteja a ter dificuldades a escrever um post ou a tirar fotos.


Bloggers por aí? Como é que costumam ajudar os outros bloggers?

27.9.17

7 hábitos alimentares dos universitários ( que não são normais em adultos)

 7 hábitos alimentares dos universitários ( que não são normais em adultos)

Quando entras para a Universidade, tudo muda. O ambiente, os amigos, o novo sistema de semestres e de avaliação, para muitos até a cidade. Mas existem muitas outras coisas que mudam, que nem nos apercebemos. E uma delas são os hábitos alimentares.

Na universidade, muitos universitários desenvolvem certos hábitos alimentares, que só se apercebem que não são normais quando acabam a licenciatura. Estes aqui são alguns exemplos.


1. Comer com pessoas da tua faixa etária: Nos teus anos na faculdade, estás sempre habituado a almoçar com o mesmo grupo de pessoas, que são todas da tua idade ou de uma faixa etária parecida. Porém, quando entras no mercado de trabalho, almoças com pessoas com idades, muitas vezes, bastante diferentes da tua ( 10, 20 ou até 30 anos mais velhos que tu) pelo que, ao início, vai parecer um grande choque. Eu ainda sou universitária, mas já tive esse embate. Quando fui estagiar para lares de idosos ou centros de saúde, tive que almoçar com pessoas que não eram, de todo, da minha faixa etária, já eram adultas, com emprego, alguns casados e com filhos. Porém, depressa consegui acompanhar as conversas que se desenrolavam à mesa e encontrei interesses comuns com eles.

2. Esqueceres-te de comer e/ou passares horas sem comer: Nunca fiz esta, porque se há coisa com que não brinco é com a minha saúde. Além disso, não consigo estudar ou fazer algo produtivo com fome. Porém, muitos estudantes fazem isto. Esquecem-se de comer e passam horas sem comer por causa de maratonas de estudo, de aulas de 3 horas ou de saídas noturnas.

3. Não há moderação naquilo que comes: Quando entras na faculdade, muitas vezes vais passar fome. Ou porque passas horas sem comer, ou porque não há dinheiro para mais. Mas quando te apanham num sítio em que há comida em abundância, vais ter tentação de abusar.  Enquanto universitários, todos nós já caímos nesta tentação, pelo menos uma vez. Vão existir jantares de curso com comida buffet, um amigo que faz uma grande festa com uma grande variedade de comida... Até a maldita da cantina tem um sistema que nos permite abusar da comida, se quisermos ( encher os pratos mais do que deveríamos, pôr fruta, pão ou doces nos bolsos...).

4. Não cozinhares para ti próprio/a: Ou porque ainda vives na casa dos teus pais, ou porque deixas os teus colegas cozinharem por ti, ou porque não te apetece cozinhar num dia e mandas vir comida de fora. Há sempre os universitários que se safam da cozinha. Porém, em adultos não se irão safar desta.

5. Comer a mesma coisa, todos os dias: Quando se tem um orçamento apertado, acaba-se por ter à escolha um pobre número de ementas possíveis. A ementa de muitos universitários varia apenas entre massa com atum e atum com massa.

6. Fazer estranhas e infelizes combinações de comida: Quando as reservas do frigorífico e de snacks estão acabar, alguns estudantes universitárias fazem combinações muito bizarras. Às vezes, calha de ser um prato com a mistura mais improvável mas melhor de sempre, outras vezes o prato transforma-se numa completa tragédia.

7. Comer a horas estranhas: Existem universitários que comem às horas mais estranhas. São capazes de almoçar às 18  h da tarde ( a essa hora é almoçar tarde ou jantar cedo ahahah?) depois de uma maratona de estudo, ou de comer batatas fritas às 6 h da manhã no McDonalds.


Universitários por aí? Têm algum destes hábitos alimentares?

26.9.17

10 pensamentos que todas as mulheres têm quando vão ao ginecologista

10 pensamentos que todas as mulheres têm quando vão ao ginecologista

A ideia de que temos que ir ao ginecologista não é agradável para a maioria das mulheres. Nós, mulheres, sabemos que é importante fazer isto para a nossa saúde e para o nosso bem-estar. No entanto, se nos dessem a opção de não o fazer e ficar bem na mesma, nós aceitaríamos isso de bom agrado.

Para muitas mulheres, ir ao ginecologista é constrangedor. Mais para umas do que para outras, depende do à vontade de cada uma ( estando eu em Enfermagem, acho que já perdi esse constrangimento, porque já estive do lado de lá e sei que os médicos já viram de tudo). Mas, ainda assim, existem sempre coisas que nos incomodam e/ou que nos passam pela cabeça.


1. Meus Deus, tenho que me depilar: Parece que já não me depilo há um ano. O pobre do(a) médico (a) não precisa de me ver toda peluda.

2. Estou a depilar-me e a pôr loção corporal, parece que me estou a preparar para um encontro: Bem, isto no fundo é uma espécie de encontro, vou acabar nua a meio deste.

3. Eu estou literalmente a usar uma bata de papel: com mangas. Como é que é possível eu manter a minha dignidade estando assim vestida?

4. Alguma coisa de errado se passa lá em baixo: O médico(a) ainda já não me diz nada há 60 segundos.

5. O espéculo está tão frio: A sério, estamos em 2017, ainda não inventaram uma maneira de aquecer isto?

6. Será que isto dói muito às outras  mulheres? : Ou eu é que sou demasiado sensível? Ou será que eu é que tenho uma alta resistência à dor e dói mais às outras mulheres?

7. Já contei os azulejos todos do teto: Com que é que me vou entreter agora?

8. Obrigada por estar a fazer conversa de circunstância enquanto: Quase que me fizeram esquecer do quão desconfortável eu estou nesta posição e do facto de me estarem a enfiar coisas na vagina.

9. E já está tudo feito? : Excelente!

10. Graças a Deus que acabou! Adeus, até sempre: Ou até daqui a um ano, mas não me lembrem disso agora.


E vocês? O que é que pensam durante uma ida ao ginecologista?

25.9.17

Sim, tenho um blog anónimo. Mas também tenho sentimentos.

 Sim, tenho um blog anónimo. Mas também tenho sentimentos

Durante os 3 anos de existência deste blog, eu tenho sido muito feliz. Tenho escrito imenso, tenho  recebido imensos comentários super queridos, já conheci blogs incríveis, já aprendi imenso com as histórias e experiências que partilharam pela blogosfera e, sobretudo, cresci imenso enquanto pessoa. Mas durante estes 3 anos também já vi o lado mau da blogosfera: pessoas que criticam posts e bloggers por tudo e por nada, pessoas que gostam de ser do contra, pessoas que acham que a só a opinião delas é a correta....

Não, nem tudo foi um mar de rosas nesta minha aventura blogosférica. Também já tive a minha dose de comentários e mensagens insultuosas, como qualquer pessoa tem quando exprime as suas opiniões na Internet. Contudo, à medida que o blog vai crescendo, vou recebendo cada vez mais comentários e mensagens destas, quase na mesma proporção em que recebo elogios e mensagens amorosas ( e ultimamente, é algo que me tem acontecido muito, confesso que não estou habituada a lidar com tantas mensagens, ainda é um pouco overwhelming).

Até aqui, pronto, tudo bem. Não é nada correto andar por aí insultar pessoas na Internet, mas todos os bloggers já sabem que isso é um efeito secundário de publicar opiniões online ( e já sabemos que vai piorando à medida que o nosso espaço virtual vai crescendo. Como costumamos dizer entre bloggers " sabes que estás a ficar famoso/a quando começas a ganhar haters"). Agora, aquilo que não compreendo é terem a necessidade de insultarem ainda mais fortemente os bloggers anónimos. Infelizmente, tenho constatado que as pessoas são capazes de ser ainda mais duras com os autores de blogs anónimos.

Ok, eu até compreendo. Há muita malta aqui na Internet que se gosta de esconder atrás do anonimato para escrever aquilo que não tem coragem de dizer na realidade, e insultar quem lhe apetece. Porém, como em tudo na vida, não podemos generalizar. Existem muitos motivos que levam a que uma pessoa escolha ter um blog anónimo: para o poder ter sem os pais o impedirem ( como é o meu caso), por incompatibilidade com o emprego que têm ( por exemplo, pessoas que trabalhem em Política, Direito,...), ou porque, pura e simplesmente, não lhes apetece ter a cara escarrapachada num site da Internet que TODA a gente pode aceder. São escolhas. Porém, independentemente de sermos anónimos ou não na blogosfera ou na Internet, nada justifica maus comportamentos ou insultos. Lá por não mostramos a cara, não quer dizer que tenhamos ganho o direito de dizer aquilo que nos apetece sem medir as consequências. Devemos agir sempre da mesma maneira que agiríamos na vida real. Pelo menos, é assim que eu penso, e é isso que tenho em consideração sempre que escrevo algo para o blog. Portanto, este preconceito em relações a bloggers anónimos, para mim, não faz sentido nenhum.

Ter um blog público é tão válido como ter um ter um blog anónimo. Isto significa que os textos publicados num blog público são tão válidos como os que são publicados num blog privado, assim como as opiniões que estes incluem. Portanto, qual é a cena de atacarem mais uma pessoa só porque " ah e tal, és anónimo(a), por isso decidi atirar mais a matar". Por detrás dos blogs anónimos, existem pessoas reais, com opiniões reais e com sentimentos. Lá por não verem a pessoa, não quer dizer que esta não exista, que seja apenas uma personagem virtual.

Nem toda a gente escolhe o anonimato na blogosfera e na Internet por ter vergonha de si próprio e/ou de exprimir a sua opinião. Muitas vezes, escolhem-no por uma questão de privacidade, algo a que têm todo o direito. Contudo, tudo o que essas pessoas escrevem deve ser levado a sério, para o bem e para o mal. Merecem  tanto elogios quando escrevem algo muito bom, como duras críticas quando escrevem algo, de alguma forma, ofensivo ( se bem que isto do ofensivo é muito relativo, há pessoas que se ofendem com pouco). Por isso, vamos tratar anónimos e não-anónimos com igual respeito, da mesma forma que tratamos ( ou pelo menos, deveríamos tratar) as pessoas que conhecemos na vida real.

O meu blog para já é anónimo ( está mais num estado de semi-anonimato neste momento, dado que têm muita informação acerca de mim e uma foto minha de costas), mas num futuro próximo será público. Neste momento, a minha vida pessoal não o permite que assim o seja. Não é por vergonha de mim própria ( porque, modéstias à parte, até sou bonita), não é por ter vergonha de expressar a minha opinião ( porque já existe um grupo considerável de pessoas na realidade que sabe a minha verdadeira identidade, e só não existem mais pessoas a saber porque senão o efeito de anonimato perde-se), é porque neste momento foi esta a minha opção. Contudo, esta escolha não faz com que as minhas opiniões sejam menos válidas, nem tão pouco que eu seja menos humana, e que por isso possa levar com insultos a torto e a direito. Vocês podem não ver a minha cara, mas eu continuo a ter sentimentos, ok? 

24.9.17

10 fases que passas ao ver o teu melhor amigo ir para longe

10  fases que passas ao ver o teu  melhor amigo  ir para longe

Ir para a faculdade também significa, muitas vezes, deixar os teus amigos para trás e, também, os teus melhores amigos, aqueles que estiveram sempre contigo durante o Secundário, ou mesmo desde crianças. Estiveram sempre habituados a terem-se por perto e agora, ao irem para faculdades diferentes, vêem-se obrigados a separarem-se, o que não é nada fácil.

Quando eu entrei para a faculdade, também tive que me separar da minha melhor amiga do Secundário. Eu fiquei aqui em Braga e ela entrou em Lisboa. Portanto, ficámos muito longe uma da outra. Ao início, não foi nada fácil de aceitar, pensávamos que a distância iria destruir a nossa amizade mas agora, dois anos depois, ainda somos tão ou ainda mais amigas do que antes.

Quem se teve que separar do seu melhor amigo reconhecerá certamente estas fases.


1. Entusiasmo: Quando o teu melhor amigo vem ter contigo com boas notícias, a sorrir de orelha a orelha, a dizer que entrou na faculdade x, é inevitável que fiques feliz. São tão amigos que a felicidade dele é a tua felicidade. Começam a saltar de alegria e a conversar animadamente, antes de se aperceberem aquilo que a notícia realmente significa.

2. Espera, o que é que isto realmente significa?: Após o momento de alegria ter passado, começam a aperceber-se de que irem para faculdades diferentes significa ficarem longe um do outro. E aí começam as perguntas " Quando é que vais embora? Durante quanto tempo? Quando é que nos podemos voltar a ver?"

3. O que é que eu vou fazer sem ti?: De repente, começas a pensar em como vai ser o teu mundo sem o teu melhor amigo ao teu lado. Estão habituados a andar sempre juntos, que quase já nem se vêem como humanos separados e com vida própria.

4. Ainda seremos amigos? Não querem ser pessimistas, mas não conseguem evitar. Na verdade, estão a ser realistas. A distância muda imenso as amizades, mas isso pode não ser mau. O facto de estarem longe um do outro pode fazer com que valorizem ainda mais a vossa amizade.

5. Como é que vamos fazer com que isto resulte?: Quando se apercebem que não ser amigos não é uma opção, começam a planear todas as coisas que podem fazer com que a vossa amizade resulte. Falarem por messenger, fazer chamadas de vídeo por Skype, visitarem-se um ao outro, saírem nas férias...

6. Saem muitas vezes juntos antes do verão acabar: Antes de irem para a faculdade, aproveitam todos os dias que vos restam para estarem juntos e recordarem os bons momentos que viveram até aqui. Tentam aproveitar ao máximo porque sabem que, mal as aulas comecem, não terão muitas oportunidades para sair.

7. Dizer adeus e o dia em que e apercebes que ele já foi embora: Dizer adeus nunca é fácil, sobretudo quando sabes que não estarão juntos tão cedo. O dia em que queres combinar um passeio com ele e te apercebes que ele já não está na cidade, ou em que queres ver a tua série favorita e já não o tens como companhia é muito triste.

8. Sessões de telefonemas obsessivos: Nos dias seguintes a ficarem longe um do outro, as chamadas são praticamente diárias. Ficam horas e horas a fio a falar ao telemóvel, e até chegam a fazer como os namorados " Não, desliga tu...".

9. Estou tão orgulhoso/a de ti: Após passar o choque e as saudades iniciais, consegues parar de ser tão dramático/a e finalmente dás crédito ao teu amigo por tudo aquilo que ele alcançou. O teu amigo merece algum reconhecimento após, provavelmente, se ter matado a estudar para entrar na faculdade que queria e realizar os seus sonhos.

10. Tudo vai ficar bem: E, finalmente, tu aceitas isto tudo. Sim, vais ter saudades do teu melhor amigo, mas sabes que tudo isto é pelo melhor. Estão os dois a entrar numa nova etapa das vossas vidas, a tornarem-se adultos e a realizarem os vossos sonhos.


E vocês? Tiveram que se separar do vosso melhor amigo quando foram para a faculdade? Passaram por estas fases?

23.9.17

10 coisas que só quem é super pontual entende

10 coisas que só quem é super pontual entende

Eu sou a pessoa mais pontual que podem conhecer. Sou pior que um relógio britânico, como o meu pai costuma dizer. Apareço sempre 10 minutos antes da hora no lugar combinado, e stresso muito se isso não acontece. Também sofro bastante ao esperar pelas pessoas e insulto-as silenciosamente por não serem também pontuais.

Odeio atrasar-me. Pronto, já disse. É mais forte do que eu. Seja para uma aula, uma consulta ou para uma simples saída com os amigos, eu tenho que chegar sempre a horas. Se te consegues identificar com os próximos pontos, provavelmente também és super pontual.


1. Chegar a horas não significa " a horas": Chegar a horas significa levantares o teu rabo do carro e estares 10 minutos mais cedo no local.

2. Tu mudas automaticamente a hora dos eventos para não chegares atrasado(a): Tu mudas automaticamente a hora para 10 minutos mais cedo, para englobar potenciais catástrofes como trânsito, cruzares-te com um conhecido na rua, o teu look ser horrível e teres que voltar para trás, ou quaisquer outras desgraças que te possam atrasar.

3. Quando toda a tua família está atrasada e tu estás ali à espera: Quando a tua família está atrasada, e tu já estavas pronto(a) meia hora antes do necessário, e então estás ali, no sofá, à espera, impacientemente, a bater com o pé no chão, e a perguntares-te porque é que não podiam ser pontuais como tu.

4. Não suportas que os teus amigos se atrasem: Chegar a um sítio 10 minutos mais cedo para estar ali à espera mais 30 minutos não se faz! Não é assim tão difícil chegar cedo, acreditem. Comprem um relógio ou não combinem nada!

5. Quando os eventos começam mais tarde para esperar pelos outros: Isto já aconteceu em algumas peças de teatro que fui ver. Uma pessoa chega cedo, e depois ouve alguém da equipa que organiza aquilo dizer " vamos só esperar mais um pouco pelas pessoas que ainda não chegaram! Se essas pessoas quisessem estar aqui, tinham chegado a horas!

6. Quando tu conheces alguém como tu é fantástico: Vamos chegar cedo juntos para fazer coisas fixes enquanto esperamos pelos palermas que se atrasam sempre.

7. Passas tanto tempo a chegar cedo a lugares que não tens tempo livre: Desculpa, mas tenho que sair às 16h porque tenho uma consulta às 17 h.

8. Chegar nem que seja 5 minutos atrasado(a) dá-te ansiedade: Até começo a ficar com suores frios e palpitações! Nossa, Deus nos livre disso!

9. Chegar tarde a um sítio é o teu pior pesadelo: Meus amigos, este é mesmo o pior cenário para as pessoas pontuais. É mesmo o pior que nos pode acontecer! Nós não suportamos a ideia de termos chegado atrasados, muito embora seja a primeira vez. Vamos querer explicar cada detalhe que nos levou ao nosso fatal atraso.

10. Não te consegues concentrar se tens algo combinado: No dia em que tens algum compromisso ou mesmo uma simples saída de amigos, não te consegues concentrar, de todo. Não consegues fazer os trabalhos de casa, estudar, arrumar a casa ou simplesmente cozinhar. Não vale a pena tentar sequer. Estás sempre a ver as horas para ver quando te tens começar a arranjar e quando tens de sair.


Pessoas pontuais por aí?  Identificam-se com alguns destes pontos? Quais acrescentariam?

22.9.17

Avó, dás-me os teus olhos?


Quando eu era criança, era esta a frase que dizia à minha avó sempre que a via, em jeito de cumprimento. A minha avó tem uns lindos olhos azuis como o mar. Eu sempre quis ter olhos assim mas, infelizmente, a genética não jogou a meu favor, e fiquei com castanhos, tornando-me dos poucos elementos da minha família que não tem olhos claros. Não me interpretem mal, eu gosto da cor dos meus olhos, mas há algo nos olhos azuis que me encanta, a profundidade que confere ao olhar, que dá uma certa aura de mistério mas, ao mesmo tempo, dá a sensação que estamos a olhar para a alma da pessoa.

Por causa deste desejo, sempre me encantaram os olhos da minha avó. Eu, com a minha inocência própria da infância e a minha maluquice característica, dizia sempre à minha avó que, quando morresse, eu não queria saber do dinheiro dela, de jóias ou de qualquer outro bem material que lhe pertencesse. Só queria ficar com os olhos dela. E, passada a fase inicial em que ela me tentou convencer, em vão, que tal não era fisicamente possível, ela fez-me essa promessa.

Obviamente que hoje sei que nunca teria olhos azuis ( e, sinceramente, nem que tivesse a opção de tê-los sem recorrer a lentes de contacto, através de uma cirurgia inovadora qualquer, eu já não ia querer). Porém, ainda hoje mantenho esta promessa com a minha avó, mais por brincadeira do que propriamente como um acordo sério. De cada vez que lhe pergunto o que me vai deixar para testamento, a resposta é sempre a mesma: os seus olhos. É a nossa inside joke. Arriscaria dizer que a mulher é maluca o suficiente para meter mesmo isso no testamento, só mesmo para nos fazer rir uma última vez. 

Aconteça o que acontecer na minha vida, mude o que mudar, uma coisa é certa: os olhos da minha avó serão sempre meus, nem que seja só no meu imaginário, e estarão sempre a olhar por mim, de forma atenta mas carinhosa.

21.9.17

20 pensamentos que os amantes de livros têm quando acabam de ler um mesmo bom

20 pensamentos que os amantes de livros têm quando acabam de ler um mesmo bom

Terminar um livro é sempre um turbilhão de emoções para os amantes de livros. Porém, quando terminamos um livro mesmo bom, a sensação é inexplicável. É quase como perder um amigo próximo.

Quando terminamos de ler uma história mesmo boa, são muitas as coisas que nos passam pela cabeça. Estas são apenas uma amostra.


1. (...)

2. (...)

3. Uau!

4. Meu Deus, isto foi tão bom!

5. Como é que eu vou continuar com a minha vida depois disto?

6. Estão tão feliz por ter lido este livro!

7. Mas ao mesmo tempo estou tão triste por o ter acabado.

8. Sinto que uma parte de mim morreu.

9. Vou recomendar este livro a todas as pessoas que conheço e até aos desconhecidos que passaram por mim na rua.

10. Não sei se vou encontrar um livro tão bom depois deste.

11. É uma história que vai ficar para sempre no meu coração.

12. Porque é que as personagens não são reais?

13. Não sei serei capaz de ler um livro durante um mês.

14. Será muito cedo para começar a lê-lo outra vez?

15. Fuck it, vou ler as minhas partes favoritas!

16. Oh meu Deus, esta é a minha cena favorita!

17. Que mais é que este autor escreveu?

18. Vou ao Goodreads ver sugestões de livros semelhantes.

19. Deviam fazer um filme deste livro.

20. Ler é a melhor coisa de sempre!


E vocês? Que pensamentos é que têm quando acabam de ler um livro mesmo bom?

20.9.17

15 coisas que só quem nunca esteve numa relação amorosa é que compreende

15 coisas que só quem nunca esteve uma relação amorosa é que compreende

Quando escrevi o post " Tenho 20 anos e nunca tive uma relação amorosa" nunca imaginei que este fosse causar o impacto que causou. Sabia que iria causar uma reação maior que o habitual ( até porque nunca ninguém na blogosfera portuguesa tinha falado deste tema),  motivo pelo qual tive bastante hesitante em publicá-lo. No entanto, nada me preparou para a grande quantidade de visualizações ( foi o post mais visto de sempre no meu blog), comentários e mensagens que recebi por causa desta publicação. Muito obrigada a todos aqueles que deixaram mensagens amorosas e que partilharam também a sua história. Contribuíram para que este assunto se tornasse menos tabu e para que pessoas que nunca tiveram uma relação ( como eu), se sintam menos sozinhas.

Depois do sucesso que foi aquela publicação, tive uma ideia muito engraçada para outro post, que é este aqui que vêm agora à vossa frente. Como ainda há muitas pessoas que não sabem o que é estar no nosso lugar, hoje decidi falar sobre coisas que só quem nunca esteve numa relação amorosa é que compreende.  As pessoas ainda nos vêm como extraterrestres e custa-lhes compreender como é que passámos tantos anos sem nunca ter namorado com ninguém ou como é que vivemos sequer.  Vivemos uma vida boa, no geral ( ao contrário do que a sociedade pensa, não temos uma vida deprimente), mas também enfrentamos algumas dificuldades por causa das pessoas que não compreendem a nossa situação.


1. És independente como o caraças: Tu nunca tiveste aquela pessoa com quem podias contar para tudo, por isso aprendeste a desenrascar-te e a fazeres tudo por ti próprio(a). Almoçar sozinho(a) não te incomoda, não precisas de companhia para ir ao cinema e, basicamente, consegues resolver os teus problemas. E, nas raras vezes em que precisas de ajuda ( porque nunca ter estado numa relação faz com que desenvolvas uma independência invulgar), tens sempre a tua família e os teus amigos para te apoiarem.

2.  Azar ou coincidência é, frequentemente, um fator: Tal como já disse no outro post, as razões pela qual eu nunca tive um namorado são simplesmente, por causa coincidências combinadas com má sorte. Só isso. Não foi por causa de ser feia, de ter os padrões demasiado elevados ou por ter uma personalidade horrível. Ainda não aconteceu, porque não calhou. Ainda não aconteceu contigo porque andas ocupado/a, ou porque não conheceste ainda alguém que te interessasse ( e essa pessoa estivesse também interessada por ti), ou simplesmente por coincidências e azares. É a vida!

3. Nunca ter estado numa relação NÃO significa que nunca tenhas tido um desgosto amoroso:  Há tanta gente que me diz " ao menos nunca tiveste um desgosto amoroso...". Meus caros amigos, isto é tão mentira! Como toda a gente, já me apaixonei, por isso obviamente que tive desgostos amorosos. E arrisco a dizer que os meus foram piores, porque foram sempre por causa de amores não correspondidos. Ok, se calhar não diria que foram piores mas, para além de todos aqueles sentimentos que experiências quando acabas com alguém, ainda tiveste a desilusão e a raiva de estares a sofrer por alguém com quem, na verdade, nunca tiveste nenhum tipo de relação.

4. Por isso, desconfias sempre que algo corre muito bem: De cada vez que conheces alguém com quem as coisas começam a correr muito bem, desconfias sempre e ficas sempre a pensar que aquilo " é sol de pouca dura", que "vai acabar por acabar mal", porque nunca nada correu suficientemente bem para se tornar numa relação real.

5. Neste ponto, já não tens muita paciência para jogos: Neste momento, já lidaste com o mais variado tipo de pessoas, e já alinhaste muitas vezes no jogo de sedução mas, de todas as vezes, perdeste. Claro que, para conquistar alguém, o melhor é sempre sermos apenas nós próprios, mas todos nós sabemos que isto de conquistar alguém envolve sempre algum tipo de jogo de sedução,  algo que leva tempo, paciência e perseverança. Não é que a este ponto nós já estejamos desesperados, porque não, não estamos, só que já não temos a paciência que tínhamos antes de alinharmos nestas coisas.

6. Não estás desesperado(a) como as outras pessoas pensam: Por falar em estar desesperado(a), não, não estás desesperado(a) como as outras pessoas pensam que estás. Até poderás ter estado em algum momento da tua vida, quando sentiste a pressão da sociedade para estar num relacionamento, mas a partir do momento em que percebeste que era estúpido pensar assim e que te apercebeste que as coisas acontecem quando têm de acontecer, levas uma vida normal e tranquila como o resto das pessoas.

7. Dizer " quem me dera ainda estar solteiro(a)" não é um ato de solidariedade: Eu até gosto de ser solteira, tens as suas vantagens, mas trocaria de lugar de boa vontade com as pessoas que me dizem isto.

8. Já passaste mais tempo do que aquele que queres admitir a pensar porque é que nunca tiveste um relacionamento: Passar anos a ver os teus amigos a trocar de namorado(a) faz com que, inevitavelmente, te questiones do porquê de tu nunca teres tido um(a). Provavelmente, já passaste por uma fase de baixa autoestima e insegurança à conta disto. Felizmente, apercebeste-te da pessoa maravilhosa que és, e que o teu valor não se mede pelo facto de teres estado ou não num relacionamento (se ainda não percebeste isto, cá estou eu para te relembrar isso, e para te incentivar a lutar para combateres essas inseguranças).

9. Tens um historial impressionante de histórias mal sucedidas de amor: Tantas que até ja te divertes a contá-las, e algumas têm bastante piada. Há de tudo, desde teres tido um não no bilhete de pedido de namoro da primária, teres-te casado e divorciado na primária ( aconteceu-me a mim ahahahahah), saídas com raparigas/rapazes estranhos... Felizmente, por mais que sejam tristes na altura, estas têm sempre piada passado alguns dias.

10. Meia volta, fazes de "vela": Como a maior parte dos teus amigos estão em relações, meia volta convidam-te para sair com os seus dates, e acabas a fazer de "vela". Às vezes, é horrivelmente estranho...

11. Mas outras vezes, fazer de "vela" até é divertido: Após tantos anos a fazer de "vela", já arranjaste maneiras de te divertir estando nessa posição. Às vezes, contas inside jokes ao/à teu/tua melhor amigo(a), e divertes-te a ver a cara confusa do date deles. Outras vezes, assistes a uma discussão, e divertes-te a tomar um partido ou a meter mais lenha para o fogo ahahahahah.

12. És incrivelmente bom/boa a dares conselhos amorosos aos teus amigos:  Como nunca tiveste numa relação amorosa, vês tudo da perspetiva " de fora". Logo, tens uma opinião mais imparcial, o que significa que és um(a) grande observador(a) e não deixas que as tuas opiniões sejam influenciadas pela tua bagagem de experiências e emoções, porque não as tens.

13. Os teus amigos em relacionamentos vivem através de ti: Os teus amigos invejam a tua vida de solteiro/a, e até encorajam o teu comportamento rebelde e despreocupado.

14. Não precisas de validação das outras pessoas: Como nunca estiveste numa relação amorosa, não precisas que ninguém te elogie nem valorize ( embora estes sejam sempre bem vindos). Aprendeste a brindar-te a ti próprio(a) com elogios e afeto. Sabes aquilo que vales e não deixas que ninguém te diga o contrário.

15. Aprendeste a aproveitar o melhor da vida de solteiro(a): Embora nem sempre seja tudo um mar de rosas, tu aprendeste a aceitar o facto de seres solteiro(a). E, melhor que isso, aprendeste a aproveitar este "estado" da melhor forma. Aproveitas todo o tempo livre que tens, depilas-te apenas quando tens vontade, e fazes tudo aquilo que queres, quando e onde queres, sem dar justificações a ninguém.


Pessoas aí desse lado que também nunca estiveram num relacionamento? Identificam-se com estes pontos? Quais é os que acrescentariam?

18.9.17

10 clichés que os nossos pais nos disseram ( e que nós odiámos)

10 clichés que os nossos pais nos disseram ( e que nós odiámos)

A vida é dura quando somos novos. Tudo aquilo que nós queremos é viver de acordo com as nossas regras mas, frequentemente, estamos sob o olhar atento dos nossos pais.

Todos nós já as ouvimos. Aquelas frases irritantes que os nossos pais já nos disseram pelo menos uma vez nas nossas vidas. Às vezes, até mais vezes do que aquelas que gostaríamos de ouvir. Sim, sabemos que estão a tentar educar-nos da melhor forma mas, still, estas frases irritam! Todos os pais educam os filhos de forma diferente, mas todos eles já disseram estes clichés. E, sejamos sinceros, já nos apeteceu dar respostas sarcásticas a estas frases.


1. Eu sou o/a pai/mãe, tu és o/a filho/a: Muito obrigada por me relembrarem a árvore genealógica da minha família. Já me tinha esquecido dela! Mas geralmente isso é mais uma desculpa usada quando o elemento mais velho cuida  do mais novo, e faz disso uma forma de o controlar.

2. Eu nunca fiz isso quando era criança: Pois, mas no teu tempo também não existia o Facebook nem a Playstation, portanto não venhas para aqui comparar as coisas. Os tempos mudaram.

3. Porque eu disse que não: Eu pedi uma explicação, e isso não é uma explicação. Isso deixa uma pessoa louca!

4. Nós sabemos aquilo que é melhor para mim: Eu sei, eu sei, vocês têm mais experiência de vida do que eu, e acreditem que eu valorizo a vossa opinião. Mas, por muito que as vossas experiências tenham sido semelhantes às minhas, vocês não são eu, por isso, a palavra final é minha, ok?

5. Tens a certeza que te esforçaste mesmo? : Não, não me esforcei. Eu reprovei no teste por diversão. Eu preenchi de propósito todas as perguntas com a resposta errada para lixar o meu futuro e para vocês reclamarem comigo.

6. Tu não és o filho/a que eduquei: Quem me educou então? Algum fantasma que está aqui?

7. Enquanto viveres sob o meu teto... : Aonde é que é suposto viver então? No orfanato? Debaixo da ponte? É que eu ainda sou novo/a demais para arranjar um emprego, ainda ando na escola.

8. Se todos os teus amigos se atirassem de uma ponte, tu também te atiravas? : Obviamente que não, não sou nenhuma idiota!

9. Quando tiveres filhos vais compreender: Quem te disse que vou ter filhos, para começar?

10. Não estou zangado/a contigo, só estou desiludido/a: Esta é daquelas que faz mesmo doer o coração. É que nem comento!


E vocês? Já ouviram algumas destes clichés? Que clichés ouviram?

17.9.17

10 coisas que só compreendes se fores um(a) blogger estudante

 10 coisas que só compreendes se fores um(a) blogger estudante

Como sabem, este ano eu estou no meu 3º ano do meu curso de Enfermagem. Durante estes últimos dois anos, tenho conciliado a minha vida blogosférica com a minha vida universitária o que, como qualquer blogger estudante como compreende, não é nada fácil. Porém, até agora, tenho sido bem sucedida, com muita organização e esforço. Sou a prova de que, se soubermos estabelecer prioridades, há tempo para tudo.

Ser blogger enquanto estudante até nos pode dar um ar fixe e fazer com que nos sintamos mais importantes do que os jovens tolos da nossa idade ( reparem no "sintamos" porque não passa mesmo disso, na verdade, somos meros mortais como os outros ahahahah), mas nem tudo é um mar de rosas. Ter um blog, para além de todas as outras coisas que já temos enquanto estudantes, pode ser um desafio. Existem imensas coisas que só quem anda na escola/faculdade e tem um blog é que compreende. Estes são alguns exemplos.


1. A escola/faculdade é um sítio pouco fiável para aceder à Internet: Eduroam não presta!

2. Passas mais tempo a pesquisar a imagem perfeita para o teu post do que a pesquisar para relatórios: Não tens muita paciência para pesquisares informação para trabalhos de grupo e relatórios, mas consegues estar 3 horas, se for preciso, a encontrar a imagem perfeita para o teu post, porque nenhuma parece ser bonita o suficiente, ou ter qualidade o suficiente...

3. Tens ideias a meio de uma aula e apontas imediatamente: A meio de uma aula, do nada, começas a ter muitas ideias e, para não as perderes, apontas na primeira folha do caderno que apanhas, ou mesmo na mão.

4. Mas, por vezes, quando chegas a casa, já não te lembras dessas ideias: Ou porque não as chegaste a apontar, ou porque as ideias soltas que apontaste no caderno já não fazem sentido nenhum na tua cabeça. Quem me dera ter escrito aquele post naquela aula...

5. Queres que toda a turma da escola/faculdade leia o teu blog: Se a minha turma de faculdade lesse o meu blog, eu teria mais 100 seguidores.

6. Mas, ao mesmo tempo, não queres que eles descubram: Porque tens medo das reações, daquilo que irão pensar de ti e/ou dos teus posts, de serem demasiado intrometidos...

7. Mas esses receios desaparecem quando algumas pessoas descobrem o teu blog: E revelam-se bastante entusiasmadas com este. Na verdade, são os teus melhores seguidores, até reclamam quando não publicas num dia.

8. O teu professor fala de algo interessante numa aula, e tu pensas que daria um bom post: Aprendi tantas coisas interessantes no meu curso de Enfermagem, que não resisti a fazer alguns posts como este e este.

9. O stress de conciliar o blog, com o estudo e a tua vida social: É preciso sermos mesmo disciplinados e organizados para conseguir conciliar tudo. Apesar de a faculdade ocupar-me imenso tempo e de ter uma vida social como qualquer jovem de 20 anos, tenho conseguido publicar todos os dias no blog e respondido aos comentários. Mas, ainda assim, às vezes, a vida mete-se no caminho, e é preciso estabelecer prioridades e, nessas alturas, a minha prioridade é a faculdade.

10. Qualquer forma de rotina blogosférica arde frequentemente na época de exames: Para os universitários, é a época dos exames é o caos. Pára tudo, a saídas, os passatempos, o tempo com a família... É só estudar, comer, dormir e repetir. Com todo este caos, muitas vezes nem é possível publicar no blog.


E vocês? Também são bloggers estudantes? Quais são as vossas maiores dificuldades?

16.9.17

10 tipos de sono que podes experienciar enquanto universitário


Caloiros que estão agora a entrar para a Universidade. Há uma coisa que têm que saber. Esqueçam tudo o que já viram ( ou quase tudo, vá, não se esqueçam das bases de conhecimento que aprenderam na escola), a Universidade é um mundo completamente diferente! É como se fosse uma realidade paralela. E, no que toca a horários de sono, preparem-se para o ver virado de pernas para o ar, durante os primeiros tempos.

Não estou a dizer que não seja possível dormir normalmente. Não só é possível, como qualquer um o pode conseguir ( e esqueçam a mentira que os mais velhos vos dizem " nunca mais dormirás 8 horas por noite", eu vou para o 3º ano de faculdade e continuo a dormir essas horas). Porém, durante os primeiros tempos e depois ocasionalmente, poderão experienciar algum destes tipos de sonos.


1. A poderosa sesta:  30 minutos entre as aulas? Meia hora de sono antes de fazer um relatório? Os estudantes universitários conseguem sempre arranjar uma sesta aqui e ali e, para alguns, esta faz milagres. Parecem que acordam com uma nova bateria de energia. Não é o meu caso, nunca fui muito de sestas ( para mim, dormir é de noite), mas muitos amigos meus adoram.

2. O sono stressado: Este é o tipo de sono que tens na noite anterior a uma frequência ou a uma grande apresentação. Estudas até mais não, e ainda assim sentes que não sabes nada. A tua cabeça está cheia de dúvidas e o teu estômago está a contorcer-se de nervosismo. Consegues adormecer, após meia hora a contar carneiros, mas cais num sono inquietante ou mesmo aterrorizador.

3. A noite em claro: Este é o tipo de sono quando o teu nervosimo é de tal modo acentuado ( ainda mais do que no sono do ponto 2), que não consegues adormecer, de todo, e passas a noite toda acordado(a).

4. O sono " fiquei toda a noite acordado/a a ver filmes/uma série": Nós, universitários, fazemos isto muitas mais vezes do que aquelas que gostaríamos de admitir. Dizemos " é só mais um episódio" e, quando damos conta, são 3 h da manhã. O resultado é que passamos o dia seguinte cheios de sono e não estudamos nada.

5. O sono depois de uma grande saída noturna: Se és daquelas pessoas que apanha grandes bebedeiras, cais redondo/a na cama e adormeces logo. O pior mesmo é o dia a seguir, em que acordas com5 uma ressaca que não se deseja a ninguém, com dores de cabeça enormes e a vomitar ainda os restos do álcool da noite anterior.

6. O sono " tive um dia muito ocupado": Este sono pode ser muito bom ou muito mau. Muito bom porque há dias em que estás tão cansado(a), que chegas à cama e adormeces logo. Noutros dias, pode ser muito mau, pois estás tão exausto(a) de tudo o que te aconteceu durante o dia que nem sequer consegues adormecer.

7. O sono após uma grande maratona de sono: Este também pode ser tanto bom como mau. Podes estar tão cansado(a) de estudar que, mal te deitas na cama adormeces logo, como podes estar ainda a ver mentalmente toda a matéria, e não conseguires pregar olho toda a noite.

8. O sono das recém-férias: Após um semestre muito intenso e esgotante, finalmente podes deitar-te na tua cama confortável e  dormir tranquilamente, sem preocupações. Apesar de não se poder repor o sono ( não é assim que funciona), há quem durma durante 12 horas seguidas. É o sono que sabe melhor.

9. O sono académico: Este é o tipo de sono que acontece quando adormeces a meio de uma aula. Nestas alturas, se não queres que isto aconteça, dá jeito ter amigos que te deiam um abanão forte mas discreto ou umas picadelas com a caneta, para poderes acordar antes de o professor reparar que estás a dormir ou vás parar à página dos memes da tua faculdade.

10. O turno de fim de semana: Durante a semana, tens um horário digno de uma criança, deitas-te às 22 horas e acordas às 7 horas. Chega a sexta-feira, e deitas esse imaculado horário de sono pela janela. Vais sair à noite, acordas às 15 horas de sábado e, no domingo, voltas a acordar a essa hora, porque na noite anterior decidiste fazer uma maratona de filmes.


Universitários por aí? Já experienciaram algum tipo de sono destes?

                    Como dormir melhor.

15.9.17

5 coisas estúpidas que as pessoas dizem para te impedir de viajar

 5 coisas estúpidas que as pessoas dizem para te impedir de viajar

Todos nós conhecemos os céticos das viagens. Aqueles que acreditam que viajar é um desperdício de tempo, dinheiro e energia. Aqueles que ficam logo nervosos quando ouvem alguém falar que vão fazer uma viagem. Aqueles que insistem em dizer coisas estúpidas para impedir alguém de viajar.

Todos os amantes de viagem já se cruzaram com este tipo de pessoas. E é verdadeiramente irritante ter que os aturar! Principalmente, quando dizem coisas estúpidas como estas.


1. Poupa esse dinheiro e compra antes um carro/casa: Quando uma pessoa arranja um emprego e começa a ganhar dinheiro, porque é que esse tem que ser o próximo passo lógico a tomar? Porque não ter uma casa mais fraquita e não ter carro, e gastar o resto do dinheiro a viajar? As pessoas gostam muito de meter o nariz onde não devem, e de dizer aos outros o que fazer ou não com o dinheiro. Metam-se nas vossas vidas!

2. Isso não vai custar muito dinheiro? : Se calhar vai mas, mais uma vez, it´s none of your business. Cada um faz o que quer com o seu dinheiro e não tem que dar justificações a ninguém. E, fiquem a saber, que dinheiro gasto em viagens não é dinheiro mal gasto. As experiências, cultura e lições de vida valem muito mais do que os euros.

3. Tens a certeza que não estás a fugir dos teus problemas? : Há um mito muito comum, que é que as pessoas que viajam muito querem escapar da vida. Muitas pessoas, de facto, viajam para fugir aos problemas, mas outras fazem disto o seu estilo de vida, uma forma de viver como tantas outras. Claro que, por vezes, viajamos por ser um escape aos nossos problemas ou ao stress do quotidiano, mas existem muitas outras razões para o fazer como explorar o mundo, conhecer novas culturas, aprender uma nova língua,...

4. Não está na altura de assentares?: Não sei porquê, mas tenho a sensação de que me vão estar a dizer isto daqui a 10 anos. Não me vejo como uma pessoa que queira casar ou ter filhos. Quero ser livre, independente e explorar o mundo. Obviamente que quero, um dia, partilhar uma casa com alguém que ame, mas não preciso necessariamente de casar com essa pessoa ( porque para mim isso não passa de um papel, poderei fazê-lo mais pelo festa do que por aquilo que significa), e muito menos ter filhos só para dizer que os tive como toda a gente. Até pode ser que eu daqui a 10 anos esteja a fazer precisamente o contrário do que estou a dizer agora, mas se não o estiver a fazer, não haverá problema nenhum. Anyway, mesmo que quisesse ter filhos, não poderia continuar a viajar? Viajar não é exclusivo de pessoas jovens e solteiras, é algo que todos nós, crianças, jovens e velhos podemos experienciar. Existem diferentes tipos de viagens que se adaptam a diferentes tipos de pessoas, portanto não me venham com esta do assentar!

5. Porque é que não vais antes para (inserir sítio supostamente mais seguro): As pessoas que fazem este tipo de pergunta não fizeram bem o seu trabalho de casa. Isto porque, a cada ano, as estatísticas de criminalidade em cada país mudam. Claro que há sempre sítios que irão ser sempre mais perigosos do que outros mas, porra, só se vive uma vez. Se eu quero visitar um sítio, eu vou visitá-lo, independentemente do quão perigoso possa parecer. Obviamente que terei sempre mais cuidado ao visitar cidades perigosas, mas não vou deixar de ir para lá. Aceitem que iremos morrer quando tivermos que morrer, e não é preciso estar no meio de um atentado para isso acontecer, pode acontecer em qualquer lado, até na nossa casa.


E vocês? Que coisas estúpidas já ouviram quando estavam para ir viajar?

14.9.17

Porque é que estás a ganhar peso mesmo com uma dieta saudável


Infelizmente, estar a comer saudável nem sempre se traduz numa perda automática de peso. Existem muitos fatores que também entram na equação. Muitas pessoas ficam frustradas, porque simplesmente não percebem aquilo que estão a fazer errado. " Eu não como doces, não como fritos,... Porque é que não estou a emagrecer?", questionam-se frequentemente. Pode ser bastante frustrante, porque sentes que estás a fazer tudo correto, e não estás a ver resultados.

O problema de muitos programas de televisão, livros e outros programas de emagrecimento é que estes raramente falam dos hábitos saudáveis que têm que acompanhar uma alimentação saudável. É por isso que eu defendo que, sempre que possível, as pessoas devem ser seguidas por nutricionistas. Anyway, estes são os erros comuns que podem fazer com que as pessoas engordem, mesmo que estejam a fazer uma dieta saudável.


1. Não estás a contar as calorias: É muito fácil subestimar as calorias que uma salada, um iogurte, uma peça de fruta ou de qualquer outro alimento saudável. Muitas pessoas pensam que, ao estar a comer snacks saudáveis, já não precisam de se preocupar com as calorias, podem ingerir o que quiserem. A verdade é que não é bem assim. É muito importante contar calorias, mesmo que só estejamos a consumir refeições saudáveis. Existem muitos alimentos saudáveis que, apesar de todos os nutrientes e benefícios para a saúde que contem, são bastantes calóricos, como é o caso, por exemplo, da banana.

2. Ainda estás a beber açúcar: E não, não estou a falar de refrigerantes como Iced Tea ou Coca-Cola. Existem muito sumos naturais ditos " saudáveis" no mercado que, na verdade, têm imensos açúcares escondidos. O melhor mesmo é preferir comer peças de fruta em vez de consumi-las em sumos, e beber bebidas como água ou chá.

3. Estás a comer comida demasiado processada: Comidas pré-preparadas ou enlatadas, mesmo que consideradas saudáveis, não são tão equilibradas nutricionalmente como as outras. Sempre que possível, é preferível fazeres a tua própria refeição porque, desta forma, estarás a controlar a quantidade e a qualidade da refeição que irás ingerir.

4. Não estás a fazer exercício físico suficiente: Meus caros amigos, perder peso não se trata só de " fechar a boca" como muitas pessoas gostam de dizer. Até podes estar a seguir uma alimentação correta e saudável mas, se não fizeres exercício físico, os resultados que obterás serão menos satisfatórios. Fazer exercício físico é uma grande ajuda na altura de emagrecer ( embora devas fazê-lo sempre, mesmo quando não queres perder peso).

5. Estás a comer demasiadas vezes ao dia: Existe um mito  de que toda a gente deve comer pequenas refeições várias vezes ao dia, para acelerar o metabolismo e perder peso mais depressa. Isto não podia ser mais falso. Na verdade, ao estarmos a comer mais vezes ao dia, mesmo que sejam refeições com poucas calorias, acabaremos sempre por consumir mais calorias do que aquelas que realmente necessitamos. O ideal mesmo é fazermos apenas seis refeições equilibradas por dia ( abro aqui exceção para os atletas de alta competição ou para pessoas a sua condição de saúde exija que se façam mais refeições).

13.9.17

15 coisas que todos os amantes dos livros gostavam que lhes dissessem

 15 coisas que todos os amantes dos livros gostavam que lhes dissessem

Nós, os amantes de livros, vivemos num mundo à parte, um mundo que nem toda a gente compreende ( só os melhores e mais inteligentes, não é para os comuns mortais). Somos vistos como nerds e anti-sociais, mas na verdade somos apenas mal compreendidos.  Estamos sempre a ouvir estas coisas e, sinceramente, já estamos fartos. Gostávamos, pelo menos por uma vez na vida, ouvir antes estas coisas, que nos agradariam muito mais e fariam os nossos corações de booklovers palpitar de alegria.


1. O teu trabalho hoje é leres o livro que quiseres. Certifica-te que passas umas boas 8 horas nisso.

2. Gostavas de trabalhar na minha livraria?

3. Olá darling, vamos ali namorar e passar todo o dia numa livraria.

4. Agora existem 25 horas num dia, e essa hora extra é para ser usada para ler.

5. Descreve-me essa saga de livros, muito detalhadamente.

6. Eu apaixonei-me pelo livro que me recomendaste.

7. Podes ter a primeira edição/edição especial de todos os livros que quiseres.

8. Para o Natal/para o teu aniversário dou-te qualquer livro à tua escolha.

9. Podes ler aquilo que quiseres quando quiseres, e vais tirar 20 na mesma nos exames.

10. Podes entregar o relatório mais tarde... Termina esse livro primeiro.

11. Tens aqui uma máquina que transforma qualquer personagem que queiras numa pessoa real.

12. Lê tudo aquilo que quiseres, que eu pago-te, não precisas de estar nesse teu emprego miserável.

13. Então coisa sexy? Anda comigo para a cama... ler.

14. Livros grátis para toda a gente!

15. Todos os itens desta lista que acabaste de ler vão tornar-se verdadeiros a partir de agora.


E vocês, amantes de livros? O que é que gostariam de ouvir?

( Foto:  Headinherbooks)


12.9.17

10 razões pelas quais não deves enviar fotos de ti nu(a)

10 razões pelas quais não deves enviar fotos de ti nuo/a

Parece que agora anda muito na moda mandar fotos sem roupa aos namorados, amigos coloridos ou até a completos estranhos. Nem mesmo os escândalos que aconteceram com a Jennifer Lawrence, a Ariana Grande ou a Kristen Dunst param a malta jovem de mandar fotos destas. Eu sei, eu sei, não sou nenhuma antiquada que não compreende isto é uma forma de tornar as relações mais interessantes e de alimentar a paixão em relações à distância, mas sempre podiam usar antes sexting só por texto, corriam menos riscos. 

Se estes escândalos não são razão suficientes para pararem com isto, eu vou-vos dar mais razões. Aviso desde já que este post pode parecer um filme de terror, mas acho que há pessoas que precisam de uma boa dose de realidade. Porque muito que estejam apaixonados por uma pessoa e/ou queiram-na provocar, não vale a pena as consequências que isto pode ter.

( No título leram " nu(a)" porque sim, isto é algo que tanto pode prejudicar tanto homens como mulheres embora, infelizmente, as mulheres ainda fiquem mais prejudicadas com isto, devido às mentalidades da nossa sociedade).


1. A maior parte das relações amorosas não duram: Por mais que estejas apaixonado(a) pela tua cara metade agora e que sejam muito felizes juntos, existem sempre grandes probabilidades de vocês acabarem. E, muitas vezes, o fim de um relacionamento traz a necessidade de vingança, mesmo que isso não faça o género da pessoa. Sabes o que é que acontecem às fotos nuo(a) que tu enviaste? São publicadas na Internet. E uma vez publicadas na net ficam lá para sempre, mesmo depois de tu morreres.Toda a gente poderá ver, mesmo daqui a 20 ou 30 anos.

2. Nenhuns pais ou outros familiares querem ver fotos tuas assim reveladas: Se aparecessem fotos minhas assim na net, os meus pais deserdavam-me, para não falar que a minha família nunca mais iria querer falar comigo. Além disso, certas diferenças de gerações ( como é o caso dos teus avós) podem não permitir que eles compreendam porque raio havias tu de mandar uma foto sem roupa.

3. Os filhos que poderás ter verão essas fotos: Queres mesmo que os teus futuros filhos tenham que lidar com as tuas más decisões? Como é que achas que os filhos da Kim Kardashian se vão sentir quando crescerem?

4. Podes estar a comprometer a tua carreira: Ainda dentro do teu cenário das tuas fotos privadas serem reveladas, isso também pode afetar o teu futuro profissional. A não ser que queiras ser como a Kim Kardashian, não faças isto. Não ponhas em risco a tua carreira por uma pessoa que provavelmente não estará contigo passado alguns meses. Mesmo que ainda sejas estudante, uma foto destas pode dar cabo de qualquer carreira que sonhasses ter.

5. E não adianta enviar pelo Snapchat: Sim, as fotos no Snapchat só duram 24 horas, e podem mandar por privado a alguém, mas basta uma pessoa fazer screenshot para a foto que lhe mandaste se tornar permanente e poder ser vista por qualquer pessoa.

6. Mesmo que cortes a tua cabeça, as pessoas ainda te conseguem identificar: Não é assim tão difícil de o conseguirem, sobretudo com as tecnologias tuas de hoje em dia. Às vezes, basta procurar uma foto tua na praia e comparar para perceberem que és tu.

7. As fotos podem ser hackeadas do iCloud ou de outras " nuvens eletrónicas": Mesmo que o teu/tua ex não seja um(a) idiota para pôr as fotos na net, estas ainda podem ir parar lá na mesma. Isto porque, hoje em dia, grande parte das fotos que tu tiras ficam armazenadas na iCloud ou noutros serviços de armazenamento de dados, que podem ser hackeados a qualquer momento. Foi o que aconteceu com a Jennifer Lawrence.

8. Ninguém fica satisfeito/a com apenas uma foto: Já alguma vez conheceram algo gajo que tenha ficado satisfeito com uma foto da namorada nua? Eu não. O que significa que, quantas mais fotos, como as minhas amigas costumam dizer " mais merda vai dar".

9. Podes enviá-las por acidente a outra pessoa: Imagina mandar fotos dessas ao teu irmão ou à tua mãe. Imagino que te dê vontade de começar a planear o teu próprio funeral.

10. Podem ser usadas para te chantagear: Uma pessoa que tenha fotos comprometedoras de ti bem que as pode usar para te chantagear, e ser bem sucedido(a) nisso. Pode ameaçar publicá-las na net ou mandar aos teus familiares caso não faças o que ele/ela quer. Ficas numa posição vulnerável em que podes ser facilmente manipulado(a). Nunca te coloques nessa posição de livre vontade.


E vocês? Acham que se deve ou não mandar fotos assim? Porquê?