"". Life of Cherry: Novembro 2016 !-- Javascript Resumo Automático de Postagens-->

30.11.16

5 coisas : novembro 2016


( Pequena nota inicial: Em princípio, este será o último post da rubrica " 5 coisas" em 2016, e só verão outra vez esta rubrica em 2017. À partida, farei muitos posts sobre o melhor de 2016, e penso que se publicasse esta rubrica em dezembro, já seriam posts de favoritos a mais.De qualquer maneira, podem dar a vossa opinião nos comentários).

Confesso, novembro foi um mês um pouco assustador. Tive sujeita a um stress e a uma pressão enorme, com tantas frequências, aulas práticas, dúvidas, horários incertos, notas que ainda não foram lançadas e o primeiro exame prático. Certamente que os meus colegas do meu ano também estiveram sujeitos à mesma pressão ( porque estamos todos "no mesmo barco") mas, como já devem ter percebido, não sou muito boa a lidar com o stress, e este mês fiquei particularmente desgastada com tanto acontecimento.

Porém, este mês também me deu coisas boas, tal como os outros meses me têm dado. Foram coisas boas me que souberam pela vida e que me relembraram que, por muito má e/ou difícil  seja a fase pela qual estamos a passar, esta eventualmente passará e tudo irá ficar bem. Foram bons momentos, saídas e mimos que me lembraram que a vida é feita de altos e baixos, e que devemos concentrarmo-nos naquilo que é bom e realmente importante, e devemos estar gratos por todas oportunidades que nos são dadas.



5 coisas que aconteceram 


1. Primeiro exame prático: Confesso, estava extremamente nervosa para este exame. Nunca tinha tido um exame prático ( o ano passado já tivemos aulas práticas, mas só fomos avaliados em estágio), portanto não sabia muito bem o que esperar. Treinei bastante, fiz todos os posicionamentos, treinei as ligaduras todas, mas ainda assim tinha medo de reprovar ( e se reprovássemos neste exame, reprovávamos automaticamente de ano). Portanto, quando finalmente fiz este exame, parece que saiu-me um peso de cima dos ombros!

2. Muitas frequências: Novembro foi um mês com muitas frequências, o que significou muito trabalho e muito estudo. Grande parte das frequências concentraram-se neste mês. Felizmente, dezembro vai ser um mês mais leve, com apenas uma frequência e dois exames práticos ( é igualmente difícil, mas mais leve em comparação com este mês).

3. Espetáculo " Chaos" de Luís de Matos: No dia 11 de novembro fui ao Theatro Circo, aqui em Braga, ver o mágico Luís de Matos. Já o conhecia, já tinha visto alguns dos seus truques na televisão/Internet, mas o seu espetáculo ao vivo superou as minhas expectativas! O mágico fez truques muito surpreendentes e diferentes do habitual ( houve uns que me deixaram mesmo boquiaberta, do tipo " como raio é que ele fez aquilo?"), tinha uma boa presença em palco, era engraçado e interagiu várias vezes com o público ( acho fantástico quando, neste tipo de espetáculos, interagem tanto com o público).

4. Ida ao cinema: Este já é quase um acontecimento comum aqui na rubrica 5 coisas. Tenho tido a sorte de ir ao cinema todos os meses. Ir ao cinema, como já devem ter percebido, é algo que adoro e, em alturas de grande stress, uma das poucas coisas que me consegue fazer "desligar" um pouco da realidade. Este mês fui ver " Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los" ( já dei a minha opinião sobre este aqui). Foi tão bom reviver a magia de Harry Potter, nesta vez com uma nova história, personagens diferentes e numa época diferente, mas com um a magia a que J.K Rowling nos habituou e que tanto marcou a nossa infância.

5. Muitas maldisposições ( devido ao stress ou não): Já não deve ser segredo para ninguém que eu sou uma pessoa que stressa com muita facilidade e, por vezes, até com coisas mínimas. Já me aconteceu, em anos anteriores, do meu stress se manifestar fisicamente, em dores de barriga ou mesmo a vomitar, mas foi sempre algo muito esporádico, que raramente acontecia. No entanto, este mês tive assim muitas vezes, e quando digo muitas vezes, foi mais do que uma vez por semana, cheguei a ter que faltar a aulas de tão maldisposta que estava. Algo que foi piorando gradualmente até ao final do mês. Não sei se é do stress ou não, é certo que estou numa fase com muita pressão a nível académico, mas o ano passado já tive com mais pressão e não fiquei assim. Se não melhorar entretanto, é algo que tenho que ver. Não gosto muito de me queixar, muito menos num sítio tão público como um blog, porém toda a gente, em algum ponto da sua vida, já sofreu com o stress, e talvez alguém se identifique e/ou compreenda.



5 coisas que adorei


1. Shut up And Go : Já se seguia o canal de YouTube " Damon and Jo" há algum tempo, mas desconhecia totalmente o blog deles! Fico feliz por ter encarado o blog deles, e é bom ver um lado diferente deles, que não se vê nos seus vídeos. Ao ler os seus posts, pude ficar  a conhecê-los ainda melhor, os sítios que visitam, e ainda ler inúmeras dicas sobre diversos temas.

2. Two Broke Girls: Já acompanho esta série há algum tempo ( via esporadicamente ao sábados à noite, quando dava na Fox Comedy), mas agora posso dizer oficialmente que adoro a série! Trata-se de uma série de comédia, com um enredo bastante simples, são duas amigas e empregadas de um restaurante onde trabalham todos os dias, ao mesmo tempo que tentam enriquecer de várias maneiras ( sobretudo, à custa de um negócio de cupcakes ). No entanto, estão sempre falidas ( no final de cada episódio, mostram o saldo conta bancária das duas). O engraçado desta série são sempre as piadas, são piadas que nota-se que não são muito forçadas, e facilmente nos rimos com tudo.

3. Color Switch: Conheci este jogo através de uma amiga minha, quando estava a utilizar o tablet dela, e não resisti a instalar logo no meu telemóvel ( felizmente, é um jogo muito levezinho, que até o meu telemóvel, que se queixa sempre de falta de bateria, conseguiu instalar.) Os jogos mais viciantes são, por vezes, o mais simples ( muitos jogos de sucesso que foram lançados para smartphones têm, na verdade, uma jogabilidade bastante simples). E este é mais um desse género. Trata-se de um jogo bastante colorido. Basicamente, o jogador está ao comando de uma pequena " bolinha", que vai adquirindo cores diferentes, e a dificuldade está em ultrapassar os obstáculos que rodam, quando estes estão na cor certa ( a cor da "bolinha"). Além dos níveis base do jogo ( obstáculos que rodam), existem outros modos de jogo, como "Color Fly", "Gravity" e "Split". É, sem dúvida, um jogo muito bom que dá para horas de entretenimento, e é bom para passar o tempo enquanto se espera pelo autocarro, por uma consulta ou estão numa aula seca.

4. Escrever é um bocadinho isto: Este post , que partilha a citação fabulosa de um livro pelo qual ganhei curiosidade de ler, descreve na perfeição o meu sentimento em relação à escrita. Se me fizessem a pergunta " O que é que preferes que sobreviva, o teu corpo ou as tuas histórias?", eu responderia exatamente o mesmo que está neste post, prefiro que sobrevivam as minhas histórias. Nós, os seres humanos, somos mortais, mas as nossas palavras têm o poder de , talvez, durar muitos mais anos do que nós. É isto que me encanta na escrita, e um dos motivos pelo qual escrevo. Poderei nunca ser a blogger ou escritora mais famosa do mundo, mas as minhas palavras ficarão em algum lugar, guardadas, e alguém as lerá. 

5. 5 Regras para emprestar livros: Tal como este post defende, cada livro é uma viagem, que merece ser partilhada por mais do que uma pessoa. No entanto, existem certas regras que devemos cumprir para nos certificarmos que o livro que emprestamos volta para nós e em bom estado. Confesso, não gosto muito de emprestar livros, porque nem toda a gente os trata tão bem como eu, mas sempre que o faço, tento cumprir estas regras.


E vocês? Como foi o vosso mês?

29.11.16

7 sinais de que precisas de um telemóvel novo


Comprar um telemóvel é sempre um grande investimento, principalmente nos dias de hoje, em que os smartphones são muito caros ( os mais baratos custam 200 euros, 100 euros se já for muito antigo, e os mais caros podem chegar aos 1000 euros). O que é mais frustrante é que comprar um smartphone é um investimento a curto prazo porque estes nunca duram mais do que dois ou três anos. Antigamente, os telemóveis duravam 5 ou mais anos!

Comprar um telemóvel novo é sempre uma grande decisão, que tem que ser muito ponderada, por isso certifica-te sempre que realmente precisas de um novo, e que não estás a fazê-lo apenas porque saiu um novo num mercado ou porque toda a gente tem x modelo.


1. As apps estão sempre a bloquear: Quando tu clicas numa app qualquer e ela bloqueia mesmo antes da usares, talvez seja sinal que é altura de mudares de telemóvel. Claro que há sempre aplicações que bloqueiam por causa de erros ou bugs, porém, se é algo que acontece regularmente, é porque o sistema operativo do teu telemóvel já é demasiado antigo para aguentar com aplicações novas ou mesmo com as que já tem.

2. Desliga-se ou bloqueia do nada: Os telemóveis, passado alguns anos, podem começar a desligar ou a bloquear do nada. Passado algum tempo, os telemóveis, principalmente os smartphones, começam a dar este tipo de problemas, é um grande sinal para compares um novo. Não queres estar a meio de um dia de escola/trabalho e, de repente, não teres forma de contactar ninguém.

3. As notificações de chamadas/sms demoram a chegar ou nunca chegam: Não há nada mais irritante do que pensares que não recebeste nenhuma chamada ou sms, e depois teres amigos a contactarem-te pelo facebook, a dizer que estão fartos de te ligar e tu não atendeste. Quando o telemóvel já nem sequer faz a sua principal função, que é de permitir contacto com as pessoas, significa que é mesmo altura de o trocares por um novo.

4. Não tens memória suficiente no telemóvel, mesmo quando já eliminaste tudo: Para mim isto é um mistério. Quando compramos um smartphone, ele tem muita memória, e instalamos basicamente todas as apps do mercado, mas passado dois anos já não dá para instalar nada, temos de elminar tudo, e o telemóvel ainda assim queixa-se que não tem memória. É capaz de ter a ver com a evolução dos sistemas operativos, mas o que é certo é que isto acontece com TODOS os smartphones após 2 anos. Parece que as empresas querem que compremos outro de propósito.

5. Está muito lento: Se para conseguires mandar uma sms a alguém ou simplesmente clicar numa app demoras 500 anos, está na hora de trocares de telemóvel. O telemóvel é uma coisa básica no dia a dia, mas não podes permitir que este te faça perder tempo quando podias estar a fazer outras coisas.

6. Tem muitos danos visíveis: Ecrã partido, riscos em toda a volta, só se vê metade das coisas no ecrã ( algo que acontece quando se entorna água no telemóvel, por exemplo), .... Se o teu telemóvel tem muitos danos, seja qual for a casa, e se já não tiver dentro da garantia ( se tivesse, poderias ter a sorte de receber um novo, dependendo das condições da garantia), o melhor é comprar um novo.

7. Já o tens há muitos anos: Infelizmente, os telemóveis não duram muitos anos e, tal como já disse, hoje em dia não duram mais do que dois, três anos no máximo. Ao fim de algum tempo, começam a dar todo o tipo de problemas, por isso, se é o caso do teu telemóvel, é melhor pensares em substituí-lo. É sempre um investimento mas, no final de contas, é algo que usamos muito nos dias de hoje, portanto temos que ter isso em consideração na hora de comprar um novo.

27.11.16

10 benefícios de ser uma rapariga alta


Quando era mais nova, eu odiava ser alta. Cresci muito mais depressa do que a maioria das raparigas da minha idade e, no 4º ano, já era a mais alta da minha turma. Como devem calcular, isso afeta muito a autoestima de uma criança. Eu era gozada pelos rapazes por ser demasiado alta e magra( chamavam-me "girafa"), e as raparigas também era bastante más para mim.

Fui, durante, muitos anos, a mais alta em todas as minhas turmas, e só no secundário é que me senti mais normal, uma vez que já não era a mais alta ( uma rapariga da minha turma tinha 1,85 m e eu tenho 1, 69 m) , e percebi que a nossa aparência não nos define. Agora não tenho problemas nenhuns com a minha altura, aliás adoro ser alta.

Muitas raparigas altas ( algumas bastante mais altas do que eu) sentem-se muito mal e envergonhadas por serem altas mas, na verdade, ser alta tem muitos benefícios.


1. Apareces sempre nas fotos de grupo: Porque és alta o suficiente para te pores atrás dos teus amigos, apareceres na foto, e certificares-te que não ficas cortada na mesma.

2. Não precisas de usar saltos altos: Se não gostas de saltos altos, não te precisas de sujeitar à dor e desconforto que estes causam, porque já és alta o suficiente, e já tens bonitas pernas longas que ficam bem nos vestidos.

3. Consegues pegar em coisas de prateleiras altas: Em casa, não precisas de ir buscar ao escadote para ir buscar algo ao topo da estante ou do armário, no máximo só precisas de te esticar um pouco. No supermercado, não tens que pedir a pessoas desconhecidas nem a trabalhadores para pegares em algo. Tu dominas as prateleiras!

4. Tu podias ser modelo, se quisesses: Uma das coisas que me diziam muito é que eu podia ser modelo, porque sou magra e alta. Agora não dizem tanto, porque ganhei algumas curvas( continuo magra, mas tenho ancas e rabo)... Mas é tão fixe dizer que só não se é modelo porque não se quer.

5. A maioria das roupas assentam-te bem: A maior parte das roupas é desenhada para pessoa altas, por isso, se és uma rapariga alta, ir às compras não é um problema para ti.

6. Podes ganhar uns quilinhos extra que ninguém repara: Tenho amigas baixinhas que, basta engordar um quilo, e um vestido já não lhes serve. Eu, às vezes, queixo-me que engordo um quilo, e as pessoas dizem que sou maluca, que ninguém nota diferença em mim.

7. Os vestidos compridos ficam-te muito bem: Na minha opinião, os vestidos compridos até aos pés ficam melhor em raparigas altas do que baixas. Sem ofensa, mas as raparigas baixas, quando usam este tipo de vestidos, parece que se estão a afogar nele! 

8. Vês melhor num concerto: Num concerto, mesmo estando na fila detrás, tens mais probabilidade de ver para o palco.

9. Seres levada mais a sério pelos adultos desde nova: Se és uma rapariga alta, provavelmente és desde muito nova, o que significa que já eras levada a sério por pais e professores desde criança. E, sobretudo na infância/adolescência, isso é uma grande vantagem.

10. Chegas mais depressa aos sítios: Pernas longas significam passos mais longos, logo caminhadas mais rápidas.


E vocês? Também são altas? Quais são os benefícios da vossa altura?

26.11.16

O que fazer quando sentes inveja de um amigo teu


Já todos nós tivemos inveja, pelo menos uma vez, de um amigo nosso, ou porque tinha uma roupa gira, ou porque tinha tirado uma boa nota num teste, ou por causa da sua nova relação amorosa. Não vale a pena mentir, já aconteceu a todos, nem que tenha sido de forma inconsciente.

Obviamente que existe inveja na boa, mas quando é má e em excesso, pode destruir amizades ( tal como já falei aqui). Portanto, o que fazer quando sentes inveja de um amigo?


1. Lembra-te do quanto te importas com o teu amigo: Quando sentes inveja de determinado amigo teu, lembrares-te o motivo pelo qual gostas e te preocupas tanto com ele ajuda bastante. Como é óbvio, tu gostas dele e desejas coisas boas para ele, caso contrário não seriam amigos. Por isso, concentrares-te nestes factos vai ajudar-te a ultrapassar estes sentimentos mais negativos.

2. Descobre porque te sentes com inveja: Sentir inveja de alguém significa, frequentemente, que temos algum tipo de insegurança ( por mais mínima que seja), ou que queremos mudar algo na nossa vida. Portanto, é importante perceber se a inveja que sentes em relação a um amigo teu tem diretamente algo a haver com ele ou se tem apenas a ver contigo, que queres algo que ele tem e que tu não tens, que queres que algo mude em ti ou na tua vida....

3. Pensa no percurso do teu amigo: Pensa no percurso que determinado amigo teu teve que fazer para chegar até onde chegou. Por exemplo, se sentes inveja do peso dele, lembra-te que ele provavelmente esforçou-me imenso para perder peso, fazendo exercício, resistindo às tentações, comendo de maneira saudável... Muito provavelmente, tens inveja de algo que não veio assim tão facilmente como tu pensas.

4. Sê gentil e dá-lhe apoio: Ao pensares no percurso dele, tal como referi acima, certamente já percebeste os obstáculos e dificuldades que ele teve de ultrapassar. Por isso, respeita isso e, em vez de te concentrares na tua inveja, concentra-te em apoiá-lo e a sentires-te feliz por ele.

5. Cada pessoa tem o seu próprio percurso: Há uma frase que eu adoro que diz tudo, que eu passo a traduzir de inglês para português  " não compares o teu capítulo 1 ao capítulo 20 de alguém". Cada pessoa tem um percurso de vida diferente, passa por obstáculos e dificuldades diferentes, tem objetivos diferentes... Portanto, não faz sentido andarmos por aí a compararmos os percursos e progressos um dos outros. Todos nós começamos em pontos diferentes e acabaremos em pontos diferentes, portanto o melhor que podemos a fazer é concentrarmo-nos na nossa própria jornada e fazer o melhor que podemos.


Já sentiram inveja de algum amigo? O que é que fizeram em relação a isso?


25.11.16

10 problemas de que só quem é viciado em livros é que percebe


Ler muito é algo muito bom e enriquecedor mas, como em tudo na vida, vem com as suas desvantagens.

Embora estejas a divertir-te a ler livros e a estimular a tua mente, também tens que enfrentar estes problemas. Não é uma vida fácil. Quem entra no mundo dos viciados em livros, nunca mais sai! E, definitivamente, tem que enfrentar estes problemas.


1. Comprar mais livros do que aqueles que precisas: Já tens 16382929 de livros não lidos na estante, mas ainda assim tu insistes em comprar mais. Muitas pessoas acham que gastas demasiado dinheiro em livros e que já tens muitos mas, para ti, livros nunca são demais.

2. Conhecer pessoas que se recusam a ler: Infelizmente, existe um grupo de pessoas que não só não lê, como se recusa a fazê-lo e ainda acha que isso as torna mais fixes. São factos da vida que as pessoas viciadas em livros nunca vão perceber.

3. Desejar estar no mundo fantástico retratado num livro: Quem já leu Harry Potter, certamente já desejou ir para esse mundo mágico, longe dos problemas do dia a dia (infelizmente, a carta de Hogwarts nunca chegou à nossa caixa de correio...). Apesar de os mundos dos livros serem mais perigosos e cheios de inimigos do que o nosso mundo real, isso não nos impede de desejar entrar nesse mundo, talvez pela falta de rotina, ou pela aventura que seria.

4. "Ressaca" de um livro: Ter uma "ressaca" de um livro significa que um livro foi tão bom, mas tão bom, que quando o acabaste ficaste com uma sensação de vazio e ficaste a perguntar-te " Mas que raio é que eu vou fazer à minha vida agora?".

5. Decidir o que ler: Uma pessoa viciada em livros que se preze tem uma lista de livros do quer ler na agenda ou na última folha de um caderno. Ainda assim, é muito difícil escolher o que ler, porque a lista é enorme e, além disso, o livro tem que ser tão bom como o livro anterior que leste ( e se sofreste do ponto 4, ainda pior, o livro tem que ser tão espetacular como esse!).

6. Adaptações dos livros para filmes: Eu não gosto de ser a pessoa que diz isto aos amigos não-leitores, mas 90% das vezes o livro é melhor que o filme. Anyway, quando sai a adaptação de um livro no filme, todos os viciados em livros vão ao cinema, não só pela história, mas para verificar que a história do livro foi respeitada, que puseram lá todos os detalhes importantes, que as personagens estão bem retratadas, entre outros critérios rígidos... Nestas cenas de adaptações, os viciados em livros são piores do que o júri do Masterchef Austrália!

7. Estar a noite toda a ler um livro: Uma hora antes de ir para a cama, decides ler umas páginas de um livro novinho em folha. Acontece que o livro tornou-se a melhor coisa que já leste, e não consegues ir para a cama sem ler o que vai acontecer a seguir. Quando dás contas, tens um livro acabado nas mãos e já existe luz do sol.

8. Apaixonares-te por uma personagem fictícia: Apaixonares-te por alguém já é suficientemente difícil, pior ainda quando a pessoa por quem tu te apaixonaste não existe na realidade, existe no mundo da ficção!

9. A crueldade que é quando os escritores matam as tuas personagens preferidas: Tu adoras uma personagem durante o livro todo e, no final, o escritor mata-a da maneira mais fria e trágica possível. Why?

10. Decidir se sais com os amigos ou ficas a ler mais um capítulo: Isso é sequer uma pergunta que se faça? Vou mas é ficar aqui, a ler um livro, porque nos livros a vida é muito mais interessante que a vida real.


E vocês? Também são viciados em livros? Que problemas enfrentam?

24.11.16

15 factos duros sobre a vida que ninguém quer admitir


Ainda só tenho 19 anos, por isso certamente não sei muito sobre a vida se compararmos com uma pessoa de 30 ou de 40 anos, por exemplo. Porém, na minha curta existência, apercebi-me de certos factos que, de tão duros que são, todos nós tendemos a ignorar, porque talvez seja mais fácil (sobre)viver assim, ignorando esses factos, do que nos confrontarmos com os mesmos e vivermos a sério.

Nem sempre é fácil aceitá-los e tentar agir de acordo com estes, mas vamos tentar relembrarmo-nos de alguns destes.


1. Há muitas coisas na nossa vida que não podemos controlar: Muitas mais do que imaginamos até. No entanto, não podes controlar tudo na tua vida, mas podes controlar a tua atitude e a maneira como lidas com essas situações.

2. As nossas expectativas tornam-nos, frequentemente, mais infelizes: Uma das grandes lições que aprendi com 18 anos é que criar expetativas, frequentemente, cria desilusões e tornam-nos mais infelizes. A vida é imprevisível, nunca sabemos o que poderá acontecer no dia a seguir e que poderá fazer-nos mudar os nossos planos. É bom fazer planos e criar certas expectativas para nós mesmos, mas nunca devemos criar demasiadas.

3. Somos muitos imperfeitos e vamos sê-lo sempre: Se estás à espera de seres perfeito naquilo que fazes para partilhar as tuas ideias, talentos, e histórias, nunca as irás partilhar. Vão sempre existir coisas que podemos melhorar em nós e, sinceramente, é isso que torna a vida interessante.

4. Doar dinheiro é menos importante do que doar tempo: Por muito que o dinheiro seja importante e possa até ajudar os outros ( inclusive os pobres), dar tempo aos outros é o melhor que podemos dar. Às vezes, estar presente, ter umas palavras amigas para dizer ou um abraço vale muito mais do que dinheiro.

5. Não consegues fazer toda a gente feliz e, se tentares isso, perdes-te a ti próprio/a: Não dá para agradar a toda a gente.

6. Pensar demasiado é tempo desperdiçado: Este post que escrevi sobre o assunto diz tudo o que eu penso sobre isto.

7. As melhores lições aprendem-se das maneiras mais difíceis: Mantêm-te forte. Provavelmente, a fase má que estás a atravessar agora vai-te ensinar uma lição de vida muito valiosa. Há sempre algo para aprender com os nossos piores momentos.

8. O sucesso sobe-nos facilmente à cabeça, e o fracasso chega facilmente ao nosso coração: O verdadeiro carácter de uma pessoa revela-se na maneira como ela lida com os seus altos e baixos. Sê humilde nos teus sucessos. Têm fé nos teus fracassos.

9. Muitas das discussões que nós temos com os outros não servem para nada: Sê seletivo/a nas tuas batalhas. Escolhe aquilo pelo que vale realmente a pena lutar.


10. Nem sempre recebemos aquilo que damos: Nem sempre as pessoas nos retribuem a simpatia, o respeito e o amor que temos por elas, entre outras coisas. Ainda assim devemos dar sempre, no mínimo, respeito a elas.

11. Se queremos os benefícios de algo nas nossa vida, também vamos ter que aceitar os custos: Não há nada na vida que não venha com os seus riscos e custos. Nós só podemos é escolher os riscos e custos com que queremos lidar.

12. Confundimos estar demasiado ocupados com ser produtivos: Estar demasiado ocupado/a não significa que estejas a ser produtivo. Concentra-te nas tarefas mais importantes e larga o acessório.

13.  O nosso talento não significa nada se não trabalharmos arduamente e não formos persistentes: Muitos talentosos nunca saíram da casa dos pais.


14. Nós vamos morrer e não sabemos como e quando: Todos nós vamos morrer e sabemos disso, mas parece que ignoramos esse facto e pensamos que somos imortais. Não sabemos como e quando vamos morrer, podemos morrer mais cedo do que pensamos, por isso há que viver ao máximo.

15. Todas as pessoas de quem gostas vão morrer: Por isso, aproveita enquanto podes para estar com elas, dizer o quanto gostas delas, estar presente e perdoar.


E vocês? Quais são os factos duros sobre a vida que acham que as pessoas tendem a ignorar?

23.11.16

10 coisas fáceis que todos nós nos sentimos orgulhosos de fazer


Em época de trabalho, pode ser bastante difícil e até avassalador ter que lidar com tantas tarefas e responsabilidades. Tanto que, às vezes, conseguir fazer as mais simples tarefas do dia a dia já é motivo de festejo. Não consegui entregar aquele relatório a tempo, mas ao menos saí da cama, já é uma grande conquista, não é?


1. Acordar a tempo da tua aula das 8 horas: Sim, porque sair da cama antes do nascer do sol pode ser um grande desafio.

2. Levar lanche de casa em vez de comprar no bar da escola/faculdade: E poupares uns eurinhos extra no final do mês.

3. Pôr/tirar a louça da máquina: Pelos menos uma vez na vida não acumulas loiça na mesa ahahah.

4. Usar a tua agenda em vez de a deixar esquecida num canto: E fazer com que ela realmente seja usada o ano todo.

5. Fazer a cama de manhã: Porque, na maior parte dos dias, ou não tens tempo ou preferes gastar esse tempo noutras coisas.

6. Só comer fora uma vez por semana: Porque é difícil resistir quando tens o McDonalds, o Burguer King e um restaurante italiano à tua beira.

7. Sair com os amigos em vez de ficar em casa a ver filmes: Pela primeira vez na vida sais a uma sexta-fera à noite e és uma pessoa sociável.

8. Estudar uma hora seguida sem procrastinar: Porque ler 2739028374 páginas de matéria pode ser bastante aborrecido. Ainda por cima, é fácil cair na tentação quando tens o telemóvel, o PC e a televisão tão próximas de ti.

9. Ir para a cama a uma hora razoável: Porque é muito mais fácil ver mais um episódio da tua séria favorita.

10. Ter sobrevivido a mais um dia: Porque, às vezes, o facto de apenas existirmos já é muito cansativo.


E vocês? Já se sentiram orgulhosos de fazer alguma destas coisas?

22.11.16

10 citações que te vão inspirar a ter uma alimentação saudável


Hoje em dia, não faltam livros e dicas nos meios de comunicação sobre como ter uma alimentação saudável ( eu própria já escrevi um post sobre isto). É certo que, por vezes, a alimentação saudável é mais cara mas, com um pouco de "ginástica" no orçamento e compras inteligentes no supermercado, é possível comer de forma saudável e sem gastar muito dinheiro. 

Porém, muitas vezes o que falta mesmo é uma dose de motivação. Por isso, se queres perder peso, ou simplesmente queres começar a comer de forma mais saudável, estas 10 citações vão dar-te uma motivação extra  para atingires os teus objetivos.


1. "Nós somos o que comemos".

2." Faz dos alimentos o teu tratamento".

3. " Uma maçã por dia mantêm o doutor longe" ( Soa melhor em inglês " An apple a day keeps the doctor away").

4. " Se o problema não é a fome, então a comida não é a solução".

5. " Devemos comer para viver, não viver para comer" (Cicero).

6. " A nossa saúde parece sempre mais valiosa depois de a perdermos".

7. " Cuida do teu corpo. É o único sítio onde viverás" (Jim Rohn).

8. " A comida que comes pode ser a forma mais segura e poderosa de medicina ou a forma mais lenta de veneno" (Ann Wigmore).

9. " Não comas nada que a tua avó não considerasse comida".

10. "Comer é uma necessidade, mas comer de forma inteligente é uma arte".


Quais são as vossas citações preferidas?

21.11.16

Porque não deves fazer diretas para estudar


Como já devem ter lido aqui, eu não sou a favor de diretas para estudar. Devemos estudar várias horas, algumas à noite se necessário, mas daí a fazer direta já não concordo. Porém, para muitos estudantes, as diretas parecem ser a solução para trabalhos que precisam de ser feitos à última da hora, para estudo acumulado e para trabalhos de grupo.

Porém, fazer uma direta tem muitos contras, para além da óbvia falta de sono e, a longo prazo, podem prejudicar seriamente o teu organismo. Aqui estão algumas razões pelas quais não deves fazer diretas.


1. Privação de sono: Esta é óbvia. Ao fazer diretas, estás a perder tempo que deverias usar para dormir e, no dia a seguir, vais parecer um autêntico "zombie".

2. Horários de sono trocados: Se tens por hábito fazer muitas diretas, passado algum tempo, os teus horários de sono vão ficar trocados. Se fazes sempre direta na noite antes da frequência da manhã, dormes de tarde, e à noite voltas a estudar, é muito provável que nas noites em que queiras efetivamente dormir não o consigas fazer.

3. Fracas capacidades de gestão de tempo: Se estás sempre a acumular matéria ou trabalhos, e fazes tudo na noite anterior ao prazo da entrega, com o passar do tempo, isso vai-se tornar um ciclo vicioso. Quando acabares todos os teus trabalhos acumulados à última da hora, terás outros tantos acumulados, e tudo isso poderia ser resolvido se não deixasses sempre tudo para a última hora e fizesses tudo em diretas. Além disso, fazer coisas em cima da hora pode resultar na tua vida de estudante, mas certamente não resultará quando entrares no mundo de trabalho.

4. O teu cérebro não vai cooperar: Certamente, já deves ter reparado que o teu cérebro desliga ao fim de longo dia, sempre a uma mesma hora. Claro que para uns é mais cedo e para outros é mais tarde, mas o teu cérebro tem tendência a " desligar-se" a uma hora certinha. Isto acontece porque este teve a trabalhar o dia todo, esteve sujeito a mil e um estímulos e, obviamente, também se cansa. O que acontece quando fazes diretas, é que o teu cérebro, muito provavelmente, já não vai colaborar a partir de certa hora, que era supostamente a sua hora de descansar e, basicamente, o teu trabalho não será tão produtivo como seria se o tivesses a fazer durante o dia.

5. Não vais conseguir recordar-te de grande parto do que estudaste nessa noite: Por muito que aches que até estás a memorizar bem a matéria, na verdade, não estás. Devido ao ponto anterior, terás muitas dificuldades em memorizar o que quer que seja, coisas simples vão parecer-te mais difíceis,... Podes até saber conceitos soltos, mas não conseguirás compreender a matéria no seu todo.

6. Não vais conseguir estar atento nas aulas de tarde: Caso tenhas aulas de tarde, é muito provável que não consigas estar atento/a, ou pior, que adormeças a meio desta.

7. A longo prazo, as tua capacidade de concentração irá diminuir: Se fazer diretas é um hábito já comum para ti é muito provável que, a longo prazo, a tua capacidade de concentração diminua. Mesmo nos dias em que não faças diretas e durmas bem, terás mais dificuldades em concentrares-te no que quer que seja, em perceberes as coisas e em estudares.


20.11.16

Filme: Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los (2016)


Na sexta-feira, recebi um convite inesperado da minha prima para ir ao cinema ver este filme, e não hesitei em aceitá-lo. Sendo eu uma adepta do mundo mágico de Harry Potter, quando soube que este filme iria estrear, fiquei bastante curiosa e ansiosa para poder reviver um pouco da magia que marcou a minha infância, desta vez com uma nova história, novas personagens e numa época diferente.

Hoje partilho com vocês a minha opinião, sem spoilers, prometo!


Sinopse


" Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los" começa em 1926, quando Newt Scamander termina a sua excursão global para encontrar e documentar um extraordinário leque de criaturas mágicas. Chegado a Nova Iorque para uma rápida estadia, poderia ter passado despercebido... se não fosse um SemMage (denominativo de Muggle, em Americano) chamado Jacob, uma mala mágica extraviada e a fuga de algumas das suas criaturas fantásticas, que vão lançar problemas quer ao mundo dos feiticeiros quer ao mundo dos SemMages.
( Trailer: aqui ).


A minha opinião


Antes de mais nada, vamos só esclarecer aqui umas coisas: isto não é o Harry Potter. É o mesmo mundo, claro, poderão ver a mesma magia no filme ( e que tão bom que foi reviver essa magia!), mas não ouvirão falar de avós ou bisavós do Harry Potter, de Hogwarts ( só verão uma breve referência, no início do filme saberão que Newt Scamander foi expulso da escola, e não se preocupem, isto não é um spoiler ) ou quaisquer outras personagens ou parentes ( apenas algumas breves referências). Obviamente que a magia de Hogwarts está presente em todo o filme, mas não é aquela magia tão viva e quente que caracteriza a escola. 

Portanto, tal como já referi, esta é uma história que se passa no mundo de magia de Harry Potter, mas nada tem a ver com os filmes anteriores. É uma história diferente, com personagens diferentes, e numa época diferente ( os anos 20). Mas desengane-se quem acha que a história tem menos encanto, porque têm muito encanto e magia.

O enredo do filme não desiludiu. Existiu drama, ação, comédia, muitas reviravoltas... Sim, isto parece-se um pouco com as histórias a que J.K Rowling já nos habituou. E sobretudo, existiu muita magia, e as criaturas mágicas da mala de Newt Scamander são muito encantadoras ( algumas bastante fofinhas!).

A meu ver, a escolha do elenco foi bastante acertada. O Eddie Redmayne é um ator fantástico ( como já tinha constatado ao ver " A Rapariga Dinamarquesa" e " A Teoria de Tudo"), mas os outros atores não lhe ficaram atrás. Os atores no papel de Auror Tina ( Katherine Waterston), Queenie (Alison Sudol) e no de SemMage Jacob ( Dan Fogler) foram quase tão bons como ele. Na verdade, a minha personagem favorita nem foi o protagonista ( apesar de ter adorado a prestação dele), mas sim a do SemMage ( que riso que este foi!) e aquela criatura fantástica que tem uma fixação por objetos brilhantes ( esqueci-me agora do nome desta, mas quem souber que diga nos comentários). 

Visualmente, o filme foi muito giro. Não o vi em 3D ( essa sala já estava cheia quando eu comprei o bilhete), mas todos os efeitos especiais foram igualmente bons e contribuiram para dar aquele ar encantado do mundo de Harry Potter ( e algumas cenas fizeram lembrar-me mesmo Hogwarts). 

Enfim, foi um filme muito bom. Acho que todos os fãs de Harry Potter sairão da sala de cinema de coração cheio, nostalgia, orgulho e, sobretudo, muitas saudades de um mundo que encantou a sua infância. Mesmo os espectadores que nunca virão Harry Potter sairam de lá felizes e com vontade de ver a saga. 

" Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los" é o primeiro de 5 filmes. O próximo filme estreará em 2018.


E vocês? Já viram o filme? O que acharam?

19.11.16

10 lições que todas nós aprendemos com " Say Yes to the Dress"



A maioria de nós, mulheres, já viu o programa do TLC " Say Yes to The Dress", pelo menos uma vez. Para quem não sabe, este programa passa-se numa loja de vestidos de noivas nos Estados Unidos, em que inúmeras noivas, dos mais variados sítios da América, escolhem os seus vestidos, com ajuda dos vendedores e da sua família/amigos. Muitas de nós vimos aquilo por puro entretenimento, mesmo não não estando noivas, mas porque é realmente divertido ver aquilo e, por vezes, emotivo ( quem é que já  se emocionou num ou noutro episódio, com a história de uma noiva?).

Apesar de ser, muitas vezes, um programa para entreter e passar tempo, há muitas lições que nós, mulheres, podemos aprender com este, caso um dia também comecemos a jornada de escolher o nosso vestido de noiva.


1. Vai para a loja com um orçamento em mente: É, sem dúvida, muito importante, porque senão arriscas-te a que o vendedor te impinja vestidos caríssimos, e depois vês a tua conta a descer catastroficamente.

2. Não experimentes vestidos que ultrapassem o teu orçamento: Normalmente ( ou pelo menos era assim no programa), os vendedores só te mostram vestidos cujo preço esteja abaixo do teu orçamento, mas há sempre noivas muito espertas que lhes dá na cabeça experimentar o vestido da montra, apaixonam-se por ele e adivinha? O preço desse mesmo vestido ultrapassa imenso o orçamento. Por isso, o melhor é concentrarmo-nos nos vestidos que estão no nosso orçamento e esquecer os outros.

3. Há vestidos para todos os orçamentos: Felizmente, outra das lições que podemos aprender com o programa é que há vestidos para todos orçamentos, mesmo para aqueles mais pequenos e que parecem, à primeira vista, que não dão para comprar nada.

4. Por muito bom que seja o vendedor, a família/amigos são os teus verdadeiros "vendedores": No programa, todos os vendedores eram muito competentes mas, no final de contas, as noivas recorriam sempre mais aos seus familiares e amigos. E é assim que deve ser. A nossa família e amigos conhecem-nos melhor do que ninguém, por isso devemos sempre ouvi-los e valorizar a opinião deles.

5. Porém, não vás acompanhada de demasiada gente: Por muito que a opinião dos teus amigos e familiares seja importante, tenta não ir acompanhada de muito gente. Quantas mais pessoas forem, mais opiniões divergentes vão existir, logo vai existir mais confusão e drama desnecessário. Escolhe pessoas que tenham uma boa noção daquilo que é o teu estilo, que tenham bom gosto, que sejam opinativos mas que, acima de tudo, respeitem a tua opinião e não se apoderem do teu momento.

6. As mães podem ser lixadas, principalmente quando são elas a pagar o vestido: Nós, mulheres, valorizamos a opinião da nossa mãe acima das outras. Porém, se há coisa que aprendi a ver o programa é que as mães podem ser lixadas, principalmente quando são elas que vão pagar o vestido. Às vezes, as mães esquecem-se que quem vai casar é a filha, e impõem demasiado a sua opinião, obrigam a filha a comprar o vestido que elas gostam só porque são elas que pagam, e não deixam a filha comprar aquele que ela realmente quer.

7. Não sigas modas na hora de escolher o vestido de noiva: As tendências passam de moda, mas o teu vestido de noiva será algo que ficará para sempre na tua memória e gravado em fotografias. Não queres ter de olhar para as fotografias do teu casamento daqui a 20 anos e pensares " que vestido horroroso!". Esquece aquilo que está na moda e compra algo que te assente bem, que seja bonito, que transmita a tua personalidade e com que te sintas bem. Se quiseres que o vestido seja mesmo intemporal, lembra-te, quanto mais simples for o vestido, mais intemporal é.

8. O processo de procurar o teu vestido de noiva exige paciência: O vestido de noiva é algo que vai ficar para sempre na tua memória, portanto tu queres que ele seja perfeito. Obviamente que encontrar o vestido certo para ti vai demorar tempo, portanto é preciso ter muita paciência, não te precipitares e comprares o primeiro que vires, ir a várias lojas se for necessário...

9. Lembra-te daquilo que é mais importante: Às vezes, as noivas tão preocupadas com o vestido de noiva, que se esquecem  de que vão casar e de apreciarem esse facto, e esquecem-se também de planear todos os outros aspetos do casamento. O vestido de noiva é muito importante, obviamente, mas não deixes que isso seja o mais importante.

10. Tu vais saber quando encontraste o "tal" vestido: Quando encontrares o vestido perfeito para ti, tu vais saber. Podes demorar mais ou menos do que as outras noivas, podes estar bastante indecisa e confusa, mas quando experimentares o teu vestido de noiva tu saberás que é aquele que queres comprar.


E vocês? Já alguma vez viram este programa? O que é que aprenderam com este?

18.11.16

5 "máscaras" que todos nós já pusemos à frente dos outros


Não vale a pena mentir. Todos nós já pusemos " máscaras" à frente dos outros, pelo menos uma vez. E não, não estou a falar do Halloween nem do Carnaval. Estou a falar das nossas tentativas de pertença à sociedade ou a determinado grupo.

Tentarmos pertencer a determinado grupo é normal. O ser humano é um ser social, o que significa que a nossa necessidade de nos integrarmos é natural, quase que diria que é algo instintivo. O que não é normal é alterarmos a nossa personalidade ou mesmo criarmos uma totalmente nova para nos integrarmos em determinado grupo.

Sou a favor que, acima de tudo, devemos ser sempre nós próprios. Eventualmente, as pessoas certas virão ter connosco. Por isso, todos nós devemos parar de usar estas máscaras à frente dos outros.


1. Fingir que estás bem quando não estás: Eu sei, esta aqui é um pouco complicado. Há pessoas que perguntam "Tudo bem?" sem querer mesmo saber se estamos bem ou não ( como já falei aqui) e, nesses casos, é melhor fingir que está tudo bem, e não dizer nada. No entanto, quando alguém te humilha, te faz sentir embaraçado/a ou magoa os teus sentimentos, não tens que fingir que está tudo bem, que não te afetou, tens que expressar os teus sentimentos ( porque somos todos humanos e, como tal, temos sentimentos), e dizer à outra pessoa que o que ela fez não é correto. Pode não resolver nada ( porque, infelizmente, há pessoas mesmo parvas) mas, ao menos, " bateste o pé". Claro que não precisas de fazer um grande escândalo, é só expressar os teus sentimentos.

2. Fingir que gostas de algo que não gostas: Quem nunca fingiu gostar de um certo filme ou de uma banda, só para se integrar melhor num grupo? Não tens que ter todos os interesses em comum com os teus amigos. Se não gostas de algo, tens todo o direito de não gostar, tens a tua opinião e os teus gostos, e isso não deve ser a única coisa a ter conta pelos teus amigos na hora de te incluir ou não.

3. Fingir que és mais burra do que aquilo que és ( no caso das raparigas): Isto acontece muito nas raparigas. Ainda há aquela crença de que os rapazes gostam mais das raparigas burras do que inteligentes, o que é totalmente mentira! Tirando aqueles que só se querem aproveitar das gajas, os rapazes sentem-se atraídos, não só pela aparência das raparigas, como pela sua personalidade. Por isso, não há necessidade de fingires que não percebes nada da matéria da escola e desceres as tuas notas. Se um rapaz gostar de ti, vai gostar de ti por aquilo que tu és e não por aquilo que finges ser.

4. Fingir que és muito experiente e já fizeste de tudo: Não tens que mentir aos teus amigos, dizendo que és muito viajado/a, que já beijaste muitos rapazes/raparigas, ou que conseguiste muitos números de telefone numa festa. Se nunca beijaste um rapaz /rapariga ou nunca saíste da Península Ibérica, por exemplo, não tens que ter vergonha de o admitir.

5. Fingir que gostas de festas: Há tantas, mas tantas pessoas a fingir que gostam de festas( principalmente a malta jovem)! Na minha faculdade, vejo tanta gente a fingir que adora o sabor de cerveja e a música aos berros quando, na verdade, preferia estar em casa a ver um filme. Parece que ir a festas é algo que está na moda, porém, se tu não gostas, não tens de o fazer. Existem muitas outras coisas que podes fazer com os teus amigos sem ser sair à noite, como passear, ir ao centro comercial, à praia, ao cinema, almoçar juntos...


E vocês? Já usaram algumas destas " máscaras" à frente dos outros? Que outras usaram?

17.11.16

5 maneiras de seres um melhor ouvinte


Confesso, sou uma tagarela. Sou muito tímida quando conheço uma pessoas mas, de que ganho confiança com ela, nunca mais me calo. Porém, reconheço a importância de ser bom ouvinte e tento fazê-lo sempre que posso ( e, pelos o que os outros me dizem, acho quem sou bem sucedida nisso), porque as outras pessoas também gostam de ser ouvidas e de se sentirem compreendidas.

Já falei aqui e aqui que ser bom ouvinte é uma das melhores qualidades que uma pessoa pode ter. No entanto, nem sempre é fácil fazê-lo. Muitas vezes, estamos com tanta vontade de falar que nos esquecemos que a outra pessoa também o quer fazer. E, mesmo quando a outra pessoa está a falar e a contar a sua vida toda, não nos conseguimos lembrar de uma única palavra, porque estávamos concentrados do que íamos dizer a seguir. Não vale a pena negar, já nos aconteceu a todos.

Como combater isso?


1. Para de pensar naquilo que vais dizer a seguir: Eu acho que esta é a causa de todos os problemas que advém de ser mau ouvinte. Às vezes, o teu cérebro já avançou a conversa toda da outra pessoa e, quando dás conta, estás a planear o que vais dizer a seguir. Em vez de fazer isto, tenta concentrar-te na história da outra pessoa, fica atenta aos pormenores e a partir daí é que constróis uma resposta.

2. Usa a tua linguagem corporal: Pensa na maneira como falarias para uma criança de 3 anos. Quando falamos para crianças, tendemos a manter mais o contacto visual com ela, a fazer mais expressões faciais... Não precisas de ser assim tão extremo/a com adultos, mas usa a mesma técnica, mantém o contacto visual e usa a linguagem corporal para mostrares que estás a ouvir e interessado/a na conversa.

3. Larga o teu telemóvel: Se há coisa que eu mais odeio é quando estou a falar com uma pessoa e ela está sempre a mexer no telemóvel. A sério, é irritante, parece que a nossa conversa não tem interesse nenhum e que somos uma seca! Se não queres que o outro se sinta assim, larga o telemóvel e foca a tua atenção na pessoa.

4. Faz perguntas: Quando houver uma pausa na conversa, faz perguntas sobre o tópico de que estejam a falar. A pessoa vai-se sentir valorizada e agradecida por te importares com o que ela está a dizer e de quereres saber mais ou aprofundar determinado assunto.

5. Não interrompas: Já falei aqui o quanto é horrível interromper pessoas. Não só é rude como mostra que não estás interessado/a na conversa que estás a interromper. Deixa a pessoa falar e acabar o que ela tem para dizer e não a interrompas, a não ser que seja algo mesmo relevante ou para fazer uma pergunta.


E vocês? Quais é que são os vossos truques para serem melhores ouvintes?

16.11.16

Restaurante: 100 Montaditos


Há já algum tempo que andava curiosa para experimentar este restaurante, sobretudo após ter lido este post da Inês, que ainda me deu mais vontade de ir lá. Já existia um aqui em Braga, no centro comercial BragaParque, mas nunca se proporcionou ir lá. Contudo, quando abriu mesmo perto da Universidade do Minho, eu não resisti e (finalmente!) experimentei os " 100 Montaditos".

Quando eu fui ao restaurante, estavam com a promoção Euromania ( 1 euro em todas as coisas do menu, menos dos menus completos, como o "Sevilha"), portanto o espaço estava a abarrotar de estudantes! Após alguns minutos à espera, eu e as minhas amigas lá tivemos a sorte de encontrar uma mesa de quatro ( que era à beira da máquina do tabaco, o que foi chato, porque cada vez que vinha alguém comprar tabaco, tínhamos que nos mexer e uma das minhas amigas tinha que se levantar).

O restaurante " 100 Montaditos" tem uma dinâmica diferente daquela que estou habituada, mas bastante simples e eficaz. Chegam ao estabelecimento, sentam-se, pegam no papel e na caneta que estão em cima da mesa, escrevem o vosso nome e começam a registar o vosso pedido. Podem registar os montaditos que querem através dos códigos que encontram no menu ou então podem já escolher os menus existentes, como o " Sevilha" ( que foi o que eu escolhi, penso que era este o nome. Já vêm com dois montaditos incluídos, batatas fritas e bebida) , escrevem a bebida que querem e entregam no balcão. Esperam um pouco até um empregado chamar o vosso nome com um microfone. Sei que noutros estabelecimentos, utilizam um pager, o que seria mais eficaz, porque vibrava e iam buscar logo. No restaurante de Braga, quando o sítio está com muita gente, por vezes é difícil ouvir o nosso nome, é preciso estar muito atento. Porém, o atendimento em geral é bastante rápido, é um grande ponto positivo.

O menu do restaurante é mesmo gigantesco, não estou a exagerar! Há, literalmente, montaditos de tudo, até há um de oreos ( que eu irei experimentar numa próxima vez)! Quando fui, senti-me tão overwhelmed com tanto código, que acabei de pedir o menu com os montaditos já predefinidos ( mas, da próxima vez, irei aventurar-me mais).

Não caiam na tentação de pedir muitas coisas do menu. Eu sei, é barato, tem tudo bom aspeto, mas acreditem, a comida enche bastante. Mais vale pedirem pouco e, se tiverem fome, pedirem mais.


( Eu disse que o menu era gigante, não estava a brincar!)


Bem, indo agora para o que eu pedi. Como já disse, eu pedi o menu " Sevilha", que é o que podem ver na imagem abaixo.



( O outro prato de batatas fritas é de uma amiga minha, o menu só vem com um)

Tal como já disse, ao início, parece pouca comida, os montaditos parecem pequenos, mas garanto-vos que isto enche bastante! No final da refeição, eu e as minhas amigas tivemos que estar sentadas um pouco a fazer a digestão, ahahahah. Bem, falando do que eu pedi, os montaditos eram deliciosos, adorei o pão, a carne, e gostei muito das batatas fritas, com o bacon à mistura. A única coisa que eu não gostei muito foi do molho das batatas fritas, era bom, mas passado algum tempo enjoava e custava mais a comer.

O que eu mais adorei neste restaurante não foi a comida ( apesar de muito boa!), mas sim o espaço em si ( que tem uma decoração linda) e os empregados. Os empregados são muitos simpáticos! E, algo que eu não imaginava, são quase todos espanhóis! Eu sei, a marca é espanhola, mas eu pensava que era como o Mc Donalds, a marca é americana, mas os empregados são portugueses. Mas não, além da marca ser espanhola, quase todos os empregados são espanhóis, o que eu acho espetacular, uma vez que foi no país deles que criaram a marca.

Gostei muito do restaurante " 100 Montaditos". Tal a Inês referiu no seu post, não é uma experiência gastronómica inesquecível, porém, é um sítio engraçado, barato, com boa comida e um bom atendimento. É tipo um Mc Donalds, só que mais chique e sofisticado, e com mais variedade de comida. Vou, sem dúvida, voltar lá mais vezes, para experimentar os outros montaditos do menu ( mas tenho que marcar as idas lá de mês a mês ou de mais em mais tempo, uma vez que se trata de comida calórica e que " empaturra" muito).


E vocês? Já foram lá? O que acharam?

(Fotos: Primeira e segunda do restaurante " 100 Montaditos". Última da minha autoria)

15.11.16

5 videojogos que marcaram a minha infância


Ultimamente, tenho andado muito nostálgica, tenho andado com a sensação de que já nada era como antes, que antigamente era tudo muito melhor... Sim, eu sei, já pareço uma velha a falar, e acreditam que quando eu passo por jovens de 12 anos na rua, já penso " miúdos, que chatos..." ? É verdade! Estou mesmo a ficar velha e a pensar como uma!

Anyway, uma das coisas que sinto saudades na minha infância são os videojogos dos anos 90 e de 2000 a 2004 ( porque sim, as raparigas também gostam de videojogos). Hoje em dia, os jogos já não são o que eram, gira tudo à volta de aplicações de jogos nos telemóveis, cujos gráficos não são nada de espetacular ( porque dá muito trabalho meter jogos 3D em telemóveis e tablets) e cujo os níveis não oferecem grande dificuldade. Existem, aplicações de jogos muito divertidas e algumas até incríveis, mas não é o mesmo do que aqueles que eu vou referir a seguir. Provavelmente, isto deve ser o meu lado nostálgico a falar, mas é esta a minha opinião.

Adiante, hoje vou falar-vos de 5 videojogos que marcaram a minha infância.


1. Super Mario 64: Não, não estou a falar da versão da nintendo DS. Eu e os meus primos chegámos a jogar mesmo a primeira versão do Super Mario 64, na Nintendo 64, uma das primeiras consolas de jogos da Nintendo. Ainda hoje a temos, aquilo é uma raridade! Um dos primeiros jogos que eu joguei na minha infância foi o clássico Super Mario, e o primeiro contacto que tive com este foi nesta consola. Posteriormente, é que comecei a jogar Super Mario Bros na minha Gameboy. Na minha opinião, este foi um dos melhores jogos criados até hoje.




2. Mario Kart: Este foi, provavelmente, dos poucos jogos de corridas que eu joguei em criança. A única razão pela qual eu jogava este era porque dava para atirar bananas, bombas ou sabe-se lá mais o quê aos adversários ( cá entre nós, se eu não atirasse coisas aos outros, perdia sempre ahahahah). Era estúpido e maluco, e era exatamente isso o que o tornava divertido.



3. Banjo Kazooie: Tenho a impressão que este jogo não é tão conhecido como o "Super Mario 64", mas é do mesmo género. Em vez de colecionar estrelas para abrir-se portas, colecionam-se peças de puzzle para abrir novos mundos. É mesmo muito parecido com o Super Mario em termos de jogabilidade, também tem que se passar vários desafios, matar coisas pelo caminho, matar um grande "monstro no final" ( neste caso, era uma bruxa). Gostei particularmente deste jogo da minha infância, porque tinha mundos mais encantados, músicas espetaculares, uma história e personagens engraçadas e, como devem calcular, isso atrai mais uma menina do que o jogo do Super Mario, que é assim uma personagem mais para o "macho", cujo jogo tinha uma história menos clara e centrava-se mais na ação. Não estou aqui a insultar o grande clássico que o jogo foi, porque eu própria joguei e adorei, só estou a dizer que o "Banjo Kazooie" era um jogo com o qual as raparigas se identificavam mais.




4. Snake: Ok, eu sei que isto não é um videojogo, é mais um jogo que existia em todos os telemóveis, mas não pude deixar de o referir, porque esteve muito presente na minha infância. Eu nunca tive o famoso Nokia 3310, mas a minha mãe teve-o, por isso eu passava-a a vida a pedir-lho emprestado para poder jogar "Snake" e a minha cobrinha ter a maior cauda possível.





5. The Sims 2: Como já devem ter percebido, sou tão viciada no jogo " The Sims", que até já fiz um post sobre este. A primeira vez que joguei este jogo foi com o "The Sims 2", na verdade nunca joguei o primeiro de todos. Acho o jogo " The Sims" um dos melhores jogos de simulação de sempre, e o 2 é a melhor versão do jogo, dentro das que já existem, talvez por ter sido o primeiro que joguei, me dar muita nostalgia e me despertar muitas memórias da minha infância com os meus primos ( por exemplo, eu e a minha prima tínhamos uma horário em que dizia em que horas é que cada uma jogava, só para verem o grau do nosso vício ahahahah). Tenho tantas saudades deste jogo que estou a pensar comprar " The Sims 2: The Ultimate Collection", que existe na AppStore do Macbook Air, com o jogo base e todas as expansões, por apenas 30 euros ( quando era criança, só o jogo base custava 60 euros, fora as expansões, que custavam 30 euros cada).



E vocês? Jogaram alguns deste jogos na vossa infância?

14.11.16

10 respostas engraçadas para mulheres que não querem ter filhos


( Atenção: O conteúdo deste post pode ferir a suscetibilidade dos leitores mais sensíveis)

Já falei aqui que não quero ter filhos. E, tal como referi nesse post, não vejo nada de errado nisso. No entanto, a sociedade insiste em dizer que é errado , que todas as mulheres devem ter filhos, que faz parte da natureza humana, e outras tantas coisas que, na minha opinião, são ridículas. Nem toda a gente tem os mesmos objetivos de vida, para quê fazer algo só porque " é o suposto"?

Já tentei explicar a muita gente  de forma séria e honesta o motivo pelo qual não quero ter filhos, mas há pessoas que, desculpem o termo, são demasiado estúpidas para o entender. Não estou a chamá-las estúpidas no sentido de serem burras ( porque, muitas vezes, até são inteligentes), mas no sentido em que são tão orgulhosas e " mente fechada", que se recusam a compreender uma pessoa que tem uma perspetiva diferente sobre a vida.  Por isso, a essas pessoas, só nos resta dar estas respostas engraçadas, que são também bastante inteligentes.


1. Quando alguém te diz " o que é melhor do que ter filhos?": Paz, silêncio e dinheiro.

2. Se alguém te diz " vais mudar de ideias,vais ver": É possível, mas nem toda a gente muda de ideias.

3.  Se alguém te diz " boa sorte para encontrares um marido assim":  Prefiro ser solteira do que viver uma vida que não quero. 

4. Se alguém te pergunta" Não queres cuidar de alguém e ensinar-lhe tudo o que sabes?": Já é difícil o suficiente cuidar de mim própria, quanto mais dos outros.

5. Se te dizem " Tens de contribuir para a continuação da nossa espécie.":  O mundo já está com população a mais, já existem milhões e milhões de pessoas, para quê colocar aqui mais?

6. O Pai Natal não existe: E eu sou má a guardar segredos.

7. Eu podia ser a mãe do próximo assassino em série: é melhor não arriscar!

8. Eu não quero ser aquele tipo de pessoas que é odiada nos aviões: Por ter um bebé que passa a vida a chorar!

9. Eu choro por duas pessoas: Eu já choro muito, imagina o que era também ter um bebé a chorar? Era demasiado!

10. Quando te perguntam " Quem vai cuidar de ti quando fores velha": Ter um filho só para cuidar de nós quando formos velhos é um investimento arriscado. E se a criança morre entretanto ou me odeia? Pois, vou parar a um lar de idosos na mesma, e o trabalho de uma vida foi por água abaixo. Além disso, ter uma criança só para que esta cuida de nós quando formos velhas é uma razão bastante egoísta para se ser mãe. 

13.11.16

7 razões pelas quais és um blogger melhor do que aquilo que pensas



A blogosfera mudou. Estamos numa blogosfera com um ar cada vez mais profissional, com conteúdos cada vez melhores e escritos de forma mais cuidada, há cada vez mais competição... Sou da opinião que já não é qualquer pessoa que pode manter um blog, existem certas qualidades que um blogger deve ter ( como já disse aqui) para criar um bom blog.

Além de todas estas exigências, ser blogger hoje em dia está a ter mais impacto do que nunca. Começamos a marcar tendências, a partilhar muito mais do que simples devaneios, as nossas sugestões são seguidas por imensas pessoas, e alguns de nós começam a atingir níveis de popularidade semelhantes a jogadores de futebol e cantores.

Tantas exigências e competitividade resultam em muita pressão. Temos pressão para que o design do nosso blog seja bonito, para publicar regularmente mas, ao mesmo tempo, partilhar bom conteúdo, para pôr fotos bonitas e apelativas nos posts... E, no meio disto tudo, muitos bloggers sentem que não são bons o suficiente.

Se és um desses bloggers que sentem que não são bons o suficiente, este post é para ti. Estás constantemente a pensar que o teu blog é fraco, que existem blogs melhores que o teu, com mais seguidores, mais visualizações e afins? Estás sempre a pensar que tens sempre algo a melhorar no teu blog? Basicamente, todos os teus pensamentos andam à volta do " sou um/a blogger fraco?" Talvez sejas um/a blogger melhor do que aquilo que tu pensas, e estas a ser demasiado exigente contigo próprio/a. Por isso, hoje decidi escrever um post para te motivar e te orgulhares do que és, em vez de escrever mais um post sobre como melhores o teu blog. Depois de leres este post talvez te apercebas que, afinal, até és um/a excelente blogger.


1. Tens um blog: Ao teres um blog, já fizeste mais do que a maior parte das pessoas que conheces. Nem toda a gente tem um blog. A maior parte escreve em cadernos, diários, ou folhas soltas.

2. Tu já escreveste posts para o teu blog: Não fazes parte do grupo de pessoas que desistiu do blog logo depois de o criar. Já escreveste vários posts, talvez, 10, talvez 50, ou mais de 100.

3. Tu ainda escreves posts no teu blog: Há pessoas que abandonam o blog logo após duas semanas. Porém, tu ainda não o abandonaste, ainda escreves nele. Talvez não escrevas todos os dias ou 5 vezes por semana, como desejarias, mas ainda escreves nele regularmente, e é o que interessa. O que interessa é que ainda estejas comprometido/a no blog, da mesma maneira que estavas comprometido/a no primeiro dia em que o criaste.

4. Passas muito do teu tempo livre a trabalhar no blog: Estudas ou trabalhas a tempo inteiro, tens muitas tarefas e compromissos a cumprir, tens uma vida social para manter, tens pouco tempo livre, mas ainda assim gastas o pouco tempo livre que tens a trabalhar no blog. Nem toda a gente tem a capacidade de tornar o blog o seu principal hobbie, uma vez que se trata de um passatempo muito trabalhoso e, por vezes, cansativo. Por isso, orgulha-te disso.

5. Ter um blog não é fácil: Provavelmente já o sabes, mas ainda assim continuas a fazê-lo.

6. Os teus posts fazem a diferença nas pessoas: Os teus posts já fizeram as pessoas rir, chorar, já as inspiraram ou as ajudaram. De alguma forma marcaste as pessoas.

7. Quer ganhes ou não dinheiro com o teu blog, és excelente: Não importa se ganhas ou não dinheiro com o teu blog, se tens muitos ou poucos seguidores, se tens muitas visualizações... És um/a excelente blogger e, provavelmente, a blogosfera seria mais pobre sem o teu blog.


12.11.16

O problema de trabalhar por turnos rotativos


Neste semestre do meu segundo ano de Enfermagem,  tive algumas aulas sobre o sono e a cronobiologia, e  aprendi imenso ( umas das coisas que aprendi foram mitos sobre o sono, tanto que escrevi este post). É, de facto, um tema muito interessante, e podemos abordar tantos assuntos diferentes. Depois de ter escrito o post dos mitos do sono, algumas pessoas pediram-me para fazer um post a falar sobre turnos. Portanto, é disso que vou falar hoje.

Numas dessas aulas de cronobiologia, aprendi algo bastante alarmante. Aprendi o que realmente acontece ao nosso corpo e à nossa qualidade de vida em geral quando fazemos turnos rotativos. Estou aqui a fazer uma distinção entre turnos rotativos e turnos fixos, e mais à frente já vão perceber porquê. 

Hoje em dia, são muitos os trabalhadores que trabalham por turnos rotativos. Polícias, recepcionistas, pessoas que trabalham em serviços 24 horas,médicos e enfermeiros... Trabalhar por turnos implica não trabalhar as típicas 8 horas diárias, muitas vezes implica trabalhar 12 horas, trabalhar de dia ou de noite, alternadamente, horários irregulares, turnos quase seguidos,... E isto, obviamente, tem consequências para a saúde, muitas mais do que as pessoas imaginam.

O nosso organismo funciona mesmo como um autêntico relógio, mais especificamente, ciclos circandianos, que duram aproximadamente um dia. A nossa temperatura corporal, por exemplo, não é igual todo o dia, é maior de manhã e menor à noite. Também temos um ciclo de sono que é afetado pelos chamados " dadores de tempo", como a luz, a temperatura ambiente e corporal... Estes "dadores de tempo" determinam quando é hora de dormir e de acordar ( além de determinarem muitas outras coisas). Não é por acaso que costumamos dormir de noite, quando está menos barulho, está mais frio, há menos luz, " dadores de tempo" que indicam que devemos dormir.

O que acontece quando trabalhamos por tudo é que todos estes ciclos circandianos vão ser afetados. O nosso corpo vai ficar confuso por estar a trabalhar à noite, quando recebe sinais de que é hora de dormir. De dia, por mais cansados que estejam, vão ter dificuldades em adormecer, porque o vosso organismo está a receber sinais do exterior que lhe dizem que é para estar acordado, como a luz, o barulho do exterior....

Muitos trabalhadores por turnos dizem " ah e tal, já sou enfermeiro/médico há vários anos, já estou habituado a trabalhar por turnos, o meu organismo já se habituou a horários de sono irregulares". Acredito que até possam estar habituados a trabalhar por turnos, mas o vosso organismo não se adaptou. O nosso organismo tem a capacidade de se adaptar a diversos horários de sono, mesmo quando dormimos de dia (daí eu ter feito aquela distinção acima, trabalhar em turnos fixos tem menos implicações para a saúde), mas NUNCA se adapta a horários de sono irregulares. O nosso organismo é feito para acordar a horas mais ou menos certas, não para num dia acordar às 18 h e no outro acordar às 8 h. Por isso é que os trabalhadores por turnos rotativos, por norma, têm menos quantidade/qualidade de sono do que uma pessoa que não trabalhe desta forma.

Os ciclos circandianos do nosso corpo também afetam a toma dos nossos medicamentos. Certos medicamentos só se podem tomar de manhã, depois do pequeno-almoço, outros ao almoço, e outros à noite. Até a alimentação é afetada. Por exemplo, uma pessoa que saia de um turno da noite às 8 horas, provavelmente, dorme até 4 horas, e nessa hora, já não irá almoçar, o que significa que já saltou aí uma refeição.

Além destas implicações a curto prazo, existem outras implicações a longo prazo. De acordo com vários estudos, pessoas que trabalhem em turnos rotativos têm em turnos rotativos têm um risco acrescido de 30 a 50% de sofrerem doenças cardiovasculares. Além destas, também podem sofrer de fadiga crónica, problemas gastrointestinais, entre outros problemas que não vou referir ( porque é uma lista enorme que eu tive que decorar uma frequência e é melhor não saberem de tudo). A lista  de implicações para a saúde é mesmo enorme, já nem sequer incluí as pessoais ( como menos tempo para família e amigos, horário oposto ao namorado/marido...).  

Com este post não estou a dizer para acabarem com os turnos. Não, muito pelo contrário, acho-os necessários para o bom funcionamento dos vários setores de trabalho e para a sociedade. Já imaginaram um hospital sem enfermeiros e médicos à noite? Era a desgraça, uma catástrofe! Com este post eu quero alertar para que haja mais bom senso na hora de fazer horários, que os responsáveis não ponham " à maluca" turnos de noite seguidos, e pessoas a trabalhar mais horas do que o necessário, a fazer turnos de noites num dia e no a seguir a terem que ir trabalhar de manhã, porque os patrões não querem contratar mais gente. Sei que o meu apelo não vai mudar nada, porque certamente que não sou a primeira a fazê-lo, porém ao menos as pessoas têm conhecimento disto, e dão mais valor a estes profissionais.

Os turnos rotativos são essenciais, mas também acarretam muitos prejuízos para quem os fazem. Porém, quando se faz aquilo que gosta, tudo vale a pena, todo o esforço e cansaço é recompensado pelo que conseguimos fazer/criar e pelas pessoas que conseguimos tocar.


11.11.16

5 mitos sobre os idosos em que provavelmente tu acreditavas


No início do semestre do meu 2º ano de Enfermagem, dei uma matéria muito interessante, Psicologia do Adulto e do Idoso, e numa das aulas aprendemos alguns mitos sobre os idosos. Foi, de facto, uma aula muito interessante porque, pelos vistos, muitos de nós têm uma ideia errada acerca dos idosos e do processo de envelhecimento, temos muitas crenças que, na verdade não passam de mitos. Por isso, dando os créditos ao meu professor, achei interessante partilhar com vocês algumas das coisas que aprendi.


1. A maioria dos idosos não têm desejo ou capacidade para atividade sexual:  Ao contrário do estereótipo que a sociedade criou, a sexualidade continua a ser importante na vida dos idosos. Embora de maneira diferente, obviamente, as pessoas mais velhas continuam a ter desejos e a ter uma vida sexual, tirando uma minoria que tem limitações físicas e mentais mais significativas. É importante realçar que a sexualidade não se resume só a um processo biológico, também tem a ver com expressar os sentimentos e amor pela outra pessoa.

2. Muitos idosos têm dificuldade em adaptar-se à mudança: Na verdade, existem muitos idosos que se adaptam bem à mudança ( por exemplo, até há idosos a aprender a trabalhar com computadores e que criam redes sociais). Na maioria dos casos, a falta de capacidade de certas pessoas mais velhas adaptarem-se à mudança não ter a ver com a idade, mas sim com traços de personalidade. Jovens adultos que não lidem bem com mudanças tendem a continuar assim quando forem mais velhos.

3. Os problemas físicos são as primeiras limitações dos idosos: Muitos idosos não têm nenhum tipo de limitações físicas, aliás, muitos até praticam exercício físico, como andar de bicicleta, correr,... As primeiras limitações dos idosos têm a ver precisamente com estereótipos e imagem que a sociedade tem deles. Por exemplo, há sempre muito preconceito em relação a idosos que decidem ir para a universidade ou que decidem continuar a conduzir.

4. A inteligência diminui à medida que envelhecemos: Na maior parte dos casos, isto é um mito. A maior parte dos idosos continuam com as suas capacidades intelectuais intactas ou até melhoradas. Contudo, existem sempre casos em que há declínio da inteligência, sobretudo devido a problemas mentais.

5. A dor é um processo natural do envelhecimento: A dor não é uma parte do envelhecimento, é sinal de doença. Muitas pessoas, quando envelhecem, começam a ter dores e ignoram-nas porque pensam " ah, eu já sou velho" e podem estar a desenvolver alguma doença que, se fosse detectada precocemente, poderia ter solução. A dor é um sinal que o nosso organismo nos envia quando algo está mal, portanto nunca a devemos desvalorizar, independentemente da nossa idade, devemos estar sempre atentos.


E vocês? Acreditavam em algum destes mitos?