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28.2.17

5 coisas: fevereiro 2017


Fevereiro ficou marcado pelo início do meu 2º estágio hospitalar, e pela consequente adaptação a uma nova rotina e a uma nova realidade ( fases terminais de vida em Oncologia). Foram dias stressantes, em que a insegurança e ansiedade se apoderaram de mim, fazendo-me ir abaixo várias vezes, mas felizmente, nos últimos dias do mês apercebi-me que não valia a pena massacrar-me tanto, e acabei fevereiro com uma motivação renovada.

Neste mês, a minha saúde finalmente melhorou. Já passaram algumas semanas desde que comecei a ser medicada para o meu hipertireoidismo, pelo que já não ando mal disposta nem com diarreias, e já consigo comer normalmente. Passar por este problema fez-me valorizar ainda mais a minha saúde, e fez-me pensar o quanto esta nos faz falta quando não a temos.

O final de fevereiro deu-me certezas de que tenho que ser mais positiva, tenho que controlar mais a minha ansiedade, e de que tenho que acreditar que sou capaz de ultrapassar todos os desafios, por mais impossíveis que pareçam.

5 coisas que aconteceram


1. Início do 2º semestre: O 1º semestre, ficou marcado por inúmeros problemas que já falei aqui. Não correu tão bem quanto esperava dado ao meu estado de saúde e complicações do próprio curso, mas até tive notas razoáveis.Tive apenas uma semana de descanso, e o 2º semestre começou logo no dia 5, com a receção aos alunos no Hospital de Braga.

2. Início do estágio no hospital: No dia  6 de fevereiro, começou o meu 2º estágio hospitalar. A mim calhou-me estagiar no serviço de Oncologia, um serviço muito pesado psicologicamente, mas que me está a dar lições valiosas sobre o que é ser enfermeiro, e sobre a vida e a morte. Pessoalmente, nunca trabalharia num serviço como Oncologia, porém é uma etapa que tenho que ultrapassar se quiser estagiar em áreas que me interessam. Está a ser um grande desafio, mas que me está enriquecer, quer a nível pessoal quer a nível profissional.

3. Fui a um workshop de maquilhagem ( de uma amiga minha): Uma amiga minha tirou um curso de maquilhagem no Porto, com uma duração de 6 meses, pelo que já se pode dizer que é profissional na área. Uma vez, quando estávamos juntas na casa de outra amiga a fazer um trabalho de grupo, ela mostrou-nos a caixa enorme de maquilhagem que tinha, com produtos e pincéis profissionais. Ficamos todas tão encantadas que lhe pedimos para que, um dia, nos ensinasse um pouco das técnicas que aprendeu. Há alguns dias atrás, essa minha amiga decidiu organizar um workshop de maquilhagem básico, e convidou-nos. Pelo preço de 15 euros, aprendi um pouco mais sobre as técnicas básicas de maquilhagem ( que eu já sabia graças a muitas horas passadas em blogs e canais de youtube sobre beleza), mas o melhor mesmo foi ter aprendido a fazer contornos, sombras e a iluminar a cara, que era algo que já há muito tempo que queria aprender.

4. Fui ao cinema: Este mês, apesar de andar super ocupada com o estágio, tive oportunidade de ir ao cinema ver dois filmes, " La La Land" e "Jackie", ambos nomeados para Óscares. Ir ao cinema é algo que adoro mesmo fazer e, em situações stressantes como as que vivi este mês, é das poucas coisas que me ajuda a "desligar" um pouco da realidade.

5. Descobri que tinha hipertireoidismo: Tal como foi partilhando com vocês, através das redes sociais que, desde outubro/novembro que andava muito mal disposta do estômago, com dores de barriga e diarreia, e que não conseguia comer nada sem ficar mal disposta a seguir. Ao início, achei que fosse algo passageiro, do stress das frequências, e que iria passar mas, com o passar do tempo, o problema foi ficando cada vez pior e, a certa altura, decidi procurar ajuda médica. Fiz uma carrada de exames, tomei muitos medicamentos, e não parecia resolver a minha maldisposição. Recentemente, descobri que tinha uns valores das hormonas da tiróide alterados, e o meu médico encaminhou-me para uma endocrinologista. Abençoada seja a médica que, num espaço de uma semana, descobriu que eu tinha hipertireoidismo. Agora já estou a ser medicada e já melhorei bastante, já consigo comer de tudo, embora ainda tenha um longo caminho a percorrer ( só para terem noção, tenho que estar medicada mais dois meses).


5 coisas que adorei



1. Consulta de viajante- Vale a pena?: Nunca viajei para fora da Europa mas, como tenciono viajar muito no futuro, gosto sempre de me informar sobre todos os detalhes que considere relevantes. E se há coisa que considero relevante numa viagem é a minha saúde, principalmente se tiver que viajar para regiões como Ásia, África ou América do Sul. Já sabia da existência das chamadas consultas de viajante, porém foi bom ler sobre isso de uma forma mais pormenorizada, e acho que este post está muito completo nesse sentido.

2. Desafio " Seven Days of Me" :  Os desafios do Jota são sempre um sucesso na blogosfera. E este não foi exceção. É o primeiro desafio que ele lança desde o seu regresso ao mundo dos blogs, por isso o entusiasmo não poderia ser maior. Esta tag consistiu em vários blogs ( incluindo o dele), darem-se a conhecer melhor à blogosfera. Só não participei no desafio porque, na altura em que foi lançado, tive uma semana ocupadíssima, que me impossibilitou de escrever posts ( graças a Deus que tenho posts escritos em avanço, senão nessa semana o meu blog ficaria paradinho). Incluo neste favorito todos os posts escritos não só pelo Jota, mas também por todos os blogger que participaram.

3. La La Land: "La La Land" foi um filme tão surreal que tinha que ter um lugar nestes favoritos. Não há palavras para o descrever! Após várias dias depois o ter visto, ainda vou ao Youtube ouvir a fantástica banda sonora do filme, que é apenas uma das coisas boas acerca deste. Podem ler mais sobre o que achei na review que fiz para o blog.

4. Bloom: Já algum tempo que andava desejosa de ler este livro, não fosse eu uma fã da youtuber Estée Lalonde, que é não só uma youtuber de beleza, mas sim uma pessoa muito inspiradora, com dicas incríveis não só sobre moda, como também saúde, vida, relacionamentos, carreira.... Quando soube que ela iria lançar um livro, quis imediatamente lê-lo. Uma mulher inspiradora como ela só podia escrever um livro inspirador. E não me enganei, o livro até conseguiu superar as minhas expectativas. Em breve sai a minha opinião no blog.

5. Flat Lays- A Guide: Desde que criei o Instagram do blog que fiquei com cada vez mais interesse pela fotografia, portanto, ultimamente, tenho lido tudo o que posso para aprender mais sobre o assunto.  E estas dicas da Inês vêm mesmo a calhar! Sempre quis saber como é que se tiravam este tipo de fotos de maneira tão estética e organizada, e este post foi, sem dúvida, uma grande ajuda nesse sentido.


E vocês? Como foi o vosso mês?

(Foto: Stella & Dot UK)

27.2.17

5 mitos comuns sobre professores


Não sei se já contei aqui no blog ou não, mas o meu pai é professor numa escola primária. Desde pequena que olho para os professores com mais respeito do que os meus colegas porque eu, melhor do que ninguém, por ter um pai professor, percebo aquilo que esta profissão exige.

Já alguma vez desejaram ser professores para ter as mesmas férias de verão grandes que tinham em crianças? Já desejaram ser professores para trabalhar só das 9 às 15 horas? Bem, a realidade não é bem assim.

Eu acho que muitas pessoas não compreendem o quão duro pode ser ser-se professor. Muitas pessoas não compreendem a dedicação que a profissão exige, o trabalho duro que exige nem a paciência enorme que é preciso ter. Por isso, hoje decidi falar de alguns mitos sobre professores que muitas pessoas pensam que são verdade.


1. Os professores têm horários muito mais fáceis: Muitos alunos já caíram, provavelmente, no erro de pensar " Que sorte que o meu professor tem! Dá aulas das 9 horas às 15 horas, mas depois está livre para fazer o que quiser!" Na verdade, não é bem assim. Muitos professores chegam mais cedo à escola para tratar de documentos, saem da escola mais tarde, corrigem os trabalhos de casa ou testes dos alunos à noite, vão a reuniões, escrevem atas das ditas reuniões... Existe muito trabalho que ocorre fora dos horários que as pessoas não se apercebem.

2. Os professores têm férias de verão enormes, como os alunos, sem trabalho: Se querem ter férias de verão de dois meses, ser professor não é a profissão certa para vocês. Toda a gente cai no erro de pensar que as férias dos professores começam ao mesmo tempo que as férias dos alunos, porém isso não acontece. Depois do fim das aulas, muitos professores ainda têm muito trabalho para fazer, muitos relatórios para fazer, notas para lançar, reuniões,...  Só para terem uma noção, as aulas do meu pai acabam em Junho, mas as férias dele só começam na segunda semana de agosto e, na primeira semana de setembro, volta logo ao trabalho. Se eu acho ridículo esta carga de trabalho toda? Sim, existem muitos relatórios completamente desnecessários, mas que enfim, são exigidos e têm que ser feitos.

3. Os professores são responsáveis pela educação dos filhos: O meu pai costuma dizer ( e com muita razão), que a função dele é ensinar as crianças, não educar. A educação é uma tarefa que cabe aos pais, ao contrário do que muitos pensam nos dias de hoje. Muitos pais pensam que é só ter os filhos, metê-los na escola, e esperar que saiam de lá extremamente cultos, bem educados, a saber dizer " obrigada" e "por favor". Na escola só se aprendem matérias, a educação e as boas maneiras têm que vir de casa. O meu pai já viu, infelizmente, muitas crianças que foram para a escola sem educação nenhuma, que até eram muito inteligentes, mas não se sabiam comportar, porque os pais nunca lhes exigiram tal coisa. Quem é sofre as consequências? São os professores, que têm de saber lidar com turmas cada vez mais barulhentas e mal comportadas.

4. "Aqueles que não sabem fazer, ensinam": Existe um mito que me revolta particularmente, que é as pessoas acharem que os professores só ensinam porque não conseguiram ter sucesso em mais nenhuma profissão. Para se ser professor é preciso estudar muito e saber-se muito. Muitos tiram licenciaturas, mestrados, doutoramentos, pós-graduações, e estão continuamente a estudar e a ir a formações. Ser professor exige que se esteja sempre a estudar,  que se esteja atualizado sobre os novos programas curriculares ( que estão sempre a sofrer mudanças) e, sobretudo, que se esteja sempre a inventar novas estratégias para que diferentes alunos aprendam.

5. Todos os professores são extrovertidos: Este era um mito em que eu própria acreditava, até porque o meu pai parecia sempre tão extrovertido a dar aulas a crianças. Sempre vi os professores como pessoas muito confiantes, seguras de si mesmas, que eram capazes de passar horas a falar para grupos de pessoas sem se sentirem intimidados. Só mais tarde é que percebi, através de confidências de professores meus, que eles também sentiam um nervoso miudinho antes de começarem uma aula. Outra das coisas que percebi foi que nem todos os professores são extrovertidos, também há professores introvertidos, ao contrário daquilo em que eu acreditava. Uma vez, uma professora minha confessou-me que, na verdade, era uma pessoa bastante introvertida, que gostava de passar muito tempo sozinha e que, apesar de gostar muito de ensinar, por vezes achava cansativo ter que passar o dia todo a falar para pessoas. Como vêem, nem todos os professores são extrovertidos porque, afinal de contas, estes também são pessoas, que têm uma vida e uma personalidade fora das paredes de uma escola.


No final do dia, não há dois professores iguais. Infelizmente, os professores ainda não têm o reconhecimento que merecem em Portugal. Os professores mereciam muito mais respeito por parte da sociedade porque, afinal, são eles a base do resto das profissões, são eles que contribuem para a formação e para o futuro dos nossos jovens.

E vocês? Acreditavam em algum destes mitos?

26.2.17

5 razões pelas quais não deves criar um blog


Calma, não estou a dizer para as pessoas pararem de criar blogs (aliás, não parem, a blogosfera precisa sempre de novos membros para ser mais dinâmica). Não quero ser desencorajadora. Estou apenas a dizer que a blogosfera pode não ser para todos.

Já não é novidade para ninguém que a blogosfera está a mudar. Se antes um blog era um espaço em que se apenas partilhavam devaneios do dia a dia para amigos e familiares, agora é um espaço cada vez mais profissional e com conteúdos mais elaborados ( embora eu seja da opinião que não deve ser demasiado profissional, deve ter a essência da personalidade do blogger).

No entanto, ainda existem pessoas que acham que criar um blog é fácil, que é só escrever algo às três pancadas e publicar, que é algo que toda a gente pode fazer. Eu já costumo dizer,criar um blog é fácil, o difícil é mantê-lo.

Nem toda a gente tem capacidades e/ou predisposição para ser um/a blogger. E aqui estão algumas razões.


1. Estás a fazer isto por causa das ofertas: Cremes, relógios, roupa, maquilhagem... Parece maravilhoso, não é? No entanto, nem todos os bloggers chegam a esse nível de receber coisas grátis, é preciso ter um certo grau de popularidade e um certo número de leitores antes das marcas os contactarem. Além disso, mesmo que tenhas a sorte de receber coisas grátis, terás que escrever um post ou falar sobre estas nas redes sociais. Isto porque o principal objetivo das marcas é terem o seu produto publicitado.

2. Não sabes/não consegues escrever: O design do teu blog pode ser espetacular, podes ser fantástico/a nas redes sociais, podes colocar fotos lindas nos teus posts, mas se não souberes escrever como deve ser, não vale a pena teres um blog. Só para teres noção, este post foi lido 3 vezes antes de ser publicado, para me certificar que todas as frases fazem sentido e não há erros gramaticais. Se és daquelas pessoas que está sempre " a dar pontapés" na gramática e, pior, não consegues escrever nada de interessante, a blogosfera não é para ti.

3. Não és consistente: Se só publicas de mês a mês, ter um blog não é para ti. Ao teres um blog, vais criar um grupo de seguidores fiéis, mas que irão deixar de te seguir se não publicares de maneira consistente. Ninguém gosta de seguir um blog em que têm que adivinhar quando sai o próximo post. As pessoas gostam de seguir blogs que sabem que publicam regularmente, que sabem que todos os dias ou de x em x dias terão algo novo para ler.

4. Não queres ter muito trabalho: Tal como já disse, ter um blog não é só escrever algo à toa e publicar. Exige muito trabalho, muitas horas a certificarmo-nos que o design do blog está perfeito, outras tantas horas a escrever, a editar e a publicar posts, a encontrar as imagens ideais para os nossos posts,... E isto é apenas uma amostra do trabalho dos bloggers. Existem ainda redes sociais para atualizar, parcerias,... 

5. Não gostas de partilhar: A blogosfera gira à volta da partilha. Partilha sobre viagens que fizeste, os restaurantes a que foste, os filmes que tu viste, a tua opinião... Se és daquele tipo de pessoas que gosta de guardar segredos ou que não gosta de se expor, talvez ser blogger não seja para ti.


E vocês? Quais é que acham que são as razões pelas quais as pessoas não devem criar blogs?

Lê também: 6 qualidades que um blogger deve ter.

25.2.17

Filme: Jackie (2017)


Depois de ter ido ver o filme "La La Land" , a minha maratona de filmes para os Óscars continua, desta vez com o filme "Jackie" ( não sei se "maratona" é o termo correto, uma vez que, com o pouco tempo que tenho, é provável que me fique por estes dois). 

Sou uma pessoa que adoro saber tudo sobre a História, portanto não poderia deixar de ver este filme, sobretudo com uma atriz fantástica como a Natalie Portman.

Sinopse


Jacqueline Kennedy tinha apenas 34 anos quando o seu marido foi eleito Presidente dos Estados Unidos. Elegante, chique e inscrutável, tornou-se instantaneamente num ícone, uma das mulheres mais famosas do mundo, com o seu gosto pela moda, artes e decoração amplamente admirado. Mas a 22 de novembro de 1963, durante uma viagem de campanha a Dallas, John F. Kennedy é assassinado, e o fato cor-de-rosa de Jackie é manchado com o sangue do marido. Ao embarcar no Air Force One de volta a Washington, o mundo de Jackie ( incluindo a sua fé), está completamente destruído. Traumatizada e transtornada, na semana seguinte enfrenta o inimaginável: consolar os seus dois filhos, desocupar a casa que ela restaurou, e planear o funeral do marido. Jackie rapidamente percebe que os próximos sete dias determinarão como a história irá definir o legado do seu marido, e como ela própria será lembrada  ( Trailer: aqui).


A minha opinião



Depois de tantos filmes sobre o assassinato de John Kennedy, achei que este se fosse centrar na relação conturbada do casal.  No entanto, "Jackie" faz um retrato da primeira-dama na semana que se seguiu à morte do marido. Este retrato vai, de forma gradual, deixando de ser apenas de uma mulher magoada, e passa a ter alguns contornos políticos, passando também por Jackie no papel de mãe.

Sem revelar muito sobre o filme, a história é contada em três momentos: a do assassinato, uma entrevista e uma conversa com um padre. Achei bastante interessante a forma como o filme se foi desenrolando à volta destes três momentos.

Esta é uma grande história sobre perda, honra e legado. Jackie não faz o funeral do marido só por causa dela própria, mas também para se certificar que John Kennedy não fica para sempre lembrado apenas por três palavras ( " Monroe", "Fidel" e " mísseis"), e para se certificar que a família Kennedy fica bem retratada na História. Daí a sua vontade quase obsessiva do marido ter um funeral tão grandioso como o do  Abraham Lincoln. 

Todos nós sabemos algo sobre esta época da História e sobre o casal Kennedy. Por esse motivo, fiquei bastante confusa quando a relação deles foi retratada como perfeita, quando todos sabemos que  esteve muito longe disso ( é, porventura, uma das minhas únicas críticas a este filme). 

Independentemente das qualidades e defeitos de Jacqueline Kennedy, ela teve, de certa forma, mérito, por ter organizado o funeral do marido desta forma. Nem todas as mulheres, após as mortes dos maridos, têm que lidar com tantos detalhes logo na semana a seguir à sua perda. Jackie teve que preparar todos os detalhes de um funeral digno de um Chefe de Estado, teve que lidar com a imprensa, com as preocupações de segurança, ao mesmo tempo que tentava consolar os seus filhos pela perda bastante precoce do pai.

A prestação da atriz Natalie Portman foi, tal como esperava, brilhante. Trata-se de um papel muito exigente, que certamente exigiu muita preparação por parte da atriz que, ao longo do filme, fez muitos monológos, teve muitas cenas sozinha, e basicamente, retratou sozinha o papel de uma ex-primeira dama conturbada e traumatizada. Entre ela e a atriz Emma Stone, do filme " La La Land", a corrida para o Óscar de melhor atriz vai estar muito renhida ( eu, pessoalmente, quero que a Emma Stone ganhe, porque adorei o filme, mas talvez a Natalie Portman mereça mais o prémio).

É um filme cativante, hipnotizante, ideal para aqueles que adoram História e querem saber mais sobre um dos acontecimentos mais marcantes que já aconteceram na Casa Branca.


E vocês? Já viram o filme? O que é que acharam?


24.2.17

10 pensamentos que tens quando estás ansioso/a


Como já devem ter lido aqui e aqui, eu sou uma pessoa muito ansiosa, que sofre muito por antecedência e que, basicamente, pensa demais. Apesar de sempre ter sido assim, agora já sou menos mas, ainda assim, é algo com que ainda me debato e que ainda não consegui ultrapassar.

Sempre que se aproxima um teste, uma apresentação ou qualquer outro evento importante, eu começo logo a sofrer com a ansiedade. Começo logo a pensar em todas as coisas que podem correr mal, naquilo que devo ou não vestir, naquilo que devo ou não dizer... É terrível!

Quem sofre de ansiedade sabe que esta se instala de mansinho mas, quando damos conta, já temos uma sensação de dor no peito, uma ansiedade permanente, e uma cabeça tonta que não consegue parar de pensar nestas coisas.


1. Tu não consegues pensar noutra coisa a não ser naquilo que te deixa ansioso/a: Por muito que te tentes distrair, estás sempre a pensar no compromisso ou evento próximo, a que horas é, o local, a hora, e a rever mentalmente aquilo que vais dizer.

2. Às vezes, até te esqueces por alguns momentos, mas depois a ansiedade bate forte: Que tarde de domingo maravilhos.... É já amanhã (*pânico*)!

3. Tentas não ser pessimista, mas é quase inevitável ver tudo a acabar mal: E se eu não souber o que dizer? E se eu gaguejar? E se eu tropeçar?

4. Tu não consegues compreender como é que certas pessoas estão tão calmas: Como é que eles conseguem? Devia existir um curso para isto!

5. Começas a questionar todas as etapas que te trouxeram a este momento: Porque é que não rejeitei aquele projeto? Porque é que disse sim àquela pessoa?

6. Pensas que ainda vais morrer antes do dito evento, por isso já não sofres: Não sei nada para o meu teste de matemática... Pode ser que eu morra antes de o fazer.

7. Olhas para os cães passeando na rua ou a dormir e pensas: " Que vida boa que eles levam!"

8. Imaginas como será a tua vida depois do dito evento passar: Daqui a uma semana estarei descontraído/a, a passear por aí como se nada fosse, a ser feliz.

9. Quando finalmente o evento passa, percebes que sofreste em vão: Afinal o teste/apresentação foi tão fácil! Para que é que eu sofri tanto?

10. E dizes a ti mesmo/a que nunca mais vais sofrer de ansiedade assim: Mas quando se aproxima outro evento, a ansiedade volta a atacar!



E vocês? Sofrem de ansiedade? Já pensaram em alguma destas coisas?

23.2.17

Como sobreviver quando estás doente na Universidade


Estar doente, por si só, já é suficientemente mau, e é uma grande chatice. Mas quando estamos na Universidade, em que damos calhamaços de matéria a cada semana, em que os professores muitas vezes nem sequer sabem o nosso nome, em que a pressão e a exigência chegam a atingir níveis astronómicos, é ainda mais difícil. Sejamos sinceros, os universitários não têm tempo para estar doentes, com tantos compromissos, testes, projetos, trabalhos para entregar...

Há uns tempos atrás, falei da maior probabilidade que os caloiros têm em ficar doentes porém, infelizmente, os outros estudantes universitários também não se safam.

Eu não fiquei doente no meu ano de caloira, mas fiquei este ano. Desde meios de outubro que andava com problemas de estômago horríveis, diarreia, e não conseguia comer nada sem ficar mal disposta. O problema foi piorando cada vez mais e eu, obviamente, comecei a recorrer a vários médicos, mas nenhum deles conseguia descobrir o que eu tinha. Só recentemente é que fui a uma endrocrinologista e descobri que tinha hipotiroidismo, daí os meus problemas de estômago. Não sei bem o que desencadeou o problema, mas muito provavelmente foi o stress que o causou.

Infelizmente, o nosso sistema imunitário desilude-nos de vez em quando, e "brinda-nos" com alguma doença. No entanto, é possível sobreviver ao facto de estar doente e estar na Universidade, seguindo estas dicas.


1. Não faltes às aulas, apenas em casos extremos: Embora estar com uma constipação, por exemplo, seja uma boa desculpa para faltares, quando melhorares vais-te arrepender. Na Universidade, a matéria é dada a uma velocidade alucinante, por isso é provável que, se faltares apenas dois dias, percas logo o fio à meada. Vai ser mais difícil estar atento/a e concentrado/a nas aulas assim, obviamente, mas é um esforço que certamente será recompensado. Guarda as faltas das aulas para situações mais graves, em que estejas muito pior.

2. Se faltares, pede apontamentos aos teus colegas: No caso de não teres conseguido mesmo ir às aulas ( o que é perfeitamente aceitável, até melhoras mais depressa se estiveres em casa) pede os apontamentos que os teus colegas tiraram durante estas.

3. Quer faltes ou não, assegura-te de que descansas bastante: Quer vás ou não às aulas, assegura-te que dormes e descansas o suficiente. É fácil estudar horas seguidas quando estás bem, mas quando estás doente o melhor é estudar menos horas e concentrado/a, do que muitas e cansado/a.

4. Mantêm-te hidratado/a: Beber água é muito importante quando estás bem, porém quando estás doente é ainda mais importante. Desta forma, melhorarás mais depressa.

5. Come muitos legumes e fruta: Lá por estares doente e triste por isso, não quer dizer que devas compensar-te a comer doces e fritos. Isso só te vai fazer piorar. Come muitos legumes, fruta e sopa, para assegurares que estás a fornecer as vitaminas essenciais ao teu organismo, que vão fortalecer o teu sistema imunitário e fazer com que melhores mais depressa.

6. Anda com o teu kit: Cria um kit com todos os medicamentos que necessitas para melhorares, e certifica-te que os tomas sempre às horas certas. Inclui coisas como Brufen, Benuron, Ilvico, Strepfen caso andes com dores de garganta...

7. Caso não melhorares ou tenhas algo grave, vai ao médico: Não esperes que algo de grave te aconteça para ires ao médico. Eu sei que os horários na Universidade são muito apertados e há muito que estudar, mas se não melhorares ou se sentires que tens algo grave, o melhor é consultar um médico o mais rápido possível.



E vocês? Têm algumas dicas para sobreviver ao facto de se estar doente na Universidade?

22.2.17

Quantos menos temos, mais temos


Nunca me considerei uma pessoa demasiado apegada a bens materiais. Nunca fui demasiado materialista, nem nunca valorizei mais objetos do que pessoas. No entanto, tive a minha dose de acumular coisas. Olhando para trás, acumulei muitas coisas que agora considero desnecessárias, e comprei muitas coisas no passado que nem sequer precisava.

Quando era mais nova, se fizesse uma lista de todas as coisas que queria no Natal ou no meu aniversário, garanto-vos que seria uma lista mesmo enorme. Felizmente, nunca chegava a escrever tamanha lista, porque os meus pais diziam sempre para escolher três prendas e davam-me apenas uma ( uma regra que ainda hoje mantêm). Assim, eu ansiava sempre por estas datas especiais para adquirir os bens materiais que mais desejava.

No entanto, com o passar do tempo, apercebi-me que acumulei demasiados bens materiais, tantos que alguns nem cheguei a usar muito. Durante toda a minha vida, tinha adquirido todos aqueles bens a pensar que lhes iria dar algum uso, quando na verdade não passavam de desejos impulsivos. Claro que também comprei muitas coisas das quais me orgulhei e que ainda hoje uso, porém, quando era mais nova, acho que não tinha muita capacidade para distinguir aquilo que eu queria daquilo que eu realmente precisava.

Recentemente, apercebi-me que se agora fizesse uma lista de todas as coisas que quero no Natal ou no meu aniversário, essa lista já não seria enorme. Claro que a lista ainda inclui livros, viagens, e um telemóvel de x em x anos, quando o meu já não funciona como deve. Porém, apercebi-me que já tenho tudo o que preciso, até mais do que muitas pessoas e que, além disso, a minha felicidade não depende da quantidade de coisas que possuo.

Quando cresci e deixei de brincar com brinquedos, eu e a mãe doámos muito dos meus brinquedos e roupas. Passado alguns anos, doamos manuais escolares que já não precisava, muito embora o meu instinto inicial quisesse guardá-los para recordação.  Durante este tempo, também fui deitando algumas coisas fora, principalmente quando me mudei para um apartamento, por não haver espaço suficiente para tudo. Pensava que iria ficar triste por ter menos coisas mas, na verdade, fiquei mais feliz e livre.

A maior parte das pessoas acha que ter muitos bens materiais é sinónimo de felicidade. Porém, eu acho que é precisamente o contrário. Quanto mais bens materiais temos, mais presos estamos a estes, mais preocupados estamos ( porque muitas coisas significa manutenções, seguros,...), mais coisas para limpar,... E acho que isto tudo nos torna mais infelizes.

A partir do momento em que temos capacidade para perceber que a nossa felicidade não depende de objetos, em que nos libertamos destes e adquirimos apenas aquilo que realmente precisamos, ganhamos mais. Ganhamos mais descontração, mais tempo para aquelas pessoas que gostamos, ganhamos uma nova perspetiva sobre aquilo que é realmente importante.

Quanto menos temos, mais temos. Para mim, a riqueza de uma pessoa não se mede pela quantidade dos seus bens materiais, mas pela sua inteligência, pelas suas experiências, pelas suas amizades.

De momento, as únicas coisas que quero acumular são experiências. Acho que isso é que me enriquece mais do que qualquer bem que eu possa ter.

21.2.17

7 alturas em que deves ignorar o teu telemóvel


Num mundo que parece estar online 24 horas, é cada vez mais difícil largar os nossos telemóveis que, hoje em dia, por fazerem tudo, são cada vez mais viciantes.

No entanto, nem tudo é mau. Os telemóveis são ótimos dispositivos que nos permitem manter o contacto com aqueles que mais gostamos, que nos permitem ir à Internet, e até organizar as nossas tarefas ( através de agendas virtuais e to-do lists). Porém, existem alturas e lugares certos para os usar, e alturas para os ignorar.


1. Quando comes: Já referi uma vez aqui no blog que, na minha família, os telemóveis são proibidos à mesa e, sinceramente, acho que devia ser assim em todas as casas. As refeições são um momento em que é suposto conviveres com a tua família/amigos, sem distrações.

2. Enquanto lês: Uma das coisas que mais gosto de fazer nos tempos livres é ler e, de cada vez que o faço, ponho o telemóvel em silêncio e mantenho-o longe de mim, para não ser interrompida. O nosso momento de leitura é suposto ser um momento calmo, sossegado, e tal não é possível se estivermos a ver SMS de 5 em 5 minutos.

3. No carro: Estamos em 2017, mas há pessoas que ainda acham que é correto conduzir ao mesmo tempo que falam ao telemóvel. É que é das coisas mais perigosas que se pode fazer! Além de comprometermos a nossa própria segurança, estamos a comprometer a segurança e a pôr em risco a vida de todas as pessoas que estão na estrada connosco.

4. Enquanto passeias ou andas pela rua: Já alguma vez andaste por uma rua e apercebeste que 90% das pessoas andava enquanto ia a fazer algo no telemóvel? É algo que, infelizmente, acontece com cada vez mais frequência. Além de essas pessoas se esbarrarem contra outras e contras postes e tudo e mais alguma coisa, estão a perder a beleza das coisas que as rodeiam, da vista, dos detalhes,...

5. Na casa de banho: Há pessoas que devem achar que 5 minutos na casa de banho é aborrecido, por isso toca a levar o telemóvel para lá! Nunca fiz isto, porque acho que é das coisas mais nojentas que se pode fazer, as casas de banho estão sempre cheias de bactérias!

6. Num encontro: Eu não sou uma especialista em namoros nem nunca fui a um encontro, mas já ouvi histórias de saídas que acabaram mal porque uma das pessoas não largava o telemóvel por nada deste mundo! Meus caros amigos, se marcam um encontro com alguém, é para dar atenção a essa pessoa, não é para ter um encontro com o vosso telemóvel!

7. Antes de ir dormir: Tal como já referi aqui, quando vamos para a cama dormir, devemos manter-nos longe de todas as tecnologias, principalmente do telemóvel. A maior parte das pessoas tem a tentação de ir dar uma última olhadela ao Facebook antes de dormir, mas não é correto, porque o cérebro vai confundir a luz dos ecrãs com a luz do dia, logo vai pensar que não hora de dormir. Por isso, o ideal é desligares todas as tecnologias 30 minutos antes de dormires, para teres uma melhor noite de sono.


E vocês? Quais é que acham que são as alturas em que devemos largar o telemóvel?

20.2.17

10 razões pelas quais os livros YA também são bons para adultos


Os livros YA ou Young-Adult Fiction são livros que se destinam a jovens entre os 12 e os 18 anos. No entanto, é cada vez maior o número de adultos a ler este género literário.

Alguns desses adultos sentem-se embaraçados por lerem algo que, supostamente, já não é para a faixa etária deles, e outros chegam mesmo a evitar este género de livros, apesar de terem mesmo interesse na história. Contudo, eu acho que não há nada de errado em ler-se livros YA em adultos, aliás, até há muitas vantagens nisso.


1. Linguagem acessível: Os livros YA são, por norma, livros com uma linguagem simples, acessível, pelo que são mais fáceis de ler.

2. Leitura mais rápida: Não só pela linguagem acessível, mas também porque, usualmente, tratam-se de livros pequenos. É possível ler um livro YA num fim de semana, ou se fores um leitor/a compulsivo/a como eu, em apenas algumas horas.

3. Preços mais baixos: Um livro para adultos, aqueles com cerca de 700 páginas, custam, no mínimo, 17 euros, e podem até ultrapassar os 20 euros. Os livros juvenis custam entre 10 e 15 euros, e se comprares a versão inglesa de bolso, ainda mais barato é.

4. Vozes poderosas: Este tipo de livros é, usualmente, narrado na primeira pessoa, o que dá uma certa intensidade à história e às personagens.

5. Identificamo-nos mais como as personagens: Isto tem muito a ver com o facto de as histórias serem narradas na primeira pessoa, pelo que temos mais acesso aos pensamentos e sentimentos da personagem que está a narrar. No entanto, também temos mais acesso aos pensamentos e sentimentos de outras personagens, uma vez que neste género literário, por norma, estas informações estão mais claras e são transmitidas logo ao leitor desde o início, ao contrário dos livros para adultos em que, por vezes, os sentimentos, convicções e pensamentos das personagens são menos claros e estão mais escondidos.

6. Combinações de múltiplos géneros: Na ficção para adultos, existe uma divisão clara de géneros. Existem os romances, a fantasia, a ficção científica, livros de ação, o que implica que cada livro seja mais pobre, digamos, porque foca-se essencialmente num género. Os livros YA são uma mistura de todos estes géneros, o que torna a história mais rica e mais interessante.

7. Mais escape: Por norma, eu consigo abstrair-me por completo do mundo a ler, mas digamos que existem livros em que isso é mais possível do que em outros. Eu gosto muito da minha vida, mas não gosto de ler livros que relatem vidas muito parecidas com a minha. Existem muitos livros para adultos bons, mas depois existem outros que são quase uma cópia das nossas vidas banais. Com os livros YA, isso raramente acontece, uma vez que estes têm histórias mais poderosas, relatam mundos mais diferentes e, por conseguinte, estimulam mais a nossa imaginação e ajudam-nos a abstrair-nos da nossa vida diária.

8. As histórias fazem-nos crescer: Nos livros deste género literário, as personagens são na sua maioria adolescentes, que estão a crescer, a apaixonar-se pela primeira vez, a cometer erros, a confrontar-se com a realidade, basicamente tendo criar aquilo que vão ser enquanto adultos. Eu acho que é muito enriquecedor ler isto em adultos porque, por vezes, esquecemo-nos de algumas dessas lições que aprendemos quando éramos mais novos.

9. Mantêm os níveis de romance e sexo baixos: Eu não sei como é com vocês, mas eu não gosto de livros que descrevem ao pormenor tudo o que acontece durante o sexo e, infelizmente, é algo que se vê muito em livros de adultos. Gosto, obviamente, que haja algum nível de romance e sexo, mas nada que comece a roçar o vulgar ou grosseiro. Uma das coisas que eu gosto nos livros YA é a dose equilibrada que há de romance e sexo, e a maneira como a descrevem como algo mais romântico e menos vulgar.

10. Mantêm-nos jovens: Estou quase a sair da adolescência ( dizem que a adolescência acaba aos 19, e já não me falta muito para fazer 20), mas quero manter o meu espírito adolescente vivo pelo que, de vez em quando, lerei alguns livros deste género, e acho que todos os adultos deviam fazer o mesmo.



E vocês? Também lêem livros YA? Quais é que são, na vossa opinião, boas razões para os ler?

19.2.17

5 maneiras simples de causar uma boa primeira impressão


Quando conheces alguém, quanto tempo demoras a formar uma impressão dessa pessoa? 5, 10, 15 minutos? A maior parte de nós forma uma impresão de alguém após 5 minutos de conversa, o que, digamos, não é muito tempo, o que justifica, por vezes, a enorme pressão que sentimos.

Já foram várias as situações da minha vida em que tive que formar uma boa impressão rapidamente. Começou nos primeiros dias de escola, nas turmas novas, entre professores, em jantares, mais recentemente em ambientes de estágio. Nem sempre é fácil, nem sempre toda a gente fica com uma boa impressão minha, principalmente por eu ser um pouco tímida mas, após muitos anos e algum treino, acho que agora as pessoas têm uma boa impressão minha a maior parte das vezes.

Causar uma boa impressão pode ser complicado, mas se parares para pensar e seguires estas dicas simples, certamente será mais fácil. Mas lembra-te, mesmo se isto não resultar, é sempre possível reverter uma má impressão ( é mais difícil, porque a primeira impressão marca, mas não é impossível).


1. Faz a tua pesquisa: A primeira pergunta que te deves fazer é " Quem é que queres impressionar?". Será um simples colega de escola, um potencial namorado/a, a mãe do teu namorado/a ou um chefe de trabalho? Fazer a tua pesquisa é mais fácil em situações informais, do que em situações formais, como uma entrevista de emprego, mas é importante que a faças, para evitar comportamentos inapropriados ou fora do contexto.

2. Prepara-te e pratica: É especialmente importante se fores uma pessoa tímida, com ansiedade  ou que sofre de Síndrome de Timidez Inicial. Pratica os tópicos que tu vais falar, a tua linguagem corporal e, se puderes, anedotas sobre a tua vida se for preciso animar a coisa. Mas cuidado, não caias na tentação de memorizar tudo, senão vais parecer um robô em vez de um humano!

3. Cuidado com a linguagem corporal: Tal como já falei uma vez aqui, a tua linguagem corporal pode dizer muito sobre ti. Se andas com as costas tortas e com a cabeça baixa, pode significar que estás inseguro/a. Por outro lado, se andas com a cabeça altiva, costas direitas e um sorriso na cara significa que estás confiante, e na hora de causar uma boa impressão, é esta mensagem corporal que queres transmitir.

4. Veste-te a rigor, conforme a ocasião: As aparências não são tudo, mas também contam, principalmente na hora de causar uma boa impressão. A primeira imagem que temos de uma pessoa, usualmente, é aquela que fica, e tu de certeza que não queres ser recordado/a como alguém com um aspeto desleixado ou feio. Por isso, veste a tua melhor roupa, mas conforme a ocasião, claro.

5. Sê tu mesmo/a: Apesar de toda a preparação e treino que possas ter que fazer na hora de conhecer alguém, no final do dia, o importante é que sejas tu mesmo/a. É possível manter uma boa postura e boas maneiras e, ao mesmo tempo, transmitir a nossa personalidade e essência. O truque é que haja um equilíbrio entre essas duas componentes.


E vocês? Que truques usam para causar uma boa impressão?

18.2.17

7 lições sobre relações mãe-filha aprendidas em "Gilmore Girls"


( Este post contém spoilers. Se nunca viste a série, não leias este post).

Como sabem, há algum tempo comecei a ver "Gilmore Girls" ( falei do que achei após a primeira temporada aqui). Ainda não vi as temporadas todas ( vou para a sexta agora, por isso não me falem do que vai acontecer a partir daqui), mas até agora estou a adorar a série, por ser uma série leve, descomplicada, engraçada, ao mesmo tempo que aborda problemas familiares, amorosos e do dia a dia, com os quais todos nós nos identificamos.

Se há relação mãe-filha mais perfeita, é a relação entre Lorelai e Rory na série "Gilmore Girls". Elas não são apenas mãe e filha, mas também melhores amigas, companheiras, confidentes, fazendo-nos desejar uma relação assim.

Apesar de não ter filhos não fazer parte dos meus planos, se um dia quiser ter e tiver uma filha, aplicarei algumas das lições que aprendi com as duas protagonistas desta série.


1. Nem todos podemos ter a relação de melhor amiga como Rory e Lorelai: A relação de melhor amigas entre Rory e Lorelai é uma relação muito bonita porém, em última análise, não é muito realista. Até o pode ser com mães e filhas que também só têm 16 anos de diferença mas, para a maior parte de nós, tal não é possível. Enormes diferenças de idade tornam quase impossível, por exemplo, mãe e filha fazerem maratona de uma mesma série ( normalmente, gerações diferentes têm gostos diferentes).

2. Mas isso não quer dizer que não possamos ser amigas da nossa mãe: Aquele história dos psicólogos que mãe é mãe e não é para ser amiga também não é verdade. Muitas mães têm terror que as filhas vejam-nas como melhores amigas, e percam o respeito por elas, porém eu vejo as coisas de outra forma. Se uma mãe for mãe em primeiro lugar, impor respeito, e ser amiga em segundo lugar, aí será uma relação equilibrada que não prejudicará a educação da filha.

3. Criar tempo para refeições familiares é importante: Nos dias de hoje, acho que isto se perdeu um bocado na maior parte das famílias. Os pais saem mais cedo para o trabalho e já não tomam o pequeno-almoço com os filhos, almoçam todos fora, uns chegam tarde para jantar... Na minha opinião, as refeições em família são momentos importantes, quase sagrados, porque, hoje em dia, são dos poucos momentos em que podemos estar todos juntos. Na série, Rory e Lorelai arranjavam sempre tempo para um donut antes da escola, uma pausa no dia para batatas fritas, ou um jantar de sexta-feira obrigatório.

4. Ajuda a tua filha a abraçar a mudança: Quando Rory trocou o seu sonho de Harvard pelo de Yale, Lorelai mudou as decorações de Havard do quarto dela, e pôs umas de Yale. Quando Rory se sentiu mal no primeiro dia fora de casa, no dormitório de Yale, Lorelai foi dormir com ela, levou snacks e arranjou-lhe amigos. Independentemente da situação, Lorelai ajudou sempre a filha a criar ferramentas de forma a que esta respondesse de maneira bem sucedida à mudança, e acho que todas as mães deviam ser assim.

5. Sê um bom exemplo para a tua filha, focando-te também nos teus próprios sonhos: Como Lorelai frequentou um curso de negócios e concretizou o sonho de abrir a sua própria pousada, a Rory também foi capaz de seguir os seus próprios sonhos.  Na minha opinião, nunca devemos abdicar dos nossos sonhos para educar um filho, pois estaremos a transmitir-lhe a ideia errada, e não estaremos a ser um bom exemplo.

6. Comunicação aberta é essencial ( mas haverá sempre coisas de que nunca irão falar): Lorelai e Rory, ao longo da série, falavam sempre sobre tudo uma com a outra. E quando a comunicação delas falhava, a relação perfeita que elas tinham sofria. A meu ver, se alguns pais tivessem uma comunicação mais aberta com os filhos, evitariam muitos dos sarilhos em que estes se meteriam. Claro que há coisas que poderemos nunca falar com a nossa mãe ou a nossa filha, como o rapaz mais giro da escola, mas isso é natural.

7. Sabe sempre onde está a tua filha: É uma regra de educação muito básica, mas é importante relembrar. Quando a vossa filha fugir para a casa da avó, reajam como Lorelai, entrem em pânico, e só sosseguem quando a encontrarem.


E vocês? Que lições aprenderam com estas duas protagonistas?

17.2.17

15 problemas que só raparigas com cabelo encaracolado é que percebem


Sempre tive cabelo encaracolado. Ao início odiava, tentava a todo o custo que este fosse liso mas, como é óbvio, nunca consegui isso. Durante anos tive este complexo com o meu cabelo, mas agora confesso que o adoro ( embora ainda gostasse de tê-lo liso de vez em quando).

No entanto, lá por adorar não quer dizer que não tenha trabalho com este. Porque, na verdade, tenho muito! As pessoas que têm cabelo liso dizem sempre às raparigas com cabelo encaracolado que adoravam ter caracóis, porém não sabem metade da trabalheira e dos problemas que passamos para manter os caracóis. E, garanto-vos, que estes 15 pontos são apenas uma amostra!


1. Dias de chuva são do pior.

2. Quando estás no cinema ou no aula, e alguém diz que não consegue ver por causa do teu cabelo.

3. As pessoas perguntam-te porque é que não escovas o cabelo todos os dias, e tu apetece-te gritar " se eu escová-lo sem ser no banho, este fica palha!"

4. Quando tentas alisar o cabelo, mas acabas por parecer uma vassoura.

5. Acordar de manhã com cabelo encaracolado é como um Kinder Surpresa: nunca sabes o que vais ter.

6. O teu cabelo nunca fica igual duas vezes.

7. De alguma forma, acabas sempre com cabelo na tua cara, nos teus olhos e na tua boca.

8. Quando decides pôr o teu cabelo num totó, não há volta a dar, este fica sempre marcado.

9. Anyway, nunca ficas bem com totós, há sempre algum fio de cabelo solto que estraga tudo.

10. Tu e as tuas amigas que também têm cabelo encaracolado acabam sempre numa discussão sobre qual o melhor produto.

11. As pessoas estão sempre a querer brincar com o teu cabelo. É verdade! Se há coisa que aprendi, é que há quatro coisas aonde as pessoas querem mexer: barrigas de grávida, bochechas de bebés, mamas grandes e em caracóis no cabelo.

12. Capacetes são o teu pior inimigo.

13. Quando estás encostado a alguém, e essa pessoa queixa-se o que o teu cabelo lhes está a fazer comichão.

14. Tens medo de cortar o teu cabelo curto demais, e ele ficar todo "erguido", literalmente.

15. Encontrar um cabeleireiro que te corte o cabelo sem arruiná-lo é quase como encontrar uma agulha num palheiro ( felizmente, eu encontrei há já muito tempo a cabeleireira perfeita para mim!)


E vocês? Têm cabelo encaracolado? Também passam por algum destes problemas? Que problemas têm com o vosso cabelo?

15.2.17

Como aproveitar melhor um roupeiro pequeno


Ter um roupeiro pequeno parece um pesadelo: quando o compramos, parece que não vai caber lá nada e que nunca mais nos vamos vestir como deve ser! O meu roupeiro não é sim tão pequeno, mas tive um momento de pânico assim quando o vi.

É possível ter um roupeiro pequeno sem sacrificar o estilo, basta saber aproveitá-lo corretamente. Há muitas maneiras de criar mais espaço neste e de organizá-lo melhor, e é mesmo disso que vou falar hoje.


1. Remove a roupa que já não te serve e/ou está estragada: Roupas como estas estão a ocupar espaço desnecessariamente no teu roupeiro. Se as peças não estiverem estragadas, doa a alguém que precise.

2. Removes todas as roupas que já não usas: Todos nós temos aquele vestido que só compramos para aquela ocasião especial e que não usamos mais. Ou uma camisola que compramos por impulso, e agora nem a usamos, porque a achamos feia demais. Qualquer que seja o motivo pelo qual não usas essas peças de roupa, o importante é que te livres delas para libertares espaço. Mais uma vez, se as peças estiverem em condições, doa-as.

3. Guarda as peças que não são desta estação: Uma das coisas que eu e a minha mãe temos por hábito fazer cá em casa é guardar roupa que não estamos a usar na presente estação. Se, por exemplo, estamos no verão, guardamos num roupeiro à parte todos os casacos e camisolas de lã do inverno. No início do inverno, vamos a esse roupeiro buscar as peças da estação e guardamos lá as de verão. Um processo simples que liberta imenso espaço nos nossos roupeiros.

4. Prefere a qualidade em vez da quantidade: Todos nós temos a tentação de comprar peças baratas e/ou em saldos, mas na maior parte das vezes, tirando uma ou duas peças baratos que por acaso saíram boas, valerá mesmo a pena? À exceção de camisolas ou vestidos mais fresquinhos, na maioria das vezes, prefiro investir em peças caras, mas que sei que me duraram anos como, por exemplo, umas boas calças de ganga, um bom casaco de inverno, ou camisolas de lá. Comprar poucos artigos de qualidade dará-te mais espaço, mas sem sacrificar o teu conforto ou estilo.

5. Adiciona prateleiras ou gavetas para acessórios: Poderás encontrar facilmente gavetas ou prateleiras no IKEA, que te irão dar mais espaço para roupa, sapatos e bijuteria, sem teres que gastar muito dinheiro.

6. Sê mais racional nas próximas compras: Antes de comprar algo novo, pensa se precisas mesmo dessa peça de roupa, se a irás usar, e se tens algo que conjugue com esta.

7. Relembra-te que com uma mesma peça de roupa podes criar vários looks : Frequentemente, temos a sensação de que não temos nada no roupeiro ( isto acontece principalmente nas mulheres). Porém, muitas vezes, temos essa sensação porque estamos a ver cada peça de roupa como um look diário, e não estamos a visualizar a quantidade de combinações que podemos fazer com apenas uma peça. Por exemplo, usar umas calças verdes em vez de ganga com uma camisa branca pode mudar o visual todo.


E vocês? Têm um roupeiro pequeno? Quais são os truques que usam para maximizar o espaço deste?

14.2.17

7 razões pelas quais ser solteiro/a no Dia dos Namorados pode ser bom


Quando o dia 14 de Fevereiro chega, as pessoas usualmente sentem pressão de sair com alguém, para mostrar que estão com alguém e que não estão sozinhas no dia do amor. Porém, aquilo que não sabem é que ser solteiro/a no Dia dos Namorados até é bom, por vezes até melhor do que estar num relacionamento. Não acreditam em mim? Então leiam estas razões.


1. A tua carteira não vai sofrer por amor: Quando estás num relacionamento amoroso com alguém, é muito provável que gastes mais dinheiro em prendas, surpresas e jantares, sobretudo nesta data especial. Porém, enquanto solteiro/a podes sentir-te agradecido/a por não teres que gastar todo esse dinheiro, sempre podes poupar para outras coisas.

2. Não precisas de stressar a planear uma grande surpresa para o teu namorado/a: Eu nunca fui a um encontro mas, pelo que vejo, se queremos que este seja perfeito, demoram muito tempo a planear, e pode ser stressante a quantidade de coisas em que temos de pensar.

3. Não tens que passar horas a pôr-te bonito/a para um encontro: Podes passar o dia de pijama se quiseres.

4. Não precisas de arranjar espaço na tua agenda para saídas:  As pessoas muito ocupadas, com mil e um trabalhos para fazer, e num relacionamento, sentem a pressão de adiar trabalho e arranjar um tempinho para a cara-metade. Se és solteiro/a, não precisas de sentir essa pressão, podes passar o dia a trabalhar, a estudar, ou a fazer um relatório que tenhas que entregar nessa semana.

5. Não vais ficar desapontado/a se o teu companheiro/a não for romântico: Toda a gente eleva demasiado as suas expectativas no Dia dos Namorados e, frequentemente, tentam forçar todo um ambiente romântico e afetuoso, flores, velas e chocolates mas, por vezes, acaba por parecer um ambiente um pouco forçado e estranho, o que leva a desilusões. As desilusões são parte da vida, obviamente, mas não tens que lidar com este tipo de desilusões se não tens namorado/a.

6. Não precisas de esperar que alguém te ofereça chocolates: Porque podes ir comprá-los sozinho/a, e a metade do preço, por causa das promoções que existem nesta altura do ano.

7. Podes fazer aquilo que quiseres: E aqui estão umas ideias da lista que fiz o ano passado. Quem disse que os solteiros também não se divertem neste dia?



Portanto, como vêem, não há desculpa para estar deprimido esta noite, por não terem planos.

E vocês? São solteiros? Porque é que acham que é fixe ser-se solteiro/a no Dia dos Namorados?

13.2.17

Nova parceria: Avon



Sendo eu uma fã de tudo o que seja relacionado com beleza e maquilhagem, e sabendo que tenho leitoras que também são fãs, não podia deixar de vos trazer hoje esta novidade fresquinha. O blog " Life of Cherry" tem agora uma parceria com a Avon!

Caso não saibam, a marca de Avon é uma marca muito conhecida de venda por catálogo de maquilhagem, produtos de higiene e beleza. É uma marca com muita qualidade, e que nos permite ter produtos bons a preços acessíveis.

A Carolina Valente fez-me uma proposta que não poderia recusar, e o resultado foi esta parceria! A partir de agora, todos os leitores do blog, em encomendas superiores a 20 euros, não pagam portes, e ainda recebem um produto full size . Eu própria posso usufruir desta oferta, e já estou de olho e nalguns produtos.

Para mais informações, visitem o site da Carolina Valente ou, se quiserem ver os produtos disponíveis, vejam as revistas online.


Espero que gostem :).



12.2.17

10 verdades duras sobre crescer


Quando somos crianças, todos nós ansiamos por crescer, aprender coisas novas, ganhar a nossa independência. No entanto, crescer nem sempre é um mar de rosas. Ainda só tenho 19 anos ( vou fazer 20 em breve), mas já cresci o suficiente para perceber isso.

Quando crescemos, temos que nos confrontar com certas verdades que nem sempre são fáceis de digerir, e estas são apenas algumas.


1. Ninguém tem respostas para tudo. Vais passar muito tempo a tentar encontrar algumas respostas para os teus problemas.

2. Nunca vais encontrar tempo para nada. Vais ter que criá-lo.

3. É mais difícil ser amável do que inteligente.

4. As pessoas estão sempre curiosas com tudo aquilo que tu fazes.

5. Mas, lá no fundo, ninguém quer saber. Toda a gente só se importa consigo, no final do dia.

6. Os adultos não são seres que sabem tudo como tu os vias quando eras pequeno/a. Na verdade, ninguém sabe como ser adulto. Estamos todos apenas a fingir.

7. Toda a gente magoa e acaba magoado/a.

8. A vida não é suposto ser justa. E todos nós temos que aprender a viver com isso.

9. Nem tudo faz sentido no momento. Às vezes, tens que esperar até realmente perceberes as coisas.

10. Tudo está sempre a mudar. Quanto mais cedo dominares a arte de deixar as coisas ir, mais fácil a tua vida será.


E vocês? Quais é que acham que são as verdades mais duras sobre crescer?

Lê também: 15 factos duros sobre a vida que ninguém quer admitir.
                     10 coisas que ninguém te contou sobre ser adulto.

11.2.17

Como fazer amigos na blogosfera


Uma das coisas mais incríveis que a blogosfera me trouxe foram as amizades que fiz . É mesmo bom poder falar e partilhar os nossos pontos de vista com pessoas que também estão dentro deste mundo, e é ainda melhor quando podemos colaborar com elas.

A blogosfera tem crescido, nos últimos anos, a um ritmo alucinante e, por vezes, os novos bloggers têm dificuldades em destacar-se e, sobretudo, a relacionarem-se com outros bloggers que já estão cá há mais tempo. No entanto, nada é impossível, basta seguirem algumas destas dicas, que decerto vos ajudarão a criar amizades neste maravilhoso mundo.


1. Adere a um grupo de bloggers no Facebook: Uma das maneiras mais fáceis de fazer amizades na blogosfera é juntares-te a um grupo de bloggers no Facebook. Existem vários, portanto escolhe aquele mais se adequa aos teus interesses e ao estilo do teu blog. Além de poderes fazer amizades blogosféricas nestes grupos, também podes partilhar conhecimentos, pedir ajuda para eventuais problemas que tenhas, dar e/ou receber conselhos...

2. Comenta outros blogs: É uma ótima maneira de divulgares o teu blog e te dares a conhecer. São os comentários diariamente, deixados nos blogs que gostas, que criarão, aos poucos, relações com os respetivos bloggers. Mas atenção, não comentes por comentar, comenta por que gostas daquilo que a pessoa escreve e porque tens interesse em debater determinado assunto.

3. Interage através do Twitter: O Twitter é uma rede social excelente para interagires com as pessoas, teres ótimas conversas e discussões, e partilhares o teu blog. Quantas conversas interessantes já tive no Twitter!

4. Fala pelo e-mail: Se tu gostas de um determinado blogger e do que ele escreve, manda-lhe um e-mail! Escreve que gostas muito do blog dessa pessoa, que gostas de x posts, pede conselhos ou conversa sobre temas interessantes. Também já tive muitas conversas interessantes através de mails.

5. Sê tu próprio/a e sê genuíno: Embora a blogosfera seja muito diferente da vida real, no que respeita a socializar, as mesmas regras aplicam-se. Apesar de teres todos os meios que eu já referi acima ao teu dispor, o mais importante é seres tu próprio/a, é seres honesto/a e genuíno/a. Não precisas de fingir ser algo que não és só para ter mais amizades. Os amigos na blogosfera, tais como os da vida real, virão por causa da tua personalidade.



E vocês? Como fazem amizades na blogosfera?

10.2.17

15 coisas que os amantes de livros odeiam ouvir


Os amantes de livros são, muitas vezes, incompreendidos. Muitas pessoas não percebem como conseguimos passar tantas horas a ler, quanto mais como obtemos prazer desta atividade. Mas nós não nos importamos com o que acham de nós, estamos muito ocupados para ler.

No entanto, quando nos dizem alguma destas coisas ficamos mesmo irritados, e podemos até ficar agressivos.


1. Eu não leio: E isso deve ser motivo de orgulho? Acho que não!

2. Como é que tens tanto tempo para ler: Como é que tu nunca não tens tempo para ler?

3. Podes só dizer-me como é que o livro acaba? : Lê mas é o raio do livro!

4. O filme é muito melhor que o livro: 90% das vezes o livro é melhor que o filme. A realidade é que os realizadores, por mais bons que sejam, nunca conseguem pôr todos os detalhes nem têm minutos suficientes para contar a história de maneira tão aprofundada como no livro.

5. Não tens já livros suficientes?: Livros nunca são demais!

6. A personagem x não morre no fim?: Lá por que leste 10 páginas do livro, não assumas que já leste o livro todo e sabes tudo, porque não sabes!

7. Como é que consegues ler um livro tão grande? : Da mesma maneira que leio os pequenos, com os meus olhos!

8. Os livros são muito caros: Como tudo o resto. E, no entanto, tu provavelmente  desperdiças dinheiro noutra coisa qualquer.

9. Estás outra vez a ler?: Qual é o teu problema?

10. Leiam estes livros para a próxima aula: Leitura obrigatória não é o mesmo que leitura por diversão. Só por ser obrigatória eu já perco a vontade de ler. Eu só li o "Memorial de Convento" todo depois de ter sido avaliada, para verem como sou do contra.

11. Eu perdi aquele livro que me emprestaste: Eu não sei o que é pior, perderem o livro que emprestamos ou devolverem-no em más condições, todo rasgado ou dobrado.

12. Para quê ler o livro quando podes ver o filme? : Ler outra vez ponto 4 para saber a minha opinião.

13. Tu não leste já esse livro? : Não me digas o que eu já fiz ou não.

14. Podes pousar esse livro por um minuto?: Não, não posso, adeus.

15. Precisas de parar de ler. Precisas de uma vida: Eu acho que esta citação responde a isto " Um leitor vive mil vidas antes de morrer".


Amantes de livros por aí? Quais são as coisas que odeiam ouvir?

Lê também: 10 problemas que só quem é viciado em livros é que compreende.

9.2.17

10 dicas simples para teres mais sucesso no teu estágio


Como sabem, comecei esta semana o meu segundo estágio hospitalar em Enfermagem, que durará até finais de Março ( depois, obviamente, irei ter outros estágios). Já não é um mundo novo para mim ( já estagiei o ano passado), mas este ano o nível da fasquia subiu, e existirão novos desafios mais complicados ( que espero superar com sucesso).

Entrar no mundo de trabalho pode ser algo muito difícil, sobretudo para pessoas com pouca experiência profissional, como é o que caso dos estagiários. De qualquer das formas, quer seja o teu primeiro ou o teu quinto estágio, certamente queres ter sucesso, causar uma boa impressão e, talvez, destacares-te dos teus colegas.

Baseada na minha (ainda) curta experiência em estágios, hoje partilho umas dicas.


1. Prepara-te e estuda antes do estágio: Não podes simplesmente chegar lá, no primeiro dia, sem saber nada, tipo de pára-quedas! Estuda o local ou empresa onde vais trabalhar, o seu regulamento, regras de conduta, visita o local nos dias anteriores para veres os vários espaços e onde vais trabalhar.... Além disso, dependendo da tua profissão, estuda o que quer que consideres relevante para fazeres o teu trabalho.

2. Veste-te para o sucesso: Quer tenhas um código de vestuário ou não, certifica-te que te vestes sempre de maneira profissional, e conforme o ambiente em que vais trabalhar. No meu caso, como sou estagiária de Enfermagem, tenho que usar sempre uma farda branca, cabelo preso, e não posso usar qualquer tipo de acessórios ou bijuteria.

3. Chega sempre a horas ( ou mais cedo, ainda melhor!): Se há coisa que é mesmo, mas mesmo muito valorizada no mundo do trabalho é a pontualidade. Aliás, até diria que não ser pontual é intolerável e visto como muito pouco profissional. Como tal, certifica-te que chegas sempre a horas e, se possível, até mais cedo, para vestires a tua farda caso a tenhas, para adiantar uns documentos ou para ir fazendo qualquer outro trabalho que possa ser adiantado.

4. Trata o teu estágio como um trabalho a sério: Lá por que não estás a ser pago/a e ainda estás a ganhar experiência, não quer dizer que devas encarar o estágio como uma brincadeira. Estás num local de trabalho, com profissionais que têm que fazer o seu trabalho ao mesmo tempo que te ensinam, possivelmente a lidar com pessoas que têm mais que fazer, por isso respeita o local onde estás e as pessoas, e trabalha tanto como se estivesses a ser pago/a.

5. Mas, ao mesmo tempo, age como um convidado/a: Apesar de teres que trabalhar a sério como os outros, age como um convidado/a. Não podes chegar lá e pensar que é tudo teu. Não te sentes em cadeiras sem saber se primeiro alguém que trabalhe lá se quer sentar, deixa sempre os outros profissionais usarem a máquina de café ou o microondas primeiro... São pequenos pormenores como estes que fazem a diferença. Lembra-te que foste convidado para trabalhar num sítio temporariamente, é como se fosses um/a intruso/a.

6. Sê educado/a: Este é, à semelhança da pontualidade, outra das coisas bastante valorizadas. No mundo do trabalho, não se toleram faltas de respeito, sobretudo vindas de um estagiário que está lá porque foi convidado. No meu primeiro dia, disseram-nos que iriam tolerar muitos erros, que é normal, estamos a aprender e que não descontariam a nossa nota, mas faltas de respeito nunca seriam toleradas.

7. Completa todos os trabalhos no respetivo prazo: Na maior parte dos estágios, terás que realizar trabalhos e escrever relatórios, que têm prazos muito rigorosos e contam muito para a tua nota/avaliação. Por isso, certifica-te sempre que os entregas no respetivo caso, porque existem orientadores/profissionais que se recusam a lê-los se forem entregues fora de horas.

8. Tira sempre as tuas dúvidas: Não tenhas medo de fazer perguntas, por mais estúpidas que sejam. Aliás, é preferível tirar a dúvida do que fazer algo errado que pode ter consequências graves ( e isto é especialmente importante nos estágios de Enfermagem). Estás num mundo novo que ainda não dominas, por isso é normal que não saibas tudo. Além disso, tirar dúvidas mostrar ao teu orientador e aos profissionais que te acompanham que estás interessado naquilo que estás a fazer.

9. Pratica uma boa gestão de tempo: Nós, estagiários, temos muitas tarefas em mãos, com a desvantagem de estarmos completamente desorientados no início e sem experiência. No entanto, o trabalho têm que ser feito a horas, e o ritmo do teu local de trabalho não se pode atrasar por tua causa ( no meu curso, é mesmo crucial ter uma boa gestão de tempo, senão atrasamos o serviço todo, e isso é péssimo para os doentes). Por isso, tenta sempre fazer tudo o mais rápido que puderes.

10. Mantém o teu espaço de trabalho limpo: Sabes aquela regra que aprendeste em criança " deixa tudo como encontraste"? Bem, essa regra também se aplica no mundo do trabalho. Quer trabalhes na tua própria secretária numa empresa ou no serviço de um hospital, certifica-te que limpas sempre tudo aquilo que sujaste, que arrumas tudo e deixas tudo como estava anteriormente. Não só podes ter uma melhor nota/avaliação por causa disso, como mostras ao teu orientador e/ou profissionais que estás interessado/a naquilo que fazes, que os respeitas e que respeitas o local de trabalho que te acolheu.


E vocês? O que é que acham que é essencial para se ter um bom estágio?

8.2.17

Porque não devemos eliminar o glúten da nossa alimentação


Nos dias de hoje, perder peso e fazer dietas está cada vez mais na moda.  Dietas Detox, sem hidratos de carbono, dieta vegetariana são apenas alguns exemplos de dietas a que as pessoas recorrem para perder peso. É muito bom trabalharmos para termos uma vida mais saudável mas, infelizmente, acho que esta moda já se está a tornar uma obsessão, que pode ser até prejudicial para muitas pessoas.

Uma das das grandes modas a que as pessoas estão a aderir são aos alimentos sem glúten. O glúten é uma proteína que se encontra principalmente em alimentos como pão, cereais, arroz, etc. Muitos acreditam que, ao removerem esta proteína da sua alimentação, obterão o peso que querem e uma barriga mais lisa.

Graças a esta tendência com cada vez mais dimensão, são muitos os supermercados que já disponibilizam os mais variados produtos sem glúten, como bolachas, arroz, cereais, pão, até gomas,...

O glúten é uma preocupação para quem é celíaco, uma doença auto-imune, que estima-se que afeta 1 a 3% dos portugueses. Para estes doentes, a proteína desencadeia uma reação inflamatória no corpo, podendo causar complicações gastrointestinais, como sensação de enfartamento e diarreia. É uma doença muito complicada, que limita muito a alimentação dessas pessoas, mas penso que hoje em dia seja um pouco mais fácil para elas, com a variedade de produtos sem glúten que já é possível comprar.

No entanto, será que a alimentação sem glúten beneficia pessoas que não sofram desta doença? Se me fizessem esta pergunta há uns tempos atrás eu diria que não, que quem faz isto estaria a privar-se, mas que não iria ter muitas complicações de saúde. No entanto, recentemente a minha prima, que é nutricionista, referiu que sim, é bastante prejudicial, e eu fiquei bastante surpresa com a resposta. Segundo o que ela me explicou, as enzimas de digestão do glúten são criadas por estimulação. Isto significa que, se não consumirmos glúten, essas enzimas não serão criadas, logo o nosso corpo vai se desabituar à proteína. Assim, quando formos, por exemplo, a uma festa de aniversário, e comermos bolo, o nosso corpo poderá reagir muito mal.

Portanto, a não ser que sofram de doença celíaca, não é aconselhável que larguem o glúten. Existem muitas formas de perderem peso e serem mais saudáveis ( como já falei aqui), pelo que não há necessidade de prejudicarem a vossa saúde por uns quilinhos a menos.


E vocês ? Sabiam deste facto?