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30.1.16

5 hábitos que tens de eliminar para atingires os teus objetivos.


Estabelecer metas e objetivos no início do ano é divertido e é até uma ótima maneira de passar o tempo. O problema é mesmo arranjar a motivação necessária para os pôr em prática, não é?

Eu adoro estabelecer objetivos a mim própria. Afinal, são os objetivos que nos permitem crescer e melhorar enquanto pessoas. Nunca é bom conformarmo-nos com o que já atingimos, devemos querer sempre mais, fazer mais, ser mais e melhor.

No entanto,atingir  objetivos pode demorar muito tempo. Às vezes tempo demais até! E a maior parte das pessoas não gosta de esperar! Entretanto, vão  perdendo todo o entusiasmo, a motivação e as forças que tinham para concretizar esse objetivo. Eventualmente, acabam por desistir.

Não queres que esta história se torne a tua, pois não? Então prepara-te para acabar com os hábitos que vou referir a seguir e que tu, muito provavelmente, os tens:


1. Tentar ser demasiado perfeccionista: Eu sou uma pessoa um pouco perfeccionista por natureza, admito. Talvez tenha herdado isto da minha mãe, pois ela gosta que tudo esteja perfeito. Eu também sei que , por mais que tente, eu nunca serei completamente perfeita, vou cometer sempre erros,vai haver sempre coisas que vou fazer mal. Costuma-se dizer que " errar é humano" e, além disso, é com os erros que se aprende. Nós somos nenhumas máquinas e cometemos erros, de vez em quando. Mas um pouco de perfeccionismo nas nossas vidas não faz mal a ninguém. Que este ponto não sirva agora de desculpa para andarem aí desleixados e a fazerem as vossas tarefas só pela metade. Claro que devemos querer fazer todas as nossas tarefas perfeitas, mas tem que ser uma perfeição moderada, sempre com a consciência que pode haver erros ( não sei se entenderam bem o meu ponto de vista, não consigo explicar-me melhor). Tentar desesperadamente fazer tudo perfeito pode te impedir de alcançar os teus objetivos.

2.Comparação: Quando era mais nova, eu costumava ser este tipo de pessoa, que se comparava sempre aos outros. Questões como "Porque é que não tenho melhores notas do que aquela rapariga?" e" Porque é que não tenho roupas tão giras como as dela?" estavam sempre a passar pela minha cabeça, embora eu fosse uma boa aluna, vestisse bem e tivesse sucesso na minha vida em geral. Mas se alguém era melhor do que eu e vivia melhor, eu queria ser como essa pessoa. Acho que isto não foi só culpa minha, uma vez que a comparação é um pouco forçada pela família e a sociedade em geral, e nós acabamos por sofrer as consequências. No entanto, quando passas as vida a comparar a tua vida e a tua jornada à dos outros, acabas por não prestar atenção a todas a coisas e pessoas fantásticas que tens na tua vida. Pensas sempre que uma certa pessoa tem uma vida mais fácil que a tua, porque tem mais dinheiro, um emprego melhor, viaja mais, mas todos nós temos os nossos problemas, e muitas vezes escolhemos não os partilhar com o mundo. Por isso, para de te comparar com os outros e começa a construir o teu próprio caminho.

3. Medo de falhar: Em algum momento da sua vida, todas as pessoas bem-sucedidas tiveram que ultrapassar o medo de falhar para atingir o sucesso. Muitas vezes, falhar não significa que nunca vais conseguir ter sucesso, significa apenas uma oportunidade para aprenderes com os teus erros e recomeçar de maneira mais inteligente. Desde que te levantes sempre e continues o teu caminho, nunca serás um falhado/a. Se queres atingir os teus objetivos, tens de substituir esses sentimentos de medo por sentimentos de desejo, paixão e fé de que tudo correrá para o melhor. Tens que querer mais atingir os teus objetivos do que teres medo de falhar.

4. Desculpas: Este é o hábito mais típico dos portugueses. Os portugueses são ótimos a inventar desculpas. Inventam desculpas para faltar ao trabalho, para não perder aqueles 5 quilos a mais que ganharam no Natal, para não deixar de fumar... Inventam desculpas para tudo! No entanto, tu não podes seguir o mesmo caminho que muitos portugueses. Quer o teu objetivo seja perder peso, ter um estilo de vida mais saudável ou ter mais sucesso no trabalho, não inventes desculpas nem adies as tuas tarefas do tipo " Começo só na segunda", começa agora!

5. Falta de disciplina: Quer os teus objetivos sejam grandes ou pequenos, é essencial teres disciplina. Vai haver dias em que tu não te vais sentir a fim de trabalhares no que quer que seja importante para ti. Vai haver dias em que vais preferir estar deitado/a no sofá a comer Nutella às colheres e a ver um filme, em vez de fazeres as tarefas a que te comprometeste. Vai haver dias em que a tua inspiração e motivação vão estar no máximo, mas vão começar a diminuir e ser substituídas pelo cansaço e desânimo. É muito mais fácil dizer " Estou muito cansado/a, faço o resto amanhã" do que continuar. Porém, para alcançares o sucesso tens de ignorar o cansaço e continuar. E é aqui a que a disciplina intervém. Ter disciplina é ter auto-controlo, é resistir à tentação de descansar ou desistir, para continuares a trabalhar nos teus objetivos. Para não  desmotivares tanto, reparte o teu objetivo em pequenos objetivos diários, como se fossem passos que tens de seguir até atingires o atingires.


Quais são os vossos objetivos de momento? Conseguem identificar os hábitos que vos estão a impedir de concretizá-los?



28.1.16

35 coisas criativas que podes fazer sem Internet.


Às vezes sinto que passo demasiado tempo na Internet. Seja para escrever no blog, ir às redes sociais, ir à Blackboard ver se já saíram a nota das frequências (por falar nisso, ainda não saíram as notas de dois trabalhos, professoras despachem-se!) ou para fazer testes de anatomia online, o que é certo é que tenho passado muito tempo online.

E tal como eu, muitas pessoas sentirão o mesmo. Vivemos num mundo em que a maior parte das pessoas tem pelo menos uma conta numa rede social, temos acesso a wi-fi em todo o lado e quase toda a gente tem um smartphone/ tablet que, por sua vez, podem usar para aceder à net. Como vêem, a Internet está praticamente em todo lado.No entanto,  é necessário passarmos mais tempo offline , que é como quem diz passar mais tempo na "vida real". 

Decidi escrever estas sugestões porque sei que muitas pessoas provavelmente devem sentir o mesmo que eu: passamos tanto tempo na Internet que já quase que não sabemos usar o nosso tempo livre de outra forma sem ser online . Por isso, este post é para aquelas pessoas que são assim :" não tenho nada que fazer, por isso vou ali ver o feed de notícias de todas as redes sociais, ver vídeos no youtube de gatinhos fofinhos/ pedidos de casamento lamechas, ver os meus mails e já venho". Escrevi estas sugestões precisamente para essas pessoas que acham que só podem usar o seu tempo livre na net.

Sei que este post vai parecer um pouco contraditório: " Então esta gaja está a dizer-nos para passarmos menos tempo na Internet, mas escreve um post sobre coisas que podemos fazer sem net, que está num blog que, por sua vez, é um site da Internet? Está tola..." Vá, primeiro leiam as minhas sugestões e depois desligam a net, pode ser? ( mas voltem amanhã para ler outro post meu, que isto não sirva de desculpa).

Portanto, aqui ficam alguma sugestões de coisas que podes fazer sem precisares de acesso à Internet:


1. Fala com um amigo ou sai mesmo com ele.

2. Faz uma lista de compras.

3. Começa a escrever num diário o teu dia a dia. É das coisas mais giras que podes fazer. Uns anos mais tarde, vais voltar a pegar nele e recordares-te de coisas que nem te lembravas ( ou então vais ficar a pensar no quão estúpido/a eras nessa altura).

4. Escreve os teus objetivos para o mês.

5. Lê um livro.

6. Vai ao cinema.

7. Arranja o teu jardim, caso tenhas um.

8. Faz a tua sobremesa favorita.

9. Faz exercício físico ( principalmente se fizeste o ponto 8).

10. Faz uma festa de pijama ( não, nunca se é velho/a demais para uma festa destas, são sempre divertidas, basta adaptares as atividades à tua idade).

11. Caso sejas um/a blogger, escreve os posts em papel, num caderno ou bloco de notas.

12. Vai a algum evento, como um concerto ou mesmo um festival.

13. Vai a uma aula de yoga ( nunca fui a uma, mas está na minha lista de coisas a fazer).

14. Arruma a casa ( pode não ser uma atividade agradável para muitos, eu incluída, mas é necessário).

15. Vai às compras.

16. Tira fotografias.

17. Desenha ( mesmo que não tenhas jeito para isso).

18. Dá uma vista de olhos ao teu roupeiro e decide quais as roupas que já não precisas. Doa essas roupas a instituições ou a familiares/amigos  que precisem.

19. Aprende uma língua nova ou pratica uma que já saibas ( pode ver como aprender inglês, por exemplo, aqui).

20. Começa a escrever um livro.

21. Vai a aulas de dança .

22. Aprende a cozinhar algo fantástico ( ou apenas a cozinhar algo que se coma, se não souberes cozinhar, como eu).

23. Se quiseres ajuda no ponto 22, vai a aulas de culinária.

24. Sê um/a uma turista na tua própria cidade, ou seja, explora melhor o que ainda não conheces da tua cidade.

25. Vai a museus.

26. Passa um fim de semana noutra cidade que ainda não conheças, e explora todos os cantinhos.

27. Vai àquele restaurante que todos os teus amigos dizem que é muito bom e que te aconselham.

28. Se puderes e tiveres dinheiro para isso, passa um dia no spa ( bem que preciso de fazer isto no final deste semestre).

29. Faz uma maratona dos filmes da saga " Harry Potter". É sempre bom recordar a infância ( se nunca os viste, abandona este post e vai vê-los imediatamente). Podes também reler os livros.

30. Faz um álbum de fotos. Hoje em dia, a maior parte das nossas fotos estão em formato digital, o que é mau, porque se o nosso computador  avariar, todas as nossas recordações perdem-se. O melhor mesmo é imprimires as fotos e fazer um álbum de fotos.

31. Senta-te num banco de um parque, pões óculos de sol, e observa as outras pessoas ( Sei que isto é errado, mas eu adoro ser stalker ).

32. Vai a um parque de diversões.

33. Entra numa casa de terror ( fiz isto em Londres, mas assustaram-me quase até à morte, nunca mais entro numa.Mas ao menos experimentei e vi como era, portanto não vais morrer se entrares uma vez).

34. Dá um elogio a alguém. Um elogio inesperado e com significado. Ilumina o dia de outra pessoa (ok, este ponto não ajuda a passar tanto o tempo como os outros, mas é igualmente importante).

35. Faz aquela coisa que prometeste a ti própio/a fazer há anos, mas ainda não tiveste coragem para o fazer.


E vocês? Que coisas criativas fazem quando estão offline?

27.1.16

Porque é tão importante responder aos comentários dos teus leitores.


Uma coisa que reparei desde cedo na blogosfera é que existem bloggers que não respondem aos comentários dos seus leitores. Eu compreendo: muitas vezes recebemos 135273 comentários num post e é impossível responder a todos, ou então simplesmente tivemos um dia cansativo e não nos apetece responder a estes. É perfeitamente normal.  Mas devemos tentar sempre fazer um esforço.

Uma vez, li um post que adorei ( não me perguntem o blog que eu já não me lembro, foi há muito tempo), e escrevi um comentário em que eu senti que dei a minha opinião completa, e até elogiei a blogger. Ela nunca respondeu. Eu fiquei zangada. Perdi um pouco do meu tempo tempo a  ler o post todo ( que ainda era longo, mas eu gostei de o ler), escrevi um comentário com os meus pensamentos e questões, e nunca me respondeu. Não merecia uma resposta? Acho que merecia. E todos os comentários a seguir ao meu também nunca tiveram resposta.

Uma das coisas mais interessantes e mais vantajosas da blogosfera é a possibilidade de podermos conhecer e falar com várias pessoas, partilhar opiniões, experiências, exprimir sentimentos e apoiarmo-nos mutuamente. Claro que também podemos contactar com outras pessoas nas redes sociais como Twitter , Facebook, mas acho que a blogosfera é o sítio da Internet onde fazemos ligações com as pessoas a um nível mais profundo. Talvez porque os blogs, quer sejam mais ou menos pessoais , são sempre um reflexo da nossa identidade, o que permite que totais desconhecidos se identifiquem connosco, e partilhem os mesmos gostos, sonhos e perspetivas que nós. 

Quando as pessoas se identificam connosco e com o nosso blog, vão comentar os nossos blogs. Mas se nós não respondermos aos comentários, a  comunicação que a blogosfera proporciona vai ser interrompida. É como uma pessoa falar connosco na realidade e nós virarmos-lhe as costas e irmos embora. Sei que muitos comentários como " Concordo contigo" ou "Gostei do teu post" muitas vezes não têm resposta possível, mas aqueles com uma opinião mais fundamentada ou questões merecem ser respondidos.

Vou dar um exemplo. Imagina que escreves um post sobre um tema muito controverso, muito polémico. Muitos leitores vão dar opiniões extremamente diferentes umas das outras e, muito provavelmente, estarão mais interessados em saber qual a tua resposta ao ponto de vista deles do que propriamente no post em si. Quando tu respondes a estes comentários, as pessoas são encorajadas a voltar para continuar a defender o seu ponto de vista.

Normalmente, se respondes aos comentários das pessoas, tens mais probabilidades que estas voltem a comentar o teu blog, te sigam e, eventualmente, partilhem os teus posts e voltem sempre para ver mais coisas tuas. Por isso, deves tratar sempre bem os teus leitores e responder aos seus comentários ( isto claro, se forem relevantes, e se for mesmo possível dar uma resposta). Não interessa se respondem aos leitores no próprio blog ou no blog deles ( caso estes também sejam bloggers), o que interessa é que respondam.

No meu blog, eu faço sempre questão de responder aos comentários dos meus leitores. Nem sempre respondo na hora ou no mesmo dia, mas tento arranjar sempre tempo para responder a estes. Claro que nem sempre respondo a todos ( não respondo a comentários como "Concordo", obviamente) , mas normalmente respondo a todos aqueles que têm uma opinião a dar ou que têm questões.

Responder aos comentários das pessoas num blog não é só uma estratégia de aumentar as visitas de um blog e de torná-lo mais conhecido, é também uma questão de respeito e de mostrar que os leitores também fazem parte do blog, e que a opinião deles realmente importa.

Sei que muito provavelmente nem toda a gente partilha este ponto de vista, mas esta é a minha opinão.

Qual a vossa opinião? Acham que os bloggers devem responder aos comentários dos leitores?

26.1.16

10 coisas que todos os universitários já fizeram.


A universidade, tal como todas as etapas da vida, é uma etapa única, que nos dá muitas aprendizagens, diversão e amigos que podem ser para a vida. Cada aluno que passa pela universidade é diferente , e certamente as suas experiências também são diferentes, mas existem coisas que todos os alunos universitários já fizeram, em alguma fase do seu percurso no Ensino Superior. Quer estejam no último ano da faculdade ou mesmo no primeiro ( como eu), todos os universitários já fizeram pelo menos uma destas coisas.

1. Assinar por outra pessoa: As folhas de presença foram a pior ideia de sempre, porque há sempre quem assine por uma pessoa que faltou, e é praticamente impossível de reparar numa turma de 120 alunos. Uma amiga minha já assinou por 5 pessoas no dia a seguir a uma quarta-feira académica ( as quartas aqui na Universidade do Minho dão cabo de uma pessoa).

2. Assinar a folha de presenças e ir embora: Há dias em que precisas urgentemente de estudar para uma frequência, mas tem uma aula teórico-prática obrigatória. Em situações dessas, assinas a folha e sais no primeiro intervalo que o professor dá, ou quando este não está a ver. Eu admito que já fiz isto, mas eu tive mesmo a lata de assinar a folha e ir logo embora, à frente do professor ( shame on me ).

3. Estar no café com os amigos em vez de estar numa aula teórica aborrecida: Todos nós temos aquelas aulas teóricas chatinhas, mesmo aborrecidas, em que os professores não marcam falta. Por isso, em vez de estar na dita aula, estás a socializar com os amigos no café ao pé da faculdade. E não tem mal nenhum, desde que chegues a casa e estudes o que foi dado nessa aula.

4. Ver todas as redes sociais possíveis e imaginárias numa aula teórica obrigatória: Todos nós temos também as aulas teóricas aborrecidas a que não podemos faltar. Para isso é que servem os smartphones, para poderes ver o feed de notícias do facebook, do instagram, do bloglovin, e ainda ver os snaps  dos teus amigos, que estão a tirar selfies no fundo na sala e te mandam.

5. Gritar " essa tomada é minha!" : Quando te esqueces de carregar o telemóvel em casa ou gastaste a bateria todo do mesmo por causa do ponto 3,   tornas-te bastante territorial e até ameaças os colegas se eles se atrevem a usar sequer a única tomada que existe num raio de 10 m. Nunca se metam com uma pessoa que não tem bateria no telemóvel!

6. Comer um BigMac às 1 da manhã : Aquele jantar do curso quase que te matou. Além disso, não se comia nada bem lá no restaurante. Não importa que horas são, tu tens fome e vais ao McDrive, mesmo não tendo carro ( uns amigos meus fizeram mesmo isto , não me perguntem como que eu também não sei, secalhar fizeram assim ahah.).

7. Festejar o 10 ao cadeirão do ano como se fosse um 20: Quem te vir a festejar, até pensa que ganhaste o euromilhões. Mas na verdade, foi melhor que isso. Passaste ao cadeirão do ano, e não tens que voltar a estudar aquela matéria horrível para o recurso. 

8. Sentir-se a pessoa mais inteligente do curso quando tiras 14 a uma cadeira: No secundário ficavas super feliz com 17 e 18, mas na universidade deliras com um mero  14 a  uma cadeira que, além disso, foi a melhor nota da tua turma.

9. Estudar pelos resumos dos Doutores/ alunos mais velhos: 1000 páginas de Anatomia numa semana é demasiado. Felizmente, existem algumas almas caridosas que te oferecem resumos. Os meus Doutores são uns santos, disponibilizam a toda a turma ( e mesmo às pessoas que não são da praxe) apontamentos de todas as cadeiras e mais algumas.

10. Ter tanto que estudar na véspera de uma frequência, que desistes e vês antes um filme: Tenho tanto que estudar... Que filmes devo ver? ( Eu já fiz isto na véspera de uma frequência. Spoiler Alert: passei mesmo a  essa cadeira. Sou um génio!).

Já fizeram algumas destas coisas na universidade? Contem-me as coisas mais engraçadas  que já fizeram.

24.1.16

Como ultrapassar o fim de um namoro.


Ontem recebi um pedido um pouco  curioso de um leitor de um blog, que me pedia para escrever um post sobre como ultrapassar o fim de um namoro. Como o blog também é feito da participação e sugestões dos leitores, decidi atender o seu pedido.

Antes de começar este post, só quero avisar que a minha experiência em relacionamentos é quase nula: nunca tive um namorado, ou seja, todos os conhecimentos que eu tenho derivam da observação das outras pessoas e das experiências que tiveram em relacionamentos. Este post é apenas a minha perspetiva sobre relacionamentos e a minha opinião sobre como se deve ultrapassar o fim de um.

O final de um namoro é sempre difícil, independentemente do tempo e do contexto em que um casal esteve junto. Por vezes, a pessoa tem um tal impacto na nossa vida e o namoro foi tão intenso , que se torna bastante difícil esquecê-la. No entanto, todos nós merecemos seguir em frente, e não conseguimos seguir com as nossas vidas enquanto tivermos o nosso ex-namorado/a na cabeça.

Não existe uma receita certa nem 100 % eficaz para ultrapassar o fim de um namoro. Cada pessoa tem a sua personalidade e lida de maneira diferente com as situações. Além disso, o tempo para ultrapassar o fim de um relacionamento irá depender da duração , da intensidade do e do contexto. Volto a realçar que as dicas que eu vou dar são apenas a minha opinião sobre o assunto.


1. Não te culpabilizes pelo fim do namoro: Este é o primeiro erro que as pessoas cometem e que causa ainda mais sofrimento. Quer tenhas sido tu a acabar a relação ou a outra pessoa, não te culpabilizes pelo fim desta. As coisas aconteceram porque tiveram que acontecer. Não vale a pena pensar como teria sido se tivesses feito algo de maneira diferente, se tivesses dito alguma coisa diferente,... O namoro com essa pessoa faz parte do passado, já não podes alterar o que aconteceu, só podes alterar o que vier no futuro.

2. Faz um período de luto: Apesar de muitas pessoas defenderem  que não deves perder tempo a chorar pelo fim do namoro e que deves seguir em frente, eu não concordo. Acabar um namoro por vezes pode equivaler quase à morte de uma pessoa ( e, no fundo, o ex-namorado/a é como se tivesse morrido para ti, pois este/a saiu da tua vida). Por isso, tal como numa morte, tens direito a ter uns dias para fazer o teu luto, recordar os bons momentos que passaste com essa pessoa antes de tudo começar a correr mal,... Há psicólogos até que aconselham a que a pessoa faça uma pequena "cerimónia", para se despedir do seu/sua ex-namorado/a. Mas atenção, não prolongues o período de luto por mais de 3 dias pois, caso contrário , só vais aumentar o teu sofrimento. Nada de passar um mês na cama a chorar!

3. Elimina todos os contactos dessa pessoa: Depois de ter feito o teu período de luto ( pequeno, volto a realçar) está na altura de voltar para a realidade e começar a tomar medidas para ultrapassar o fim do namoro. E o primeiro passo é eliminar todos os contactos do teu/tua ex-namorado/a. Elimina o seu número de telemóvel, o e-mail, e bloqueia essa pessoa em todas as tuas redes sociais. Isto é para evitar que tu, num momento de fragilidade, voltes a tentar contactá-la.

4. Nada de sexo com o/a ex: Eu sei que é tentador, estás miserável, sozinho/a, já não dormes com ninguém há 3 semanas, portanto estás excitado/a... É normal, és um ser humano. Mas, por muito que te custe, não caias no erro de dormires com o teu/tua ex. Até os médicos dizem que, quando tens um orgasmo, a hormona oxitocina é libertada , o que causa uma sensação de ligação com a outra pessoa ( na verdade, eu li isto no meu livro de Anatomia). Por isso, teres sexo com o teu/tua ex só vai fazer com que tudo se torne mais confuso.

5. Deita fora todos as  fotografias e objetos que te lembrem dessa pessoa: Obviamente que não consegues esquecer uma pessoa se tiveres fotos espalhadas por toda a casa dela , e objetos/prendas que te façam recordá-la. Deita fora tudo o que te faça lembrar essa pessoa. Isto inclui também mudares a foto de fundo do teu telemóvel.


6. Nada de te isolares: Nada de passares dias a fio fechado/a em casa, na cama, a chorar e a comer tudo o que te aparecer à frente. O ponto nº 2 não é desculpa, eu disse só 3 dias de luto. Após esse período, liga aos teus amigos e combina uma saída com eles ( e deixa os planos por conta deles, eles saberão como te animar), passa mais tempo com a família,.. O importante é estares rodeado de pessoas que te amam e que se preocupam contigo.


7. Nada de músicas lamechas ou romances trágicos: A maior parte das pessoas, quando estão a passar por um fim de um namoro, pôem-se a ouvir todo o dia músicas muito lamechas e tristes sobre pessoas que perderam o seu amor, ou então põem-se a ler romances trágicos ou a ver filmes trágicos,... Nada de andar a ouvir/ler/ver coisas que te façam lembrar o sofrimento por que estás a passar... Toca a pôr uma música com um bom ritmo ou então vê um filme de comédia ( mas não de comédia romântica).


8. Não te atires imediatamente para outra relação: Outro erro (enorme) que as pessoas costumam cometer é começar a sair com outras pessoas para ver se se esquecem do relacionamento anterior, do tipo " vou sair com aquele/a gajo/a giro/a do café, para ver se me esqueço do meu/ minha ex". Não uses outras pessoas para tentar esquecer a relação anterior. O mais certo é compares a pessoa com quem estás a sair à teu/tua ex e acabes por te magoares ainda mais ( ou ferires os sentimentos da pessoa com quem estás a sair). Aproveita o tempo em que estás solteiro/a para refletires sobre os erros que cometeste na relação anterior e o que queres melhorar ( mas sem entrar em conflito com o ponto nº 1, só refletir), para te divertires um pouco e aproveitares a tua liberdade.

9. Mantêm a tua mente ocupada: Se ainda assim, depois de todos os conselhos que já dei, ainda for difícil esquecer a pessoa que amaste e encarar a realidade, o melhor que tens a fazer é ocupar a tua mente, para te não pensares nessa pessoa e esqueceres o teu sofrimento. Ocupa a tua mente com qualquer coisa, um livro, trabalho ( dizem que, por vezes, é o trabalho que nos salva), um novo passatempo... Pode ser qualquer coisa, mas tem de ser minimamente desafiante para ocupar a tua mente e esqueceres os teus problemas pessoais.

10. Lembra-te que o fim do namoro não é o fim da tua vida ( e sim, podes voltar encontrar a felicidade com outra pessoa): Lembra-te que lá por esta relação não ter resultado , não quer dizer que estejas destinado/a a ficar sozinho/a para sempre, infeliz e miserável. Não tenhas também atitudes do tipo " ninguém me vai voltar a magoar, não vou namorar com mais ninguém". Aceita o fim da relação e pensa que , secalhar, não estavas destinado/a a ficar com essa pessoa, porque mereces alguém melhor. Acredita, tu podes voltar a ser feliz e encontrar o amor com outra pessoa. Não feches o teu coração, deixa o amor voltar entrar na tua vida ( mas nada de pressas).


Espero que estas dicas tenham ajudado as pessoas que estejam a passar por uma fase assim ( e espero também que tenham ajudado o meu leitor anónimo, obrigada pela sugestão).

Quais são os vossos conselhos para ultrapassar o fim de um namoro?

23.1.16

O que esperar do Dia de Defesa Nacional.


Hoje vou falar-vos do Dia de Defesa Nacional, o que podem esperar deste e o que é que acontece exatamente. Quem me segue no Twitter sabe que fui a este dia nesta quarta-feira. Muita gente pediu-me para falar sobre o Dia de Defesa Nacional e o que esperar deste, portanto decidi escrever este post. Eu sei que já  fiquei de escrever este post há dois dias, mas tenho andado com tanto trabalho para fazer, que só deu para publicar hoje.

Antes de mais, peço desculpa pelo post longo, mas quero-vos dar todas as informações possíveis acerca deste dia. Quando estava à procura de informações sobre este dia, notei que nenhum site explicava exatamente quais as atividades que iria fazer e o que iria ouvir, por isso decidi escrever sobre este assunto.

Bem, eu achava que o dia de Defesa Nacional ia ser uma seca, que ia ser só propaganda militar, como nas feiras das profissões do secundário do tipo " venham todos para a tropa que estamos com falta de gente". Antes de ir a este dia, já estava a planear fazer um post sobre isto e, quando o estruturava  na minha cabeça, estava a planear pôr o título " Dia de Defesa Nacional ou Dia de Tédio Nacional?". É para verem as expectativas que eu tinha para este dia ( más como podem ver).  No entanto, depois de ter vivido este dia, a minha opinião mudou. Acho que foi muito interessante, até gostei.

No início, quando lá chegamos, os militares disseram-nos logo que sabiam que estávamos ali por causa da lei obrigar todos os jovens de 18 anos a cumprirem este dever militar, que não estavam a tentar convencer ninguém a ir para a tropa, que a única coisa que pediam era respeito e bom comportamento ( e foi triste observar que alguns jovens não respeitaram este pedido, mas não falemos nisso).

Achei que os militares iam ser bastante rígidos connosco, mas não foram: criaram um ambiente bastante descontraído, foram simpáticos connosco, a maior parte deles até tinha bom sentido de humor (ainda demos bastante risadas)... Estava à espera que fossem mauzinhos connosco, mas não, foram bastante simpáticos.

Bem, já conseguiram ter uma ideia geral de como foi o meu dia. Agora, vou escrever mais detalhadamente sobre o que é o Dia de Defesa Nacional e o que acontece exatamente neste dia.



O  que é que é o Dia de Defesa Nacional?

Como podem ler no site da Direção-Geral de Recursos da Defesa Nacional ( onde também podem consultar o dia em que têm que ir), a comparência ao Dia da Defesa Nacional é um dever militar obrigatório para todos os cidadãos portugueses, de ambos os sexos, que tenham completado 18 anos.


Atividades desenvolvidas durante o Dia de Defesa Nacional

As atividades podem variar um bocadinho de cidade para cidade mas, em geral, consistirá no mesmo.

No início do DDN ( permitem-me que use esta sigla? É um pouco cansativo para os leitores ler sempre o mesmo...),  quando chegam ao centro ou núcleo de divulgação do Dia de Defesa Nacional, a primeira coisa que vos pedem é o BI e a carta de convocatória do DDN , caso a tenham recebido ( a carta só serve para confirmar a morada, o que é estúpido, porque se recebemos a carta é porque a morada está certa). A seguir , é-vos atríbuida uma letra (A, B ou C) e vão para a sala dessa letra ( é um computador que vos atribui aleatoriamente uma letra, eu fui com três amigos e fomos separados pelas três salas, que crueldade). Nessa sala, vão assitir a várias palestras, sobre os seguintes assuntos:

  • O que é o Dia de  Defesa Nacional? ( aqui perguntam-vos o que sabem acerca do mesmo e  explicavam-vos o que vão fazer durante o dia, basicamente a programação do mesmo)
  • A forma de organização dos três ramos das Forças Armadas (Marinha, Exército e Força Aérea) ( Se seguisse a carreira militar, escolheria a Força Aérea, é o ramo que mais fixe na minha opinião).
  • As principais ameaças e riscos à sociedade portuguesa ( aqui vão ouvir psicólogos a falar sobre vícios , comportamentos obsessivos e segurança na Internet, vem a GNR falar sobre a sua função, fala-se também no terrorismo...).
Estas palestras estão distribuídas pela manhã e pela tarde, porque fazer tudo seguido seria muito cansativo. No dia em que eu fui, tive palestras de manhã sobre os dois primeiros pontos, e palestras de tarde sobre o último ponto.

Entre as palestras, têm a oportunidade de fazer coisas mais práticas, tais como ver algum equipamento militar (mochilas, colete anti-balas,...) e algumas armas (descarregadas obviamente, senão andava tudo aos tiros e eu não estaria aqui para contar a história) . Eu peguei numa pistola e numa G3). No meu dia, eu cheguei ainda a fazer uma atividade super gira: andar num tanque . Eu acho que aquilo não  era bem um tanque, mas era parecido. Fomos 7 de cada vez dentro de um, puseram-nos capacetes e lá demos umas voltas. Foi bastante fixe!

O almoço lá é grátis, mas como diz o ditado " quando a oferta é muita até o pobre desconfia": muito sinceramente, a comida de lá não presta. Eu  comi arroz frio e que se colava ao céu da boca, só se aproveitou o frango. Levem umas bolacinhas de casa senão passam fome.

No final do dia, pedem para fazerem vários inquéritos em tablets: um é para testar os vossos conhecimentos sobre segurança na Internet , e outros para vos perguntarem se usam drogas, se bebem álcool, se passam muito tempo na net,... Tem ainda que fazer  um inquérito sobre a vossa opinião sobre o Dia da Defesa Nacional: quais os ramos que vos atraíram mais, se estariam interessados em passar uma semana lá, o que acharam das pessoas que vos receberam, o que acharam da qualidade da comuda da cantina ( eu nesta pergunta pus a opção péssima, ahah, tive que ser sincera).... Todos os inquéritos que fazem são anónimos, por isso podem ser sinceros à vontade ( sim, podem dizer que a comida da cantina não presta, que eles não vão a casa matar-vos).

A última atividade do dia é a cerimónia do hastear da bandeira nacional.


A minha opinião sobre o DDN e o que achei do meu

Antes de ter ido ao dia da Defesa Nacional, achava estúpido obrigarem-nos a ir, afinal estamos no século XXI e somos pessoas livres de fazer o que quisermos, e achei que ao obrigarem -me a ir a este dia  estavam a interferir com a minha liberdade e livre-arbítrio. No entanto, depois de ter conhecido estas pessoas espetaculares, acho que não custa nada perder um dia da nossa vida para ver o que estes profissionais andam a fazer pela defesa nosso país. Afinal, são os militares que defendem o nosso país e que participam também nas mais diversas ações humanitárias. e muitas vezes a sociedade não lhes dá o devido valor.

Agora, depois de ido ao DDN, percebo qual a finalidade de existir um dia assim: é preciso sensibilizar os jovens para o facto de que nós não somos apenas um aglomerado de pessoas a viver num mesmo território, somos uma nação que tem de conservar os seus costumes  e tradições, e que tem que lutar como um só para manter a paz.

Mesmo que não queiramos seguir uma carreira militar, devemos ter pelo menos consciência de como funciona a defesa do nosso país e quais os orgãos que a constituem.

Fazendo um balanço geral do meu dia, acho que foi bastante positivo, pois tive a oportunidade de mudar a minha visão sobre o que é ser-se um militar, e basicamente por tudo o que já referi acima. Gostei muito das pessoas que me receberam, foram simpáticas, prestáveis e criaram um ambiente descontraído, no qual foi possível criar-se alguns debates sobre questões importantes. Adorei as atividades mais práticas ( quando é que eu iria ter oportunidades para pegar numa arma G3 igual às do jogo "GTA"? ).

No entanto constatei que, apesar de todo este ambiente descontraído, tudo foi extremamente organizado e planeado ao mais ínfimo pormenor: demos os nossos dados pessoais e fomos divididos em três grupos logo no início ( A, B e C), fomos distribuídos por três salas diferentes ( consoante a letra que nos foi atribuída anteriormente), tínhamos de andar sempre em fila indiana ( até na cantina), e até quando realizámos os inquéritos no tablet , tínhamos que o entregar posteriormente de capa aberta ou fechada, consoante a a bateria tivesse mais ou menos 40 % ( esta última até é bastante inteligente, assim sabe-se exatamente quais os tablets que precisam de ser carregados)... E é por este motivo que eu não daria para a tropa, pois eu sou a desorganização em pessoa.

Para concluir, gostei muito do meu dia, aprendi e diverti-me bastante, e pude encontrar-me com amigos que já não via há muito tempo.


Quais são as vossas expectativas para o Dia de Defesa Nacional ? Se já foram, o que acharam dele?

20.1.16

Como aprender inglês sem sair de casa.


Não é segredo para ninguém que, hoje em dia, o inglês é uma das línguas mais faladas do mundo, se não a mais falada ( o mandarim é a língua mais falada no mundo pelos nativos, mas o inglês é a língua mais falada do mundo por nativos e não-nativos). Também não é segredo para ninguém que saber falar inglês pode abrir muitas portas, como uma promoção no emprego, trabalhar num país em que a língua oficial seja o inglês, viajar,..

Por isso, se pretendes aprender inglês, ou melhorar as tuas competências na língua, mas não queres ter que te inscrever em institutos ou explicações de inglês, vieste ao sítio certo. Hoje vou partilhar umas dicas para as pessoas que querem aprender inglês, mas não querem sair de casa nem gastar muito dinheiro para o fazer.


1. Compra um dicionário: Esta dica parece óbvia, eu sei, mas  a maior parte das pessoas desvaloriza os dicionários. Para quê comprar dicionários quando existe o Google Tradutor? Na verdade, o Google Tradutor não é muito fiável e por vezes faz as traduções mal, principalmente se copiarem e colarem um texto enorme para traduzir. Não estou a dizer para deixares de usar o Google Tradutor, tem apenas cuidado com algumas traduções que nem sempre estão corretas ( porque muitas vezes o google não adivinha em que contexto queres usar a palavra) e usa este recurso com moderação. O melhor mesmo é comprar um dicionário inglês-português e português-inglês ( aconselho a comprares um dicionário com estas duas opções, por que muitas vezes queres, por exemplo, saber como se escreve uma palavra portuguesa em inglês, e só tens um dicionário inglês-português, por isso é que é importante um com as duas opções). Eu, pessoalmente, acho que os da Oxford são os melhores ( como este).

2. Aprende com a app Duolingo: Esta app é muito útil para quem não percebe muito de inglês, mas querem aprender de uma forma divertida. A app assemelha-se a um jogo, dividido por níveis, e cada vez que acertas uma palavra/frase ganhas pontos. No entanto, esta app só é mesmo útil para quem não percebe nadinha de inglês. Se já tens um nível intermédio de inglês e queres apenas melhorar as tuas competências, esquece esta aplicação, porque vai ser demasiado fácil para ti. Há uns tempos baixei-a para o meu telemóvel, e aborreci-me com a facilidade dos níveis.

3. Ou aprende com a app ABA English: Esta app, ao contrário da anterior, já tem mais oferta. Serve tanto para quem está a começar a aprender, como para quem já está num nível mais avançado. A aplicação é uma espécie de escola online: em primeiro lugar mostra-te um vídeo, depois pede para falares frases do vídeo (grava o que dizes,  e depois  podes comparar a tua pronúncia à das personagens do vídeo), depois tens exercícios escritos, interpretação e por último uma avaliação. Além destes recursos, também regista o teu progresso, e podes continuar as aulas no tablet, computador ou telemóvel, sem perderes o teu progresso. É uma app muito interessante.

4. Lê livros em inglês: Ler é a melhor maneira de te familiarizares com a língua. Mas não comeces logo a ler por livros para adultos ( mesmo que sejas um), porque a escrita é muito complexa e podes correr o risco de não perceberes nada e desistires. Começa por livros infantis em inglês, para adquirires o vocabulário básico e para te habituares à escrita inglesa, bem como à sua pontuação que, por vezes, difere um pouco da portuguesa ( por exemplo, para introduzir um diálogo, os ingleses usam aspas em vez de um travessão). Depois de leres alguns livros infantis, avança para os livros para adolescentes ( conhecidos com "young adult fiction") e só depois disto tudo é que começas a ler livros para adultos.

5. Vê filmes em inglês: A maior parte das pessoas vê filmes com legendas em português, e nem está a prestar atenção ao que as personagens dizem, porque estão a ler essas mesmas falas nas legendas. Conclusão: ficam a perceber tanto de inglês como eu de batatas ( não, eu não sou uma agricultora, portanto não percebo nada de batatas). Para evitar que isso aconteça, começa, numa fase inicial, a ver filmes com legenda em português, no entanto aumenta o volume do televisor, e tenta ouvir o que as personagens dizem ao mesmo tempo que lês as legendas. Passado algum tempo, começa a libertar-te das legendas ,e usa-as mesmo só em caso de dúvida, de não teres percebido mesmo o que uma personagem disse. Quando te sentires mais confiante nos teus conhecimentos, começa a ver filmes ingleses com a legenda em inglês, para ouvires as personagens a falar em inglês e tentar compreendê-las, ao mesmo tempo que vês como se escreve as palavras que estão a ser usadas nas falas.


Espero que estas dicas vos ajudem.

Quais os vossos truques para aprender inglês em casa?

18.1.16

O blog já tem um Twitter!


Pois é! A partir de agora já podem acompanhar o blog pelo Twitter. Podem seguir através deste link ou então clicar no botão do twitter da coluna lateral do blog ( abaixo do "Sobre Mim").

Há já algum tempo que tinha necessidade de escrever uns devaneios, palermices ou futilidades, mas como muitas vezes eram só de uma frase ,não era adequado fazer um post assim . Por isso, surgiu a ideia de criar uma conta no  Twitter. 

No Twitter poderão ler várias coisas como palermices, faculdade, mais palermices, eu a queixar-me das frequências e coisas totalmente random ( principalmente a partir das 21 horas a coisa descamba um pouco, o meu mal é sono). Mas é para isso que serve o Twitter, não é? É para escrever o que nos der na telha!

De que é que estão à espera? Quero tudo a seguir! ( e não ter conta no Twitter não é desculpa para não seguir o meu blog lá , por isso quem não tem trate de criar para me seguir).

P.S: Obrigada à Joana do blog Written by Joana por me terem criado o ícone para o Twitter do blog. Eu não me ajeito muito com estas coisas de editar sites, ela salvou-me a vida :).

5 pensamentos que todos temos quando estamos no Instagram.


Atualmente, o Instagram está a tornar-se cada vez mais numa rede social popular, mais até que o Facebook, e milhões de pessoas já a usam. Seja para partilhar pequenos detalhes do nosso dia a dia ( e estar a fotografar o nosso prato de 1273902 ângulos diferentes de cada vez que vamos a um restaurante) ou para coscuvilhar a vida dos nossos amigos/ celebridades ( tipo eu, sou uma cusca), esta rede social tem-se tornado parte da nossa rotina diária. E todos os utilizadores do Instagram já tiveram, pelo menos, um destes pensamentos.


1. Esta foto é bonita o suficiente para ser publicada? : Já editaste a foto em 128292 apps de fotografia diferentes, já perguntaste se a foto é bonita à tua amiga, aos teus pais, ao teu namorado, aos vizinhos e até ao teu cão, mas ainda assim não tens a certeza se de facto é uma boa foto para ser publicada no Instagram. Eventualmente acabas por tirar outra foto com qualidade mais fraca e publicá-la em vez da primeira.

2. Quem me dera ter uma vida com esta: Está super cansado/a do teu dia, a queixares-te que nada corre como tu planeias, que não fazes nada bem, e de repente estás a navegar pelo Instagram de uma celebridade que parece que tem uma vida perfeita, que farta-se de viajar, come nos restaurantes mais chiques, e nesse momento tu só desejas ter uma vida igual à dela. Cancela a faculdade, que eu vou mas é arranjar um marido rico!

3. Merda! Não acredito que fiz isto : Estás a coscuvilhar o instagram de uma pessoa que conheceste há muito tempo e quem já nem falas com ela, quando de repente metes gosto numa foto. E ainda por cima numa foto de há 83 dias atrás! Agora a pessoa vai pensar que és retardado/a! Só te resta retirar o gosto, desligar o telemóvel e meteres-te num buraco ( e nunca mais sair de lá).

4. OMG! A conta dela/dele não é privada: Estavas à procura do novo/a namorado/a do/a  teu/tua  ex no Instagram ,e de repente, descobres que essa pessoa tem uma conta pública. Obrigada Internet por permitires coscuvilhar a vida das pessoas sem que estas descubram.

5. Só três gostos? Qual é o meu problema? Sou feio/a? : Quando publicas uma foto, pensas sempre que vamos ter mais gostos do que aqueles que temos na realidade. Perguntaste qual será o teu problema, se é por teres poucos amigos, se é por seres feio/feia, se é por causa da câmara do teu telemóvel não ter boa qualidade... Acabas por chegar à conclusão de que não percebes nada da dinâmica do Instagram nem como as outras pessoas ganham gostos, e acabas por desistir e voltar à tua vida miserável ( ou ler este post para para poderem continuar nas redes sociais sem entrarem em depressão).

Já tiveram algum destes pensamentos? O que costumam pensar quando estão no Instagram?

16.1.16

Maus hábitos que quero quebrar.


Os maus hábitos costumam ser difíceis de quebrar. É difícil manter bom hábitos ( tal como fazer exercício físico, com este frio só apetece ficar debaixo da mantinhas a ver um filme), por isso devia ser igualmente difícil manter os maus hábitos. Mas não, os maus hábitos, esses são fáceis de manter, e temem em ficar!

Toda a gente tem maus hábitos. E eu não sou exceção. Mas estou decidida a acabar com eles, para me poder tornar numa pessoa melhor e poder viver mais. E aqui ficam alguns maus hábitos que quero quebrar.

1. Roer as unhas: Roí as minhas unhas durante 10 anos. Ficaram num estado tão lastimável que no Secundário me comprometi a deixar de roê-las. E de facto consegui manter essa promessa. Pelo menos até chegar à universidade. Agora que cheguei à universidade, com o stress das frequências, trabalhos e entregas, voltei a roê-las. Agora, as minhas unhas estão piores do que nunca ( se é que se pode dizer que eu ainda tenho unhas) . É algo que me afeta um pouco, uma vez que já não pinto as unhas há muitos meses por causa de estarem frágeis e muito curtas.Por isso, decidi que a partir de hoje vou deixar de roê-las, para salvar as minhas unhas ( ou o que resta delas).

2. Usar menos o telemóvel: Tenho notado que me tenho tornado cada vez mais viciada no meu telemóvel. O que começou por ser uma necessidade, agora é um vício. E a culpa disto tudo é de me terem dado um smartphone o ano passado ( não estou a ser mal agradecida, papás, adoro sempre as vossas prendas). Já se estava mesmo a ver que com um telemóvel em que posso ir ver o instagram, o bloglovin ou o facebook a qualquer momento, com apenas acesso a wi-fi, iria dar numa dependência. Ter uma fonte de distração tão próxima de mim pode me vir a prejudicar os meus estudos e a minha capacidade de concentração por isso é, sem dúvida, algo que tenho de mudar.

3. Deixar a tarefa mais díficil para o fim do dia ( e depois não a fazer): No que toca sobretudo ao estudo, tenho o mau hábito de deixar a matéria mais díficil para o fim, o que normalmente acaba mal, porque acabo por não ter tempo para ler essa matéria com calma e, como devem calcular, costuma prejudicar-me nos testes. e, no fundo, este hábito não se reflete só no meu estudo, mas na minha vida toda. Costumo deixar tarefas como arrumar o quarto, limpar o pó e outras coisas desagradáveis ( porque eu não uma dona de casa perfeita nem nada que se pareça) para o fim. E depois essas tarefas custam mais a fazer. Por isso, este ano quero estabelecer a meta de, no início do dia, começar a fazer as tarefas mais difíceis porque, desta forma, as outras tarefas todas vão ser muito mais fáceis e rápidas de realizar, e o meu dia irá correr muito melhor.

4. Sofrer menos por antecedência: Sou uma pessoa muito nervosa e stressada. O que para as outras pessoas pode ser uma coisa insignificante, para mim pode ser o suficiente para me causar ansiedade. O grande problema é que eu muitas vezes sofro antes das coisas acontecerem. Por exemplo, se eu tiver uma apresentação na quinta-feira, no domingo já estou nervosa e a imaginar o pior cenário possível. E no dia dessa apresentação, até me corre bem e eu tiro boa nota, ou seja, foi escusada toda a ansiedade que tive nos dias anteriores. Quero começar a viver mais um dia de cada vez, a focar-me mais nos meus objetivos, em vez de sofrer por antecedência e imaginar todos os piores cenários possíveis.

5. Pensar demais: Tenho noção que penso de mais nas coisas. Crio muitas vezes expetativas em determinados acontecimentos que depois se revelam uma desilusão, penso como seria a minha vida se tivesse escolhido x caminho... Para piorar as coisas, às vezes, à noite a minha mente tortura-me com todas as más decisões que tomei, erros cometi, situações embaraçosas que passei. Tenho também a noção que sou um bocado pessimista, e é algo que quero mesmo mudar. A maneira como pensamos tem uma grande influência na nossa vida e, por vezes, determina o quão bem sucedidos somos. Existe até uma citação do Budha que diz: " Rule your mind or it will rule you" ( "Controla a tua mente ou ela vai controlar-te").

E vocês? Que maus hábitos querem quebrar?

15.1.16

À família que eu escolhi: A praxe.



( Foto retirada do We Heart It)

 Esta semana tive que tomar a decisão mais difícil que já tomei desde que entrei para a universidade e, provavelmente, uma das decisões mais difíceis da minha vida. Tive de desistir da praxe.

Quem já leu este post, este  e este , sabe que eu adorei andar na praxe e está a perguntar-se o que aconteceu para eu ter que tomar esta decisão. Bem, como o meu blog não é só para partilhar bons momentos ( embora eu tente que este seja o mais positivo possível para os meus leitores) , decidi contar-vos. Os meus pais nunca gostaram da praxe, em grande parte devido ao que viam nos media ( conclusões com pouco fundamento portanto) e tentaram convencer-me sempre a não ir. Nas primeiras semanas, até me deixaram andar lá em paz, porque pensavam que eu ia desistir, mas não eu fiz isso. Quando se começaram a aperceber que eu não ia desistir e que ia fazer a praxe até ao fim, começaram a chatear-me e a fazer de tudo para desistir. Eu como sou teimosa , mas principalmente porque eu adorava aquilo, tentei resistir. E resisti um semestre inteiro.

No início de 2016, não consegui ir a mais nenhuma praxe. Os meus pais tiraram-me o kit de praxe, não me deixavam sair de casa para as praxes, e ameaçaram tirar-me do curso e mandarem-me ir trabalhar, caso eu continuasse a persistir. Por isso, após muitas discussões, dores de cabeça e lágrimas, fui obrigada a tomar esta decisão ( sim, porque para os meus pais fui eu que decidi desistir, é o que vão dizer às outras pessoas que perguntarem, mas na prática fui obrigada por eles).

Custa-me ter que abandonar a praxe. Foi uma família para mim. Adoro os meus coleguinhas bestas e, principalmente, adoro os meus Doutores. Custa-me ter que deixar isto para trás. No entanto, estes três meses que andei na praxe vão ficar na minha memória para sempre. Foram os melhores meses da minha vida!

Apesar de desejar que isto  tivesse acabado  de outra forma, tenho a consciência tranquila, porque sei que me entreguei de corpo e alma a esta família que é a praxe. Cantei, berrei, enchi, ri, chorei, fiz jogos,.. Mas acima de tudo, fiz amizades, não só com os caloiros, mas também com os Doutores, fiz memórias e orgulhei o Curso. Só gostava de ter ficado até ao fim.

Dava tudo para ser praxada mais uma vez! Nem que fosse só mais um dia, uma hora, um minuto que seja. Dava tudo para voltar a encher 10 flexões, dizer " Pronto, Sr. Doutor Enfermeiro..." ,ouvir o Doutor " Pronto para quê?" e eu " Para encher mais dez..." e encher outras 10 flexões de seguida. Dava tudo para gritar outra vez palavrões e obscenidades no meio da rua, e  ainda rir-me da cara de chocada ou de desaprovação das pessoas. Dava tudo para fazer outra vez alto show com os meus colegas, com uma coreografia sincronizada e até adereços. Dava tudo para tentar outra vez matar uma formiga aos berros. Dava tudo para obedecer outra vez a uma ordem de um Doutor, para andar a chatear continuamente  um Doutor não trajado, e o pobre do Doutor não trajado não poder parar a ordem, porque não podia praxar sem traje ( sim, eu fiz mesmo isto, o Doutor não trajado disse eu que estava lixada quando ele aparecesse trajado. Mas no dia  a seguir, quando veio esse mesmo Doutor trajado, veio ter comigo para apenas se rir do que lhe fiz ). E principalmente, dava tudo para berrar mais uma vez o hino de curso. Eu adorava tanto berrar o hino de curso! Quando um Doutor berrava "HINO DE CURSO!" , eu sorria por dentro e berrava a plenos pulmões e com todo o orgulho o nosso Hino de Curso. Cada vez que o berrava, sentia a adrenalina toda a percorrer as minhas veias, e sobretudo o orgulho enorme que sentia pelo meu Curso.

Na praxe encontrei uma família. Encontrei pessoas que me compreenderam e apoiaram. Encontrei amigos para a vida. E, apesar de ter saído da praxe, nunca abandonarei esta família.

A praxe também me tornou uma pessoa melhor. Ensinou-me valores como  união, a entreajuda, o espírito de equipa, a generosidade, a amizade,... Já não sou a mesma pessoa que foi timidamente para a praxe no primeiro dia. Certamente continuo a ser um pouco tímida, porque é a minha maneira de ser, mas saio de lá muito mais confiante e segura de mim mesma.

Para acabar este longo post ( sorry ) só quero agradecer aos meus coleguinhas bestas, pelos momentos que passamos juntos. Podem sempre contar comigo para o que precisarem. E quero também agradecer também aos meus Doutores, que o foram com D maiúsculo. Já não sou da praxe, mas, para mim, serão sempre os meus Doutores , e vou tratá-los sempre como tal.  Devo-lhes todo o meu respeito, mas acima de tudo admiro-os. Infelizmente, não poderei praxar, mas se praxasse, seria com todos os valores que me transmitiram , e os meus Doutores seriam os meus modelos a seguir.


 Acabo este post com lágrimas nos olhos e com a letra da minha  música preferida da praxe ( a seguir ao hino, claro) que, apesar de a maior parte de você não saberem o ritmo, certamente gostarão da letra como eu :

" Somos caloiros de Enfermagem, 
            praxados a valer,
     
            agradecemos aos Doutores,
         
            tudo o que vamos viver.

         
           E vamos ser especialistas,
         
            e muitas vidas salvar,
         
           de caloiros a finalistas,
         
           o curso vamos honrar."

         

O que a praxe une, NINGUÉM separa!

13.1.16

5 maneiras de tornar Janeiro menos deprimente.


Vamos admitir: Janeiro é um mês muito chatinho, para não dizer um pouco deprimente. Há quem diga até que é o mês mais deprimente do ano. A grande época festiva, as compras das prendas, o Natal e o Ano Novo já passaram e agora tivemos de regressar ao trabalho. Na primeira semana, voltamos  renovados das festas que marcaram o último mês do ano, voltamos com as baterias recarregadas e entusiasmados pelo início do no novo ano. Mas o entusiasmo todo à volta do início do ano desaparece rapidamente na segunda semana de Janeiro, quando  entramos novamente nas nossas rotinas diárias e nos temos de confrontar com a realidade. E por vezes a realidade não é lá muito bonita: quase que nos endividamos com os gastos supérfluos do mês anterior, acumulámos muito trabalho que não quisemos fazer na época natalícia, para piorar o tempo está horrível ( só chove ultimamente!)...

No entanto, nem tudo é mau. Vou partilhar com vocês algumas sugestões para animar o vosso mês:

1. Pensa em Janeiro como o início de um novo capítulo na tua vida: No primeiro dia do ano estamos todos muito entusiasmados com o novo ano, sentimo-nos renovados e motivados mas, tal como já disse acima, parece que todos esses sentimentos desaparecem depressa. Com o voltar à rotina, ficamos com a sensação que se aproxima " mais do mesmo". O meu conselho é que mantenhas o mesmo pensamento e energia que tinhas no primeiro dia do ano. Afinal, é o primeiro mês do ano! Se pensares em Janeiro como um novo início, uma nova oportunidade para corrigires os erros do passado e para esquecer os acontecimentos mais negativos do ano anterior, o mês vai passar muito mais rápido.

2. Começa a pôr os teus objetivos em prática: Estás a ver as resoluções que estabeleceste a ti mesmo/a na noite do ano novo, mas que  esqueceste logo no dia a seguir? Põe-os em prática! Tens algum projeto em mente há já alguns anos e ainda não o fizeste. Faz-o agora! Claro que podes começar a pôr em prática os teus planos em qualquer altura do ano, mas o início do ano tem sempre mais este efeito sobre nós. Aproveita essa energia positiva e transforma Janeiro num mês produtivo.

3. Muda a tua dieta : Não, não estou a dizer para emagrecerem ( embora algumas pessoas, depois do Natal, precisem). Uma dieta nem sempre é sinónimo de manter peso. Por vezes, é apenas sinónimo de uma alteração nos hábitos alimentares. Começa a levar para o trabalho snacks mais saudáveis, experimenta receitas novas, come mais legumes... Mudanças de hábitos alimentares podem fazer milagres na nossa saúde.

4. Acaba com os teus maus hábitos: Como já referi acima, um novo ano tem um efeito muito poderoso em nós, é como se nos fosse nada uma nova oportunidade. Por isso, pensa nos maus hábitos que afetaram a tua vida no ano anterior e acaba com eles. Seja deixar de fumar, beber menos ( os meus colegas da universidade deviam começar a pensar nisso, ou vão ter que começar a pensar em comprar outro fígado), deixar de roer as unhas ( esta é obviamente para mim ihih)... Qualquer que seja o mau hábito, está na altura de acabar com ele! 

5. Começa a planear viagens/concertos: Porque o mês de Janeiro é um mês de muito trabalho e pouco descanso, para distrair a tua mente podes aproveitar para começares a planear aquela viagem que queres fazer no verão, os festivais a que queres ir, aquele concerto a que não queres faltar... Pensar na diversão que poderá viver nos meses a seguir irá ajudar-te a ultrapassar este mês com sucesso.

Quais são os vossos truques para tornar este mês menos deprimente?

9.1.16

10 coisas que podes fazer quando estás sozinho/a em casa ao fim de semana.


Os fins de semana nem sempre são sinónimos de festas, saídas com os amigos ou convívio em família. Por vezes, também são sinónimos de tempo passado a sós, a fazer o que mais gostamos e a recuperar energias para a semana seguinte. Claro que é importante conviver com a família ou amigos, mas às vezes também é importante passar tempo a sós.

No entanto, nem sempre sabemos aproveitar esse tempo a sós da melhor maneira. Por isso aqui ficam 10 sugestões de coisas que podes fazer sozinho/a ao fim de semana.

1. Ler finalmente aquele livro que o teu amigo te recomendou há séculos: Andamos sempre tão atarefados na nossa rotina diária que é fácil acumular pontos na lista de " coisas que gostava de fazer quando tiver mais tempo". Por isso, devemos aproveitar todos os dias livres que temos para fazer pequenas coisas como ler um livro. Se estiveres sozinho/a em casa, aproveita para ler um livro, sem interrupções e sem pessoas a pedirem-te para fazeres coisas.

2. Fazer uma maratona de séries: Sabes aquela série que estava sempre a dar na televisão, mas tu perdeste a maioria dos episódios porque estavas muito atarefado/a? Faz umas pipocas, senta-te no sofá e prepara-te para assistires a 5 episódios seguidos ( ou, quem sabe, a temporada inteira).

3. Toma um banho de imersão: O ambiente de paz e sossego que se proporciona quando estás sozinho/a em casa é o ambiente perfeito para um momento de relaxamento. Acende algumas velas, usa alguns sais de banho ( existem muitos à venda na Sephora) e usufrui do momento.

4. Come tudo o que houver de melhor na tua dispensa/ frigorífico: Haverá melhor altura para comer as coisas mais calóricas do que quando não está ninguém em casa? Claro que não. Come aquele chocolate que anda a tentar-te há uma semana , come umas batatas fritas, o que te der na cabeça. Não há desculpas para reprimir os teus desejos porque não está ninguém em casa para te julgar.

5. Faz exercício físico:  Principalmente depois de teres feito o ponto 4, este é sem dúvida o ponto aconselhável a realizar. Se odeias o ginásio ( eu odeio, é só exibicionismo) porque não te queres envergonhar, aproveita o facto de teres a casa  só para ti para fazeres uns abdominais, flexões, Zumba ou qualquer atividade para pôr o teu corpo a mexer. Podes também ver vídeos de aulas de exercício físico  no Youtube e fingir que estás numa dessas aulas.

6. Ouve a tua música favorita com o volume alto: Como estás sozinho/a em casa, ninguém te vai mandar desligar a música ou julgar-te pelo teu gosto musical. As únicas pessoas que te poderão julgar são os teus vizinhos ( mas antes das 22 horas, eles não te podem dizer nada, esperemos que gostem da música que escolheres).

7. Dança que nem um/a maluco/a: Mais uma vez, como tens a casa por tua conta, ninguém te irá julgar. Além disso, não precisas de te envergonhar com os teus passos de dança porque ninguém está ver. 

8. Veste as tuas melhores roupas e faz uma sessão fotográfica: Eu costumo fazer muito isto quando estou sozinha em casa. As fotos ficam sempre memoráveis ( não necessariamente bonitas, porque eu não sou lá muito fotogénica, mas sem dúvida que ficam muito engraçadas). Veste as tuas melhores roupas, põe a tua câmara fotográfica a disparar sozinha e faz as tuas melhores poses de modelo. 

9. Cozinha: Aproveita para fazer bolos ou mesmo para experimentar receitas novas. O melhor mesmo é que não tens ninguém a chatear-te a cabeça por estares a sujar a cozinha toda, nem tens de ouvir as indicações/ opiniões dos outros.

10. Faz compras online: Apesar de nada substituir a sensação de fazer compras em lojas, fazer compras online também pode ser bastante divertido. Mas atenção que não precisas de comprar e levar a tua conta bancária a zeros. Tal como muitas vezes entras numa loja só para veres as coisas e não compras nada, também podes entrar num site online de compras e não comprares nada. Eu costumo fazer muito isso, andar em sites com coisas caríssimas, a admirá-las e desejar tê-las ( mas infelizmente eu sou pobre e não tenho dinheiro para uma carteira da Channel).


O que costumam fazer quando estão sozinhos em casa?

7.1.16

Ganhar dinheiro com um blog não é crime!



Já algum tempo atrás que tenho constatado que a monetização de um blog é  assunto tabu na blogosfera portuguesa. Na blogosfera estrangeira já existem 16379738 posts sobre como ganhar dinheiro com um blog ou como monetizar um blog, e há quem faça mesmo um post em cada mês sobre quanto dinheiro ganhou com o blog nesse mesmo mês... No entanto, não vejo posts desses na blogosfera portuguesa e não me parece que não haja nenhum blogger português a ganhar dinheiro com o seu  blog...

Li certos posts de bloggers a afirmar que os seus blogs não passam de hobbies , que não gostam de fazer posts publicitários porque não querem enganar os seus leitores, e que quem faz dinheiro com um blog devia ter vergonha ( sim, eu li mesmo esta última afirmação num post ,  por momentos fiquei em choque quando li isso). Parece que ganhar dinheiro com um blog é crime!

Eu não acho que ganhar dinheiro com um blog seja crime. Quem tem um blog e que se esforça para tornar o mesmo melhor,  sabe o tempo e dedicação que este  exige. Certamente que seria bastante justo ganhar dinheiro com ele ,  como é justo ganhar dinheiro numa outra profissão qualquer.

Quem nunca pensou (uma vez que seja) ganhar dinheiro com um blog é porque não leva o seu blog a sério ( o que não é necessariamente mau) ou então está claramente a mentir. Melhor que fazer o que gostamos é ganhar dinheiro a fazer uma coisa que gostamos. Quem é que nunca pensou: " adorava  fazer disto a minha vida e ganhar dinheiro com isto". Pode ter sido um pensamento mais em tom de fantasia ou situação hipotética, mas todos nós já pensamos nisso pelo menos uma vez. 

Eu confesso que adorava ganhar dinheiro com o meu blog, porque é algo que eu adoro fazer, e se ganhasse dinheiro com o meu blog, poderia dedicar ainda mais tempo do que aquele que já dedico. Seria o meu emprego perfeito.  Já dizia Confúcio : "Escolhe um trabalho que gostes, e não terás de trabalhar um dia na tua vida". Se é uma fantasia/ sonho demasiado inalcançável? Talvez. Mas se isso não acontecer, eu continuarei a escrever nele, porque gosto de escrever nele, escrever é terapêutico para mim , e este blog é minha casa , onde posso ser eu própia e na qual quero viver durante muito tempo.

A monetização de um blog é apenas um sinal da evolução dos tempos e da evolução e profissionalização de um dado blog. Quem sabe se no futuro ser blogger não será uma profissão. E se isso acontecer,  será uma profissão tão nobre como todas as outras.

Qual a vossa opinião sobre o assunto?

6.1.16

Metas de leitura: Sim ou não?


No início de um novo ano, são muitas as pessoas que estabelecem metas de leitura como " Vou ler 50 livros este ano" ou mesmo " Vou ler 150 livros este ano". Umas pessoas com objetivos literários mais ambiciosos do que outros, o que é certo é que tem virado moda estabelecer o número de livros que lemos num ano ( e acho que começou tudo quando o famoso site de livros  "GoodReads" lançou , pela primeira vez, um "Reading Challenge", que se tem repetido todos os anos).

Eu não concordo com esta nova moda. Eu  já aderi  uma vez ao " 2013 Reading Challenge" ( do site que falei acima) ,no Verão ( porque é a altura em que eu leio mais livros), e estabeleci a meta de ler 50 livros. No ínicio, até consegui ler bastantes livros, mas depois comecei a ficar obcecada em cumprir a meta, em tentar ler mais rápido, mas acabei por desistir. Sabem porque é que desisti? Porque não fazia sentido tornar algo que eu adorava fazer numa obrigação. E, ao tentar cumprir o desafio, era o que estava a sentir, que tinha de ler muitos livros por obrigação. No final desse ano, só li 25 livros ( cumpri apenas metade do desafio, portanto) mas adorei ler cada livro e as histórias que continham ficaram na minha memória.


Eu sou a favor da qualidade e não da quantidade. Até me doi ouvir certas pessoas que vão ler 150 livros este ano ( como é que essas pessoas conseguem ler essa quantidade de livros? O estudo/emprego não lhes "queima" a maior parte do tempo? ). Se lermos muitos livros num ano , dificilmente nos lembraremos das histórias e das personagens no final do ano. Além disso, se nos pusermos a ler vários livros seguidos armados em maluquinhos, a certa altura vamos estar somente a ver letras juntas em vez de visualizar a história e a deixar a imaginação trabalhar ( quem lê por gosto, sabe do que estou a falar: imaginar o aspeto físico de uma personagem, da casa...). É como as pessoas que gostam de correr: elas adoram correr, mas se correrem durante 5 horas seguidas, vão ficar cansadas. Tudo na vida tem que ser com moderação!

O objetivo dos livros é mergulharmos num mundo diferente e imaginário, para fugir à realidade por uns momentos. Ir a sítios que nunca fomos e viver experências que até nunca podemos nunca vir a viver na realidade. Eu considero mesmo um livro um meio de transporte, como o é um carro ou avião. Não faz sentido obrigarmo-nos nós própios a ler muitos livros, só para depois dizer às outras pessoas que lemos x livros num ano e que, por isso, somos muito cultos e inteligentes.

Qual a vossa opinião sobre as metas de leitura? São a favor ou contra?

Ps: Atenção que esta é a minha opinião pessoal, não julgo aqueles que fazem objetivos literários.

4.1.16

Testes à americana.


O meu pai costuma chamar aos testes só de escolhas múltiplas "testes à americana" que, traduzindo a linguagem do meu pai, significa testes de  treta, que até pessoas que não estudaram passam. E, de facto, estes testes são conhecidos como testes americanos.

Na universidade, as frequências são todas por escolhas múltiplas. Mas desengane-se quem acha que este estas frequências ajudam os alunos a passar: estas frequências também são a descontar. Isto quer dizer que, se erramos X número de perguntas, X perguntas que acertamos passam a erradas. Deduzo que isto deva ser para evitar que certas pessoas que não tenham estudado se ponham a fazer tudo à sorte e acertem quase tudo.

Mas vamos lá ao motivo pelo qual eu escrevi este post: este modelo de testes na universidade diminui as competências dos alunos.  Isto porque como, no fundo, a resposta já lá no teste, algures numa opção,  os alunos não são obrigados a fazer um raciocínio tão elaborado para chegar à resposta correta.  Claro que é preciso saber muito bem a matéria, porque muitas escolhas múltiplas tem opções de resposta muito parecidas, e só um aluno que saiba bem a matéria é que consegue escolher a certa- Mas ainda assim não é preciso saber tão bem a matéria como seria preciso se as perguntas fossem de desenvolvimento. Com o passar do tempo, se a maioria das frequências seguirem este modelo, estes alunos irão perder a capacidade de espírito crítico e de pensar para além dos  conceitos.

Além disto, os alunos universitários que só tem frequências por escolhas múltiplas ( como eu) poderão "esquecer" um pouco o Português é a sua gramática,  e a começar a escrever mal e a cometer erros ortográficos.

Muitos professores da minha faculdade afirmam que muitos alunos chegam ao último ano de curso e quase que já nem sabem escrever, por causa deste modelo de testes. Quando vão para estágio, muitos alunos cometem erros ortográficos vergonhosos nos seus relatórios de estágio.

Em principio não me acontecerá o mesmo a mim, pois eu escrevo quase todos os dias no meu blog. Mas muitos estudantes chegam à universidade e perdem o hábito de escrever. Não estou a dizer  para porem agora as frequências só com perguntas de desenvolvimento  ( porque se já com frequências com escolhas múltiplas muita gente reprova, com de desenvolvimento ninguém acabava o curso), mas talvez se nos pusessem a fazer mais  trabalhos escritos sem ser um por semestre, talvez muitos alunos conseguissem continuar a melhorar a escrita ( além que trabalhos escritos nos ajudariam a subir as notas ).

Qual a vossa opinião sobre este modelo de testes?

3.1.16

Coisas que podes fazer num domingo para uma semana mais produtiva.


O domingo é o dia de descanso para muitas pessoas, motivo pelo qual até chega a ser sagrado para algumas. Por isso, a ideia de fazer outra coisa sem ser descansar num domingo pode desagradar a muitos. Mas a verdade é que se aproveitarmos este dia  para nos organizarmos, teremos segundas muito menos dolorosas e semanas de trabalho mais   calmas.

Portanto, as dicas que vou partilhar a seguir vão ajudar-te a aproveitar os domingos da melhor maneira.


1. Pensa no domingo como o primeiro dia da semana: Muitos de nós pensamos no domingo como o último dia da semana, o último dia de descanso antes de entrar em mais uma semana de trabalho/escola. Em vez de pensar assim, pensa nos domingos como o primeiro dia da semana, a primeira oportunidade para te organizares para uma semana mais calma e produtiva.

2. Escreve uma  to-do list : Desde que comecei a escrever listas, reparei que me tenho tornada mais organizada e tenho me esquecido menos das coisas. Escreve uma lista, por ordem crescente de prioridades, daquilo que tens de fazer esta semana ( o mais importante claro, não te ponhas a escrever na lista "dar banho ao cão"). Vais ver que vais entrar na semana menos stressado/a e com mais energia.

3. Arruma a casa e/ou o teu espaço de trabalho: Começar a semana com uma casa toda desarrumada não te vai dar a motivação que precisas para trabalhar a semana inteira. Aproveita o domingo para limpar e arrumar a casa. Aproveita também para arrumar a divisão da casa onde trabalhas/estudas. Não  conseguirás executar todas  as tarefas que te comprometes se a tua secretária tiver cheia de papelada.

4. Se és um/uma Blogger,  aproveitar para agendar posts: Escrever posts  avanço é sempre uma boa ideia, pois nunca sabes se vais ter algum imprevisto durante a semana que te impeça de publicar no blog. Eu ainda não apanhei muito o jeito de escrever posts em avanço , mas sei que agendar posts dá imenso jeito durante a época de exames.

5. Relaxa no tempo que sobrar: Depois de fazer todos os pontos acima, aproveita o tempo que te restar para relaxar e fazer as coisas que mais gostas, como ver séries, filmes , ler um livro e estar com a família.


O que  costumam fazer aos domingos? Fazem algum dos pontos acima?