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31.12.16

Os 16 melhores momentos de 2016


Hoje é o último dia de 2016 ( dá para acreditar na maneira como o ano passou tão depressa?) e, à semelhança do ano passado, decidi voltar a fazer uma reflexão sobre o meu ano a nível pessoal, o que fiz, o que senti, o que experimentei, o que me encheu o coração.

2016 foi um ano bom, como todos os anos têm sido. Ultimamente tenho sentido gratidão e felicidade por tudo aquilo que já conquistei e que tenho, independentemente do caos que a minha vida pareça estar em certos momentos. Foi um ano muito desafiante para mim contudo, quando olho para trás, só me consigo lembrar de todos os bons momentos que vivi, das pessoas que me marcaram, do que aprendi e do que me inspirou. Estes são os 16 melhores momentos de 2016.


1.  Fiz o "Cadeirão" do 1º ano: Anatomia foi o "cadeirão" do meu primeiro ano de faculdade no curso de Enfermagem. Foi uma cadeira extremamente complicada, muito trabalhosa, que me pôs a estudar horas e horas a fio e, ainda assim, s´ passei à minha quarta tentativa, na oral ( após uma frequência, um exame final e um recurso falhados). No entanto, foi um 10 com a sabor a 20, e foi um alívio enorme quando soube que não fiquei com esta cadeira para trás.

2. Encontros com amigos do Secundário: No fim do Secundário, todos os amigos do meu grupo foram para universidades completamente diferentes, em cidades muito distantes umas das outras, portanto combinar uma saída em que todos fossem foi sempre uma tarefa bastante complicada. No entanto, com muita vontade e esforço, ainda conseguimos encontrar-nos algumas vezes este ano, para tomar um café, jantares, idas ao cinema e conversa muito animadas.

3. Conheci várias pessoas fantásticas na universidade: Na primeira metade de 2016, eu ainda estava no meu primeiro ano de faculdade, pelo que ainda me estava a integrar na turma e a conhecer pessoas. Foi neste ano que conheci a minha melhor amiga de universidade, num trabalho de grupo, e desde aí que temos sido inseparáveis. Além de conhecer pessoas do meu curso, pude conhecer pessoas de outros cursos, em conversas completamente aleatórias no autocarro, saídas à noite, amigos de amigos,... Na segunda metade de 2016, já no meu 2º ano de faculdade, duas raparigas que se transferiram tornaram-se rapidamente minhas amigas e integraram o meu círculo de amigos universitários.

4. Fiz 19 anos: O tempo voa mesmo, e os meus 18 anos passaram mesmo rápido. No dia 2 de Maio, celebrei mais um ano de vida, recheado de bons e maus momentos, lições e muita aprendizagem. Não foi um aniversário espetacular, não foi nada do outro mundo, mas foi um dia recheado de boas surpresas e bons momentos, e em que percebi quem são as pessoas mais importantes na minha vida.

5. Vi o Cortejo: Como já devem ter lido, desisti da praxe em janeiro de 2016. Foi uma das decisões mais difíceis que tive que tomar, pois adorei imenso andar na praxe, foi uma experiência quase surreal. Cresci, aprendi e diverti-me imenso, e formei lá uma segunda família, com os meus coleguinhas bestas e os meus Doutores. Infelizmente, os meus pais nunca apoiaram o facto de eu andar na praxe e, mais tarde, por pressão deles, foi obrigada a sair. No entanto, o facto de ter saído da praxe não me impediu de ir ver o Cortejo e, principalmente, ver de coração cheio os meus colegas a orgulharem o curso e os nossos Doutores. No final da atuação do nosso curso, pude juntar-me a eles e berrar com todo o orgulho o nosso Hino de Curso.

6. Fui ao Enterro da Gata: Em Maio deste ano fui, pela primeira vez, a uma semana académica, neste caso, o Enterro da Gata, o equivalente à Queima das Fitas noutras universidades. Fui na Quarta-feira, na noite do cortejo, com um grupo de amigas pelo qual estou grata ter conhecido, e diverti-me bastante.

7. Estagiei pela primeira vez: O meu primeiro ano de Enfermagem também ficou marcado pelo meu primeiro estágio. Estagiei pela primeira vez num Centro de Saúde, onde pude trabalhar juntamente com uma equipa fantástica de profissionais de saúde, que me ensinaram imenso sobre promoção de saúde e prevenção de doença. Três semanas mais tarde, fui estagiar para o Hospital de Braga, uma experiência igualmente enriquecedora, mais dura a nível físico, mental e emocional, mas igualmente gratificante.

8. Fiz o 1º ano de forma "limpa": Em junho terminei o meu primeiro ano de faculdade, e é inacreditável como este passou tão depressa. Orgulho-me bastante de dizer que o acabei de forma "limpa", sem deixar cadeiras para trás. No primeiro semestre, temi ficar com Anatomia por fazer, mas felizmente tudo correu bem e terminei o primeiro com notas bastante boas até (até as do estágio foram boas, melhor do que aquilo que esperava).

9. O blog fez dois anos: Ok, ok, eu sei que isto é uma lista sobre a minha vida pessoal, mas ser blogger também faz parte desta, por isso não podia deixar de referir os dois aninhos do meu bebé ( sim, eu chamo bebé ao meu blog, deixem-me chamá-lo assim enquanto posso, que qualquer dia já é adolescente e não gosta ahahahah). Foi uma data que não podia ter sido melhor festejada, com tantas mensagens amorosas vindas de vocês ( obrigada mais uma vez!), em que fiz um Q&A ( que recebeu mais perguntas do que aquilo que eu esperava) e a página de Facebook ultrapassou os 100 gostos. Posso não ser a blogger mais famoso do mundo porém sou, sem dúvida, uma blogger muito feliz com o seu cantinho.

10. Euro 2016: 2016 ficou marcado pelo Euro 2016, e não podia deixar de constar nesta lista, porque foi algo que também afetou a minha vida pessoal. Apesar de ter tido sempre pouca fé na vitória de Portugal ( só comecei a acreditar quando fomos para a final), vibrei e torci sempre pela Seleção em todos os jogos, saltei, ri, fiquei frustrada, desesperada, esperançosa e gritei como uma louca quando ganhámos. Como eu gostava de reviver a noite da vitória de Portugal!

11. Comecei a aprender a cozinhar: No início de 2016, fiz um post sobre as coisas que gostaria de aprender, entre as quais era aprender a cozinhar. Até o verão deste ano, eu era uma naba na cozinha, não sabia mesmo nada para além de fazer massa com salchichas. Felizmente, agora posso dizer que já sei fazer pratos mais variados e que, se fosse morar sozinha agora, me saberia desenrascar bem. Contudo, ainda tenho muito que aprender e estou ansiosa por saber mais.

12. Passeios: Este ano, foram muitos os passeios e sítios que visitei para minha surpresa. Não fiz grandes viagens nem saí do país, mas passeei muito pelo Norte e diverti-me bastante. Fui muitas vezes ao cinema ( quase uma vez por mês, apesar de ter muito que estudar), fui à praia, fui a muitos jantares com amigos, fui ao Porto ( uma cidade que adoro!), fui a Guimarães ver a latada, vi o espetáculo mágico de Luís de Matos, patinei no gelo, fui ver o Presépio Vivo de Priscos... Estou apenas a dar alguns exemplos, porque foram muitos os sítios por onde me diverti este ano.

13. 2º ano de Faculdade: No dia 12 de setembro de 2016 comecei o 2º ano do meu curso de Enfermagem. Este ano só tenho uma cadeira, mas que é muito difícil, pois está dividida em vários módulos ( como se fossem várias cadeiras), e toda a matéria está acumulada no 1º semestre, uma vez que no 2º semestre vamos para estágio. Está a ser um ano desafiante, mas não é nada que não se consiga.

14. Jantar de Curso: Este ano, só fui a um jantar de curso, o primeiro jantar de curso de Enfermagem do ano. Tal como o meu jantar de caloira, foi uma noite animada, com boa companhia, boa comida e boa música.

15. Conheci duas bloggers incríveis: Conhecer uma blogger pessoalmente já constava há muito na minha lista de desejos. Este ano eu fiquei surpresa por conhecer não só uma blogger, como duas bloggers fantásticas. A primeira blogger que conhecia foi a Joana do blog A Dupla Face da Joana, uma rapariga super simpática, cheia de garra e com uma energia contagiante. A segunda blogger que conheci foi a Maria  do blog From The Inside , uma rapariga igualmente simpática, uma excelente pessoa e muito inteligente.

16. Natal: O Natal é a minha época preferida no ano. Acho que é uma época tão mágica, tão linda, parece que as pessoas andam mais felizes, generosas, esperançosas... Além disso, adoro poder juntar-me à mesa e conviver com a minha família, comer um bom bacalhau, depois comer doces, jogar jogos de tabuleiro, abrir prendas compradas com tanto carinho... Este ano sinto que ainda me soube melhor, porque não descansava desde setembro, e estava a precisar de uma noite assim, para me dar mais força e ânimo. 


Como foi o vosso ano? Um excelente 2017 para todos, com muita saúde, amor e alegria.

30.12.16

6 livros que adorei ler em 2016


Este post era para ser " 16 livros que adorei ler em 2016" mas dado que eu devo ter lido pouco mais de 20, achei que não faria sentido falar de todos nem dos meus 16 favoritos ( porque não adorei todos), por isso optei por escolher apenas 6.

O facto de eu ser uma estudante universitária e de ter um horário maluco impediu-me de ler muitos livros este ano ( basicamente, quase que só consegui ler no verão), porém não me impediu de ler livros fantásticos, que me inspiraram e/ou deram-me lições de vida importantes. Aqui estão os meus 6 livros favoritos de 2016.


1. A Grande Magia: Este ano, toda a gente estava a falar tão bem deste livro, que não resisti a lê-lo também. Tinha medo que fosse mais um dos livros motivacionais que nos dizem o que temos que fazer para ter uma vida melhor mas, na verdade, apesar de se tratar, de facto, de um livro motivacional, a própria autora refere que este não nos vai dizer o que fazer, mas sim dar orientações para seguirmos o caminho que queremos. O tema deste livro é a criatividade. A autora diz que qualquer um de nós, seja escritor, jardineiro, cozinheiro ou qualquer outra pessoa pode levar uma vida criativa. Se querem levar uma vida criativa, este livro é a " Bíblia". Aprendi tantas lições maravilhosas com este, que já o reli duas ou três vezes ( falei dele aqui ).

2. A Rapariga no Comboio: Quando este livro foi lançado, tornou-se imediatamente num best-seller. Na altura, hesitei em lê-lo porque tinha medo que fosse mais um daqueles overrated que toda a gente lê porque virou moda porém, quando soube que o filme ia sair em 2016, decidi dar-lhe uma hipótese. A verdade é que depressa fiquei rendida a esta história, que tem algo de inquietante e personagens que, apesar de todas serem malucas e com as quais não nos identificamos por isso, são interessantes e levam-nos a tentar compreendê-las ( review aqui).

3. Comer, Orar, Amar: Depois de ter lido o livro do ponto 1, decidi pegar noutro da autora e ler este. Já tinha visto o filme baseado nesta história, mas fiquei tão rendida à escrita de Elizabeth Gilbert, que quis revivê-la do seu ponto de vista. Este é um daqueles livros que querermos devorar, mas ao mesmo tempo querermos que nunca acabem. A autora narra as suas viagens e experiências em três países, Itália, India e Indonésia, bem como as lições de vida que aprendeu. Um livro, sem dúvida, bastante inspirador ( review aqui).

4. Seja o que for o amor: Este ano decidi ler os dois livros publicados pela Sofia do blog A Sofia World e, apesar de ter gostado muito do " Teremos Sempre Londres" este foi, sem dúvida, o meu preferido. Trata-se de uma série de textos que foram publicados no seu anterior blog ( que não tive oportunidade de ler) e compilados num livro. Alguns dos textos nunca foram publicados nesse blog e vêem agora a luz do dia neste livro, que é definido como uma " carta de amor em tamanho XXL" , e eu não poderia concordar mais. O livro não é bem uma história de amor, diria que é mais um diário pessoal de uma Sofia apaixonada. O engraçado é que, a meio da leitura, deixamos de pensar nas supostas personagens principais, deixamos de pensar no amor a que a Sofia se dirige, e cada um de nós começa a pensar na pessoa que amamos.

5. Amor Cruel: Apaixonei-me completamente pela história deste livro, e "devorei" o livro em dois dias ( e só não o li num dia porque andava ocupada nessa altura). Este é o livro que merecia ter muita mais atenção do que o " Cinquenta Sombras de Grey". Tem a mesma base de enredo, duas personagens de coração partido e que não procuram um compromisso, porém a escrita e a profundidade da história e das personagens é muito melhor.

6. A Cada Dia: Este livro tem uma história bastante original. Imaginem como seria acordar todos os dias num corpo diferente, com uma história diferente. Pois, é essa a história da personagem principal, A, em que tudo lhe corria bem ( dentro dos possíveis, claro), até ao dia em que conhece uma rapariga que o faz desejar ter o seu próprio corpo e a sua própria identidade. É um livro bastante bom que consegue abordar, tudo na mesma história, questões sobre toxicodependência, religião, orientação sexual, amor, identidade, autoestima,...


E vocês? Leram algum destes livros? Quais foram os vossos livros favoritos de 2016?

29.12.16

Os 16 posts que mais gostei de escrever em 2016


2016 foi um grande ano para o blog. Foi um ano em que finalmente me consegui organizar e, na última metade do ano, consegui publicar posts todos os dias sem falhar.  Foi um ano em que o número de visualizações de blog aumentou imenso ( e ultrapassou as 100 mil visualizações!). E, sobretudo, foi um ano em que recebi mensagens e comentários tão amorosos, e recebi tanto carinho por parte de vocês fiéis leitores.

Inicialmente, era para escolher os 16 posts mais visualizados, mas depois achei que não fazia muito sentido basear a minha escolha em estatísticas, prefiro que sejam vocês a dizer nos comentários quais foram os vossos favoritos. Por isso, decidi escolher antes os 16 posts que mais gostei de escrever. Escolher apenas 16 foi uma tarefa difícil, porque adorei escrever todos este ano, mas aqui vai.

 Os posts estão por ordem cronológica.


1. À Família que eu escolhi: a Praxe: Em janeiro tive que tomar a decisão mais difícil desde que entrei na universidade, desistir da praxe. Infelizmente, os meus pais nunca foram a favor da praxe, e acabaram por não me dar outra opção a não ser desistir. Escrevi este post como uma espécie de carta de despedida, uma homenagem aos tempos que vivi lá, aos meus coleguinhas bestas e aos meus Doutores.

2. A rubrica " 5 coisas": Ok, não me matem, isto não é particularmente um post, é mais uma séries de posts. Mas não podia escrever este post sem deixar de referir esta rubrica, que teve muito mais sucesso em 2016 do que aquilo que eu esperava. Já muitos blogs tinham uma rubrica mensal, em que falavam sobre o seu mês e os seus favoritos. Também eu queria ter uma rubrica assim, contudo sem parecer que estava a copiar outros bloggers. Refleti muito sobre o assunto até que, em janeiro de 2016, decidi arriscar, e lancei a rubrica " 5 coisas", em que escrevo, todos os meses, 5 coisas interessantes que aconteceram na minha vida e 5 coisas que adorei. Foi uma rubrica que teve bastante feedback positivo, para minha surpresa. Além disso, adorei escrevê-la, porque me permitiu refletir melhor sobre aquilo que eu fazia nos meus meses, e permitiu-me também documentar mais memórias no meu blog para mais tarde recordar.

3. 50 ideias de posts para o teu blog: Há dias em que não faço a mínima ideia do que escrever no blog. Às vezes, parece que já escrevemos sobre tudo e mais alguma coisa. Felizmente, isso não é verdade, existem milhões de ideias possíveis, à espera de serem realizadas. Motivada a ajudar bloggers com problemas com a inspiração, decidi escrever 50 ideias de posts, para inspirar os bloggers sem ideias. Acho que consegui ajudar, porque este é um dos posts mais visualizados de sempre no blog.

4. O poder dos introvertidos: Há uns meses atrás, vi este vídeo do TED Talk, e foi esse mesmo vídeo que me inspirou a escrever este post. Sendo uma pessoa introvertida, identifiquei-me com este , e fez-se luz na minha cabeça. Toda a minha vida fui treinada para pensar que ser introvertida é mau, que para ser bem sucedida tenho que ser extrovertida, bastante sociável, e querer interagir a toda a hora com pessoas. Finalmente percebi que não há nada de errado em sermos introvertidos que, aliás, os introvertidos são capazes de fazer muitas coisas que os extrovertidos não conseguem fazer. Ser introvertido não é um defeito, mas sim um estilo de vida.

5. Carta para uma pessoa insegura: Sempre fui uma pessoa insegura. Achei sempre que existia alguém melhor do que eu, mais bonita do que eu, mais inteligente do que eu, .... Cheguei a uma certa altura em que percebi que era cansativo viver desta forma, sempre a duvidar das minhas capacidades, qualidades e talentos. Cheguei a uma altura em que decidi enfrentar as minhas inseguranças, e descobri que sou capaz de muito mais do que aquilo que penso. Hoje em dia, ainda é uma batalha que travo, mas já sou muito menos insegura do que antes. Sabendo o quanto é difícil esta batalha contra a insegurança, decidi escrever uma carta a todos aqueles que também se sentem inseguros.

6. 20 coisas que só os introvertidos percebem: Depois de ter escrito o post sobre o poder dos introvertidos, decidi falar mais um pouco sobre o que é ser introvertido, para as pessoas compreenderem como é que é ( ou se identificarem) e escrevi este post.

7. O conceito de "fazer anos" à medida que crescemos: Quando era criança, adorava fazer anos. Fazer anos significava um dia em que eu era o centro das atenções, em que fazia uma festa, soprava as velas, comia bolo e recebia presentes. Quando comecei a crescer, comecei a ter uma relação de amor-ódio com os aniversários. Por um lado, continuava a gostar de fazer anos mas, por outro lado, comecei a odiar um pouco. Primeiro, porque comecei a perceber que o tempo estava a passar muito depressa e segundo porque, sendo eu filha de pais super protetores, não recebi os privilégios que era suposto receber em cada idade, e percebi que um mero número não significava nada. Escrevi tudo isto neste post, uma reflexão sobre a minha relação com os aniversários. Escrever este texto permitiu-me refletir sobre estes, e cheguei à conclusão que nos aniversários não festejamos apenas mais um ano de vida, mas sim mais um ano de aprendizagens, obstáculos ultrapassados e experiências.

8. 18 coisas que aprendi com 18 anos: Os meus 18 anos passaram a voar! Perto do meu 19º aniversário, decidi escrever estas lições que aprendi durante o tempo que tive esta idade. Acho sempre muito interessante ler posts deste género noutros blogs, por isso decidi escrever também um no meu ( já o tinha feito o ano passado, na verdade, e este ano repeti). Além de me ter divertido a escrevê-lo, pude refletir sobre os meus maravilhosos 18 anos e tudo o que aprendi com este.

9. Olá 19: Não podia deixar de passar o meu aniversário sem o assinalar também no meu blog. Decidi viver o meu dia de aniversário, e escrever o post apenas no final do dia, para poder englobar e expressar melhor os sentimentos que tive durante o mesmo, o que aconteceu, a quem eu queria agradecer... Não foi o melhor aniversário que já tive mas foi, sem dúvida, muito especial, ao lado das pessoas de quem eu mais gosto.

10. Sobre " ser alguém na vida": Na sociedade atual, a cada vez mais pressão para se ser "alguém na vida". Até aqui seria aceitável, se este conceito não estivesse já restritamente definido pela sociedade. Para se ser "alguém na vida" temos que estudar muito, tirar boas notas, ser um filho/a exemplar, ir para a Universidade, arranjar um bom emprego, casar, ter filhos, educá-los,... Basicamente, já temos o guião todo o escrito, de tudo o que é suposto fazer. Discordando com muitas destas "regras" estabelecidas, escrevi este texto para apelar que " ser alguém na vida" significa algo diferente para diferentes pessoas e, além disso, não há a idade certa para fazer certas coisas. Cada um deve ter a liberdade de fazer o que bem quer com a sua vida, sem se preocupar com o potencial prestígio que pode obter, com pressões ou ideias da sociedade.

11. Como o blog mudou a minha vida: Quando criei o blog, foi numa tarde aborrecida de setembro, na reta final das minhas férias de verão, e nunca na vida imaginei que este fosse ter tanto impacto na minha vida. O meu blog fez-me crescer, conhecer novas realidades, aprender coisas novas e, sobretudo, intensificou muito o meu gosto pela escrita. Neste texto, refleti um pouco sobre a maneira como o meu blog mudou a minha vida.

12. Síndrome de Timidez Inicial: O título deste post surgiu através da leitura de um comentário do autor do blog The Ghostly Walker, em que este disse algo do género "...com o meu nível de timidez inicial". Achei de tal forma engraçado esse comentário, que me inspirou a escrever sobre uma suposta "doença" que muitos de nós sofrem, o Síndrome de Timidez Inicial. Até criei uma definição para a dita síndrome ahahahah. Um post escrito por alguém que estava de férias de verão e tinha muito tempo livre. Quando se tem muito tempo livre dá nisto!

13. 2 anos de "Life of Cherry": No dia 1 de setembro de 2016, o meu blog celebrou os seus 2 anos de existência. Nem quis acreditar! Nunca imaginei que fosse manter o blog por 2 anos. Pensava que ia ser mais um hobbie temporário de que me ia fartar, mas o que é certo é que consegui mantê-lo por 2 anos, e agora a minha vontade é de tê-lo por muitos mais anos.  Este foi um postal de aniversário para o meu blog, e um agradecimento a todos os que me acompanharam durante 2 anos.

14. Uma carta para os meus antigos bullies: Como já devem ter lido no blog, sofri de bullying quando era mais nova e, como devem calcular, é algo que marca muito uma pessoa. Após muitos anos, finalmente percebi que consegui ultrapassar o que sofri, apesar de ficar com sequelas para sempre, e percebi que consegui perdoar os meus bullies, tanto que até lhes escrevi esta carta. Escrevia-a não só para os perdoar, como para agradecer porque, de certa forma, me ensinaram a não ser tão ingénua e a perceber que nem todas as pessoas são de confiança.

15. As melhores lições que aprendi na praxe: Como já devem ter percebido, adorei imenso andar na praxe, e arrisco dizer até que foi a melhor experiência que tive em toda a minha vida de estudante. Acho que a praxe é algo que toda a gente devia experimentar, pelo menos uma vez. Se gostarem, continuam, se não gostarem, saem da praxe, mas acho que todos devem experimentar. Durante todo o tempo que foi praxada, aprendi estas lições e não podia deixar de as partilhar com vocês.

16. 7 razões pelas quais és uma melhor blogger do que aquilo que pensas: Numa blogosfera cada vez mais competitiva e profissional, muitos são os bloggers que sentem desmotivados, que sentem que o seu blog nunca será bom o suficiente. Por isso, decidi escrever este texto para relembrar a razão pela qual todos nós viemos para à blogosfera em primeiro lugar, a nossa paixão por escrever e partilhar coisas que nos interessem. Quero acreditar que muitos bloggers, depois de lerem isto, perceberam que eram melhores do que aquilo que pensavam.


O que acharam do " Life of Cherry" este ano? Quais foram os vossos posts favoritos?




28.12.16

Livro: Fantastic Beasts and Where to Find Them




Há uns temos atrás, fui ver o filme " Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los" ( fiz uma review dele aqui), e adorei. Foi tão bom reviver a magia de Harry Potter, desta vez numa época diferente, os anos 20, e com uma nova história, igualmente encantadora.

Só depois de ver o filme é que soube da existência deste livro que, na verdade, é o guião original do filme! Sim, leram bem, foi a J.K  Rowling quem escreveu o próprio guião, desde a história, as personagens, os cenários, tudo foi escrito 100% por ela. 

Assim que soube isto, tive necessidade de adquirir imediatamente o livro. Entretanto, meteram-se os afazeres da faculdade pelo meio, e eu não o cheguei a comprar. Porém, no Natal, uma alma caridosa ( a minha querida tia, muito obrigada!), ofereceu-mo e foi, sem dúvida, uma das melhores prendas que recebi.

Mas vamos, sem mais demoras, à minha opinião.


Sinopse


Quando Newt Scamander chega a Nova Iorque, ele pretende ficar apenas para uma breve estadia. No entanto, quando a sua mala mágica é trocada, e algumas das suas criaturas desaparecem, ele causa problemas em toda a cidade. 

A minha opinião


Antes de mais, vamos só esclarecer aqui umas coisas, para perceberem melhor do que se trata. Este livro não é bem um livro, na verdade é o guião do filme, o que significa que não vão encontrar longos parágrafos nem uma grande narrativa. Contudo, este não é um guião qualquer. É um guião escrito inteiramente pela J.K Rowling ( e, só por isso, já vale a pena!), com toda a história do filme, com todos os detalhes, pensamentos e sentimentos da personagem, descrição detalhada,...

O livro, até ao momento, só está disponível em inglês. Contudo, se dominarem bem esta língua, lêem-no facilmente em algumas horas ( lá está, uma vez que não têm parágrafos longos nem se trata de uma narrativa). Além disso, sejamos sinceros, os livros têm mais encanto na sua língua original. As capas são mais giras ( e como não amar esta capa?), não há cá traduções manhosas nem pormenores que se perdem com a tradução.

E por falar em capas giras, falemos da capa deste livro. Uma das coisas que adoro neste livro é o facto de ter capa dura, o que é raro nos dias de hoje, porque normalmente quando Portugal traduz os livros, também decidi alterar o design e pôr a capa mole. Outra das coisas que adoro é o design e o relevo da letra, parece aqueles livros de antigamente, com as letras douradas e tudo. O livro está de tal maneira pensado ao pormenor, que o design das letras e das imagens no interior são ao estilo dos anos 20 (a época em que a história se passa). Além disso, existem montes de ilustrações de criaturas mágicas no seu interior, tornando-o numa autêntica enciclopédia de monstros fantásticos.

O guião está 100% fiel ao filme. Se viram o filme, certamente notarão que está exatamente igual. A grande vantagem de o ler é que poderão compreender mais aprofundadamente os sentimentos, pensamentos e intenções das personagens e, se porventura não entenderam algo que aconteceu no filme, entendem agora.

Se é a primeira vez que lêem um guião do filme ( como foi o meu caso), poderão encontrar um glossário com os termos usados no final do livro. Eu não sabia da existência desse glossário até a minha leitura ir a meio. Ia à Internet ver os termos, e só o encontrei quando abri por acaso as páginas finais.

Se são fãs do mundo mágico de Harry Potter e da autora J.K Rowling, este é um livro que devem adquirir imediatamente, para ler, perderem-se neste mundo mágico, e depois guardarem-no religiosamente, ou podem usá-lo como decoração ( eu tenho-o em cima da mesa de cabeceira do meu quarto, para apreciar a sua beleza).


E vocês? Já leram este guião? O que acharam?

(Foto: da minha autoria)

27.12.16

Os 5 acontecimentos mais chocantes de 2016


Muitos foram as coisas que aconteceram em 2016, a nível político,cultural, religioso, desportivo...Tantas que nem dá para acreditar que aconteceu tudo no mesmo ano! No entanto, aconteceram coisas que me chocaram particularmente, pela positiva ou pela negativa.

Portanto, hoje partilho com vocês os 5 acontecimentos mais chocantes de 2016, na minha opinião.


1. Muitas mortes de figuras importantes: Eu sei que a morte é algo que temos como garantido, e que  vai acontecer a todos, mesmo a figuras importantes. Porém, este ano fiquei chocada com a quantidade de pessoas importantes para o mundo que perdemos. É difícil dizer todos, mas apenas para citar alguns, foram Alan Rickman ( o "Snape" de Harry Potter), António Almeida Santos, David Bowie, George Martin, Nicolau Breyner, ...

2. Leonardo Dicaprio ganha um Óscar: Bem, parece que, finalmente, O Dicaprio ganha um Óscar. Já não podemos gozar com ele nem fazer memes sobre ele nunca ter ganhado um ahahahah. Falando a sério, este excelente ator já estava a merecer um Óscar há vários anos, foi mesmo bom poder vê-lo finalmente a ser premiado.

3. Portugal vence o Euro 2016: Se me dissessem que Portugal iria ganhar o Euro em 2016, eu diria que vocês eram loucos! Se me dissessem que Portugal iria ganhar e, além disso, seria sempre a empatar e marcando apenas em prolongamentos, eu internava-vos imediatamente num hospital psiquiátrico! Pronto, como já devem ter percebido, eu não tinha muito fé na Seleção Nacional, mas o importante é que a apoiei apesar de tudo do início ao fim, e vivi todos os jogos com a mesma intensidade e nervosinho miudinho. Quando chegamos à final, nem acreditava no que via, e aí sim, é que comecei a acreditar que era possível ganharmos. A sensação de ver Portugal ganhar, pela primeira vez, um campeonato desta dimensão é indescritível! Foi um orgulho enorme ter assistido a tamanho feito! Foi uma das melhores surpresas que 2016, sem dúvida!

4. Trump é eleito presidente dos Estados Unidos: Quando o Trump anunciou que era um candidato na corrida à Casa Branca eu achei que era uma piada de mau gosto. Nunca achei que fosse possível ele ser eleito Presidente dos Estados Unidos. Aparentemente, eu desvalorizei a situação, e a verdade é que ele foi mesmo eleito, para revolta de muitas pessoas. Como é que é possível que uma pessoa tão estúpida e má como Trump tenha ganho as eleições? É algo que ainda não compreendo, porém entristece-me saber que o mundo chegou a este ponto.

5. Separação de Angelina Jolie e Brad Pitt: Sejamos sinceros, gostando destes dois atores ou não, temos que admitir, eles eram o casal mais popular de Hollywood. Diria até que eram o símbolo do amor verdadeiro, num meio em que os atores casam-se e passado dois dias já estão divorciados. Angelina Jolie e Brad Pitt estiveram juntos durante 12 anos e, apesar de os rumores que surgiram este ano sobre traição e separação, ninguém adivinharia que eles se iriam separar. Como dizem aí pela Internet, se até a Angelina Jolie e Brad Pitt se separam, já  não há esperança no amor.


E vocês? Quais foram os acontecimentos que vos chocaram mais em 2016?

26.12.16

As 16 fotos que eu mais gostei de tirar em 2016


O meu blog é anónimo, por isso, não fazia sentido nenhum partilhar a minha conta de Instagram pessoal. No entanto, andava sempre a tirar fotos, a experimentar coisas novas, a visitar lugares e a fazer compras giras, e queria partilhar isso com vocês.  Por isso, este ano, no dia 4 de Maio, criei uma conta de Instagram para o blog. Ao início, pensei que a conta não iria receber muita atenção, por se tratar de uma conta de uma blogger anónima que, por essa razão, nunca tiraria selfies, mas depressa fui surpreendida com o feedback bastante positivo que recebi.

Em 2016 foram muitas as fotografias que publiquei nesta rede social (137 para ser mais específica), e hoje partilho com vocês as que eu mais gostei de tirar. De realçar que estas foram as minhas fotos favoritas, o que não significa que tenham sido necessariamente as que tiveram mais gostos e/ou comentários ( algumas que eu vou referir aqui nem sequer tiveram muitos gostos, em comparação com outras que publiquei) porém, para mim, estas foram as que eu mais gostei de tirar.

As fotos estão por ordem cronológica.


1. O meu bolo de 19º aniversário





2. Bilhete para o Enterro da Gata




3. Barcelinhos




4. Um dos livros que adorei ler este ano, " A Grande Magia"



5. Braga Romana




6. Esposende




7. Apoio à Seleção Nacional



8. Flores




9. S. João




10. Primeiro dia de praia




11. Gerês



12. Objetos alusivos a filmes adquiridos em Londres



13. Porto



14. Gulosices após um dia de aulas



15. A minha árvore de Natal




16. Uma das melhores prendas que recebi este Natal



Qual foi a vossa favorita?



24.12.16

Feliz Natal!


Chegou finalmente o dia mais mágico do ano ( pelo menos, na minha opinião)! Hoje é dia de juntar a família à mesa, quer ela tenha vindo ali da esquina ou do outro lado do mundo. Hoje é dia de saborear os doces de Natal: as filhoses, a aletria, as rabanadas, ou o bolo de chocolate e bolachas de gengibre, se forem mais esquisitos como eu e não gostaram dos típicos doces portugueses. Hoje é dia de abrir os presentes que foram comprados/feitos com tanto amor e carinho pelas pessoas que mais amam. Mas, acima de tudo, hoje é o dia para celebrar aquilo que temos de mais importante: a família e o amor que nos une.

Apesar de já não ser uma criança e de já não acreditar no Pai Natal, continuo a achar, ano após ano, que o Natal tem algo de especial, e parece que há sempre um certo toque de magia no ar. Durante esta época, as pessoas parecem que esquecem os seus problemas, parece que andam mais felizes, mais solidárias, mais generosas,... Quem me dera que toda agente carregasse um pouco desta magia durante todo o ano!

Há quem ainda envie postais de Natal ( uma prática que eu apoio totalmente!), porém como vocês são muitos e os doces de Natal não se fazem sozinhos, este post é o meu postal para vocês, uma prenda minha para vocês, leitores, que tanto me deram este ano, e que me encheram de tanto amor e carinho. Por isso, achei que o mínimo que podia fazer era desejar-vos um Feliz Natal. Perdoem-me só por ser um post agendado, mas teve que ser, pois a esta hora devo estar na casa da minha tia ( onde passo o Natal), a fazer os últimos bolinhos e os últimos preparativos ao som de músicas natalícias, vestida com uma camisola vermelha e os meus corninhos de rena ( chamem-me infantil, mas eu não resisti em comprá-los, são tão giros!).

Assim, desejo-vos a todos, do fundo do coração, um Natal muito muito feliz, rodeados daqueles que mais amam, com muita saúde, alegria, prendinhas e doces ( mas não abusem, senão o colesterol sobe!). Feliz Natal!





23.12.16

5 coisas que gostava de ter sabido antes de visitar Londres


Todos nós temos sempre algo que gostávamos de ter feito de forma diferente nas nossas viagens. Às vezes, gostávamos de ter ido a x museu em vez de y, gostávamos de ter nos preparado de forma diferente, ter gasto menos dinheiro em recordações... A maioria dos nossos arrependimentos vem do facto de não conhecermos determinado destino e, portanto, não sabermos como nos prepararmos. Contudo, acredito que com o passar do tempo e as viagens, vamos ganhando mais experiência, e acabamos por evitar alguns erros.

Londres foi a minha primeira viagem na Europa, fora da Península Ibérica e, como não sou muito viajada, cometi alguns erros, como é normal. Mas para que outros turistas não cometam os mesmos erros que cometi ao visitar Londres, hoje partilho as coisas que gostava de ter sabido antes de visitar Londres.


1. É tudo mesmo muito, mas muito caro: Eu já sabia que o custo de vida em Londres era caro, mas não sabia que teria que pagar 3 libras por uma garrafa de água de 25 cl em algumas zonas, nem que teria que vender um rim, se quisesse comer algo que não fosse fast food, como um grelhado ou uma salada! É tudo mesmo muito caro, desde as coisas mais simples, como comida, até aos quartos de hotéis, transportes, alguns museus... Porém, se planearem bem a vossa viagem e estarem atentos a packs de bilhetes para museus, por exemplo, e procurarem bem, é possível gastar menos dinheiro.

2. Há filas enormes para monumentos/museus: Estão a ver aquelas filas em diagonal, que fazem montes de ziguezagues? Em Londres, existiam filas dessas em todo o lado! Para entrar para os museus, para ir para o London Eye ( estive 45 minutos na fila à espera de andar na London Eye), literalmente em todo o lado! Não fui eu que planeei a viagem, foi a minha escola, mas se fosse eu tinha comprado bilhetes online, poupava-se imenso tempo nas filas ( basicamente, se tivéssemos comprado bilhetes online, passávamos as filas à frente).

3. Tudo demora mais do que o se pensa: Londres é uma cidade moderna, organizada, caracterizada pela pontualidade rígida dos ingleses, mas isso não significa que tudo seja rápido. Existem horas de ponta no metro, filas ( como já disse no ponto 2), muito trânsito, restaurantes sempre cheios... Nem os turistas conseguem escapar a isto.

4. O quão quente é o aquecimento dentro do hotel/edifícios: Antes de ir para Londres, já sabia que a cidade era fria, por isso preparei a minha mala com tudo o que é quente, gorro, luvas, casacos peludos, camisolas de lã, pijamas quentinhos... Aquilo que eu não previ é que o aquecimento dos hotéis e edifícios fosse tão quente! A sério, parecia inverno na rua e verão dentro! Quem me dera ter levado umas t-shirts para andar dentro do hotel.

5. Planear o que queremos ver antes de ir para lá: Como a viagem era planeada pela escola, acabei por me descuidar neste ponto. Por isso, nos tempos livres, andei a vaguear por Londres ao calhas, e gostava de ter ido a certos sítios, mas não fui porque não tinha planeado nem sequer tinha estudado onde estes eram. De qualquer das formas, também pude conhecer Londres vagueando por esta cidade ao acaso. Por vezes, não planear é melhor.


E vocês? Já foram a Londres? O que gostavam de ter sabido antes de visitarem a cidade?

21.12.16

7 tipos de familiares que encontras nos jantares de épocas festivas


A época festiva de Dezembro é sinónimo de família, e o que não falta nesta época são jantares familiares ( principalmente na véspera de Natal). É nesta altura que a família toda se reúne, e até encontramos alguns familiares mais distantes com quem não convivíamos o resto do ano. 

Os jantares familiares são muito bons, mas também podem ser muito chatos. Isto porque tu já sabes as "personagens" que vão aparecer lá e o que vai acontecer e, sejamos sinceros, há coisas das quais nunca temos saudades.  Em todos os jantares de família, existem sempre alguns destes familiares.


1. A pessoa que leva para casa todos os restos: Essa pessoa até já vem preparada com os tupperwares e tudo! Leva tudo o que sobra, seja do jantar, bolos, até bebidas se for preciso.

2. A pessoa que está a passar uma fase má: Seja por causa de um divórcio, fim do namoro, desemprego, falta de dinheiro, ou crianças mal comportadas, há sempre alguém que está a passar por uma fase má, e que decide desabafar ou mesmo desatar a chorar nestes jantares. Respeito todas as pessoas que estejam a passar por fases más mas, sinceramente, estamos em época natalícia, não podem guardar esse negativismo para outra altura?

3. O avô nostálgico: Este tipo de avô vai falar sempre de que há 50 anos atrás era tudo muito melhor, que agora já nada é o que era,... Muitos familiares vão discordar, e aí o avô começa a contar todas as histórias que aconteceram há 50 anos atrás, para provar que era tudo muito melhor.

4. O bêbedo: Quase sempre ( e digo quase sempre, porque por acaso na minha família não existe este tipo de familiar) há alguém que se esquece que está num jantar familiar e que estão crianças presentes, e decide apanhar uma grande bebedeira! Outras vezes, nem é intencional, mas um copinho ali e outro acolá e, quando dá conta, já nem consegue andar!

5. O centro das atenções: Esta pessoa é sempre o centro das atenções, e nos jantares em que não o é, começa imediatamente a falar alto e a gracejar, e rapidamente volta ao seu posto. As conversas desta pessoa são autênticas stand-up comedy, só que sentada e em pleno jantar!

6. As coscuvilheiras: Há sempre um grupinho de tias muito juntinhas a fofocar sobre as últimas novidades e a vida de toda a gente. " A vizinha do lado está grávida?" " O Manuel ali do café divorciou-se?".

7. A pessoa que está em dieta: Há sempre uma pessoa na família, na maior parte das vezes uma mulher, que está sempre em dieta, até em épocas festivas, em que normalmente é para se comer muitos doces e coisas boas! Essa pessoa está sempre a um canto da mesa, a escolher com rigor as comidas com menos calorias e gordura. Nunca, mas nunca te sentes à beira dessa pessoa, a não ser que queiras ver o teu prato a ser reduzido a calorias e a uma boa dose de vergonha.


E vocês? Encontram familiares assim em jantares?

20.12.16

7 coisas que tens de provar em Londres


Uma das coisas que marcou a minha viagem a Londres foi a comida deliciosa que lá havia. Não comi lá bem todos os dias, é certo, porque quando somos turistas com pouco dinheiro, a coisa mais barata que se come lá é fast-food e, acreditem, passado 3 dias, já estão fartos de comer hambúrgueres e batatas fritas.

Porém, se procuramos bem e explorarmos os sítios mais baratos, existem muitas comidas deliciosas em Londres. E estas são, na minha opinião, as comidas típicas britânicas que devem comer lá.


1. Muffins de chocolate: Antes de ir a Londres, eu já gostava de muffins, mas quando provei os de lá, morri e fui para o céu! Os muffins são uma das comidas com origem britânica, por isso, como não podia deixar de ser, os de Inglaterra são divinais. Se és amante de chocolate, tens que provar os muffins de chocolate britânicos!

2. Fish and Chips: Quando pensamos em comida tradicional britânica, " Fish and Chips" é, muito provavelmente, das primeiras coisas que nos vêem à cabeça. Quando fui a Londres, cometi o erro enorme de não ter comido uma vez este tão falado prato, e arrependo-me bastante! Como só tive lá 4 dias, foi uma correria para ver tudo, e esqueci-me de provar esta famosa iguaria. Portanto, se fores, a Londres, não saias de lá sem provar este prato!

3. Chá: Inglaterra também é conhecida pelos seus chás e pelo famoso " Five o`clock tea" ( que, na verdade, foi um hábito  introduzido por uma portuguesa, a Rainha D. Catarina de Bragança). Todos os dias, eu tomei o " Breakfeast Tea" ao pequeno-almoço, que é um chá preto absolutamente divinal! Também tive oportunidade de provar outros chás, que eram igualmente bons. Apetecia-me vir com as saquetas todas para casa!

4. O pequeno-almoço inglês: Ok, eu sei que nem toda a gente tem estômago para comer fritos logo de manhã, mas se fores mais corajoso/a, sugiro-te que comas ovos mexidos, bacon e salchichas. Eu não costumo gostar de comer gorduras logo pela manhã, mas soube-me mesmo bem por acaso!

5. Sanduíche de bacon: É bom, mas não é nada de especial. Usualmente, é uma coisa que os ingleses comem ao pequeno-almoço ou ao almoço, caso estejam a ter um dia ocupado. Foi algo que eu comi uma vez, quando todos os restaurantes estavam cheios de gente, e eu e as minhas amigas queríamos despacharmo-nos para ver museus. Não é nada de outro mundo, mas não deixa de ser uma boa sanduíche britânica.

6. Scones: Esta é uma gulosice que, geralmente, acompanha os chás no " Five o`clock tea". Já tinha comido uma vez ( quando fiz uma receita destes para uma festa  comida britânica organizada pela escola básica onde andei), mas os de Londres são outra história, obviamente. São muito bons, principalmente com aquela deliciosa geleia de morango.

7. Bolachas de chocolate: Basicamente, os ingleses são especialistas em todas as receitas que combinem com os seus chás, e as bolachas de chocolate deles não foram exceção. Em Londres, a seguir aos muffins, estas foram a minha perdição.


E vocês? Quais são as coisas que acham que se devem provar em Londres?

19.12.16

Como conseguir que estranhos tirem-te fotos


Se já passearam sozinhos por uma cidade, se viajaram sozinhos ou mesmo em grupo ( mas queriam tirar um foto com todos, sem ter que excluir alguém para tirá-la), certamente já se depararam com este problema de querer tirar uma fotografia. Obviamente, que sempre podes optar por tirar um selfie, porém, nem sempre dá jeito, porque o nosso braço não estica ou a selfie stick não é suficiente. O que fazer nestas alturas? Só te resta pedir a um estranho que te tire uma foto.

Pedir a um estranho que te tire uma foto pode ser intimidante. Não o conheces de lado nenhum, não sabes como ele é, se é simpático ou não, não sabes se ele sabe tirar uma boa foto ou não, e nem sequer sabes se ele te pode roubar o telemóvel/câmara fotográfica. Pode ser intimidante, e até arriscado.

Já em diversas viagens eu, os meus amigos ou a minha família, tivemos que pedir a alguém estranho que nos tirasse uma foto. E, pelo caminho, lá fui aprendendo uns truques para escolher a pessoa certa e fazer com que esta te tire uma boa foto.


1. Procura a pessoa certa: Nem sempre é fácil, " as aparências iludem" mas, normalmente, o teu instinto vai-te ajudar a escolher a pessoa certa. Normalmente, quando queres tirar uma foto, estás à beira de algum ponto turístico ou de uma paisagem, portanto terás muitas pessoas por onde escolher. As melhores pessoas a quem podes pedir são pessoas da tua geração porque, para além de teres mais à vontade para as abordar, são pessoas que percebem mais de tecnologias e, logo, terás maior probabilidade de tirar uma boa fotografia. Outro truque importante é escolher alguém que também esteja a passear e, ainda melhor, se forem turistas como tu ( e terem uma câmara/telemóvel na mão, o que diminui as probabilidades de roubarem a tua). Evita pessoas que estejam a andar apressadas, ou pareçam muito ocupadas porque, para além de as irritares, podes acabar por ficar com uma foto tirada à pressa.

2. Sê educado/a e apresenta-te: Não vás ter simplesmente com a pessoa e espetar-lhes a tua câmara na mão deles. Perde algum tempo a apresentar-te, a explicar que estás a visitar o sítio ou a passear, e que gostarias de tirar uma foto. Isto permite-te " quebrar o gelo", tornar a situação mais confortável em vez de constrangedora, e faz com que o "estranho" simpatize contigo, aceitando melhor ajudar-te.

3. Põe a tua câmara pronta para a foto: Mesmo que estejas a falar com uma pessoa que perceba de tecnologias, pores a câmara pronta, com ou sem o flash, com a luz correta e todas as tuas preferências corretas, facilita-lhe o trabalho e poupa-lhe tempo. Outra coisa que podes fazer é pores a câmara na opção de tirar fotos rápidas, assim tens várias fotos por onde escolher, tiradas em pouco tempo.

4. Agradece-lhes: A pessoa que te tirou uma foto perdeu um pouco do seu tempo para tu poderes ter uma recordação bonita do teu passeio/férias, por isso, certifica-te que lhes dizes um grande, sentido e carinhoso "obrigada".

5. Tiras-lhes também uma foto: Se tiveres numa zona turística, é muito provável que tenhas pedido para tirar uma foto a uma pessoa que também é turista e que, muito provavelmente, também precisa de uma. Por isso, sê gentil e retribui-lhes o favor.


E vocês? Já pediram a estranhos para vos tirarem fotos? Como correu?

18.12.16

10 sítios que deves visitar na tua primeira vez em Londres


Como já devem ter lido aqui , eu fui a Londres no final do meu secundário, com a minha escola, e adorei. Antes de ir lá, já estava apaixonada pela beleza da cidade e pela cultura, mas saí de lá ainda mais apaixonada! Não fiz muitas viagens na vida ( Londres foi a primeira cidade que eu visitei fora da Península Ibérica) porém, independentemente das cidades que visitar no futuro ( que, esperemos, que sejam muitas, era bom sinal!), esta cidade será sempre relembrada com um carinho especial.

Já fui lá há quase dois anos ( dá para acreditar?), e na altura fiz uma mini série de posts sobre a viagem, mas sinto que tanto ficou por dizer e contar, que pensei em fazer outra série de posts sobre Londres. Para me certificar que existiriam, de facto, pessoas interessadas em ler posts sobre a cidade, perguntei no Twitter se queriam ou não uma série de posts sobre esta cidade britânica, e recebi um feedback bastante positivo. Portanto, nos próximos tempos, poderão ler alguns posts sobre Londres (era para já ter publicado mais cedo, mas ando tão ocupada com as coisas da faculdade, que não deu). Obviamente, já não me lembro de alguns pormenores da viagem por já terem acontecido há bastante tempo, mas tentarei ser o mais fiel possível dentro daquilo que me lembro.

Hoje o post é, sobretudo, dirigido, a quem ainda não teve oportunidade de visitar este maravilhoso destino. Quem nunca visitou Londres precisa de saber que se trata de uma cidade bastante grande e com muitas atrações turísticas, pelo que é bastante provável que não consigam ver tudo o querem numa só viagem. Eu estive lá quatro dias e, apesar de ter visto muita coisa, não consegui ir a todos os sítios que queria. Aliás, existem muitas pessoas que relatam que tiveram que ir lá 3 ou 4 vezes para ver tudo o que queriam.

Portanto, considerando este facto, decidi fazer uma lista de coisas que devem mesmo visitar em Londres na minha primeira vez que forem lá, que são mesmos essenciais que visitem, a meu ver, para poderem tirar um melhor partido da vossa viagem, e não acabarem a ver só atrações mais acessórias.


1. London Eye: A London Eye é uma grande atração turística. Trata-se de uma grande roda-gigante, com 135 metros de altura. Durante 30 minutos, a roda-gigante vai subindo lentamente, e poderás ter uma vista de cima da cidade que, garanto, é de cortar a respiração!

2. Buckingham Palace: Não podes sair de Londres sem ver a residência oficial da Rainha de Inglaterra. E certifica-te que vês a mudança dos guardas, que ocorre sempre às 11h30 da manhã. Se possível, vai para o local mais cedo, por volta das 11 horas, para poderes garantir um bom lugar para ver melhor, antes do sítio se encher de turistas. Penso que, de julho a setembro, é mesmo possível entrar lá dentro ( na altura em que eu fui, fevereiro, tal não era possível).

3. Big Ben e o Palácio de Westminster: Este é outro icónico monumento desta cidade britânica, com a famosa " Torre do Relógio", uma vista muito inspiradora, e boa para as famosas fotos do Instagram ( o famoso sítio para tirar fotos que dizem " fui a Londres, e vocês não ahahahah"). À noite, a vista é ainda mais mágica, uma vez que os edifícios se iluminam.

4. Madame Tussauds London: Este era um dos museus que eu tinha muita curiosidade em ver em Londres. É o museu com os famosos bonecos de cera, imitando várias celebridades e figuras públicas. Un bonecos são mais realistas que outros, mas vale a pena visitar. Além dos bonecos de cera, existem muitas outras surpresas lá, mas que eu não vou revelar, tens que ir lá e ver.

5. Hyde Park: Londres é uma grande cidade, mas também tem os seus espaços verdes. Um dos maiores parques de lá é o Hyde Park, que é um oásis de verde no meio da confusão habitual que caracteriza a cidade. Se tiveres a sorte de ir lá num dia de sol, é mesmo um sítio bonito para dares um passeio e até fazeres um piquenique. Quando fui lá fiquei com a sensação que estava num filme e, mais tarde percebi porquê, pois foi lá que filmaram uma das cenas do filme " About a Boy" ( alguém viu este filme?), mais especificamente uma cena em que filmaram os patos do lago.

6. Natural History Museum: Este museu, mesmo antes de entrares, já é de cortar a respiração! O edifício é mesmo lindo, tem um estilo arquitectónico incrível, é um monumento tão imponente e grandioso, que até nos sentimos umas formigas naquele lugar. Podes ver lá muitas coisas interessantes, o museu tem imensas secções, de rochas, minerais, dinaussauros ( o dinaussauro na entrada do museu, bem ali no meio, está espetacular!) , vários fósseis, ... Enfim, tudo o que seja relacionado com história e natureza, vais encontrar lá de certeza. Quando fui a Londres, só tive oportunidade de estar neste museu meia hora, mas é preciso uma tarde inteira para vê-lo, portanto, ao planeares a tua viagem, reserva uma tarde para visitá-lo,

7. Science Museum: Com muita pena minha, não tive oportunidade de visitar este museu quando fui lá, apesar de estar planeado na viagem, nas depois ocorreram uns imprevistos ( como sempre ocorrem em visitas de estudo e com viagens de escola), e ficou de lado. No entanto, acho mesmo importante visitar este museu, principalmente se fores amante de Ciências.

8. Piccadilly Circus: Piccadilly Circus é uma das famosas e mais fotografadas praças de Londres, e não é de admirar, porque é mesmo encantadora, com as luzes vindas dos "placards" enormes dos edifícios, parece o Times Square de Nova Iorque em ponto pequeno. Aqui podes ver também a estátua de Eros, o deus grego do amor, e podes ver imensas lojas que se concentram nesta zona.

9. Tower Bridge: A Tower Bridge é um dos grandes símbolos de Londres. É composta por duas torres unidas por uma ponte, que pode ser levantada para a passagem de embarcações. Para apreciares melhor a beleza desta ponte, anda de barco e atravessa o rio Tâmisa.

10. St. Paul´s Cathedral: Não tive oportunidade de entrar lá dentro ( infelizmente, não estava planeado pela escola entrar lá) mas pude admirar a imponência de um dos mais altos edifícios de Londres. Se quiseres entrar lá dentro, podes comprar bilhetes e visitá-la todos os dias, das 8h30 às 16h30, penso eu. Se pretenderes entrares lá dentro, reserva algumas horas da viagem para isso, uma vez que o monumento é enorme.

E vocês? Já visitaram Londres? Quais são os sítios que acham essencial visitar?

17.12.16

10 ideias de presentes de Natal se já não tens dinheiro para gastar


Já estamos muito perto do Natal ( falta precisamente uma semana, dá para acreditar!?). A esta hora, muitas pessoas já compraram todos os presentes, mas ainda existe quem vá fazer agora compras de última hora.  Outras pessoas ainda precisam de comprar presentes mas, infelizmente, já gastaram demasiado dinheiro.

Se és uma dessas pessoas, que ainda precisa de coisas para oferecer às pessoas, porém já gastou demasiado dinheiro nesta época festiva, tenho uma solução para ti. Hoje sugiro 10 prendas que são grátis ou que custam muito pouco.


1. Um álbum de fotografias feito por ti: Arranja um caderno giro com folhas brancas, imprime umas fotos que tenhas tirado com a pessoa a que vais oferecer este presente e, para dar um toque mais engraçado, podes colar coisas como botões ou escrever um comentário em cada foto.

2. Uma prenda que já te tenha sido dada a ti e que não tenhas gostado: Eu sei que muita gente não concorda com esta prática, mas se nós recebemos alguma prenda que não gostamos, mas sabemos que determinada pessoa adoraria tê-la, porque não oferecer a ela? Por isso, se recebeste alguma prenda mais cedo este ano que não gostaste, mas que sabes que outra pessoa vai adorar, oferece-lhe isso.

3. Um postal de Natal feito por ti: Às vezes, uma mensagem sentimental escrita com todo o carinho num postal vale mais que mil presentes. Compra um postal colorido, usa a tua melhor letra, e escreve com todo o coração para a pessoa que vai receber o postal.

4. Faz as tarefas domésticas a alguém que odeia fazê-las: Se alguém da tua família e amigos odeia fazer tarefas domésticas, decerto valorizarão e ficarão muito gratos por ter alguém que as faça nesta época de festas, enquanto podem aproveitar para relaxar e se divertirem.

5. Faz uma refeição especial para alguém: Por exemplo, se a tua mãe cozinha para ti todo o ano, ela ficará muito feliz e sentirá que lhe estás a retribuir ao fazer uma refeição cozinhada com carinho por ti.

6. Faz uma livro de receitas e oferece a alguém que aprecie cozinhar: Se conheces alguém que adora cozinhar, oferece-lhes um livro de receitas escrito por ti, com receitas que já tenhas feito, receitas da tua família, ou receitas que viste na TV ou Internet e que achaste interessantes.

7. Se conheces algum casal com filhos, oferece-te numa noite para tomares conta das crianças: E, desta forma, esse casal poderá relaxar e ter uma noite só para eles, sem se preocuparem em tomar conta dos seus filhos.

8. Faz uma playlist: Não precisas de gravar um CD ou uma cassete como se fazia antigamente, podes fazê-lo online. Cria uma playlist das músicas favoritas de determinada pessoa, que tenham algum significado especial para esta, ou apenas que a relembrem de momentos que passaram juntos.

9. Faz um mini-filme ou um powerpoint engraçado com fotos: Isto é algo que eu e a minha prima costumamos fazer frequentemente. Quase todos os anos costumamos fazer uma espécie de sátira da nossa família, ou seja, criamos uma história num powerpoint, com fotos e vídeos das pessoas e, a partir daí vamos criando os diálogos e todo um enredo bastante cómico. Fica sempre muito giro! Podes fazer assim, ou em forma de filme no Moviemaker.

10. Descobre os eventos grátis que existem na tua cidade e leva essa pessoa lá: Existem muitos eventos que são grátis, como entradas em museus, exposições, passeios... 


E vocês? Que prendas baratas/grátis vão oferecer?

16.12.16

Série: Gilmore Girls


Há uns tempos atrás, quando " Gilmore Girls: A Year in Life"  estreou na Netflix, e todo o alarido à volta da série original voltou, fiquei curiosa. Nunca tinha visto " Gilmore Girls", nunca me tinha despertado o interesse, achei que era mais uma série de comédia como tantas outras. Porém, quando a nova série da Netflix estreou e toda a gente só falava nisto, quis saber o motivo pelo qual tanta gente amava esta série, por isso, comecei a vê-la. Entretanto, viciei e já acabei a primeira temporada ( e só não a acabei mais cedo, porque tinha muito que estudar, senão por esta hora já estaria na terceira!).

Hoje vou falar-vos do que achei sobre a primeira temporada. Há uns dias atrás, um anónimo pediu-me para resumir a série. Não sei bem se  ele queria era que eu resumisse literalmente a série, ou se apenas falasse dela sem spoilers. De qualquer das formas, como eu não sou  a favor de spoilers, decidi falar da primeira temporada da série sem estes ( por isso, nada de vir para aqui para os comentários falar sobre o que acontece nas próximas temporadas).

Vamos então falar da série propriamente dita. A história é uma comédia e drama centrada em Lorelai e Rory, mãe solteira de 32 anos e filha de 16 anos, respetivamente ( sim, fizeram bem as contas, Lorelai teve a Rory aos 16 anos), que se passa entre a cidade fictícia Stars Hollow e Hartford.  A série acompanha  os altos e baixos das suas vidas, a sua fantástica relação mãe-filha, vizinhos malucos, dramas amorosos, e muito mais... Mas, de alguma forma, tudo acaba sempre bem, com mãe e filha melhor amigas, a ver um filme e a comer junk food.

Eu pensava que "Gilmore Girls" seria mais uma série de comédia forçada e cheia de clichés, sobretudo por ter sido lançada em 2000, quando a maior parte dos programas televisivos era precisamente assim. Contudo, quando comecei a ver os episódios, deparei-me com uma série com humor inteligente, sem clichés, que retrata, de forma descomplicada e até realista, os dramas amorosos, dramas relacionados com a escola/trabalho, com vizinhos e amigos, dramas que também fazem parte do nosso dia a dia e com os quais todos nós nos identificamos. Fiquei encantada com esta série, principalmente por ser assim, descomplicada ( e com tanto drama na minha vida neste momento, não preciso que uma história fictícia seja assim também, por isso, ainda melhor!), e tão realista e terra-a-terra. 

Outra das coisas que eu gosto bastante são as referências. Durante os seus diálogos, as personagens fazem várias referências à cultura pop, musical em geral, literária e cinematográfica ( qualquer dia vou ver os filmes e ler os livros que referem, já conhecia algumas referências, mas não todas). Por vezes, torna-se um pouco irrealista a velocidade a que as personagens falam e a rapidez com que conseguem pensar em argumentos e referências destas ( dizem que cada episódio tinha um guião de 40 páginas) mas, tirando isto, todo o comportamento destas é bastante natural e realista.

O que mais adoro em "Gilmore Girls" é a relação extraordinária que a Lorelai e Rory têm.  Acho fantástico que mãe e filha sejam também melhores amigas. E, sejamos sinceros, quem é que nunca quis uma relação assim, em que a pessoa que nos educa é também a nossa melhor amiga, com quem partilhamos passatempos, gostos e conselhos?

"Gilmore Girls" é uma série que, sem dúvida, vale a pena acompanhar, porque têm personagens realistas que são fáceis de adorar e com as quais nos facilmente identificámos, uma história que não é nada aborrecida, referências sempre muito bem usadas e brilhantes, sarcasmo... É engraçada, inteligente, sofisticada e realista, tudo ao mesmo tempo. Estou curiosa para ver as próximas temporadas.


E vocês? Já acompanhavam a série? O que acham desta?

15.12.16

7 razões pelas quais resistimos das coisas que nos fazem felizes


Lendo o título do post, parece estúpido. " Porquê é que uma pessoa haveria de resistir da felicidade?", pensam vocês. A verdade é que muitos de nós o fazemos inconscientemente. Muitos de nós não fazemos coisas que nos poderiam trazer felicidade por as mais diversas razões, algumas bastante surpreendentes.

Cada vez me convenço mais de que a felicidade não é um objetivo muito longe de alcançar, " o topo da montanha", mas é uma atitude, uma escolha, " o caminho para a montanha". A nossa felicidade é feita da maneira como encaramos a vida, da maneira como pensamos, das escolhas que fazemos, das atividades que fazemos e das pessoas que escolhemos ter por perto. E, a partir do momento em que começamos a refletir sobre o que estamos a fazer e sobre porque é que o estamos fazer, é mais fácil não resistir a certas coisas que nos fazem felizes.

Portanto, hoje vou falar de algumas coisas às quais resistimos e que nos poderiam fazer felizes, e o que fazer para mudar isso.


1. Por vezes, certas atividades são mesmo difíceis: Às vezes, as coisas que nos fazem felizes são também as mais difíceis. Ir ao ginásio todos os dias para perder peso ou estar em forma é difícil, estudar para acabar o curso que sempre desejamos é difícil, sair do emprego que não gostamos é difícil, mesmo escrever posts de manhã pode ser difícil.... É muito mais fácil ficar todo o dia no sofá, a ver "programas  de lixo" na televisão, do que fazer algo pela nossa felicidade. Se te encontras nesta situação, tens que te mentalizar que quase nada nesta vida é conseguido sem esforço. Normalmente, as coisas que valem mais a pena são as mais difíceis, por isso larga a preguiça e vai buscar aquilo que queres, custe o que custar.

2. Aquilo que nos poderá fazer felizes pode deixar outras pessoas desconfortáveis: Há certas coisas que nós queremos que não encaixam nos padrões restritos da sociedade. Vivemos em sociedade, o que significa que as pessoas que te são mais próximas e queridas também se regem por esses mesmo padrões, o que poderá fazer com que estes se sintam desconfortáveis quando tu tentas fazer algo que vai contra os ideais da sociedade ou mesmo os ideais da família ou amigos. No entanto, a vida é tua e tu é que tens a palavra final, por isso se queres fazer algo, faz, porque a vida é demasiado curta para nos preocuparmos com a opinião dos outros.

3. Achas que és demasiado velho/a para começar a fazer algo: Há sempre aquela ideia que, ou se começa desde criança a fazer certas atividades, ou nunca vais ter sucesso/ser feliz. Vou dar exemplos de pessoas que provaram exactamente o contrário. A Carolina do blog Thirteen só entrou para o ballet aos 14 anos ( como podem ler aqui) e, embora não seja uma bailarina profissional, depressa conseguiu aprender e é feliz a praticar ballet. A Joana do blog A Dupla Face de Joana só começou a praticar patinagem artística aos 18 anos ( leiam aqui a experiência dela), e depressa aprendeu e é feliz com isso. Nunca se é demasiado velho para começar a fazer algo que nos faz feliz, o importante é ter vontade e persistência.

4. Não fazes certas coisas porque não encaixa na ideia daquilo que és: Um Doutor que me praxou estava a estudar para enfermeiro ( agora fiquei com a canção de praxe "estou a estudar para enfermeiro" na cabeça ahahahah) e, ao mesmo tempo, era jogador de futebol profissional. Outra pessoa qualquer iria impedir-se de ir para o futebol, porque não encaixava no estereótipo " de ser um enfermeiro". A verdade é que somos muitos mais do que os "rótulos" que nos colocam ou que nos colocamos a nós mesmos, somos seres humanos com várias facetas de nós mesmos, com vários interesses e, sobretudo, várias coisas que nos fazem felizes. Não nos devemos obrigar a escolher apenas uma coisa que nos faça feliz ou coisas que se encaixem num determinado estereótipo, devemos fazer todas as coisas que nos façam felizes, mesmo que essas coisas não tenham ligação umas com as outras.

5. Quando te sentes bem com algo, sentes-te culpado/a: Parece parvo, mas há pessoas assim. Há pessoas que, por se sentirem bem a passar tempo sozinhas, por exemplo, se sentem culpadas, pensam que estão a ser egoístas, mas na verdade não estão ( já dei a minha opinião sobre isto, podem ler aqui) . A sociedade ou mesmo a maneira como fomos educados fazem-nos acreditar que certas coisas não nos deveriam fazer felizes, but who cares o que as outras pessoas pensam? Façam apenas.

6. Tens medo que algo não corresponda às tuas expetativas: Por vezes, tens medo de viajar para determinado sítio ou mesmo experimentar determinado restaurante, porque tens medo que  não corresponda ao que imaginaste, por isso preferes nem fazer, para manter intacta determinada ideia. No entanto, ao não experimentares, estás a perder a possibilidade daquilo corresponder ou ultrapassar as tuas expetativas e de ficares feliz. Tal pode não acontecer, mas não sabes se não tentares.

7. Tens medo de falhar: Esta é a razão mais comum pela qual as pessoas resistem da felicidade. Têm medo de não terem sucesso na atividade que querem experimentar e de serem um fracasso. Em primeiro lugar, não és um fracasso só por teres falhado em algo, és muitos mais do que os teus erros/insucessos. Em segundo lugar, mais vale tentares algo e falhares do que nunca teres tentado. Se falhares, vais sempre aprender algo com o sucedido e a tristeza resultante do fracasso vai acabar por passar. Se forem bem sucedido/a, vais te sentir muito feliz.


E vocês ? Costumam resistir às coisas que vos fazem felizes? Conseguem perceber quais são as razões que vos levam a fazê-lo?