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30.9.16

5 coisas: setembro 2016



Setembro para mim, significa um mês de recomeços. Para mim, o ano não começa em janeiro, mas sim em setembro. É em setembro que eu defino os meus objetivos, que peço os meus desejos e em que rezo para que tudo corra bem, enquanto outras pessoas fazem isto no  Ano Novo. Talvez isto tenha muito a ver com o facto de os anos letivos começarem em setembro, mas sei que, provavelmente, também me sentirei assim em relação a este mês quando trabalhar.

Este mês ficou marcado pelo aniversário do blog, pela minha última semana de férias e pelo regresso à faculdade, para o 2º ano de Enfermagem. Leiam mais para saber como foi o meu mês.


5 coisas que aconteceram



1. Aniversário do blog: O blog fez dois anos logo no primeiro dia do mês, e não podia ter sido uma data melhor festejada. Recebi imensas mensagens carinhosas ( muito obrigada), fiz um Q&A, e a página do Facebook ultrapassou os 100 seguidores nesse mesmo dia. Obrigada por terem estado aí desse lado a seguirem-me. O blog já faz parte da minha vida, e já não me imagino sem ele.

2. Fui à Noite Branca: Só dei lá um saltinho na sexta à noite com o meu pai , mas valeu a pena, porque nunca tinha ido a esta festa. A Noite Branca em Braga começou no ano de 2012, ano em a cidade foi a Capital Europeia da Juventude, e devo dizer que adoro este iniciativa, é uma boa festa para reunir os amigos, para trazer para aqui alguns artistas portugueses, para promover o comércio bracarense...

3. Fui ao Porto: O Porto é daquelas cidades que nunca me canso de visitar. Já fui lá inúmeras vezes e ainda não me fartei da beleza da Invicta, das pessoas,... Na minha última semana de férias, ou seja, na primeira semana de setembro fui passar um dia ao Porto com a minha prima. Andámos de Barco, passéamos por diversas ruas da cidade, almoçamos numa esplanada com vista para o Rio Douro, tirámos imensas fotografias,... Foi, sem dúvida, um dia muito bem aproveitado.


4. Primeiro dia do segundo ano de faculdade: No dia 12 de Setembro começou o meu segundo ano de Enfermagem. Este ano, só com uma cadeira num semestre ( mas que está subdividida em várias cadeiras) e o segundo semestre só com estágio. Porém é o dobro da exigência, o dobro do trabalho, uma vez que só temos um semestre antes do estágio e toda a matéria tem que ser dada nesse curto período de tempo. Mas espírito positivo, vou conseguir fazer este ano com sucesso!

5. Primeiro jantar de curso do ano: À semelhança do meu ano de caloira ( que saudades!) fui ao primeiro jantar de curso de Enfermagem. Foi uma noite animada, com boa companhia, boa comida e muita dança. Não há melhor maneira de começar o ano do que esta!


5 Coisas que adorei



1. Nutella: Ok, antes que me perguntem, não, não foi neste mês que experimentei pela primeira vez Nutella. Aliás, eu já tinha experimentado Nutella e odiava, achava demasiado doce enjoativo. No entanto, há uns tempos atrás, fui à Nut`Braga e confesso que gostei. Este mês voltei lá e fui à do Porto, e agora estou viciada em Nutella! Quase que era capaz de pôr Nutella em tudo, quando antes era exatamente o contrário! No supermercado, até tenho que desviar o olhar quando vejo um frasco de Nutella.

2. 5 exercícios para os efectivamente preguiçosos : Quando comecei a ler este post, achei mesmo que me daria alguma "receita milagrosa" para fazer exercício sem grande esforço mas, na verdade, eu já faço todos estes exercícios ahahahah. São exercícios quando um nível de exigência adequado para alguns preguiçosos, porque sim, há preguiçosos que até estes lhes custa ahahahah. É mais um post com o sentido de humor excelente a que a autora do blog Maria das Palavras já nos habituou.

3. Primeiro dia de praxe: Se há coisa que adoro ler são posts sobre a faculdade, com dicas para futuros caloiros, e testemunhos de quem está a passar ou já passou por lá. Ajudaram-me imenso no meu ano de caloira. Também adoro ler testemunhos sobre a praxe. Na altura, foram estes testemunhos que me despertaram ainda mais o meu interesse pela praxe ( porque interesse eu já tinha, sempre vi caloiros e Doutores a praxar no centro da minha cidade, e sempre quis passar pela mesma experiência). Por isso, não podia deixar de ler este post da Carolayne, uma blogger que ingressou no Ensino Superior este ano. Adorei ler a sua experiência na praxe, fico mesmo feliz por saber que está a ter uma experiência tão boa ou melhor do que a minha.

4. Regresso "às aulas" para Universitários: Apesar de eu não ser uma típica universitária no sentido em que este texto fala, adorei esta publicação escrita por um aluno no Uniarea. O que eu me ri! Algumas das coisas são mesmo verdade!

5. Lets do nothing today: Quem lê muitos blogs do Sapo, provavelmente já conhece a Vanessa do blog " Nuages dans mon café". Recentemente, a blogger decidiu mudar de ares, transferiu o seu blog para o Blogger , fez um novo design e deu-he um novo nome, Lets do nothing today. É. sem, dúvida, um blog que vale a pena seguir, a qualidade das fotos é sempre fantástica, não tivesse a blogger jeito para a fotografia. A blogger é, também, uma excelente escritora, com posts sempre muito interessantes e bem redigidos. Sigo-a quase desde o início e tenho a certeza que continuarei a segui-la.


E vocês? Como foi o vosso mês?

29.9.16

Como manter o teu e-mail limpo e organizado


Hoje em dia, o e-mail é uma parte muito importante das nossas vidas. Todas as pessoas têm, pelo menos, uma conta e-mail, que pode ser utilizada para as mais variadas funções: trabalho, universidade, blog, contacto com os amigos...

No entanto, estar sempre a verificar novos mails pode ser uma tarefa esgotante, sobretudo se a tua conta está repleta de 172920309 deles. Quantos mais mails acumulas menos vontade tens de verificar quando aparecem novos, e isso torna-se num ciclo viciante, podendo causar também o bloqueio da tua conta por excesso de mails.

Para evitares a acumulação de tantos mails e manter a tua caixa de correio limpa, existem certas coisas que podes fazer, e é exatamente sobre isso que vou falar hoje.


1. Cancela subscrições: Ao longo do tempo, todos nós temos tendência a seguir vários newsletters  e marcas que, muitas vezes, nem nos interessam muito, e que nos enchem o e-mail de spam e publicidade. O primeiro passo para teres uma conta de correio eletrónico mais limpa é cancelar todas essas subscrições. Consegues reduzir logo 30 % dos mails que recebes.

2. Sê generoso/a na eliminação de mails: Vou ser sincera, eu sou aquele tipo de pessoas que gosta de guardar todos, mas mesmo todos os mails que recebo, porque ou quero guardá-los como recordação, ou acho que vou precisar deles no futuro. Fiz isto durante algum tempo, mas depois comecei a perceber que estava a ficar com a minha conta muito cheia, e já não me entendia no meio de tanta confusão! Por isso, tive que começar a eliminar muitos, bastantes até, mails. Portanto, o meu conselho é eliminares mesmo o maior número de mails possível, e desprenderes-te desses sentimentos em relação a eles. Mas atenção, não cliques no botão de eliminar tudo de uma vez, embora ao início sintas um alívio súbito por teres a tua caixa de correio a zeros, depois vais sentir muito pânico por não saber ao certo o que eliminaste. Elimina muito, sim, mas sempre vendo o que estás a eliminar, porque há sempre aqueles mails que são mesmo importantes.

3. Cria um e-mail para todas as tuas redes sociais: Vamos ser sinceros, grande parte da culpa dos nossas caixas de correio estarem cheias é das redes sociais. A sério, só o facebook manda-me para aí 100 mails por dia! É difícil ver os mails realmente importantes, quando tu só recebes os das redes sociais. Como resolver este problema? Certamente que não queremos fazer o ponto 1, porque até dá jeito ler as mensagens do Facebook no e-mail, por exemplo, quando não queremos que apareça o aviso de lido ou para estarmos mais atentos a essas mensagens. Portanto, a minha sugestão é criares uma nova conta de e-mail exclusiva para as redes sociais. Os smartphones, hoje em dia, permitem-te teres duas contas abertas, por podes verificar mails das duas contas.

4. Cria categorias para os mails mais importantes: Pensa nos mails mais importantes que recebes, como os da universidade ou do trabalho, das finanças,... Cria pastas dentro da tua conta com nomes como " finanças", " universidade" ou "trabalho", para ser mais fácil de verificares se existem novos mails desses.

5. Não precisas de ter o e-mail literalmente a zeros: Não precisas de realizar estes passos todos, para ficares literalmente com a tua conta de correio eletrônica vazia. O importante é teres a tua conta limpa e organizada, para certificares-te que lês sempre os mails que são importantes para ti.


E vocês? Como mantêm o vosso e-mail limpo?


28.9.16

Porque tenho um calendário editorial para o meu blog ( e como criei um)


Acho que já referi algumas vezes no blog que eu tenho um calendário editorial online para este. Não o tenho desde o início, só o tenho há cerca de um ano, mas foi a melhor coisa que já fiz pelo meu blog.

Sempre escrevi posts diários ( ou quase, às vezes falhava um dia ou dois) no meu blog, o que é um ritmo um bocado alucinante, principalmente porque sou estudante universitária, tenho uma vida social como toda a gente e o tempo não estica. Antes de ter um calendário, eu chegava ao fim do dia, sentava-me ao computador, pegava na minha lista de ideias e pensava " Sobre o que é que vou escrever hoje?". Este era, literalmente, o meu processo criativo que, como devem calcular, não era lá muito eficaz, principalmente quando publicamos posts todos os dias, e nem todos os dias temos cabeça para escrever um post de raíz.

Há cerca de um ano atrás, parei para pensar nesta maneira de escrever e publicar posts. Se queria que o meu blog continuasse a existir sem eu ter um esgotamento nervoso e sem ter insucessos escolares, teria que encontrar uma melhor forma me organizar. Andei a ler vários blogs sobre dicas blogosféricas ( principalmente estrangeiros, porque em Portugal ainda não existem muitos blogs assim), e cheguei à conclusão de que estava a precisar de criar um calendário editorial para o meu blog.

Como é que fiz um calendário editorial para o meu blog




( Na imagem, não se vê muito bem o que está escrito, mas dá para perceber a ideia. Podem clicar para ver melhor. E sim, esta imagem é do planeamento de agosto, de posts já publicados. Pensavam o quê, que iam ver os posts que tenho planeado para os próximos dias? Não sejam cuscos.)

Eu escolhi um calendário online em vez de uma agenda em papel por razões óbvias, o meu blog é anónimo, por isso não convém ter nada em papel ( se o meu blog não fosse anónimo, provavelmente faria isto em papel). Adiante, eu escolhi a aplicação Sunrise para fazer de calendário editorial, mas há pouco tempo aquilo fechou ( não sei porquê, era uma boa aplicação), e eu tive que passar a usar o Google Calendar, que acabou por se revelar igualmente bom ( além disso, a minha conta do Sunrise estava sincronizada com a conta do blog, portanto todos os posts planeados foram parar ao Google Calendar, o que me facilitou o trabalho, porque eu pensava que tinha perdido tudo). 

O Google Calendar é muito bom, porque têm vista de planeamento diária, de 4 dias, semanal e mensal . Eu, pessoalmente, uso muito a vista semanal e mensal, porque gosto de ver que posts tenho planeados para uma semana, e também gosto de organizar assim por alto os temas que vou posso abordar ao longo das semanas ( normalmente, faço isto para ter a certeza que não publico dois posts sobre blogosfera seguidos ou com intervalo de dois dias, por exemplo). 

Como podem ver na imagem acima, eu ponho sempre "Post:...", seguido do título do post que está planeado para determinado dia. Há também um código de cores com o seu significado:

  • Laranja: É para posts não publicados e que ainda vão ser ( o laranja da imagem é só para exemplificar, aquele post já foi publicado).
  • Azul: Para posts que já foram publicados. Poderia simplesmente eliminar os posts do calendário, mas gosto de recordar o que já publiquei e em que dias, e assim é uma forma fácil de visualizar tudo sem recorrer ao arquivo do meu próprio blog.
  • Vermelho: Uso isto para posts que não me posso esquecer de escrever e publicar ( como os posts da rubrica " 5 coisas". Uma vez tive quase para me esquecer de publicar um no final do mês), mas também uso para  outros avisos como responder a e-mails, lembrar-me de ver se uns links do blog funcionam...

Porque é que escolhi este esquema de cores? Se repararem , as cores representam o grau de urgência dos avisos. O azul é uma cor que representa algo com que não me tenho de preocupar muito, são posts que já foram publicados e só estão ali para consulta. O laranja representa algo mais ou menos "urgente", são posts que tenho que publicar em determinado dia. O vermelho é algo urgente de que não me quero esquecer, daí esta cor, que é forte e destaca muito.

Todos os posts que aparecem no calendário já estão devidamente escritos. Normalmente, eu nunca agendo posts ( gosto de estar presente quando estes são publicados, para ver se não há erros que deixei escapar, e para divulgar nas redes sociais) , mas gosto de escrever em avanço, porque há sempre dias em que não há inspiração nenhuma, e assim tenho posts garantidos para esses dias, não  deixo o blog " às moscas".

À primeira vista, parece bastante complicado de fazer um calendário editorial e mantê-lo, mas garanto-vos que é bastante fácil de o manter. Na verdade, até me facilita muito a vida, ando mais descontraída e despreocupada, porque sei sempre o que publicar.

Espero que tenham gostado de ver o meu método de planeamento de posts :).


Bloggers aí desse lado? Têm algum calendário editorial para planear posts?

( Foto: Studio DIY)

27.9.16

7 tipos de amigos que todos precisamos de ter no nosso grupo


Os amigos são, muito provavelmente, das coisas mais importantes que podemos ter. Porém, todos nós sabemos o quão difícil é encontrar amigos hoje em dia, pessoas com quem realmente nos identifiquemos, que sejam benéficos para nós e com quem criemos ligações.

Há medida que vamos crescendo, vamos acumulando bastantes amigos, que fazem ou não parte do nosso grupo, com quem nos relacionamos mais ou menos. Temos amigos da primária, amigos que são nossos vizinhos, amigos do Básico, do Secundário, da Universidade... E, no meio de tantas amigos, quais serão aqueles que são essenciais ter no nosso grupo e aqueles que não são? É difícil saber.

Por isso, hoje vou falar dos tipos de amigos que todos nós deveríamos ter no nosso grupo.


1. O bom ouvinte: Por vezes, tudo o que uma pessoa precisa é de ser ouvida. Às vezes, precisamos de desabafar sobre algo, algo que nos tem atormentado, mas ao mesmo tempo não queremos ouvir opiniões, só queremos "deitar as coisas cá para fora", e é aqui que o bom ouvinte entra. Este amigo vai-te ouvir do início ao fim, sem te interromper uma única vez, porque sabe que tu precisas de falar desesperadamente com alguém senão vais explodir, e sabe que tu só queres mesmo ser ouvido/a, mais nada.

2. A especialista em moda: Este amiga é muito útil quando estás indecisa entre dois vestidos, quando não sabes como aplicar aquele eyeliner, ou se simplesmente precisas de te pôr a par das novas tendências sem teres que ler mil revistas de moda. Esta amiga sabe tudo, é uma autêntica enciclopédia sobre moda e beleza!

3. O eterno otimista: Sabes aqueles dias em que te sentes mesmo em baixo, deprimido/a, e só te apetece escavar um buraco, enterrares-te lá e nunca mais saíres? Nesses dias precisas de um amigo que adore a vida, que seja alegre, animador e que, em geral, tenha uma perspetiva bastante positiva sobre a vida. É alguém a quem ligas ou com quem te encontras quando precisas de energia positiva.

4. O palhaço: A rotina de acordar, trabalhar/estudar e dormir pode ser bastante aborrecida, mas se tiveres um amigo destes ao teu lado, o teu dia a dia é muito mais engraçado. Este amigo pega nas situações mais simples do quotidiano e transforma-as em situações hilariantes. É aquele tipo de pessoa que é capaz de pôr uma turma inteira a rir com as suas palhaçadas, e é uma ótima distração do stress e dos problemas.

5. O bom conselheiro: Este é o amigo que sabe sempre o correto para se dizer, mesmo nas situações mais difíceis. Quer sejam problemas familiares, existenciais ou da vida amorosa, dá-te sempre o melhor conselho.

6. A alma da festa: Este tipo de pessoa vai obrigar-te a ires a uma festa quando já estás há mais de duas semanas a deprimir por causa do/a ex e, mesmo que na altura vás contrariado/a, no final da noite agradeces. Este amigo sabe sempre onde são as melhores festas, conhece todas as pessoas que trabalham numa discoteca e, embora não te vá ensinar grandes lições de vida, ensina-te a aproveitá-la  ao máximo e a divertires-te mais.

7. O desafiador: Este amigo vai desafiar-te a sair da tua zona de conforto, vai obrigar-te a partipares na aula, a a fazeres aquela apresentação que tanto temes, vai obrigar-te a fazer tudo o que te assusta em7 geral, mas que sabe que é o melhor para ti. Esta pessoa não tem medo de dizer o que pensa sobre ti, e desafia continuamente os teus pensamentos. Ao início, parece ser alguém muito assustador para se manter por perto mas, mais tarde, vais aperceber-te do quão longe chegaste por causa desta pessoa.


E vocês? Têm alguns destes amigos?

26.9.16

10 ideias de fotos para Instagram


O Instagram é das minhas redes sociais preferidas ( a minha outra preferida é o Twitter). Adoro a maneira como as pessoas conseguem capturar momentos através de fotos, e é sempre tão inspirador ver o feed.

Se não tens grandes objetivos na tua conta de Instagram não sentes muito pressão, mas se és alguma pessoa conhecida, um youtuber ou um blogger, certamente reconheces a importância de publicar de maneira consistente na tua conta. No entanto, por vezes, não é fácil ter ideias para novas fotos. Da mesma maneira que os escritores tem bloqueios criativos, também se tem bloqueios criativos no Instagram. A não ser que sejas uma pessoa muito viajada ( as viagens dão sempre imensas fotos), de certo que há dias em não tens muitas fotos dignas de Instagram.

Por isso, hoje decidi dar algumas ideias de fotografias que são mesmo giras para publicar no Instagram. Espero que seja útil.


1. Tira uma foto de uma vista diferente: Por exemplo, se estás a tirar uma foto a um prédio, tira-a de uma vista diferente, como de cima ou inclinada.

2. A tua caneca favorita: Todos nós temos a nossa caneca favorita, onde bebemos café, leite ou simplesmente água. Hoje em dia, existem canecas tão giras e engraçadas que vale a pena partilhar.

3. Fotos de behind the scenes: Toda a gente adora fotos dos bastidores da vida de uma pessoa, principalmente quando essa pessoa é uma celebridade ou blogger. Mas mesmo que não sejas nenhum dos dois, os teus seguidores adoram sempre ver os bastidores da tua vida, onde estudas, o teu quarto,... Não publiquei nenhuma foto de Instagram assim, mas há uns tempos atrás fiz um post dos bastidores do meu blog.

4. Um dia na tua vida: Podes escolher um dia da semana para ires publicando fotos de hora a hora ( para não sobrecarregares o feed das pessoas) da tua rotina diária.

5. O look do dia: Quer seja o look completo ou apenas os sapatos que usaste, as pessoas adoram ver fotografias deste género.

6. O teu peluche favorito: Quando eras criança,  provavelmente recebeste muitos peluches, mas certamente tens um que é o teu favorito e ao qual te afeiçoaste muito. Partilha esse peluche no Instagram.

7. Memórias: De vez em quando, gosto de recordar viagens que fiz ou momentos que vivi, seguido da hashtag "#throwback".

8. A tua imagem de marca: Tenta incorporar numa foto alguns dos elementos que te definem. No meu caso, seria livros, café, phones e o computador ( que representa o meu blog) ( by the way, tenho que tirar uma foto assim, mas ainda não sei como, quero algo mesmo giro, mas não sou muito boa fotógrafa).

9. A tua estante ou livros que leste recentemente: Se há coisa que eu adoro ver no feed do Instagram é as estantes das pessoas. Adoro também ver os livros que os outros estão a ler, acabam por me inspirar a lê-los.

10. Um obsessão tua: Tens uma coleção enorme de vernizes, de CDs ou de sapatos? Tira uma foto a uma obsessão tua.


E vocês? Já usaram algumas destas ideias na vossa conta de Instagram?

25.9.16

O que eu aprendi quando reprovei numa frequência na faculdade


Durante todo o meu percurso escolar, sempre fui boa aluna, sempre tirei boas notas, e nunca reprovei em nenhum teste. Infelizmente, no meu primeiro mês de faculdade, eu reprovei na minha primeira frequência.

Nunca tendo reprovado em nenhum teste na minha vida, foi bastante devastador. Foi ainda mais devastador por ter sido a Anatomia, a cadeira mais difícil do 1º ano, e por reprovar nessa frequência significar não poder ir para a 2º frequência, ter que ir automaticamente a exame final, ou seja, a recurso.

Apesar de tudo, lá consegui fazer a cadeira. Por pouco que a deixava para trás, porque fui a exame final e reprovei, fui a recurso e reprovei, de todas as vezes por meras décimas! Só me safei mesmo na prova oral, com um 10 ( um 10 que me soube a 20!). Agora, olhando para trás, já sou capaz de retirar algumas lições da situação ( mas continuo a achar "Anatomia" um monstro, graças a Deus que não tenho que voltar a fazer essa cadeira).

Na altura, foi humilhante reprovar, mesmo juntamente com metade da turma, mas senti-me inferior à outra metade da turma, senti-me menos inteligente do que aqueles que passaram logo à primeira. Porém, não desisti, lutei sempre para passar e consegui, e hoje vou partilhar com vocês o que aprendi com esta experiência.


1. As minhas notas não me definem: Sempre tive orgulho em ser boa aluna. Sentia-me sempre muito orgulhosa cada vez que os meus professores elogiavam-me nas reuniões de pais, cada vez que os professores escreviam " Parabéns!" ao lado das notas dos testes, cada vez que os meus amigos me pediam ajuda numa matéria. Sempre tive o rótulo de " boa aluna", portanto não conhecia, de todo, a sensação de reprovar num teste. Claro que já tinha tido os meus altos e baixos, notas menos boas, mas nunca tinha sentido a sensação de falhar completamente num teste, de ter um " reprovada" escrito à frente do meu nome.  Quando vi pela primeira vez a palavra " reprovada" à frente do meu nome achei que aquilo me iria definir para sempre, a rapariga que reprovou numa frequência em Anatomia. Ok, talvez não me definisse para sempre, mas certamente obrigou-me a pensar naquilo que sou realmente, e no que aquela nota significa. Significa que sou burra? Significa que já não sou tão boa aluna como antes? Significa que já não sou boa em nada na vida? A resposta a estas três perguntas é não. Ter reprovado uma vez não significa que eu seja burra, que não seja boa aluna e, muito menos, não significa que eu já não presto para nada. Aliás, eu sou muito mais do que uma nota num papel, sou uma pessoas com capacidades que vão muito para além do que aquilo que se aprende na escola. Apesar de ter continuado a ser boa aluna depois deste percalço, percebi que " boa aluna" nunca será a única coisa que irá  definir, também sou uma boa amiga, uma blogger, boa filha ( ou pelo menos tento, vá, ihihih), ... Tenho várias versões de mim mesma que me definem.

2. Quando quero, sou a minha pior inimiga: Em situações de reprovação em frequências/testes, os nossos pais ficam facilmente desiludidos, os nossos colegas criticam-nos, os outros familiares comentam, mas garanto-vos que as piores críticas vêm de nós próprios. Quando eu reprovei na frequência, apesar de ter sido, muito provavelmente, criticada por mil e uma pessoas, foram as minhas próprias críticas, que pairavam na minha cabeça, que me afetaram mais. Embora seja bom vermos onde erramos, ouvir as críticas construtivas da nossa própria mente, não é nada bom deixar que pensamentos negativos nos invadam e destruam. Em situações destas, é preciso controlar a nossa mente, e não deixar que esta nos controle a nós.

3. Sou eu que tenho de dar a volta à situação: No básico e no secundário, são os professores que fazem quase tudo, dão-nos as aulas, dão-nos resumos, tiram-nos dúvidas, dão-nos apoios se tivermos com dificuldades... A universidade não há nada disso. Claro que há sempre professores que fornecem bons resumos, tiram dúvidas ou dão mesmo aulas extra, mas a maior parte dos professores deixam a tarefa de aprendizagem para nós, quase que somos autodidatas! Portanto, quando reprovei, sabia que não teria o professor a tentar " salvar-me", até porque mais 50 pessoas tinham reprovado além de mim, e todas queriam tirar dúvidas ( e, como devem calcular, o professor nunca conseguia tirar todas as dúvidas a toda a gente). Por isso, aprendi que teria de ser eu a assumir o controlo total da situação, a arranjar meios para estudar melhor e para tirar as minhas dúvidas. Voltei a estudar tudo, vi vários vídeos no youtube, estudei com a minha prima que já tinha feito esta cadeira, e a certa altura já sabia a matéria toda de cor, melhor ainda do que a primeira vez, e só não passei antes da prova oral porque deixei que os nervos se metessem no meu caminho ( quando estou muito stressada fico muito distraída).

4. É normal ficar nervoso/a para uma frequência, mas não ao ponto " a minha vida vai acabar": Todos nós ficamos nervosos com frequências/exames, mas é preciso perceber quando é que esse nervosismo é demais. Eu quando fui para a minha primeira frequência, estava tão nervosa por causa de ser a primeira da faculdade, de não saber o tipo de perguntas que iriam sair na frequência, por ser a cadeira mais difícil do primeiro ano, que deixei que todo esse stress se pusesse no caminho de uma eventual boa nota, e que me bloqueasse completamente o raciocínio. Embora ainda tenha que melhorar muito mais a minha maneira de lidar com o stress, sem dúvida que, depois desta experiência, fui mais calma para as frequências.

5. Há sempre espaço para melhorar: Tive um professor no Básico que nos costumava dizer o seguinte " Vejam o lado positivo de tirar uma nota fraca, poderão melhorar ainda mais do que aqueles que já têm uma boa nota" E, de facto, é verdade! Quando finalmente comecei a tirar boas notas na faculdade, a evolução que sofri foi ainda maior do que se já fosse boa desde o início. Isso é bastante motivador porque, provavelmente, se fosse boa aluna desde o início da faculdade, não iria valorizar as notas que tive no segundo semestre ( vá, mas no segundo ano quero tirar boas notas logo desde o início, só tenho uma cadeira à qual não posso reprovar, senão não vou a estágio).


E vocês? Já reprovaram em alguma frequência na faculdade? O que aprenderam com isso?

24.9.16

Como eu lavo pincéis de maquilhagem


Hoje decidi dar uma de blogger de moda e partilhar com vocês como lavo pincéis de maquilhagem, uma vez que é um tema controverso entre mulheres, e existem vários métodos para o fazer, uns mais corretos, outros mais errados.

Supostamente, deve-se lavar os pincéis uma vez por semana, mas como a faculdade me ocupa muito tempo e este não estica, eu lavo de duas em duas semanas ( pronto, eu também não gosto propriamente de lavar pincéis, apesar de ser simples, é aborrecido). Tenho alguns pincéis, mas aqueles que uso são o da base e do pó compacto, por isso são esses que lavo.

O único material que precisam para lavar os pincéis de maquilhagem é sabão líquido ou gel de duche, e uma toalha para os estender posteriormente. Eu uso um sabão líquido de lavar as mãos, porque não é muito agressivo e é barato ( assim, não preciso comprar um gel de propósito para lavar pincéis).

Vamos agora ver como eu lavo os meus pincéis passo a passo:


1. Começo por lavar os "pêlos" do pincel com água fria, mas não gelada, tendo o cuidado de não molhar o cabo, porque senão descolam os "pêlos".

2. Coloco um pouco de sabão na palma da mão. No caso de estar a lavar um pincel de base, coloco mais sabão do que o normal.

3. Com o pincel já molhado faço movimentos circulares na palma da minha mão, fazendo um pouco de pressão mas não demasiada ( não quero entortar os "pêlos") e fazendo espuma.

4. De seguida, passo o pincel por água de forma a retirar todo o sabão. Normalmente, o pincel de pó compacto fica logo lavadinho, mas no caso do pincel de base, este costuma necessitar de mais uma ou duas lavagens antes de a água começar a sair transparente.

5. De seguida, espremo a água sem fazer muito pressão.

6. Por fim, coloco-os numa superfície horizontal, com uma toalha por baixo, sem exposição ao sol ( pois descola " os pêlos"), para secarem. A toalha que está por baixo vai absorver toda a humidade, sem danificar o cabo do pincel nem os "pêlos" ( pois está na horizontal, não os ponham em pé, pois aí danifica).Este ponto é um pouco controverso, pois há quem diga que deve-se pôr num plano inclinado, mas eu sempre fiz assim e nunca houve problema.


E vocês? Como costumam lavar os pincéis de maquilhagem?

23.9.16

Filme: Mean Girls (2004)


Já algum tempo que não faço um post sobre um filme, por isso decidi fazer um hoje. Com o começo da faculdade o tempo não tem sido muito, não tenho visto filmes com tanto que já tenho para estudar, por isso decidi falar-vos do meu filme preferido de adolescentes e que já é um clássico.

Como sempre, não há spoilers, podem ler à vontade. Aviso só que o trailer deste filme revela muito do mesmo, quase que diz o final, mas ainda assim deixei o link mais abaixo se o quiserem ver.


Sinopse


Criada num universo selvagem pelos seus pais em África, Cady Heron, de 15 anos, encontra-se agora numa selva bem diferente: a de uma escola secundária. No meio de outros adolescentes, Cady pensa se é realmente capaz ou não de sobreviver às novas regras ( Trailer: aqui ).


A minha opinião


Pela sinopse, toda a gente já consegue reconhecer o formato deste filme: uma adolescente vai para uma escola nova, e tenta adaptar-se no meio da confusão que é o secundário. A história parece não ser nada de novo. Mas garanto-vos que este filme é dos melhores filmes de adolescentes que vão ver.

 Embora tenha alguns clichés típicos de filmes sobre o Secundário, este retrata os jovens como eles realmente são e os seus verdadeiros problemas, sem aquela cena do " adolescente que se preze não tem borbulhas, é chefe de claque ou jogador de futebol, e é bonito/a todos os dias, mesmo quando o filme insiste em fazer com que toda a gente à volta diga que não é." Ok, talvez tenha algumas destas cenas, afinal é um filme americano que retrata escolas secundárias americanas, mas não é isto que é realmente importante no filme. Aquilo que é realmente importante são as questões que são abordadas, como todo o drama de ser rapariga e de ter que lidar com  as outras ( e toda a gente sabe que as relações entre raparigas/mulheres são tudo menos fáceis), a necessidade que sentimos de pertencer a um grupo, todas as regras sociais que existem no Secundário e como é realmente difícil passar por esta etapa, a necessidade de pertencer ou deitar abaixo o grupo das raparigas populares da escola ( todas as escolas tem o grupo das " populares")....

Tratando-se de uma comédia, obviamente que muitas das cenas que vão ver são exageradas e hilariantes, mas todas elas têm o seu fundo de verdade, e facilmente nos identificamos com as situações retratadas, porque certamente também as vivemos no Secundário ou mesmo no Básico ( já que, hoje em dia, os jovens têm tendência a fazer tudo cada vez mais cedo).

O que é curioso, e quem vir o filme vai perceber isto, é que não existem vilãs no filme. Independentemente de serem as raparigas populares ou não, tudo o que as personagens femininas estão a fazer é serem simples raparigas adolescentes e agirem como tal. E, por vezes, sobreviver ao secundário envolve ser um pouco bitch de vez em quando. Muitas vezes, o pior comportamento de um adolescente é apenas uma tentativa de ser aceite e, por vezes, esse tipo de comportamento persiste na vida adulta. 

" Mean Girls" é, principalmente, o retrato do mundo feminino na adolescência, com todos os dramas, problemas, dúvidas... Porém, também é um retrato da vida escolar, que também envolve diversos dramas e problemas. É um filme inteligente, engraçado e uma sátira muito esperta do Secundário. Vale a pena reservar um tarde para vê-lo.


E vocês? Já viram o filme? O que acharam?

Podem ler mais reviews de filmes aqui .

22.9.16

5 coisas que aprendi a viver num espaço pequeno


Desde os 8 anos que vivo num apartamento pequeno. Antes disso, vivia numa casa consideravelmente grande numa aldeia e, como devem calcular, quando me mudei para o apartamento, a diminuição de espaço foi um choque! Felizmente, consegui adaptar-me e agora adoro a minha casa ( não adoro propriamente os barulhos que existem quando se vive num prédio, mas enfim, isso é outra história...).

Durante os 11 anos que vivi num espaço pequeno, e tendo também passado por outros espaços assim ( em viagens), aprendi algumas lições importantes que, certamente, me lembrarei quando, um dia, tiver a minha casa.


1. Consigo viver com menos: Lembro-me de quando me mudei para o apartamento onde vivo pela primeira vez,  e ter achado aquilo minúsculo comparado com a casa em que vivia antes. E uma casa mais pequena significava menos coisas, significava ter que dar / deitar fora metade dos meus brinquedos, não ter tanto espaço para brincar... Mas agora que cresci, percebi que é realmente possível viver com o que é essencial e não precisar de montes de tralhas. Viver num apartamento pequeno fez-me perceber quais são as coisas de que realmente preciso e aquelas que não são essenciais.

2. Consigo viver em qualquer lado: Já fui para alguns hotéis com quartos muito pequenos ( inclusive o de Londres, lá é que os quartos são mesmo pequenos) , e de todas as vezes eu pensava " como é que eu vou aguentar uma semana neste cubículo?", mas depois acabava por me adaptar e até achar o espaço agradável. Passar por estas experiências deu-me a garantia de que conseguirei viver em qualquer casa, por mais pequena que seja, pois arranjarei sempre uma maneira de aproveitar o espaço, de organizá-lo da melhor maneira, de colocar a roupa em determinado sítio,...

3. Quanto mais pequeno, mais fácil é de limpar: Viver numa casa pequena pode ser chato, mas vejamos as coisas de outra perspetiva, menos espaço significa menos coisas para limpar o que, por sua vez, significa mais tempo livre para fazer o que queremos.

4. Uma casa maior é sempre bom: Embora eu já me tenha habituado a viver num apartamento pequeno, e não me importo de viver assim no futuro, vamos admitir, todos nós gostávamos de ter um a casa grande, com piscina, um jardim enorme.... Se bem que para manter a casa seria bastante complicado, só se eu fosse rica, para poder contratar uma empregada para limpar aquilo tudo!

5. As coisas que tornam uma casa um lar não são coisas: Ter um apartamento pequeno, igual a tantos outros, pode parecer impessoal e sem vida, e parece que por muito que decoremos não deixa de ter aquele ar de apartamento. Mas se há coisa que eu aprendi é que não são objetos que tornam a nossa casa num lar, mas sim as refeições que a nossa mãe faz, os serões em família, as tardes no sofá a ver filmes, aquele banhinho quente depois de um dia frio... São essas as coisas que nos fazem " sentir em casa", que nos fazem dizer " esta é a minha casa e aqui sou feliz".


E vocês? Também vivem em espaços pequenos? Aprenderam alguma coisa nessas casas?

21.9.16

5 situações em que não deves dizer a verdade


Sou a favor que devemos ser honestos sempre que possível, e que dizer a verdade, apesar de doer, é melhor do que mentiras. Mas há certas situações em dizer a verdade só vai prejudicar, quer a nós mesmos, quer aos que nos rodeiam.

Num mundo cada vez mais online , em que as pessoas expõem-se mais do que o que deviam, e em que a noção de privacidade se está a perder, é importante saber as situações em que falar demais ou contar a verdade não é benéfico.

Já tinha feito um post sobre as situações em que se deve manter o silêncio, mas hoje vou falar de situações em que se pode falar evidentemente, mas não se deve dizer a verdade.


1.  Estás a procura de um novo emprego: Quando estás à procura de um novo emprego, não é algo que deva ser abordado com os teus colegas ou chefe. Sobretudo, porque ainda não sabes se consegues mesmo o emprego que queres, e de certo que não queres ser posta de parte pelos teus colegas e chefe em futuras tarefas e projetos. O melhor é esperares para saberes se conseguiste a vaga ou não, e depois dar a notícia às pessoas do teu trabalho calmamente, num ambiente apropriado e no momento certo.

2. O teu amigo/a está a trair o namorado/a:  Como se costuma dizer " Entre marido e mulher não se mete a colher". Bem, mesmo que não sejam casados, não te metas no meio de relações amorosas.  Seja o teu amigo a trair alguém ou, pior, o teu amigo esteja a trair uma pessoa que também é tua amiga, simplesmente não te metas. É uma situação desconfortável, eu sei, e um dilema horrível saber se devemos contar ou não, mas mais vale guardares segredo e não te meteres na vida amorosa de ninguém.

3. Odeias o novo namorado/a de um familiar teu: Todos nós já fomos a jantares de família em que um elemento apresentou um novo namorado/a , e sabemos como é mau quando não gostamos dessa pessoa. E ainda é pior quando sabemos que esse relacionamento vai ser para durar, e vamos ter que aturar o "novo elemento da família" em todos os eventos familiares futuros. Contudo, lá porque não gostas do namorado/a de um familiar teu, não quer dizer que tenhas o direito de lhe contar isso. Afinal, é ele que está num relacionamento e não tu, portanto não vale a pena aborrecê-lo com isso. A única coisa que podes fazer é tentar respeitar o companheiro/a dele de todas as vezes que te cruzares com essa pessoa.

4. Quando vês um aluno/a a copiar num teste: Infelizmente, não há nenhum manual de sobrevivência para a escola mas, se este existisse, a regra " não chibar" seria a primeira da lista. Só deves " chibar" em casos muito graves, como uma agressão ou algum roubo. De resto, podes esquecer. Por muito que gostes de ser honesto/a e estar na "boa graça" dos professores, se vires alguém a copiar num teste, não denuncies, porque além disso ser " o pão nosso de cada dia", muito provavelmente mais 10 pessoas estão a copiar para além da que tu viste ( e depois não seria justo para aqueles que não foram apanhados). Além disso, que atire a primeira pedra quem nunca copiou num teste, nem que fosse só para confirmar respostas.

5. Se já fizeste algo um pouco ilegal: Por muito que aches inocente roubar um doce de uma loja quando eras crianças ou fumar algo ilícito quando eras adolescente, há sempre alguém que vai achar o contrário, principalmente em meio profissional. Guarda esses detalhes para ti, não é algo de que te devas orgulhar e, muito menos, espalhar por aí, porque nem todas as pessoas vão guardar segredo.


E vocês? Quais são as situações em que acham que não se deve dizer a verdade?


20.9.16

7 razões pelas quais estás a falhar na produtividade


Já alguma vez te aconteceu passar horas e horas sentado/a em frente à secretária, e teres a sensação de que não fizeste quase nada nessas horas? Pois, também já me aconteceu.

Quando era mais nova, eu era uma pessoa extremamente preguiçosa. A sério, eu passava horas e horas a ver filmes em vez de estudar ( felizmente, só fiz isso até ao 9 º ano, e só não acabei com o mau hábito mais cedo porque tinha boas notas, mesmo estudando pouco). Contudo, com o passar dos anos, comecei a aperceber-me das consequências que a minha falta de produtividade podia ter no meu futuro e, por isso meti mãos à obra. Pesquisei mais sobre o assunto, inventei novas formas de me organizar, e agora orgulho-me de dizer que sou muito mais produtiva do que antes.

Uma das coisas que fez parte deste meu processo de melhoramento pessoal foi perceber quais eram as razões pelas quais eu não estava a ser tão produtiva como desejaria, e descobri que estas razões podem estar a impedir muitas pessoas de serem produtivas.


1. Estás esgotado/a: Uma das principais razões que leva as pessoas a serem pouco produtivas é o facto de estarem esgotadas. Pode ser por estarem a dormir pouco/mal, estarem numa dieta muito restritiva em que comem pouco, alimentarem-se mal ( só comem "porcarias"), estarem mentalmente esgotados... Quando estás esgotado/a, e continuas em insistir em fazer todas as tuas tarefas, na verdade não estás a ser produtivo/a, estás a trabalhar em modo " burnout". Quando te sentires a entrar nesse estado, mais vale tirar um dia de folga, e ir passear, estar com a família e amigos, ou fazer o que gostas. Se o problema for físico, como não teres dormido nada, mais vale descansar e deitar-te mais cedo nesse dia, para acordares cheio/a de energia no dia a seguir.

2. Estás distraído/a: Outra das grandes razões que levam as pessoas a falharem na produtividade é estarem distraídas. Hoje em dia vivemos num mundo cada vez mais digital, e se muitas vezes este trabalha em nosso benefício, outras vezes este trabalha como uma grande distração. Muitos de nós já disseram " hoje vou ter uma tarde bastante produtiva, mas vou só 5 min ao telemóvel" e, quando damos conta, já vimos o feed todo do facebook, do Instagram, Bloglovin, Snapchat, e ainda tivemos tempo para ver vídeos de bebés a rir no Youtube. Às vezes, parece que tudo nos distrai. Isto acontece principalmente quando temos tarefas muito difíceis para cumprir, e para não as ter que enfrentar logo, vamos adiando as coisas e distraímo-nos com o que podemos.

3. Fazes muitas desculpas: Nunca conseguirás fazer as tuas tarefas se tiveres sempre a dizer " é demasiado difícil", " estou demasiado cansado/a para isto " ou " não tenho capacidades para isto". Obviamente que, como referi no ponto 1, há dias em que te sentes mesmo cansado/a ou esgotado/a, mas nos outros dias tens que dar o máximo nas tuas tarefas e não inventar desculpas. E não, não digas que estás a ser realista, tens de acreditar que tens capacidades, e que se ainda não as tens, vais arranjar maneira de as ter.

4. Não tens sentido de " urgência": Já reparaste que as pessoas mais produtivas são aquelas que não descansam enquanto não tiverem tudo feito? Uma das razões pelas quais podes estar a falhar é por não teres esse sentido de urgência, estares no espírito de " adiar para amanhã o que podes fazer hoje". Se tiveres um desejo de fazer as coisas, mas não tiveres pressa para as fazeres, estares sempre a adiá-las, é provável que nunca as faças.

5. Tu achas que a produtividade tem a ver com inteligência, talentos ou dádivas de Deus: Ao contrário da crença popular, os líderes e pessoas bem-sucedidas não nascem assim, muitas vezes nascem como meros cidadãos normais, que estão na estaca zero, e têm de trabalhar no duro para chegar até ao topo. Embora a inteligência ou talentos naturais possam ajudar bastante, é possível chegares longe se tiveres curiosidade, persistência e vontade de trabalhar e aprender.

6. Não és organizado/a e recusas-te a ter ajuda para isso: Na minha opinião, a produtividade está diretamente relacionada com a organização. Não acredito naqueles estudos que dizem que as pessoas mais desorganizadas são as mais inteligentes ou que têm melhores ideias... Há pessoas que, de facto, se conseguem organizar no meio do caos, mas a maior parte precisa da organização para ser produtiva. Os minutos que perdes a procurar uma caneta ou um documento são minutos em que poderias estar a trabalhar e a avançar nas tuas tarefas. Se não és uma pessoa organizada, há vários artigos na net que te podem ajudar. Podes também pedir ajuda a um amigo organizado, que te dê uma mãozinha ou que te ensine os truques dele.

7. Não tens objetivos bem definidos e/ou um plano para os atingir: Muita gente faz objetivos que até parecem promissores e bastante possíveis , mas não tem um plano prático e bem definido para atingir esses objetivos. Se não estabeleceres uma espécie de plano, com passos bem definidos e concretos daquilo que tens de fazer para chegar lá, nunca conseguirás atingir um objetivo. Isto também resulta com as tuas tarefas mais difíceis. Se dividires as tuas tarefas mais difíceis em pequenas tarefas, vais ver que é muito mais fácil de as realizares.


E vocês? Estavam a cometer alguns destes erros pouco produtivos?

19.9.16

5 coisas que deves esquecer depois do Secundário


Numa altura em que muitos estudantes ingressaram nos Ensino Superior ( parabéns aos novos alunos!), e em que estão a experimentar pela primeira vez o ambiente universitário, as aulas, as praxes, está na hora de começarem a largar alguns hábitos que tinham no Secundário, e pôr de vez esta etapa para trás.

Algumas coisas destas que eu vou referir eu já não fazia no meu Secundário, que foi excecionalmente calmo, mas fazia no Básico ( o meu Básico equivaleu ao Secundário em termos dos problemas existenciais que todos os adolescentes enfrentam) mas também passei por outras coisas destas que tive que ultrapassar na  universidade. A universidade é quase como se fosse um mundo diferente, por isso há certas coisas que temos que esquecer quando entramos nesta etapa.


1. Amigos falsos: Quando vês as mesmas pessoas todos os dias numa turma pequena, é muito fácil ser amigo/a de pessoas com quem, na verdade, não te importas realmente ( nem elas), e com quem nem tens grande afinidade. Além disso, depois do Secundário, é muito provável que nunca mais se falem. No entanto, continuas a ser amigo/a dessas pessoas, porque queres se" fixe" ou estás a tentar integrar-te numa turma. Sei que nem toda a gente cria estes amigos falsos, mas quem criou precisa de saber o que vou dizer a seguir. Na universidade, esquece os amigos falsos. A sério, não precisas de te aproximar dessas pessoas. Gostava de dizer que não existirão amigos falsos na faculdade, porque sim, continuam a existir, mas não precisas de ter que lidar com eles, porque agora estás numa turma universitária grande, com uma grande variedade de pessoas de vários sítios. Por isso, encontra pessoas com que te realmente identifiques e que se preocupem contigo porque, quem sabe, são estas as amizades que ficarão contigo para o resto da vida.

2. Ser demasiado " fixe" para certas coisas: No Básico e no Secundário, temos a necessidade de nos afirmar, de dizer aos outros que já somos adultos e, como tal, deixamos de fazer certas coisas que até gostávamos de fazer, mas ou é demasiado " infantil", ou então são coisas que as pessoas mais fixes não fazem. Na universidade, vais perceber que o tempo passa mais depressa do que pensas, por isso esquece isso de ser "fixe", faz o que gostas, fica entusiasmado/a que nem uma criança com as novidades, segue as tuas paixões...

3. Não estar aberto/a a coisas novas: Tendo estado no sistema educacional durante os últimos 12 anos, certamente que já terás descoberto as atividades que não gostas e que não gostas, o tipo de pessoas com que te identificas ou não, o tipo de matéria que mais gostas, mas isso não significa que deves rejeitar tudo o resto e ficar fechado/a para coisas novas. A universidade é também uma etapa que significa frequentemente sair da zona de conforto, experimentar coisas novas. Existem tantas possibilidades, não as rejeites sem antes as experimentares.

4. Tentar ser "aceite": Isto também tem um pouco a ver com o ponto 2, tentar ser fixe para poder ser aceite por determinado grupo e ser popular. No meu Básico eu tive essa necessidade, mas no Secundário já não tive, no entanto compreendo porque é que muitos jovens fazem isto, porque sendo as turmas do Secundário tão pequenas, temos uma pressão enorme para nos integrarmos e, por vezes, acabamos por fingir ser algo que não somos para nos integrarmos mais facilmente. Esquece isso na universidade. Na universidade, como já referi, existem tantas pessoas diferentes que, mesmo que não encontres o teu grupo de amigos logo à primeira, é uma questão de tempo. A praxe ajuda imenso a conhecer novas pessoas e a integrares-te na tua turma e no teu curso, mas existem tantas festas e jantares que também te podem ajudar imenso. Até os trabalhos de grupo te ajudam a fazer amigos. Curiosamente, eu e a minha melhor amiga da universidade conhecemo-nos num trabalho de grupo.

5. Maus hábitos de estudo: Se no Secundário pertencias aquele grupo de pessoas que até tirava notas boas sem estudar muito (que sorte!), não penses que vais conseguir fazer a mesma proeza na Universidade. A matéria de uma licenciatura é muito complexa, os professores são mais exigentes, as frequências muito mais complicadas, e é muito mais difícil uma pessoa que estude tirar boa notas, quanto mais uma pessoa que não estude. Por isso, se até aqui não desenvolveste grandes hábitos de estudo, é melhor começares a desenvolvê-los agora.


E vocês? Que coisas esqueceram depois do Secundário?

18.9.16

Como escolher temas para o teu próximo post


A blogosfera sofreu diversas mudanças ao longo dos tempos, e está cada vez mais exigente. Se antes um blog era um simples diário pessoal, em que as pessoas escreviam devaneios sobre o seu quotidiano, agora é um espaço mais profissional e cuidado para partilha de experiências pessoais, sugestões e conselhos, e os leitores são cada vez mais exigentes em relação aos temas abordados.

Todos os bloggers já passaram por fases em que se perguntam " Sobre o que vou escrever hoje? Parece que já falei tudo o que  tinha para falar..." Porém, existem possibilidades infinitas de temas que podem ser abordados, só é preciso saber procurar nos lugares certos e puxar um bocadinho mais pela cabeça, e as ideias acabarão por aparecer.


1. Conhece a tua audiência: Eu sei que é muito difícil conheceres a tua audiência no início do teu blog, mas se já andas pela blogosfera há algum tempo, certamente já te apercebeste que os teus leitores gostam mais de certos posts teus do que outros. Por exemplo, os meus leitores adoram os meus posts de dicas/listas, bem como posts sobre a faculdade ou blogosfera. Tenta identificar quais são os tópicos que despertam mais a atenção dos teus seguidores. Podes recorrer às estatísticas, vendo os posts mais lidos/ mais comentados, ou podes mesmo perguntar diretamente aos teus leitores que posts gostariam de ver no teu blog.

2. Pesquisa temas que estejam populares no momento ( mas não sigas demasiado a multidão): Raramente faço isto, porque acho que antes de escrever para os outros , devemos escrever para nós próprios, mas às vezes é inevitável não abordarmos os temas populares do momento. Há temas que imediatamente vêm à tua cabeça, como agora a época do regresso às aulas, mas há outros assuntos que são populares e são muito interessantes para abordar no teu blog, e que não te lembrarias à partida. Podes pesquisar esses tópicos populares nas redes sociais, ou até usares ferramentas online como SocialMention, para veres se determinado tópico que queres abordar é popular. Mas atenção, não faças isto em demasia, não te transformes numa ovelha que segue o rebanho, lembra-te sempre de deixar a tua opinião e marca pessoal.

3. Identifica um problema ou necessidade e resolve-o: Costumo dizer que as pessoas lêem blogs por três razões, para serem entretidas, se inspirarem, ou procurarem solução para uma necessidade ou problema. Por isso, tenta perceber quais são as dificuldades pelas quais os teus leitores estão a passar. Estarão a dormir mal? Faz um post com dicas para uma melhor noite de sono. Vão entrar na faculdade? Faz um post de dicas sobre a faculdade. Não sabem que base comprar? Faz uma review da tua base.

4. Cria listas: Uma das razões pelas quais os posts em lista têm tanto sucesso não só no meu blog, mas também em outros, é que grande parte das pessoas têm um período de curto de atenção, e se um texto não as cativa logo, saem imediatamente do blog. Muitas vezes, quando vêem texto corrido enorme nem sequer lêem, ficam bastante intimados com o número de palavras e linhas e fogem. Os posts em lista são uma maneira mais clara e sucinta de abordar diversos temas, são mas organizados, mais apelativos ( principalmente, quando colocam os tópicos a negrito como eu estou a fazer agora)... Os leitores nem sequer são obrigados a ler tudo para compreender o tema, podem simplesmente ler alguns tópicos para perceberem de que se trata o post ou resolver o problema que querem resolver. Há diversos temas que podes abordar em forma de lista. Pensa em hacks, em sugestões de filmes, algo de entretenimento como " coisas que penso no banho"...

5. Partilha uma história tua que possa inspirar alguém: Muitas vezes, os posts que saem diretamente do teu coração são os que têm mais sucesso ( já me aconteceu isso muitas vezes no meu blog). Pensa numa história tua que achas que pode inspirar ou ajudar alguém, ou escreve simplesmente sobre algo da tua vida que outras pessoas já passaram e, provavelmente, se identificarão.


E vocês? Como escolhem os temas para os vossos posts?

17.9.16

7 sinais de que pode estar na altura de acabar com uma amizade


Toda a gente sabe o quão dura o fim de uma relação amorosa pode ser. Dias a chorar, noites passadas em branco, e o desejo de nunca voltarmos a metermo-nos numa outra vez. Mas nós rezamos silenciosamente para toda essa dor passar e, eventualmente, esta passa. Mesmo que nunca tenhamos passado pelo fim de uma relação amorosa ( como eu), todos nós sabemos como é, porque toda a gente fala sobre isso, os nossos amigos, a televisão, os filmes, os livros,...

No entanto, há algo de que ninguém fala e que , por vezes, pode ser tão doloroso como o fim de uma relação amorosa, embora de maneira mais discreta e despercebida... Estou a falar dos fins das amizades.

Todos nós gostamos de ter amigos, como costumam dizer "são anjos enviados por Deus que nos ajudam e protegem" ou, se preferirem uma abordagem menos religiosa, são pessoas em quem podemos confiar e que nos apoiam em tudo. As amizades são das melhores coisas do mundo. Mas, por vezes, existem certas amizades que não desempenham essa função, muito pelo contrário, só nos causam dor e sofrimento, e sabemos que temos de tomar a decisão de lhes pôr um fim, por mais duro que pareça. Às vezes, é preciso eliminar certas amizades prejudiciais para dar lugar a novas, melhores e mais saudáveis.

Infelizmente, já tive que tomar essa decisão difícil, de pôr fim a algumas amizades. Não foi a cena dramática como muitos imaginam do tipo " Não quero ser mais tua amiga", mas simplesmente afastei-me de algumas pessoas que não eram as minhas verdadeiras amigas, que só me estavam a prejudicar. Foi difícil de todas as vezes que fiz isso, mas se não o tivesse feito, não teria os amigos maravilhosos que tenho hoje, e que já estão comigo há vários anos.

Mas como saber quando pôr um ponto final numa amizade? Existem certos sinais que podem revelar que pode ser necessário tomar essa decisão. Digo "pode" porque, por vezes, estes sinais não significam necessariamente o fim de uma amizade, pode significar apenas conflitos que são facilmente resolvidos se houver diálogo.


1. Dependem muito um do outro: Há uma linha muito ténue entre gostarem da companhia um do outro e estarem completamente dependentes um do outro. Se são muitos amigos e andam sempre juntos, mas ainda assim há espaço para outras amizades, então é saudável. Mas se notas que o teu amigo anda sempre " colado" a ti, e impede-te de sair com outras pessoas, então algo de errado se passa, é melhor veres o que se passa.


2. As interações negativas ultrapassam as positivas: Se interages com um amigo regularmente, e notas que as interações negativas ultrapassam as positivas, ou seja, se discutem muito ou existem momentos de tensão ou ansiedade, então pode ser tempo de te afastares. As amizades são,supostamente, agradáveis, não é suposto sentires stress e ansiedade por causa destas.

3. Só amizade de um lado: As amizades, ao contrário do que muitos pensam, exigem esforço, é preciso dedicarmos tempo, esforço e generosidade à outra pessoa, mas não o podemos fazer se a outra pessoa não estiver a fazer o mesmo. Os sinais de que tu estás a dedicar-te mais do que o teu amigo podem ser que és sempre tu a fazer ou a iniciar planos, é sempre tu que ligas ou mandas sms primeiro, és sempre tu que ofereces ajuda mas o teu amigo não te oferece a ti, esse teu amigo cancela muitas vezes os planos contigo e inventa desculpas...

4. O ciúme e a competição dominam a vossa relação: Se sentes que o teu amigo está sempre com ciúmes teus e está sempre a competir contigo ( isto verifica-se muito em termos escolares), isto pode ser um sinal de que a vossa amizade já não é o que era. É suposto existir um ambiente de apoio e encorajamento nas amizades, não competição ou inveja.

5. Estás a sofrer de abusos físicos e/ou emocionais: Se o teu amigo te insulta frequentemente em vez de te elogiar, se te empurra ou mesmo bate-te em vez de te abraçar, estás na altura de te afastares rapidamente e, se os abusos continuarem, denunciar o caso à escola, aos teus pais, ou mesmo às autoridades.

6. Não confiam um no outro:  A confiança é a base de qualquer tipo de relacionamentos e, sem esta, muito dificilmente as relações têm futuro. Se ,por algum motivo, o teu amigo não confia em ti ou tu não confias nele ( ou ambos), tenta perceber o que se passa e, caso não consigam resolver a situação, o melhor que tens a fazer é afastares-te.

7. Estão a seguir caminhos demasiado diferentes: Eu sou da opinião de que devemos ter um grupo de amigos o mais diverso possível, com ideias ( sejam religiosas, políticas,...), cursos, sonhos e personalidades diferentes. Os opostos atraem-se, e pode ser muito benéfico para nós conhecer outros pontos de vista diferentes do nosso, ou andar com pessoas mais extrovertidas que nós, por exemplo, pois incentivam-nos a " sair da casca". Mas é preciso saber distinguir até que ponto essas diferenças são benéficas ou se, muito pelo contrário, criam distância ou mesmo prejudicam-nos e afastam-nos do caminho dos nossos objetivos ( por falar nisso, talvez faça um post sobre a importância de termos amigos com os mesmos objetivos que nós, apesar de terem personalidades diferentes. Parece-me um tema interessante).


E vocês? Concordam com estes sinais? Quais são os outros sinais que podem revelar o potencial fim de uma amizade?

16.9.16

5 youtubers de comédia que deves seguir


O Youtube tem ganho bastante fama pela Internet, e se antes era um simples site com vídeos, agora é um mundo no qual podemos passar várias horas a ouvir música, a ver vídeos informativos, turitorais ou vídeos de comédia.

Durante as férias, tive muito tempo para explorar este mundo e, através de sugestões ou mesmo pela minha própria pesquisa, descobri muitos youtubers de comédia, e hoje vou falar daqueles que vale mesmo a pena seguirem.



1. Canal Canalha: Descobri recentemente este canal através de um post do blog A Vida de Lyne e rendi-me completamente! É mesmo um canal de partir a rir! Ri-me tão alto quando vi pela primeira vez os vídeos, que o meu pai até veio ao meu quarto ver o que é que eu estava a fazer. O autor deste canal é um brasileiro, Júlio Cocielo , que faz vídeos sobre as mais diversas temáticas, problemas do dia a dia que ele próprio enfrenta, coisas estranhas que as pessoas fazem, paródias... Aviso desde já que os vídeos contêm uma linguagem muito grosseira, com muitos palavrões, mas quem já viu vídeos de youtubers brasileiros decerto já está habituado a este tipo de linguagem. Mas, na verdade, a linguagem dele e os exageros dele é o que tornam os seus vídeos ainda mais hilariantes.


2. Cinema Sins: Se gostas de cinema, então vais adorar este canal! À primeira vista, parece que o canal faz questão de gozar, sem dó nem piedade, com os nossos filmes favoritos, mas garanto que, mesmo que gostes muito de um filme, vale a pena ver o vídeo que aponta erros ao mesmo. As pessoas que fazem os vídeos são, sem dúvida, muito perspicazes, porque já detetaram erros que nenhum espectador tinha reparado. Claro que muitos dos erros nem sequer são erros, são mais críticas ao filme em si, eles exageram sempre um bocado a coisa, mas é exatamente isso que provoca o riso. Obviamente que todos os vídeos têm bastantes spoilers, pelo que desaconselho totalmente veres vídeos de filmes que ainda não viste.


3. Screen Junkies: Este canal é um bocado como anterior, goza com filmes, mas em vez de apontar erros, faz trailers honestos sobre os mesmos. O canal tem vários tipos de vídeos, mas aqueles que valem mesmo a pena ver são precisamente os " Honest Trailers". Tal como o próprio nome indica são trailers honestos sobre vários filmes, mais uma vez de maneira bastante exagerada, mas ao mesmo tempo hilariantes.


4. Miguel Luz: Já sigo este youtuber português há cerca de três anos, e orgulho-me de o ter visto a evoluir imenso e a chegar onde chegou. O Miguel Luz é engraçado de uma maneira muito genuína e descontraída, e isso reflete-se nos seus vídeos, que são paródias das coisas mais simples do dia a dia, da sua própria vida de estudante, da sua vida social e da dos jovens em geral... Apesar de os vídeos serem de comédia, qualquer pessoa ( principalmente do público mais jovem) identifica-se com as situações narradas. Ultimamente, este youtuber não tem feito muitos carregamentos novos ( muito provavelmente, porque está ocupado com outros projetos, e também deve ter entrado para a universidade), mas vê os carregamentos populares dele, que são mesmo do melhor!

5. Mauricio Meirelles: Este canal foi sugerido num post da Inês do Bobby Pins , e é mesmo de chorar a rir! Quando li no post da Inês "facebullying" eu pensei que ele nos fosse falar de uma problemática má, mas quando vi que se tratavam de vídeos humorísticos, em que as pessoas deixavam que um comediante famoso entrasse na conta de facebook delas e fizesse o que quisesse ( literalmente, o que quisesse, aviso já), eu achei a ideia bastante engraçada e original. O Mauricio Meirelles já fez cada coisa mais caricata com a conta de facebook das pessoas, só mesmo ver para crer! O comediante brasileiro, com a típica linguagem grosseira e com muitos palavrões à mistura, projeta as contas de facebook dos voluntários num ecrã para uma plateia ver, manda mensagens a desconhecidos, publica coisas absurdas no mural, muda fotos de perfil, bloqueia amigos,... Por muita piada que ache a estes vídeos, sinceramente, eu não teria coragem que me mexessem desta maneira no meu facebook, os voluntários precisam de muita coragem e sentido de humor para se sujeitarem a estas coisas.


E vocês? Quais são os youtubers de comédia que costumam seguir?

15.9.16

Mais anos de vida vs qualidade de vida


Nunca questionei o ciclo da vida. Apesar de já ter desejado não morrer ( quem nunca? Se bem que agora, acho que seria muito torturante e pesado para a alma viver para sempre...), compreendo a importância deste ciclo. Todos nascemos, crescemos e morremos e, se assim não o fosse, existiria um grande desequilíbrio.

Mas se há coisa que me atormenta é ver como as doenças mudam completamente uma pessoa. Tendo eu os meus avós doentes, e sendo eu estudante de Enfermagem, já tive que ver muito disso.

Embora me custe ver pessoas desconhecidas a sofrer com uma doença, custa-me ainda mais ver pessoas que gosto sofrer. E aquilo que me custa muito mais do que tudo isto, é ver a doença a sugar aos poucos a personalidade daqueles que gosto, até nada restar. Chegará uma altura em que olharei para essas pessoas, e não conseguirei reconhecer a simpatia característica delas, o seu sentido de humor, a sua generosidade, não conseguirei ver nenhum traço de personalidade que as caracterizava. Tudo isto porque a doença é um monstro e sugará tudo o que encontrar até nada restar.

Não sei o que é melhor. Se é ver uma pessoa a morrer de maneira que repentina, ou vê-la a morrer aos poucos. Às vezes, acho que a primeira opção era a melhor.  A pessoa em questão não sofria tanto , e não era uma agonia tão grande para nós.  Ter que ver uma pessoa de quem gostamos a morrer aos poucos diante dos nossos olhos é uma verdadeira agonia.

Às vezes questiono-me se o objectivo da Medicina está a ser cumprido. São defensores que devemos proporcionar às pessoas a melhor qualidade de vida que é possível, mas eu só ouço " aquele chegou aos 90 anos", mas ninguém diz com que qualidade de vida , porque preferem omitir a parte em que ele pode já nem estar 100% consciente ou, na pior das hipóteses, já nem saber quem é.

Ao ver os outros a sofrer nos seus últimos anos de vida, também penso em como serão os meus. As doenças mentais, por exemplo, estão a ter cada vez mais incidência, e é muito provável que mais pessoas sofram deste tipo de doenças no futuro. Assusta-me só de pensar que, quando for velha, poderei sofrer deste tipo de doenças, e poderei esquecer-me de quem fui, do que fiz, de todas as pessoas que amei. E poderei sofrer mais do que aquilo que é necessário e, como poderei não estar 100% consciente, não poderei decidir aquilo que é melhor para mim tendo em conta a minha condição de saúde. Sei que é macabro pensar nisto, mas é um cenário que pode acontecer.

Não estaremos a ir longe de mais?  Não estaremos a manter vivas pessoas que já estão condenadas a morrer e, que noutro tempo, teriam tido uma morte mais pacífica e com menos sofrimento? Não estaremos a prolongar o sofrimento das pessoas?

Já vi a Medicina a fazer muitos milagres, e a dar a possibilidade de viver com boa qualidade de vida a pessoas que, noutra época, estariam mortas. No entanto, acho que  a Medicina e a evolução tecnológica e científica em geral poderão estar a ir longe de mais em algumas situações. É preciso compreender que, muitas vezes, mais anos de vida não significa mais qualidade de vida, e deviam exisir mais leis que protegessem as pessoas que estão a sofrer demasiado com uma doença da qual, à partida, não vão escapar vivas.


E vocês? Qual é a vossa opinião sobre o assunto?

14.9.16

5 razões pelas quais deves ir às aulas mais difíceis na faculdade


Uma das grandes vantagens ou desvantagens da faculdade , que não existe noutras etapas escolares, é poder-se faltar às aulas sem levar falta. Claro que isto depende de universidade para universidade, mas grande parte delas ou não marca faltas, ou as faltas só contam uma percentagem mínima para nota, ou até marcam falta, mas como as turmas se tratam normalmente, de 100 ou mais alunos, é difícil saber se as assinaturas que estão na folha são verdadeiras ou se foram amigos que assinaram por outros. Digo que é uma vantagem ou desvantagem porque depende da forma como é usada e, muitas vezes, os estudantes universitários acabam por usá-la da pior maneira, faltando demasiadas vezes às aulas, o que a torna uma desvantagem.

Eu só usei esta vantagem de faltar às aulas em alguns casos, em que as matérias lecionadas nas aulas não tinham qualquer interesse e eu bem que podia estudá-las em casa, mas nunca faltei às aulas mais difíceis.

E muitos alunos, aproveitando-se destes privilégios, faltam às aulas mais difíceis, aquelas que normalmente são as mais chatas, mais cansativas, que nos obrigam a estar extra atentos e a ter extra trabalhos. Mas, infelizmente, também são essas as aulas mais importantes, e que podem contribuir mesmo para o vosso futuro profissional, ou que têm um peso enorme na média de final de curso. E, no entanto, é destas aulas que muitos estudantes universitários fogem.

Se és um destes alunos e, ainda assim, as razões acima não te convenceram, vou dar-te mais razões para ires assistir às tuas aulas mais difíceis na faculdade. Claro que ir a todas as aulas difíceis não substitui o estudo, não basta ir às aulas e não estudar, têm sempre que estudar em casa para obter melhores resultados.


1. Desafiam-te: Normalmente, são estas as aulas que te desafiam, que te obrigam a trabalhar o dobro, a pensar o dobro, coisas que não estás habituado/a das outras aulas, e daí ofereceres resistência. Contudo, deves obrigar-te a ires a estas aulas, tirar apontamentos ( ou gravar, se o professor falar muito depressa), e vais ver que na época de frequências o teu esforço será recompensado.

2. Vais aprender muito: Anatomia foi a cadeira mais difícil do meu curso, e as aulas pareciam ser um autêntico sofrimento, mas no final do semestre, saí de lá a saber muito mais do corpo humano, e a saber matérias que vão ser muito úteis para o meu futuro como enfermeira.

3. Estás mais preparado/a para o teu futuro profissional: Tal como disse no ponto interior, Anatomia preparou-me para o meu futuro profissional. Se uma cadeira que tu tens é muito exigente e o professor insiste muito nas matérias, é porque realmente tu vais precisar dessa matéria para a tua futura profissão. Há matérias difíceis em todos os cursos que depois, afinal, não têm qualquer interesse, mas normalmente as cadeiras mais difíceis e com mais créditos são aquelas que mais vais precisar para o teu futuro trabalho.

4. Pode subir a tua nota de final de curso, que vai aparecer no currículo: Normalmente, as cadeiras mais difíceis são aquelas que têm mais créditos e, consequentemente, as que valem mais. Isto significa que vão ter um grande peso na tua média de final de curso, que é um dos fatores que os empregadores têm em consideração quando estão indecisos entre duas pessoas para um emprego. Por isso, se te empenhares muito nessas cadeiras, ir a todas as aulas, e estudares bastante, talvez te suba muito a tua média.

5. Vais acabar o semestre sentindo-te mais forte: Quando finalmente passei a Anatomia, após três tentativas falhadas ( eu passei a esta cadeira na prova oral), eu senti-me como se tivesse vencido uma grande guerra, como se tivesse morto um grande monstro, senti-me poderosa e mais forte. Não sei se é de mim, mas quando eu realizo tarefas extremamente difíceis, eu sinto-me no topo do mundo! Por isso, deixo-te o desafio de te empenhares ao máximo nas cadeiras mais difíceis que tens este ano e, quem sabe, sentirás o mesmo que eu.


E vocês? Costumam ir às aulas mais difíceis do vosso curso?